


[Homenagem aos chargistas brasileiros].
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A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
CATIA SEABRA
DE SÃO PAULO
Ele abomina o gerúndio como resposta. E, já na Prefeitura de São Paulo, baniu expressões como "viabilizar", "logradouro" e "munícipe". Ex-prefeito e ex-governador de São Paulo, o candidato do PSDB à Presidência, José Serra, é adepto do antitucanês reloaded.
Só não dispensa um eufemismo ao se descrever. Serra se apresenta como "obstinado, curioso e diligente". Seus mais fiéis colaboradores traduzem: obcecado, perturbador e perfeccionista.
Ele também reconhece: é "um pouco impaciente". Que o digam seus subordinados.
Generoso na delegação de poder e objetivo na fixação de prioridades, é implacável na cobrança de resultados, a ponto de constranger publicamente um assessor se insatisfeito.
| Arquivo Pessoal |
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| José Serra no Colégio Dom Bosco, em 1952, aos dez anos, quando cursava o quarto ano |
Aconteceu no dia 19 de janeiro, durante evento de distribuição de material didático para início do ano letivo. Contrariado com a timidez da logomarca do governo, alfinetou o secretário de Educação, Paulo Renato Souza:
"O material é de muito boa qualidade, no estilo tucano: esconde o nome do governo", ironizou.
Pobre também de Walter Feldman, secretário de Subprefeitura na gestão Serra. Lado ao lado, num palanque em Itaquera, ouviu o chefe acusá-lo de falta de dedicação no combate à poluição. "Ele me destruiu várias vezes", lembra Feldman, numa referência às exigências do chefe. "Agüente, Feldman. Você vai ser outro depois dessa experiência", repetia, imodestamente, Serra.
Outro exemplo? Em março de 2005, Serra determinou que um helicóptero buscasse a então secretária de Serviços da Prefeitura, Maria Helena Orth, para uma reunião com subsecretários na Zona Leste. Convocada, Orth alegara dificuldade para chegar a São Miguel Paulista.
Em outra, também com subprefeitos, Serra divulgou o próprio número do telefone após Orth argumentar que não tinha tempo para atendê-los. Ela foi demitida em maio de 2005.
Sem "trololó"
Avesso a evasivas --a que chama de "trololó"-- Serra é capaz de interromper um assessor ao perceber que não tem as respostas que procura. Foi o que fez com o secretário de Assistência Social da Prefeitura, Floriano Pesaro, após uma sabatina sobre renda mínima. "Secretário, estude o assunto e volte", recomendou a Floriano, que, ainda assim, e a exemplo de Feldman, descreve como estimulante o trabalho com Serra.
Costuma incentivar o confronto de ideias na equipe. Em 2008, antes da explosão da crise na segurança, o secretário de Gestão, Sidney Beraldo, alertou Serra para o risco de descontrole na Polícia Civil. Diante de Beraldo, Serra telefonou para o então secretário de Segurança, Ronaldo Marzagão, e acionou o viva-voz.
"Tem um impasse, ele bota o viva-voz", lembra Beraldo.
| Folhapress |
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| José Serra em 1978, professor de economia da Unicamp, durante visita à redação da Folha |
Numa reunião, ele já telefonou para a central de atendimento da Prefeitura, diante de toda a equipe, para testar a qualidade de serviço. Em outra, suspendeu a audiência para, de helicóptero, confirmar se uma obra cumpria o ritmo descrito há pouco por um secretário.
"É muito difícil enrolar Serra. Ele tem aquele famoso "por quê?", afirma Aloysio Nunes Ferreira, ele mesmo flagrado pelo tucano, durante a Prefeitura. "Serra brigou comigo porque terceirizei a redação de uma nota. Reconheceu diferenças no estilo", conta.
No governo do Estado, redigiu pessoalmente um release, após constatar, contrariado, que assessores estavam no almoço.
Serra pode ser cortante quando um subordinado é pouco objetivo. "Meu problema é o tédio", confessa o candidato, que não escondia a impaciência com a ex-secretária estadual de Educação Maria Helena Guimarães.
Se decepcionado, submete o auxiliar a dolorosa fritura, começando pelo esvaziamento de suas atribuições. Secretário de Esporte na Prefeitura, Marcos Tortorello perdeu a administração do autódromo para a SPTuris e os centros municipais para a Educação. Depois, se demitiu.
Contrariado com o desempenho de um secretário, pode recorrer diretamente a um de seus subordinados em busca de respostas. Econômico nos elogios, premia os bem-sucedidos com mais trabalho.
| Kathy Willens/AP |
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| Serra discurso, como ministro da Saúde, na Assembleia Geral das Nações Unidas |
Filho único de um imigrante italiano com uma filha de imigrantes, Serra exige dedicação integral de sua equipe. À frente do Ministério da Saúde (1998 a 2002), chegou a propor que o secretário de Assistência à Saúde, Renilson Rehem, usasse um celular exclusivamente para atendê-lo. Fosse no Planejamento (de 1995 a 1996) ou na Saúde, preferia que os assessores não deixassem Brasília nos fins de semana.
Num bilhete, recomendou até que Rehem desistisse, na véspera do embarque, de um congresso em Paris. Como o ministério enfrentou crise durante sua ausência, Rehem foi recepcionado com um "não falei que essa viagem seria um desastre?". "Mas nem foi no meu departamento", reagiu Rehem.
Mordaz, já recebeu Beraldo com um "de passagem por São Paulo?" após férias de dez dias do secretário. Hoje à frente do governo, Alberto Goldman já foi premiado com um telefonema durante a folga do fim de ano.
"Você não acha que já está muito tempo fora?", perguntou Serra, que, em dezembro, telefonou para o secretário do Meio Ambiente, Xico Graziano, para reclamar de sua ausência numa reunião de encerramento de ano.
Política
Além de cebola e alho, Serra não digere as desilusões políticas. "Ele não perdoa deslealdade", afirma o deputado e amigo Jutahy Magalhães (BA). Ex-presidente da UNE, exilado no Chile --onde concluiu o mestrado em economia--, e duas vezes deputado, Serra concorreu a seis cargos majoritários nos últimos 20 anos. Colecionou desafetos no caminho, sendo Ciro Gomes (PSB) um deles.
Adolescente brigão, se esforça agora para conter esse ímpeto na política. Disposto a apagar a imagem de beligerante, evita desavença pública com o mineiro Aécio Neves, tem elogiado Ciro e desenha uma reaproximação com o senador Tasso Jereissati (CE). Em São Paulo, patrocinou uma aliança com Geraldo Alckmin.
"Perdemos duas eleições e ganhamos duas. Estamos empatados", disse a Alckmin num telefonema, após a dura disputa pela Prefeitura de São Paulo.
Além de demonstrações de solidariedade, Serra reserva surpresas aos aliados. Já abordou o ator José Mayer num aeroporto só para apresentá-lo a assessoras. Também perseguiu um grafiteiro pelas ruas de São Paulo às 2h da madrugada. Ele, o então secretário Andrea Matarazzo e suas mulheres voltavam do cinema. Estavam na Heitor Penteado.
"Pare o carro", gritou Serra, que, ao alcançar o pichador, fez um interrogatório para saber suas motivações.
Mesmo com um prodigioso poder de concentração, consegue ser distraído o bastante para perceber, apenas 15 minutos depois, que entrou na embaixada errada para um almoço em Washington.
Família
O ar retraído se esvai na companhia dos filhos Verônica e Luciano. Ele se derrete pelos netos. Palmeirense, permite até que Antonio seja flamenguista.
Serra é dono de hábitos extravagantes. Para aliviar a tensão, costuma fazer esteira de madrugada, mas não come para evitar mal-estar pela manhã. Refrigerante, só sem gás. E é verdade: colocou uma cama no banheiro da Prefeitura de São Paulo, para passar mais tempo no trabalho.
Serra só viaja no mesmo lado em aviões: o direito. Argumento? "Tem dado certo até hoje".
Hoje, aos 68 anos --43 deles ao lado da mulher, Monica-- Serra sua nas mãos de Geraldo, seu personal trainer. Também se submete a sessões de acupuntura e massagem. É preciso estar em forma para a dura disputa eleitoral.
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publicada em 01/06/2010 às 12h53m
RIO - Durante os anos em que deu aula para os períodos iniciais, a professora Maria Silvia Possas, diretora-adjunta de graduação do Instituto de Economia da UFRJ, sempre perguntava o motivo que tinha levado os alunos para lá. Eles respondiam, em sua maioria, que escolheram o curso por se tratar de uma "ciência social com matemática". Mais do que isso, a professora considera a economia uma maneira de compreender o mundo em que vivemos. E que deveria ser oferecida até na escola:
" Infelizmente, as pessoas têm muito pouca noção do que seja economia "
- Infelizmente, as pessoas têm muito pouca noção do que seja economia. Ela é muito importante para a cidadania. Defendo, inclusive, uma licenciatura em Ciências Sociais aplicadas. Tanto que as primeiras pessoas para quem se ensina economia são os pais, avós, tios, amigos, que têm dúvidas sobre como as coisas funcionam - conta.
Para ela, se, no colégio, o aluno gosta de geografia e história econômica e também de matemática, provavelmente vai se dar bem no curso. Mas o mais importante, é gostar de ler jornal. E a professora não está falando do caderno de esportes ou de cultura.
- O jovem tem que gostar de ler jornal, especialmente o caderno de economia. Para saber se gosta, ele precisa ler o caderno econômico de um jornal e ver se tem interesse em entender aquilo, estudar o assunto a fundo, pensar o que significa para o país - afirma Maria Silvia.
Sobre a confusão feita muitas vezes entre as funções de um economista, de um administrador e de um engenheiro de produção, ela diz que as atividades não são concorrentes, e sim complementares.
" O jovem tem que gostar de ler jornal, especialmente o caderno de economia "
A professora explica que o administrador recebe uma formação na área de humanas, com cadeiras de psicologia e sociologia, que o economista não tem. Em compensação, este está mais preparado para construir cenários de mercado, levando em conta aspectos como concorrência e novos negócios. Já os engenheiros são atraídos para o mercado financeiro por seu conhecimento de matemática.
O CURSO
Os primeiros períodos do curso são dedicados a disciplinas teóricas que deem conta de três áreas principais : macroeconomia, que estuda aspectos mais gerais, como taxa de juros e a economia de um país; microeconomia, ligada a setores específicos; e finanças. É neste momento também que os alunos veem a parte mais pesada de matemática. Com esta base, eles passam a ter aulas sobre assuntos mais específicos, e a maioria começa a estagiar. Fazer disciplinas de Administração também é uma boa para quem quer trabalhar na área de gestão.
A CARREIRA
Os diferentes campos de atuação são atrativos para estudantes procurarem a área. O setor bancário é o que mais contrata, mas esse profissional pode trabalhar em outros tipos de empresa, onde avalia o mercado de atuação, seus desafios, riscos e potenciais. As consultorias são outra alternativa, assim como o setor público. A área acadêmica, onde o economista pode se dedicar a lecionar e a pesquisas, seja em órgãos públicos ou universidades, também é procurada. E estudos relacionados a recursos naturais devem ganhar cada vez mais importância.
| O Estado de S. Paulo - 02/06/2010 |
Um estudo divulgado ontem pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) indicou que os 14 feriados que ocorrerão este ano em São Paulo custarão à indústria paulista cerca de R$ 850 milhões. Cada feriado acarreta um custo adicional de R$ 60,7 milhões ao setor.
A pesquisa foi feita entre os dias 3 e 21 de maio; 68% das entrevistadas eram micro e pequenas empresas, 25% médias e 7%, grandes. Em relação à interferência no custo do produto, a alta média nesses períodos é de 2,2%. |
| Brasil - Cristiano Romero |
| Valor Econômico - 02/06/2010 |
Os mapas de intenção de voto da corrida presidencial mostram mais do que a divisão do país em duas regiões geopolíticas - o Sudeste/Sul, que prefere o candidato da oposição (José Serra), e o Norte/Nordeste e o Centro-Oeste, que estão com a candidata do governo (Dilma Rousseff). Os dados, um retrato do momento passível de mudança, parecem refletir, como ocorreu na eleição de 2006, as escolhas do governo Lula na área econômica. |
| Autor(es): Adriana Carranca |
| O Estado de S. Paulo - 02/06/2010 |
Sem citar nome, ele promete a metalúrgicos que voltará à Volkswagen "este ano" para eleger a candidata governista
Mais uma vez sem citar nomes, Lula fez uma referência ao mensalão petista dizendo que em 2005 (ano em que o escândalo veio à tona), os "conservadores" tentaram derrubar o governo. "Eles não se conformavam com o fato de que um metalúrgico, um torneiro mecânico, podia fazer mais do que eles." "As caras". Na formatura da primeira turma do projeto Próximo Passo, que pretende ser a "porta de saída" do Bolsa-Família, Lula exaltou o papel da mulher, discursando de improviso para uma plateia de cerca de 3 mil pessoas, predominantemente feminina. "Vocês, na verdade, são as caras", disse o presidente, numa referência ao título de "o cara" que recebeu no ano passado do presidente americano Barack Obama. O evento ocorreu no clube Juventus, na Mooca, na zona leste da capital paulista. |
| Autor(es): Guilherme Scarance |
| O Estado de S. Paulo - 02/06/2010 |
Leôncio Martins Rodrigues, professor titular aposentado da USP e da Unicamp A cooptação de entidades sindicais faz parte dos esquemas populistas, diz Leôncio Martins Rodrigues, autor de Destino do Sindicalismo e professor titular aposentado da USP e da Unicamp. "Basta lembrar Getúlio e Perón", afirma o cientista político, lembrando que, no Brasil, nos quadros desse corporativismo criado pela Constituição de 1988, "o Estado sustenta os sindicatos". Ele cita um cenário em que a formação de uma só entidade sindical gigante poderia ter no presidente Lula "o grande chefe".
A intensa e ampla cooptação de chefias e entidades sindicais por parte do governo não é uma novidade na história política do nosso e de outros países. Faz parte dos esquemas populistas. Basta lembrar Getúlio e Perón. Sindicalismo e política estão sempre próximos. Mas há várias diferenças nesse conúbio. Nos países centrais, frequentemente, eram os sindicatos que financiavam os partidos. O caso do Partido Trabalhista Britânico, criado pela Trade Union Congress (central sindical britânica) é um dos mais paradigmáticos. Os sindicatos sobrevivem pela cotização de seus membros. No Brasil, nos quadros desse corporativismo sui generis criado pela Constituição de 1988, na aparência, o Estado sustenta os sindicatos. Na realidade, legaliza a retirada compulsória dos salários dos trabalhadores do mercado formal de trabalho (sindicalizados ou não) e os repassa às chefias dos sindicatos únicos, quer dizer, a entidades sem concorrência que tem o monopólio da representação. Como o modelo do sindicato único permanece, há uma diferença essencial com relação a outros países: se os sindicatos corporativos vivem da contribuição de todos os empregados de diferentes ideologias, devem representar a todos. Não são sindicatos ideológicos e, portanto, formalmente, não podem apoiar candidatos, participar das disputas partidárias porque arrecadam dinheiro de trabalhadores de variadas posições políticas. Como o sr. vê a união de CUT e Força em torno da candidatura Dilma? Essa reedição da Conclat tem conotação ideológica ou visa simplesmente a garantir a continuidade dos repasses, das vantagens e da interlocução com o governo federal? Uma vez que a Força Sindical e a CUT foram adversários históricos, é óbvio que a aproximação entre elas não tem nada de programático ou ideológico. Essa afirmação vale para as outras centrais que eram rivais da CUT. É visível o esforço de seus dirigentes - alguns que já estiveram próximos do PSDB - para se legitimarem perante o PT e serem bem-aceitos pelos cutistas. A forte distribuição proporcional de recursos para todas elas e a ideia da recriação da Conclat fazem pensar num amplo movimento, que poderia ir mais além da "simples" eleição da Dilma e que terminaria na formação de uma só entidade sindical gigante. Lula, já fora da Presidência da República, seria o grande chefe, mais poderoso do que nunca, capaz de cortar qualquer pretensão de independência que sua candidata possa imaginar que teria, caso seja eleita. Seria uma espécie de Perón vindo das classes baixas. |
| Política |
| Autor(es): Rosângela Bittar |
| Valor Econômico - 02/06/2010 |
A perspectiva de êxito que se alimenta no PMDB, hoje, a partir da aliança com o PT para eleição de Dilma Rousseff a presidente, é muito forte, mais do que viveu o partido em campanhas eleitorais anteriores. Alguns ousam registrar que, desde a Nova República, o PMDB não tem condições tão perfeitas, como agora, de exercer na plenitude e em abrangência o poder político. |
02 de junho de 2010
O Globo
Manchete: Pressão global obriga Israel a soltar presos da frota da paz
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Folha de S. Paulo
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Para morador, vazamento de petróleo é pior que furacões
O ministro está nu
Novo na Folha: Mario Mesquita discute papel dos BCs pós-crise (Págs. 1 e B12)
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Conselho da ONU critica Israel e cobra investigação
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Previ muda e vai investir em infraestrutura
PUC compra área tombada na Paulista
Vacinação contra gripe não atinge meta (Págs. 1 e Vida A14)
Celso Ming: Mais desemprego
Notas & Informações: Reação desproporcional
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Valor Econômico
Manchete: Crédito consignado mantém expansão e já soma R$ 118 bi
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Ideias
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