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[Homenagem aos chargistas brasileiros].
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A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
Questionado sobre a ausência, Ricardo Teixeira transferiu a responsabilidade. "Quem cuidou dessa parte dos convidados foi o Rodrigo Paiva. Pergunte a ele."
Paiva, por sua vez, usou poucas palavras para comentar o assunto. Segundo o assessor, o ex-jogador do Santos foi convidado pela entidade máxima do futebol brasileiro, mas não pôde comparecer à África do Sul por "estar com outros compromissos" no Brasil.
Segundo publicado na coluna Painel FC desta segunda-feira, Pelé foi impedido de ir à África por causa de seu contrato para comentar a Copa no SBT. O evento, que terá a presença do presidente Lula, será exibido pela Globo.
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08/07/2010 - 07h25
Durante entrevista coletiva em Johannesburgo sobre a Copa do Mundo-2014, o presidente da CBF e do comitê organizador do evento, Ricardo Teixeira, afirmou que a principal prioridade do país agora são os aeroportos.
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"Há um plano do governo que já está bem adiantado sobre a mobilidade urbana. A menos de dois meses foi feita a aprovação de uma verba para os aeroportos que tem maiores problemas. Os três grandes problemas que temos para a Copa-2014 são, inegavelmente, aeroporto em primeiro, aeroporto em segundo e aeroporto em terceiro", falou Teixeira.
Teixeira também falou sobre os estádios, que, em sua opinião, já estão em melhor situação do que a questão aeroportuária. O mandatário da CBF comentou especificamente os casos de Curitiba, que ainda está com problemas, e o de Minas Gerais, como exemplo de projeto encaminhado.
"Alguns estados já começaram. Ontem, Brasília determinou o valor a ser gasto nas obras até dezembro, está dentro do projeto. Minas Gerais está bem. Temos o problema de São Paulo. E também uma certa dúvida em relação a Curitiba, pois o estádio tem problemas na parte financeira. Ainda estamos na África e não recebemos o relatório final. Depois vamos fazer a avaliação de todos os relatórios para ver o que se configura como problema ou não."
Lula
Nesta terça, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o fato de o presidente da CBF ficar por tanto tempo no cargo e sugeriu uma rotatividade de oito anos, como fez quando presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo --Teixeira está no cargo desde 1989.
"Eu não posso falar da CBF porque é uma entidade particular e eu não posso votar, não posso dar palpite. Eu acho que se a CBF adotasse o que eu adotei quando era presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo [foi eleito pela primeira vez em 1975], a cada oito anos a gente trocava a direção da CBF. No sindicato a gente trocava", disse Lula.
Hoje, Teixeira foi conciso, mas respondeu: "Eu respeito democraticamente o que o presidente Lula acha das eleições [para a presidência da CBF], apesar de discordar".
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O PT planeja usar nesta eleição instrumento inédito de marketing e arrecadação de fundos: bonecos de Lula a serem vendidos nas lojas do partido e em eventos da campanha.
Segundo o "Painel" da Folha, editado por Renata Lo Prete, (íntegra somente para assinantes do jornal e do UOL), levada ao secretário de Comunicação, André Vargas, por um petista de Santa Catarina, a ideia dos "Lulinhas" teve boa acolhida dentro da sigla, que agora estuda como produzi-los em massa.
Feitas de material sintético, as miniaturas medem cerca de 15 centímetros e já existem em duas versões: numa, o presidente está de terno azul e gravata verde e amarela; noutra, veste a camisa 13 da seleção.
Os petistas já discutiram até o preço do boneco: R $ 5.
Leia a coluna na Folha desta quinta-feira, que já está nas bancas.
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| Corrigido, mas polêmico |
Autor(es): Agência O Globo/Maria Lima e Gerson Camarotti |
| O Globo - 08/07/2010 |
Mesmo reformado, o programa de governo da petista Dilma Rousseff entregue à Justiça Eleitoral manteve propostas como um conselho para fiscalizar a mídia. Mudanças no programa do PT ainda são alvo de críticas, e aliados falam em amadorismo. . Não bastasse o desgaste pelo fato de Dilma ter rubricado todas as páginas da primeira versão sem saber, conforme alegou, que previa propostas consideradas muito esquerdistas, o novo texto registrado no TSE exclui pontos que provocaram forte reação de setores empresariais e do agronegócio, mas manteve e ampliou a previsão de mecanismos de controle social da mídia. Na segunda versão do documento foram retiradas a taxação de grandes fortunas, a flexibilização da punição de ações violentas do Movimento do Sem Terra e redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais. Tanto na primeira quanto na segunda versão, o programa critica, e indica medidas para combater, o que o PT chama de monopólio dos meios de comunicação. Sem propostas dos partidos coligados, como PMDB e PDT, o programa registrado no TSE como plano de governo de Dilma é uma cópia maquiada do documento aprovado no 4º Congresso Nacional do PT, em fevereiro passado, denominado "A grande Transformação". Nas duas versões, sob responsabilidade do ministro Marco Aurélio Garcia, o programa prega que é preciso "fortalecer políticas de indução às indústrias criativas e suas cadeias produtivas que integram o conjunto da economia da cultura". Na segunda versão, o texto detalha o que fazer para combater o "monopólio" da mídia. Cita o fortalecimento da participação popular e dá ênfase às conferências nacionais para subsidiar políticas públicas e iniciativas do Legislativo. Ao falar na implementação de políticas previstas no Plano Nacional de Cultura e pelas conferências nacionais - sem citar diretamente a Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), que traz medidas explícitas de controle da mídia -, o texto mascara a intenção do PT de dar ênfase ao que chama de controle social dos meios de comunicação. "Foi amadorismo, um erro do PT". Autor da ação no Supremo Tribunal Federal (STF) que garantiu como cláusula pétrea a liberdade de imprensa e direito do cidadão ao acesso a informação, o deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) critica a proposta. E diz que ela deverá sofrer mudanças quando for compatibilizada com os programas dos partidos aliados. - É apenas inútil colocar isso num programa de governo. Independentemente de programas presidenciais, esse não é um direito disponível - disse Miro, aliado de Dilma. Para evitar uma crise, o PMDB decidiu dar o caso por encerrado - que, ainda assim, considerou amadorismo do PT. Mesmo com o descuido do PT, o PMDB aceitou a versão de que houve um erro não intencional dos assessores. Mas deixou claro que vai querer incluir no programa de governo suas propostas. - A gente quer ajudar Dilma. Como ela reconheceu um erro e corrigiu rapidamente, não temos que ficar mais pensando. Temos que adotar o que for comum a todos e no horário da TV. Foi amadorismo. Um erro do PT - disse o líder do PMDB, deputado Henrique Eduardo Alves (RN). Segundo integrantes da campanha, Dilma teria ficado muito irritada com o episódio. |
| DIA É CHEIO DE TROCA DE FARPAS |
Jornal do Brasil - 08/07/2010 |
O segundo dia de campanha eleitoral foi marcado pela troca de farpas entre os três principais candidatos à Presidência. Dilma Rousseff (PT), José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV) estiveram no estado de São Paulo, onde participaram de corpo a corpo Dilma e Serra pelas ruas, Marina em uma feira de negócios. Dilma criticou as gestões do PSDB, Serra soltou farpas contra a rival, e Marina atacou os dois. |
08 de julho de 2010
Folha de São PauloManchete: Divórcio passa a ser mais rápido
Goleiro se entrega; sangue no carro era mesmo da ex
Táxis paulistanos vão voltar a ter publicidade
Cuba deverá libertar cinco prisioneiros políticos hoje
PT vai vender bonecos de Lula nas suas lojas
Mercado: Camargo Corrêa investirá na produção de cimento R$ 14 bi (Págs. 1 e B4)
Editoriais
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Cuba soltará 52 dissidentes, diz Igreja
Artifício limita ação do TCU e facilita obras do governo
Bruno se entrega e polícia ainda busca corpo de Eliza
Programa de Dilma mantém crítica à mídia
Saída de dólares cresce e é a maior desde a crise
Inflação zero reabre discussão sobre (Págs. 1 e Economia B4)
União Europeia fecha portas à madeira ilegal (Págs. 1 e Vida A18)
Dora Kramer :Não vale o escrito
Fernando Reinach: Arqueologia aberta
Notas & Informações: Desemprego no mundo rico
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Correio Braziliense
Manchete: Selvageria
Nem aí para o escândalo da Pandora
Supersalários à vista no Senado
UnB aceita farra à noite
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Valor Econômico
Manchete: Empresas engavetam os projetos de termelétricas
Lula resgata ZPEs no fim do governo
Negócios em queda trazem alerta à bolsa
Foto legenda: Mais grifes a caminho
Siemens deve ser multada por usar Justiça contra concorrente
Seca no mundo ameaça produção de trigo e arroz
Um funcionário público de carreira lidera o maior IPO do mundo, o do chinês AgBank (Págs. 1 e C8)
UE aprova regras para restringir bônus de executivos de bancos (Págs. 1 e C2)
Menos fiscais, menos multas
Inflação desacelera
Imposto sobra maconha
US$1 bi em videogmes
Do Nordeste para o Sudeste
Minha Casa, Minha Vida
Gyotoku em recuperação judicial
Reabertura do mercado?
Fundos elevam captação
Vale vende 60% da MVM
Ideias
Ideias
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RADIOBRAS.