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sexta-feira, maio 10, 2013

MARACANÃ: GOL DE PLACA (... A quem serve o Estado?)


10/05/2013
Eike e Odebrecht vão administrar o Maracanã


Consórcio formado pelas empreiteiras IMX, de Eike Batista, AEG e Odebrecht venceu concorrência para administrar o Maracanã por 35 anos. Eles vão pagar R$ 5,5 milhões anuais ao governo do Rio, além de gastar R$ 594 milhões no entorno.

Grupo de Eike assume o Maracanã

Consórcio formado pela empresa do bilionário carioca, a construtora Odebrecht e a norte-americana AEG vai controlar o estádio nos próximos 35 anos

Tiago Rogero / Rio

O bilionário carioca Eike Batista e a construtora Odebrecht venceram a concorrência pela concessão do Maracanã pelos próximos 35 anos. Ontem, o consórcio Maracanã S.A, formado pela empreiteira, a IMX de Eike e a norte-americana AEG, teve sua documentação aprovada pelo governo do Rio, na última etapa da licitação.

Agora, só faltam detalhes burocráticos como a homologação do resultado e a assinatura do contrato - que o governo prometeu até a reinauguração do estádio, em 2 de junho,

"O resultado não poderia ter sido melhor", comemorou o secretário estadual da Casa Civil, Régis Fichtner. No consórcio vencedor, estão nada menos que a construtora responsável pela reforma do Maracanã -que esta semana superou a marca de R$ 1 bilhão - e a empresa responsável pelo estudo que embasou a licitação. Foi da IMX o estudo de viabilidade econômica do Maracanã, pontapé inicial para a elaboração do edital "Administrando o Maracanã, teremos três empresas de altíssimo nível", disse o secretário.

Pela proposta apresentada, o consórcio vai pagar R$ 5,5 milhões anualmente ao governo do Rio, por 33 anos, além de R$ 594 milhões em obras no entorno, como as demolições do estádio de atletismo Célio de Barros e do parque aquático Júlio Delamare, e a construção de novos espaços de treinamento das respectivas modalidades em novo local. 

"Serão demolidos agora, imediatamente", disse Fichtner, garantindo que esta será uma das primeiras medidas a ser tomada pelos novos administradores. A demolição do Delamare, no entanto, está suspensa por decisão da 9a Vara de Fazenda Pública da Capital, do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ).

Ontem, o secretário da Casa Civil afirmou que "a conta" da reforma do estádio, que chegou esta semana a R$ 1,127 bilhão, "está fechada" "O custo do Maracanã está absolutamente dentro dos padrões internacionais", assegurou.

Licitação. A concorrência para concessão do estádio à iniciativa privada foi marcada por polêmicas e protestos. O processo começou em janeiro de 2012, quando o governo abriu espaço para que as empresas interessadas fizessem o estudo de viabilidade. Só uma apareceu: a IMX. O estudo foi feito e, em outubro, o governo divulgou uma prévia do edital da licitação, lançado oficialmente em 25 de fevereiro. Das 21 empresas que apresentaram pedido para fazer visita técnica ao estádio, só seis se candidataram, divididas em dois consórcios.

O consórcio perdedor na licitação, "Complexo Esportivo e Cultural do Rio", era formado pela construtora OAS, responsável pela construção das Arenas do Grêmio, das Dunas (em Natal) e Fonte Nova, a holandesa Stadion Amsterdam N.V (dona da arena do Ajax) e a francesa Lagardère Unlimited, de marketing esportivo. Ontem, perguntados pelo presidente da comissão de licitação se gostariam de apresentar recurso contra a aprovação dos documentos do vencedor, os representantes do consórcio derrotado se abstiveram.

O início da licitação, em 11 de abril, chegou a ser suspenso por uma liminar concedida pela 5.a Vara de Fazenda Pública do TJ-RJ a pedido do Ministério Público, que moveu ação pedindo a anulação da concorrência. Entre outras supostas irregularidades, o promotor Eduardo Santos de Carvalho denunciou que o processo de licitação estaria viciado, já que a mesma IMX, responsável pelo ponto de partida do edital, estava concorrendo - e ontem foi vitoriosa - pela concessão do estádio. Horas depois da licitação ser suspensa, o governo do Rio conseguiu cassar a liminar, por meio da presidente do TJ-RJ. Ontem, o Ministério Público não soube informar se já recorreu ou vai recorrer. /COLABOROU LEONARDO MAIA



Quinta-feira, 09 de maio de 2013, 13:57

Consórcio de Eike ganha a concessão do Maracanã

TIAGO ROGERO
Agência Estado
O consórcio Maracanã S.A., formado por Odebrecht (construtora responsável pela reforma do estádio para a Copa de 2014), IMX (empresa de Eike Batista) e AEG, é o vencedor da licitação para concessão do Maracanã pelos próximos 35 anos. Só falta agora a homologação do resultado, um formalidade que deve ser feita nos próximos dias pelo secretário estadual de Casa Civil, Régis Fichtner.



Na manhã desta quinta-feira, a comissão de licitação formada pelo governo do Rio analisou a documentação do consórcio, que estava em primeiro lugar na concorrência após análise das propostas técnica e econômica, e habilitou o Maracanã S.A. a ficar com a concessão.



O presidente da comissão, Luiz Roberto Silveira Leite, perguntou aos representantes do outro consórcio, "Complexo Esportivo e Cultural do Rio" - composto pela OAS, Stadion Amsterdam N.V. e Lagardère Unlimited -, se eles gostariam de apresentar recurso, mas eles se abstiveram.



Também nesta quinta-feira, um mandado de segurança expedido pela 20ª Vara Cível suspendeu a concorrência somente no que diz respeito aos camarotes do Maracanã. A liminar foi solicitada pela empresa Golden Goal Sports, que chegou a fazer visita técnica ao estádio, mas não concorreu à licitação.

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