PENSAR "GRANDE":

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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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sexta-feira, maio 17, 2013

QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

17 de maio de 2013

O Globo

Manchete: Modernização dos portos - Vencidos pelo cansaço
Aprovada na mais longa sessão da Câmara e a toque de caixa no Senado, MP dos Portos pode sofrer vetos

Com a base dividida, governo cede para garantir votação e pode derrubar pontos polêmicos, como renovação de contratos nos terminais privados

Aprovada na Câmara após três meses de tramitação, três dias de debates e 21 horas de sessão, a mais longa da história do Parlamento brasileiro, a Medida Provisória 595, que moderniza os portos, precisou ontem de apenas oito horas para ser confirmada pelo Senado, por 53 votos a favor, 7 contra e 5 abstenções, em sessão-relâmpago que constrangeu os próprios membros da Casa. Alegando que o governo e seus aliados passaram por cima do regimento interno, a oposição não perdeu tempo e entrou no STF com mandado de segurança para tentar impedir a votação. Às 22h, o ministro Celso de Mello indeferiu a liminar. Para aprovar o texto e impedir que a MP caducasse por decurso de prazo, o governo, cuja base na Câmara rachou, cedeu em pontos que antes considerava inegociáveis. No mais importante deles, permitiu a renovação, por 25 anos, dos contratos em vigor celebrados após 1993. A sessão que varou a madrugada teve de tudo: parlamentares dormiram no plenário e no café, dividiram uma galinhada e alguns foram acordados nos hotéis para dar quórum na sessão. (Págs. 1, 23 a 26, Merval Pereira e Míriam Leitão)

Outras votações

15 horas
Diretas já (Emenda Dante de Oliveira, em abril de 1984).

5h30m
Texto da Constituição (setembro de 1988).

10 horas
Prorrogação da CPMF até 2011 (setembro de 2007).

Fotolegenda: Legislando 1
No plenário da Câmara, o deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS), de boca aberta, dorme durante a mais longa sessão da história da Casa: horas de debates sobre a MP dos Portos.

Fotolegenda: Legislando 2
Os deputados Roberto Policarpo (PT-DF) e Luciana Santos (PC do B-PE) dormem no salão do restaurante do plenário ao lado de outros colegas durante a madrugada de ontem.
Esportes: Copa das Confederações
Fifa cobra pressa na infraestrutura

A um mês da Copa das Confederações, o atraso na infraestrutura de comunicação do evento preocupa a Fifa. Em reunião com o Board do Comitê Organizador Local, ontem, no Rio, o tema gerou cobranças. A venda de ingressos para Brasil x Inglaterra começa dia 22. (Págs. 1, Caderno Esportes e Editorial "Legado efetivo da Copa será a síndrome do Pan")
Governo não atrai médico para o interior
De 13.196 vagas abertas pelo Ministério da Saúde para cidades com carência de médicos, só 29% foram preenchidas — 46% das prefeituras contempladas. Governo cogita contratação de estrangeiros para suprir déficit. (Págs. 1, 3 e Editorial “É boa solução importar médicos")
Por conta própria
Editoras brasileiras apostam em fenômenos da autopublicação nos EUA, como Elle Casey, que virou best-seller na internet. (Págs. 1 e Segundo Caderno)
A polêmica dos clones
Especialista defende pesquisa em paralelo das células-tronco obtidas de embriões e das células produzidas artificialmente. (Págs. 1 e Ciência)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Senado aprova MP dos Portos e Dilma estuda veto a 5 pontos
Texto fica próximo do que governo queria; parlamentares encerraram sessão 5h antes de o projeto perder validade

O Senado aprovou ontem a Medida Provisória dos Portos, menos de 5 horas antes de o texto perder a validade. O projeto ficou muito próximo do que o governo queria. Foi mantida a possibilidade de abertura de terminais portuários privados que movimentem cargas próprias e de terceiros. Segundo o Planalto, a medida vai atrair novos investimentos e aumentar a concorrência. O texto segue agora para a presidente Dilma, que analisa a possibilidade de vetar até cinco artigos. A medida provisória foi aprovada na manhã de ontem pelos deputados, após duas madrugadas e mais de 40 horas de discussões. Os senadores levaram 7 horas para confirmar o texto, sem alterações. Houve protestos dos parlamentares contra o curto tempo para análise da proposta. (Págs. 1 e Economia B1 e B3)

Coisa do passado

Com a aprovação da MP, o governo considera que a crise com o líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha, que liderou ‘rebelião', está superada. (Págs. 1 e B3)
Aécio dá cargos no PSDB a aliados de Serra e Alckmin
Em uma tentativa de atrair integrantes do PSDB paulista, o senador Aécio Neves (MG) entregará postos-chave da Executiva do partido para nomes indicados por Geraldo Alckmin e José Serra. Aécio aceitou integrar à nova direção o deputado Mendes Thame (será o novo secretário-geral) e o ex-governador Alberto Goldman (continuará na vice-presidência). (Págs. 1 e Política A4)
Homicídio cai e governo de SP atribui a fim de resgate da PM
Os homicídios caíram 4,2% no Estado de São Paulo em abril, após oito meses de alta. Foram 363 casos, ante 379 em abril de 2012. Os dados foram obtidos com exclusividade pelo Estado. O secretário Fernando Grella Vieira (Segurança Pública) diz que a principal causa da queda foi o limite ao socorro prestado pelos policiais a casos urgentes. O resgate agora é feito preferencialmente pelo Samu. (Págs. 1 e Metrópole A14)

95 assassinatos
foram registrados em abril na capital, ante 103 no mesmo mês de 2012.
Protesto: ‘Saiaço’ por respeito
Alunos da USP fizeram ontem um protesto diferente: foram à aula de saia, em apoio ao colega Vitor Pereira (foto), de 20 anos. O rapaz, estudante da USP Leste, sofreu ameaças pela internet depois de usar a peça de roupa na universidade. “Me sinto mais confortável de saia”, diz. (Págs. 1 e Metrópole A24)
Internet cresce entre mais pobres
Dados da Pnad 2011 divulgados ontem pelo IBGE mostram que, com renda maior, emprego formal e acesso ao crédito, os brasileiros mais pobres ganham espaço no mundo digital. Em seis anos, o número de internautas cresceu 188% na população com renda per capita de até um salário mínimo e nos Estados do Norte e do Nordeste. (Págs. 1 e Economia B17)
Prévia do PIB indica alta de 1,05%, diz BC (Págs. 1 e Economia B4)

Uma dose de vacina basta contra febre amarela (Págs. 1 e Metrópole A21)

Ex-militar detalha morte de casal a comissão (Págs. 1 e Política A6)

Dora Kramer 
Arte da guerra
Governo e PT quiseram antecipar a campanha. Os partidos que pretendem disputar com o PT em 2014 também anteciparam seus movimentos. (Págs. 1 e Política A6)
Notas & Informações
Um tímido sinal de melhora
O IBC-Br de março trouxe uma boa novidade, mas é preciso muita prudência nas projeções. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense

Manchete: MP dos Portos passa no Senado e no STF
A validação da Medida Provisória que moderniza os portos brasileiros adquiriu contornos dramáticos em Brasília. Cinco horas antes de perder eficácia, a norma foi aprovada a toque de caixa no Senado, com 53 votos favoráveis. A votação na Casa presidida por Renan Calheiros ocorreu pouco depois de extenuante sessão de 22 horas na Câmara. O embate entre os deputados, iniciado às llh09 da quarta-feira, só terminou às 9h31 de ontem. Pela madrugada, houve convocação de parlamentar que estava em casa e deputados prostrados nas dependências da Câmara. Senadores de oposição tentaram anular, por meio de liminar no Supremo, a votação de ontem. Mas o ministro Celso de Mello indeferiu o pedido. (Págs. 1, 2 e 3)
Médicos no DF ganharão, no mínimo, R$10.814
Esse valor será pago a partir de setembro para os profissionais com 40 horas semanais de trabalho. Com o reajuste de 69,5% em dois anos, anunciado pelo governador Agnelo, o piso chegará a R$13,2 mil, em 2015. (Págs. 1 e 22)
A outra opção de Angelina
Possível retirada preventiva do ovário, anunciada pela estrela de Hollywood, incentiva a discussão sobre um procedimento médico pouco realizado no Brasil. Médicos debatem alternativas. (Págs. 1 e 17)
Brasília está no topo de acesso à internet
Segundo o IBGE, 71,1% dos brasilienses navegam na web. No Brasil, a média é de 46,5%. Jovens e pessoas com alta escolaridade são os principais usuários da rede, que chegam a 77,7 milhões no país. (Págs. 1 e 10)
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Valor Econômico

Manchete: Tombini indica aperto e juro futuro ultrapassa 8%
O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, disse ontem que a instituição está "vigilante" e que fará o necessário para que a inflação caia no segundo semestre, indicando uma possível intensificação no ritmo de alta dos juros. O discurso, feito na abertura do Seminário Anual de Metas para a Inflação do Banco Central, no Rio, sustentou uma sessão de alta nos juros dos contratos de DI na BM&F. Os ajustes levaram o mercado futuro a projetar aposta majoritária no aumento da Selic em 0,5 ponto percentual. O DI de janeiro de 2014, por exemplo, apontou taxa de 8,06%, ante 7,97% da véspera.

Depois, Tombini manteve o tom conservador a respeito do combate à inflação em entrevista a jornalistas. “O BC vai consolidar uma inflação mais baixa neste e no próximo ano. Então, já subiu os juros em abril e vai continuar trabalhando nesse sentido”. (Págs. 1 e C2)
Preferencial já não assusta investidores
As ações preferenciais, há anos o patinho feio do mercado de capitais, estão discretamente ganhando prestígio. Hoje, o Ibovespa tem 69 papéis, só 22 preferenciais, sinal claro da maior disposição do público em escolher as ações ordinárias. Mas negócios e discussões recentes trazem nas entrelinhas a percepção de que as preferenciais (sem direito a voto) começam a ter mais espaço e de que há público investidor para elas. Essa mudança também deixa claro que o investidor não vê mais a governança como uma simples lista de tarefas. Casos recentes mostram que o público que opta por preferenciais não está interessado em participar dos processos decisórios e faz suas apostas visando retorno, tendo por base a valorização das ações com a gestão e dividendos. (Págs. 1 e B2)
Mais ênfase a alimentos básicos 
O Plano Safra 2013/14, a ser anunciado no próximo dia 4, vai oferecer R$ 135 bilhões em créditos, com ênfase na produção de alimentos básicos como arroz, feijão e hortaliças, disse ao Valor o ministro da Agricultura, Antônio Andrade. O governo quer dar apoio ao abastecimento interno de alimentos básicos. No cargo desde 18 de março, Andrade disse que, por determinação da presidente Dilma Rousseff, a armazenagem vai receber atenção especial no plano. No dia do anúncio também será formalizada a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater). O órgão terá estrutura enxuta e dará assistência aos produtores por intermédio de empresas. (Págs. 1 e B14)
O legado da 'batalha dos portos'
A MP dos Portos foi aprovada ontem no Senado sem imprevistos, com 53 votos a favor, 7 contra e 5 abstenções. Mas a aprovação na Câmara dos Deputados, na véspera, expôs a extensão da insatisfação do PMDB com a articulação política da presidente Dilma, embora não ameace a aliança eleitoral com o PT em 2014. Até porque o principal responsável pela contenção dos pemedebistas mais exaltados foi o vice-presidente, Michel Temer, fortemente empenhado na reedição da chapa de 2010. Foi o primeiro teste da aliança com o PMDB no comando do Poder Legislativo - e a coordenação política do governo foi reprovada.

O deputado Eduardo Cunha saiu fortalecido, como uma espécie de “líder dos descontentes” de todos os partidos da base aliada. Já a coordenação política deu uma exibição de fragilidade ao permitir que a Câmara levasse 41 horas para aprovar um texto que exigia apenas maioria simples. (Págs. 1, A7 e A8)
Produção de gás de xisto só em dez anos
As condições objetivas no Brasil, como tecnologia e infraestrutura, para a exploração e consumo de gás de xisto (ou gás não convencional), recomendam cautela com a nova fonte de energia que está revolucionando o mercado americano. Olavo Colela, assessor da diretoria da ANP, disse ao Valor que estima em dez anos o prazo para que o país venha a ter alguma produção. No mesmo sentido, estudo do BNDES alerta que o boom verificado nos EUA resulta de pesquisas que vêm sendo feitas desde a década de 1970. No Brasil, é necessário investir em tecnologias, pesquisa e desenvolvimento, dadas as peculiaridades das bacias sedimentares domésticas e a carência de estudos sísmicos. (Págs. 1 e A4)
Sócios nos seguros
Patrick de Larragoiti Lucas, presidente do conselho de administração da SulAmérica, e Paolo Martelli, diretor do IFC, fecham acordo pelo qual o braço financeiro do Banco Mundial assume uma participação de 7,9% na seguradora brasileira, por R$ 400 milhões. (Págs. 1 e C12)
Empresários avaliam opções a Dilma
A insatisfação do empresariado com o cenário macroeconômico tende a abrir espaço para o avanço das campanhas de adversários da presidente Dilma Rousseff em 2014. Pesquisas com presidentes de 97 das 200 maiores empresas do país feitas pelo Fórum da Associação Brasileira de Recursos Humanos revelaram um aumento de 33% para 69% entre os entrevistados que apontaram o cenário econômico como maior entrave à competitividade. Dilma perde para o senador Aécio Neves (PSDB-MG) na preferência deles. Já o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), teve 11% de "votos" na última enquete. (Págs. 1 e A16)
Siderurgia chinesa inunda o mundo de aço
O aumento da produção de aço na China e a enxurrada de exportações de produtos siderúrgicos do país estão pressionando os preços do aço no mundo todo, apesar dos esforços de Pequim para conter sua indústria, no mais recente exemplo do impacto global do excesso de capacidade manufatureira chinesa.

Os efeitos dessa febre produtiva estão se propagando no mercado mundial de aço e reacendendo temores de uma inundação de exportações chinesas. As exportações líquidas de aço do país totalizaram 4,29 milhões de toneladas em abril, o maior volume desde setembro de 2008. (Págs. 1 e B9)
Endividada, Unigel busca comprador
Um dos grupos mais tradicionais do setor químico no Brasil, o Unigel, está em busca de soluções para seu futuro, que podem culminar na saída do fundador, Henri Slezynger, do setor. A companhia, que no ano passado teve receita líquida de R$ 2,4 bilhões, acumula dívida superior a R$ 1,7 bilhão. O Valor apurou que a Estáter, de Pércio de Souza, está há cerca de um mês com o mandato para encontrar uma saída para o negócio, que pode ser, inclusive, a venda integral da companhia. A empresa também não descarta negociar separadamente suas quatro unidades. (Págs. 1 e B7)
PC nacional perde espaço
Há pouco mais de dois anos, seis fabricantes brasileiros estavam na lista dos dez maiores vendedores de PCs no país. No fim do ano passado, só três nomes ainda se mantinham. A participação nacional no mercado, que era de 64%, caiu para 54%. (Págs. 1 e B3)
Pluna voltará a voar
A Pluna, companhia aérea uruguaia que parou de voar em julho do ano passado devido a problemas financeiros, será administrada por uma cooperativa de ex-funcionários, com financiamento do governo. (Págs. 1 e B4)
EAS retoma contratos
A Transpetro anuncia segunda-feira, durante lançamento do Zumbi dos Palmares, a retomada dos contratos de 12 navios que estavam suspensos com o Estaleiro Atlântico Sul (EAS). (Págs. 1 e B10)
Inovação
Se as construtoras, em todo o mundo, utilizassem tecnologias já disponíveis no mercado, evitariam um desperdício de cerca de US$ 1,6 trilhão por ano. No Brasil, pesquisa mostra que o maior entrave à construção de forma sustentável é o custo adicional da obra, que ficaria ao redor de 4%. (Págs. 1 e Caderno Especial)
Maersk aposta em treinamento
A demanda por qualificação profissional associada à indústria de petróleo leva a Maersk Training, divisão de negócios da dinamarquesa Maersk, a instalar centro de treinamento no Rio. (Págs. 1 e B10)
Energisa equaciona investimentos
A Energisa negocia com o BNDES — que já tem 0,6% da empresa — um aporte de até R$400 milhões, que vai integrar o plano de investimentos de R$ 1,6 bilhão em três anos. Junto com a Copel, a companhia ainda tenta disputar os ativos do grupo Rede. (Págs. 1 e B11)
'Fundo de fundos' da Hamilton Lane
A gestora americana Hamilton Lane, desde 2011 no Brasil, acaba de concluir a captação de pouco mais de R$ 100 milhões em seu primeiro fundo local de “private equity”. O investimento será feito em portfólios de outros gestores. (Págs. 1 e C12)
Mais educação, menos imposto
Enquanto o Supremo Tribunal Federal (STF) não julga a Adin que acaba com o limite na dedução de despesas com educação no Imposto de Renda, contribuintes obtêm liminares na Justiça para garantir o abatimento integral. (Págs. 1 e El)
Cobrança vexatória ainda é comum
Apesar da proibição a cobranças vexatórias prevista há mais de 20 anos no Código de Defesa do Consumidor, condenações pela prática na Justiça ainda são comuns. Só o Procon-SP registrou 642 queixas sobre o assunto no ano passado, ante 560 em 2011. (Págs. 1 e El)
Ideias
Claudia Safatle
Tal como está, o país não tem a menor chance de ser competitivo no mercado externo e parte da indústria não sobreviverá. (Págs. 1 e A2)

Naercio Menezes Filho
Aumentar a parcela de alunos pobres nas universidades públicas não resolve o problema da pobreza e desigualdade. (Págs. 1 e A15)
Recessão na Europa põe em xeque a política de austeridade (Págs. 1 e Eu & Fim de semana)

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