PENSAR "GRANDE":

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[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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valor ...ria...nine

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segunda-feira, maio 20, 2013

QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

20 de maio de 2013

O Globo

Manchete: Enxurrada de dólares - Empresas brasileiras captam mais no exterior
Grupo de 13 companhias já levantou 63% do total do ano passado

EUA e Europa são os maiores compradores de títulos, e recursos obtidos somam US$ 18,9 bi. Dívida torna empresas mais vulneráveis

Com o objetivo de ampliar investimentos ou baratear as suas dívidas, 13 empresas brasileiras já buscaram este ano recursos no mercado externo com emissão de bônus e captaram US$ 18,9 bilhões, o equivalente a 63% de todas as operações ano passado. Num momento em que a economia dá sinais de recuperação, uma operação da Petrobras neste mês, de US$ 11 bilhões, abriu espaço para novas ações. Fundos de pensão e de investimento americanos e europeus são os principais compradores dos papéis. O endividamento das empresas nacionais chegou a R$ 192 bilhões no primeiro trimestre. Especialistas avaliam que as companhias ficarão mais sensíveis às flutuações do câmbio. (Págs. 1 e 17)
Denunciados pelo MP têm aumento no governo
Passados seis meses da Operação Porto Seguro, que descobriu esquema de favorecimento a interesses privados operado por funcionários do Executivo, só um servidor perdeu o emprego: a ex-chefe de gabinete da Presidência da República em São Paulo Rosemary Noronha. Os outros 12 denunciados pelo Ministério Público mantiveram o emprego, e cinco tiveram aumento de salário. (Págs. 1 e 3)
Vans: no sábado, nova fase da proibição
A partir do próximo sábado, vans não poderão mais circular em toda a Zona Sul. A proibição, que já vale para 11 bairros, chegará a Flamengo, Laranjeiras, Cosme Velho, Catete e Glória. As exceções são Rocinha e Vidigal. (Págs. 1 e 9)
Educação: Arte a serviço do ensino
Instituições culturais, como o Museu de Arte do Rio (MAR) e a Casa Daros, oferecem programas que combinam arte e educação e atraem alunos das redes pública e privada do Rio. (Págs. 1 e 6)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Virada Cultural mais violenta tem arrastões e duas mortes
Pelo menos 5 foram baleados e 2, esfaqueados; PM e Haddad dizem que houve mais pessoas dispostas a roubar

Duas pessoas morreram, pelo menos cinco foram baleadas e outras duas, esfaqueadas, entre sábado e ontem, na edição mais violenta da Virada Cultural, evento que ocorre desde 2005 na cidade de São Paulo. Também houve arrastões, roubos, brigas, consumo de drogas e fechamento de estações de Metrô. Foram presos 28 adultos e 9 adolescentes, detidos. Foram registrados 1.800 atendimentos por excesso de álcool. A única morte no evento havia ocorrido no ano passado, quando uma pessoa foi assassinada a tiros. O prefeito Fernando Haddad (PT) e o coronel Reinaldo Simões Rossi, comandante da área centro da Polícia Militar, disseram que ainda precisam refletir sobre as causas. Mas ambos afirmaram que o motivo pode ter sido o aumento do número de pessoas dispostas a roubar. (Págs. 1 e Metrópole A12 e A13)

Segurança controversa

Secretário municipal de Cultura, Juca Ferreira afirmou que pode rever pontos para 2014. Ele não considerou o evento violento: ‘A Virada foi segura.' (Págs. 1 e A13)

Fotolegenda: Retorno

Racionais se apresentam após 6 anos de ausência e criticam violência registrada no próprio evento.
Boato sobre o Bolsa Família causa tumulto
Boatos de que o Bolsa Família seria encerrado levou milhares de pessoas às agências da Caixa em diversos Estados, especialmente os do Nordeste. Em agências em que o dinheiro disponível não foi suficiente, houve depredação. Dados preliminares apontam o Ceará como o Estado mais prejudicado. O governo negou a possibilidade de suspensão dos benefícios e a alteração dos pagamentos. A Polícia Federal vai investigar o caso. (Págs. 1 e Política A7)
Supremo paga voos de esposas de ministros
Os gastos com passagens para ministros do STF e suas mulheres, inclusive em período de férias, somam R$ 2,2 milhões entre 2009 e 2012. Levantamento feito pelo Estado com dados do site da Corte aponta que R$ 1,5 milhão foi usado para viagens ao exterior e R$ 608 mil em bilhetes para as mulheres de cinco ministros. O pagamento de passagens a dependentes é permitido por resolução. (Págs. 1 e Política A4)
Sisu tem 80% de adesão federal após três anos
Desde 2010, plataforma digital para preencher vagas em instituições públicas de ensino superior teve a adesão de 47 das 59 universidades federais. (Págs. 1 e Metrópole A18)
Negócios: Dobra dívida da Odebrecht
A dívida da Odebrecht com bancos e investidores dobrou desde 2010 e atingiu R$ 62 bilhões. A empresa diz que, se não fosse a variação cambial, teria obtido lucro. (Págs. 1 e Economia B1)
Hezbollah auxilia Assad contra rebeldes sírios (Págs. 1 e Internacional A8)

Após 4 meses, número de mortos na Kiss chega a 242 (Págs. 1 e Metrópole A15)

Jorge J.Okubaro 
A maioria fluida e seu preço

Convém ao eleitor mais refletir do que comover-se com as cenas passadas no Congresso durante a votação da Medida Provisória dos Portos. (Págs. 1 e Economia B2)
Lucia Guimarães 
Guerra Fria do cotidiano

Há algo errado quando anfitrião pede celular de convidado. O amigo de hoje pode ser o ressentido acumulador de mensagens fora de contexto amanhã. (Págs. 1 e Caderno 2, C8)
Notas & Informações
O FAT pede socorro

As despesas têm crescido mais depressa do que as receitas, o que exige dinheiro do Tesouro. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense

Manchete: GDF pretende convocar 6,4 mil concursados
O Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias, enviado pelo governo à Câmara Legislativa, prevê um gasto de R$ 221 milhões, em 2014, com as contratações. Saúde, educação e segurança serão as áreas mais contempladas. Também estão reservados R$ 477 milhões para reajustes e outros benefícios. (Págs. 1 e 19)
Despesas: Congresso vai gastar R$1 bi a mais este ano
Que economia que nada! O orçamento do Senado e o da Câmara Federal previstos para 2013 é de R$ 8,6 bilhões contra R$ 7,6 bilhões no ano passado, segundo dados do portal Siga Brasil, do próprio Legislativo. (Págs. 1 e 4)
Bolsa família: PF investiga boato de fim do benefício
A notícia falsa de que o governo acabaria hoje com o principal programa levou milhares de pessoas às agências da CEF em 12 estados. A presidente Dilma se irritou com demora em divulgar desmentido. (Págs. 1 e 6)
Brasileiro inventa e estrangeiro fica com o lucro (Págs. 1, 7 e 8)

E o Mané, passou no teste?
Inauguração da arena de Brasília rende elogios e críticas. Veja o que muda para a próxima partida. (Págs 1 e Superesportes, 12 e 13)
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Valor Econômico

Manchete: Inflação faz novos estragos nos balanços das empresas
Com a inflação em alta, os custos das empresas cresceram mais que as receitas e reduziram os lucros no primeiro trimestre. Após um recuo de 30% em 2012, os ganhos das companhias abertas caíram 12,1% nos primeiros três meses do ano em relação ao mesmo período do ano passado, para R$ 14,4 bilhões. O levantamento, feito pelo Valor Data com base nos dados da consultoria Economática, leva em conta 238 empresas não financeiras. A quantidade de resultados negativos aumentou: 68 empresas fecharam o trimestre com prejuízo, 20% mais do que um ano antes. A amostra exclui os balanços da Petrobras, Vale e Eletrobras, que tendem a distorcer o resultado final.

A perda de rentabilidade explica o tombo na última linha do balanço. A receita subiu 11% no período, para R$ 234,2 bilhões, mostrando que ainda há fôlego considerável da demanda. Mas os custos avançaram 12,6%, representando 71,9% do faturamento, ante 70,9% e 70,7% nos períodos equivalentes de 2012 e 2011. (Págs. 1 e B2)
Venda agita o mercado de crédito 'podre'
A expectativa pela venda de uma carteira de empréstimos do BNDES com pagamentos atrasados, que soma R$ 37 bilhões, promete movimentar o mercado de fundos especializados em créditos "podres". A carteira do banco está em fase de avaliação antes da licitação e seu valor contábil é de R$ 6 bilhões. "Se a operação do BNDES for bem-sucedida, pode abrir espaço para outras instituições, em especial os bancos públicos", diz Nicolas Malagamba, diretor da KPMG.

Até agora, entre os grandes bancos apenas o Santander vende habitualmente suas carteiras de créditos inadimplentes, sendo que Citibank e Votorantim já recorreram a esse expediente algumas vezes. (Pás. 1 e C1)
Superávit de grandes exportadores cai 65%
As maiores exportadoras de manufaturados viram suas vendas no ano passado caírem 11,8% em relação a 2007, ano anterior à crise. Suas importações, por outro lado, cresceram 36,8%. O superávit da balança comercial das 25 empresas que ocupavam o topo do ranking das vendas externas de manufaturas encolheu quase dois terços (65,7%), de US$ 13,7 bilhões para US$ 4,7 bilhões. Levantamento feito pelo Valor com essas companhias mostra que só quatro delas aumentaram o saldo positivo. Para empresários e analistas, foco no consumo doméstico, desaceleração de mercados maduros e dificuldade de competição com estrangeiros explicam a tendência.

O movimento de baixa foi puxado pelas quatro maiores montadoras do país. Há seis anos, Volkswagen, General Motors, Ford e Fiat obtiveram saldo positivo de US$ 3,1 bilhões. Em 2012, registraram déficit de US$ 1,8 bilhão. (Págs. 1 e A12)
Asiáticos aumentam compras do Brasil
A Ásia cresceu de tamanho como mercado para o Brasil, apesar da queda nos preços de importantes produtos de exportação neste ano. Vários países da região ajudam a compensar a perda de apetite da China por commodities. Em abril, a fatia dos asiáticos entre os compradores de mercadorias brasileiras chegou a pouco menos de 36% do total, mais de 80% acima do mercado representado pela União Europeia e quatro vezes superior ao dos EUA.

Fora a China, outros países asiáticos importaram mais do Brasil, como Japão, Coreia do Sul, Taiwan, Malásia e Indonésia. O Japão elevou suas compras do Brasil em 20% no primeiro quadrimestre e em 42% em abril, na comparação com o mesmo período de 2012. (Págs. 1 e A12)
Produtores ampliam área com algodão
Depois de reduzir em 36% a área plantada com algodão, os maiores produtores brasileiros planejam fazer o caminho inverso na safra 2013/14 e elevar novamente o cultivo. O pessimismo com os preços dos grãos está na base da decisão, que também leva em conta a rentabilidade do algodão, que não é ruim atualmente, apesar dos preços estarem em patamares bem distantes do recorde de US$ 2 por libra-peso no primeiro trimestre de 2011.

A Abrapa, associação que representa os produtores brasileiros, prevê um plantio 25% a 30% maior em 2013/14. Um exemplo dessa tendência é o grupo Bom Futuro, do empresário rural Eraí Maggi Scheffer, que pretende elevar em 28,5% o cultivo de algodão. (Págs. 1 e B14)
Preços de artigos de luxo estão em queda no Brasil
A mudança na estratégia das marcas internacionais de luxo no mercado brasileiro está levando à queda dos preços. Empresários estimam que a redução nos valores cobrados por bolsas, sapatos e outros itens chega a 30% em relação ao que se cobrava há cerca de um ano.

A substituição do sistema de licenciamento pela operação direta, maior número de lojas e margem de lucro menor explicam o fenômeno. "Acreditamos que, com preços próximos aos praticados no exterior e maior investimento em marketing, as vendas possam crescer entre 30% e 50% no Brasil", diz Fábio Gianni, diretor-geral da Salvatore Ferragamo para a América do Sul. Marcas como Longchamp, Prada e Christian Louboutin também realinham os preços. (Págs. 1 e B5)
R$ 9 bi do FI-FGTS para infraestrutura
O fundo de investimentos do FGTS (FI-FGTS) tem R$ 9 bilhões para aplicar em projetos de infraestrutura neste ano. Os empreendimentos em análise pela Caixa Econômica Federal, responsável pela gestão do fundo, já somam R$ 10 bilhões. Mas esse número deve subir com as oportunidades de negócios esperadas com as concessões de rodovias e ferrovias. O vice-presidente da Caixa, Marcos Vasconcelos, disse ao Valor que de R$ 5 bilhões a R$ 6 bilhões poderão ser destinados para investimentos em estradas. (Págs. 1 e A4)
A difícil e rara punição de promotores
Fiscal das leis, o Ministério Público tem dificuldade para apurar faltas cometidas por seus próprios integrantes. Grande parte das reclamações que chegam às corregedorias e ao Conselho Nacional do Ministério Público são arquivadas por decurso do prazo de investigação e punição.

De 2005 a 2012, o CNMP recebeu 2.696 reclamações - 64 geraram procedimentos administrativos disciplinares e 31, punições. O Ministério Público tem 11.658 membros. Em geral, a investigação começa nas corregedorias locais, que no ano passado arquivaram 3.895 procedimentos e aplicaram 81 penalidades. O MP não tem dados sobre causas das reclamações, mas são relativamente poucos os casos de corrupção. (Págs. 1 e A7)
Protestos contra a austeridade na zona do euro podem chegar ao ponto de ruptura (Págs. 1 e B11)

Petroleiras americanas se unem na promoção do carro a gás (Págs. 1 e B10)

Bosch vê emergentes como opção à Europa em crise, diz Denner (Págs. 1 e B9)

Estratégia internacional
O governo cria diretoria específica para incrementar a atuação do BNDES no financiamento à exportação de bens e serviços brasileiros para os países da América Latina, Caribe e África. (Págs. 1 e A3)
Armadores pedem veto na MP
Clientes diretos dos portos, os armadores aprovam o texto da MP dos Portos, mesmo com críticas pontuais. Uma delas é sobre a limitação imposta à participação nos terminais. “É equivocado e vai na contramão de outros países”, diz Cláudio Loureiro, do Centronave. (Págs. 1 e A6)
Morpho amplia atuação no país
No Brasil desde 1998, a francesa Morpho, que produz chips para celulares e cartões, estreia em um novo negócio, fornecendo equipamentos de detecção de explosivos e narcóticos à Infraero. (Págs. 1 e B3)
Legacy chinês
O primeiro jato executivo Legacy montado pela Embraer na China será entregue em novembro ou dezembro. Toda a produção na China será destinada para o mercado local. (Págs. 1 e B9)
STJ rejeita patente da Monsanto
Superior Tribunal de Justiça nega recurso da Monsanto que tenta prorrogar a patente da soja RR, resistente ao glifosato. Para o STJ, os direitos da empresa venceram há mais de dois anos. (Págs. 1 e B13)
Proposta limita tarifa de cartão
Projeto de lei do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) sobre o mercado de cartões reacende o temor de intervenção governamental no setor. Entre as medidas está a possibilidade de limitar a tarifa cobrada aos lojistas nas transações. (Págs. 1 e C8)
CDI começa a perder espaço
Esforço do Banco Central para desestimular o uso do CDI como parâmetro para as carteiras de renda fixa ganha respaldo entre gestores e cresce o número de fundos que já adotam outros índices de referência. (Págs. 1 e D3)
Dívida do JB com o Econômico
Superior Tribunal de Justiça responsabiliza o empresário Nelson Tanure e suas empresas por dívida de R$ 1 bilhão do Jornal do Brasil com o Banco Econômico, hoje em liquidação, e mantém penhora de R$ 800 milhões em ações como garantia do débito. (Págs. 1 e E1)
Ideias
Renato Janine Ribeiro

Candidatos alternativos, como Marina e Campos, não têm chance em 2014 porque não oferecem governabilidade. (Págs. 1 e A6)

Luiz Carlos Mendonça de Barros

Estamos vivendo os últimos capítulos da crise que domina a economia americana e mundial há mais de cinco anos. (Págs. 1 e A11)
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