PENSAR "GRANDE":

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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

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quinta-feira, maio 23, 2013

QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

23 de maio de 2013


O Globo

Manchete: Direitos não muito iguais - Relator retira multa por demissão de domésticas
Projeto deixa de fora os 40% sobre o saldo do FGTS em dispensa sem justa causa

Demais trabalhadores teriam benefício. INSS seria reduzido para empregador, que pagaria seguro

O projeto de regulamentação dos novos direitos das domésticas propõe que não haja multa de 40% sobre o FGTS em caso de demissão sem justa causa. O benefício era defendido pela presidente Dilma, mas não consta do texto do relator, o senador Romero Jucá (PMDB-RR). Em compensação, além dos 8% de FGTS que o empregador deve recolher, Jucá cria uma contribuição adicional ao Fundo de 3%, que poderão ser sacados se a doméstica pedir demissão. Se for dispensada, ela leva o FGTS, sem a multa. Jucá também propõe reduzir o recolhimento patronal para o INSS de 12% para 8% e cria seguro contra acidentes de trabalho. (Págs. 1 e 21)
Aperto no orçamento: Governo reduz esforço fiscal no ano
Mantega anuncia que serão abatidos R$ 45 bi da meta de superávit das contas públicas para pagar juros

Ao anunciar corte de R$ 28 bilhões no orçamento deste ano, o ministro Guido Mantega disse que o governo vai abater até R$ 45 bilhões da meta de superávit primário, ou seja, do esforço fiscal, para pagar juros da dívida pública. Na prática, esse abatimento significa que a meta fiscal cairá de 3,1% para 2,3% do PIB. A economia do setor público recuará, portanto, de R$ 155,9 bilhões para R$ 110,9 bilhões. (Págs. 1, 4 e 22)
Rombo no setor externo
O país teve, em abril, déficit de US$ 70 bi nas transações com o exterior, ou 3% do PIB. Além da queda no comércio, o turista brasileiro gastou mais lá fora. (Págs. 1 e 25)
Porto do Rio: Docas admite mudança no píer em Y
O presidente da Companhia Docas, Jorge Mello, diz que pode mudar o píer em Y na Praça Mauá, criticado por urbanistas. Para isso, afirma, é preciso garantir hospedagem para 20 mil pessoas da família olímpica que, segundo compromisso firmado com o COI, ficariam em navios. (Págs. 1 e 10)
De Cabral para Dilma: ‘Meu filho também é Neves’
Em jantar com governadores, Cabral insinuou que pode apoiar Aécio caso o PT não retire a candidatura Lindbergh, lembrando que seu filho tem parentesco com a família do tucano. (Págs. 1, 3 e Ilimar Franco)
Em dois anos... Galeão só recebeu 5% do orçamento
A Infraero gastou só 5,23% do orçamento para o Galeão em dois anos. O governo admite que a maioria das obras em 23 aeroportos, incluindo cidades da Copa, atrasou. (Págs. 1 e 23)
Ditadura militar: Governo rejeita rever Anistia
Após integrantes da Comissão da Verdade defenderem a revisão da Lei da Anistia, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmou que o governo não planeja propor mudanças. (Págs. 1 e 7)
Pena maior para tráfico: Câmara aprova nova Lei de Drogas
O texto aprovado, que vai ao Senado, autoriza a internação involuntária de dependentes e a atuação das entidades terapêuticas, além de aumentar de 5 para 8 anos a pena mínima do grande traficante. (Págs. 1 e 6)
Risco de superdosagem: Problemas no Tylenol gotas (Págs. 1 e 28)

Notícias do terror: Barbárie em nome de Alá
Em crime brutal que fez os britânicos reviverem o terror dos atentados de 2005, dois homens mataram um soldado com golpes de cutelo e facão, no meio da rua, em Londres. Com as mãos ensanguentadas, um deles se deixou filmar e justificou o ato como vingança pelos muçulmanos mortos. O premier Cameron viu fortes indícios de ataque terrorista e reforçou a segurança. (Págs. 1 e 29)
Morto nas mãos do FBI
Amigo de suspeito de ataque em Boston é baleado durante interrogatório. (Págs. 1 e 30)
Enquanto isso, na Suécia...
Jovens depredam delegacias e carros em protesto contra morte de imigrante. (Págs. 1 e 31)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Dilma pressiona e tarifa de ônibus em SP fica em R$ 3,20
Prefeitura optou por valor mais baixo após promessa de isenção fiscal para empresas de transporte público

A tarifa de ônibus, trens e metrô subirá dos atuais R$ 3 para R$ 3,20 em São Paulo em 2 de junho. O valor foi definido depois que a presidente Dilma Rousseff pressionou o prefeito Fernando Haddad para que a cobrança fosse a menor possível, em um cenário entre R$ 3,20 e R$ 3,30. Em contrapartida, o governo federal garantiu isenções fiscais na venda de passagens das empresas de transporte coletivo. A expectativa é de que o Planalto edite, nos próximos dias, medida provisória para isentar o setor da cobrança de PIS e Cofins. Ainda assim, a Prefeitura terá de fazer repasse recorde de verbas para custear a operação. Com isso, o subsídio às companhias de ônibus deve chegar a R$ 1,25 bilhão neste ano, o dobro do previsto no orçamento. Em 2012, o valor foi de R$ 960 milhões. (Págs. 1 e Metrópole A18)

Sem subsídio

Ao acertar tarifa conjunta de RS 3,20 para trens e metrô, o governador Geraldo Alckmin pode ter de aumentar novamente a passagem em 2014. (Págs. 1 e A18)
TJ do Distrito Federal decide manter censura ao ‘Estado’
Desembargadores da 5ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do DF decidiram, por unanimidade, manter decisão que impede o Grupo Estado de publicar notícias sobre a Operação Faktor (ex-Boi Barrica). A censura prévia foi imposta em julho de 2009 pelo desembargador Dácio Vieira a pedido do empresário Fernando Sarney. (Págs. 1 e Política A8)
Ruy Mesquita é sepultado em São Paulo
O corpo do jornalista Ruy Mesquita foi sepultado ontem no Cemitério da Consolação, em São Paulo. Amigos, políticos e personalidades prestaram a última homenagem ao diretor do Estado. “Vai deixar um vazio enorme. Espero que as gerações sucessivas continuem essa chama”, disse o ex-presidente e amigo Fernando Henrique Cardoso. (Págs. 1 e Política A10 e A11)

Homenagens

Ruy Mesquita foi homenageado ontem por parlamentares no Congresso. O maestro João Carlos Martins prestou tributo ao jornalista em concerto pouco após sua morte. (Págs. 1 e A11)
País tem déficit recorde em transações
De janeiro a abril, o déficit em transações correntes, que inclui vendas e compras de bens e serviços com outros países, atingiu recorde de US$ 33 bilhões e quase dobrou o rombo nas contas externas, que foi a 3% do PIB pela primeira vez desde 2002. O valor é 90% maior que o do mesmo período de 2012. (Págs. 1 e Economia B1)
Relator quer mais FGTS para doméstico (Págs. 1 e Economia B8)

Tylenol terá recall de 3 milhões de frascos (Págs. 1 e Metrópole A19)

Alckmin ‘requenta’ plano de metas e bônus a policiais 
Nove meses após anunciar projeto de pagamento de bônus a PMs, o governo de SP prometeu que premiará policiais se criminalidade cair. Ontem, Geraldo Alckmin (PSDB) afirmou que bônus poderia chegar a R$ 10 mil. Fernando Grella (Segurança Pública) disse que valor não foi definido. (Págs. 1 e Metrópole A23)
Projeto de Afif para empresas não decola
Escolhido ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa por ser, segundo a presidente Dilma Rousseff, “a pessoa certa no lugar certo”, o vice-governador Guilherme Afif Domingos não conseguiu acelerar o processo de abertura de empresas no Estado. Projeto lançado por ele em 2007 foi implementado em apenas 23 cidades. (Págs. 1 e Política A4)
Cabral ameaça romper com Dilma
Em jantar de governadores do PMDB com o vice Michel Temer, Sérgio Cabral disse que não apoiará a reeleição de Dilma Rousseff caso o PT lance candidato próprio no Rio. (Págs. 1 e Política A6)
José Serra
Ruy e a história do futuro

Com a morte do jornalista Ruy Mesquita, morre um pouco da inteligência e da indignação que iluminam e jamais constrangem o interlocutor. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)
Veríssimo
Um plus a mais

O inglês, para muita gente, é a língua da modernidade. Só é triste acompanhar a entrega de identidade de um país com vergonha da própria língua. (Págs. 1 e Caderno 2, C12)
Notas & Informações
Falas irresponsáveis

A fala de Joaquim Barbosa e a mensagem de Maria do Rosário se caracterizam pela irresponsabilidade. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense

Manchete: Câmara aprova internação involuntária de viciados
Mesmo contra a própria vontade, usuários de drogas poderão ser retirados das ruas e internados em clínicas para recuperação contra o vício. Basta determinação médica ou de parentes. É o que estabelece projeto aprovado por deputados federais durante longa e tumultuada sessão na noite de ontem. O texto negociado com o governo, determina ainda o aumento, de cinco para oito anos de cadeia, da pena mínima para traficantes que integrem organização criminosa. Depois de muito bate-boca, foi excluído o artigo que previa a inclusão, no rótulo de bebidas, de advertência sobre os malefícios do álcool para a saúde. Batizado de Lei das Drogas, o projeto segue agora para votação no Senado. (Págs. 1 e 8)
Saúde: TJ manda plano pagar reconstrução de mama
Além de reembolsar cliente pela cirurgia, operadora terá de indenizá-la em R$ 30 mil por danos morais. Segundo a ANS, as empresas são obrigadas a custear o procedimento. Mas a maioria das mulheres só consegue o tratamento via plano de saúde após ingressar na Justiça. (Págs. 1 e 23)
Tylenol gotas fará recall de 3,3 milhões de frascos (Págs. 1 e 12)

FGTS maior para doméstica
Senador propõe a eliminação da multa de 40% na demissão, mas sugere que patrões contribuam com 11% salário para o Fundo. (Págs. 1 e 14)
Os cúmplices do voto secreto 
Escondidos atrás do sigilo, deputados federais pouparam o mandato de 64% dos colegas que enfrentaram processo de cassação. (Págs. 1, 5 e Visão do Correio, 15)
Jornalismo dá adeus ao talento de Ruy Mesquita (Págs. 1 e 9)

Forbes elege Dilma como a 2ª líder mais forte (Págs. 1 e 6)

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Valor Econômico

Manchete: Venezuela começa a atrasar pagamento de importações
A falta de divisas e a centralização cambial na Venezuela empilharam de US$ 8 bilhões a US$ 9 bilhões de importações não pagas pelo país, das quais US$ 1,5 bilhão a exportadoras brasileiras. O comércio entre empresas dos dois países está praticamente parado e as transações com o governo do presidente Nicolás Maduro só são feitas com pagamento antecipado.

Fontes consultadas pelo Valor indicam que esse problema vem se agravando desde o ano passado, quando houve um boom de importações nos meses que antecederam a eleição presidencial de 7 de outubro, vencida pelo então presidente Hugo Chávez, morto em 5 de março. Em 2012, as importações totais venezuelanas somaram US$ 65,3 bilhões, ante US$ 51,4 bilhões em 2011, o que ajudou a aliviar pressões inflacionárias e problemas de escassez de produtos no ano eleitoral. (Págs. 1 e A16)
Taxação não atinge venda de crédito do ICMS
Os exportadores venceram ontem no Supremo Tribunal Federal uma importante disputa contra a Receita Federal. A Corte proibiu o Fisco de exigir PIS e Cofins sobre créditos acumulados de ICMS vendidos a outros contribuintes. Na prática, a decisão reduzirá a carga tributária dos exportadores. "O impacto dependerá da operação da empresa. Mas, na média, a redução é de 8% na carga tributária", diz o advogado Júlio de Oliveira. O Supremo julgou a discussão em repercussão geral, vinculando tribunais e o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais em casos semelhantes. (Págs. 1 e E1)
Levantamento exige ajustes na Via Varejo
O conselho de administração da Via Varejo avalia hoje o resultado final do relatório da KPMG a respeito da situação patrimonial de Ponto Frio e Casas Bahia no momento da união das duas empresas, em 2010. O Valor apurou que a conclusão do levantamento, iniciado em outubro, é que ajustes deveriam ser feitos. No Ponto Frio, de R$ 60 milhões e na Casas Bahia, de R$ 150 milhões.

O levantamento estava previsto no acordo feito pelo Grupo Pão de Açúcar com a família Klein para compra da Casas Bahia. A consequência prática é que, pelo acordo inicial, as partes envolvidas deveriam cada uma aportar a diferença de seu lado na Via Varejo. Ou seja, GPA deveria colocar R$ 60 milhões e a família Klein, R$ 150 milhões. (Pág. 1 e B4)
Fotolegenda: Novo horizonte
O depoimento que o presidente do Fed, Ben Bernanke, fez ontem no Congresso americano agitou os mercados. Sua fala e a divulgação da ata da reunião do banco levaram os investidores a considerar que está cada vez mais próximo o momento da redução dos estímulos monetários. (Págs. 1 e C2)
Metal chinês preocupa brasileiros
O aumento da produção de ferro-gusa de níquel (NPI, na sigla em inglês), um substituto mais barato do níquel, chama a atenção de empresas brasileiras de mineração. Criado na China, o "nickel pig iron" - como é mais conhecido, tanto no exterior como no Brasil - teve seu volume duplicado desde 2010. Recentemente, Votorantim Metais, Vale e Anglo American manifestaram preocupação em relação ao produto concorrente.

Apesar de ter sido criado há cinco décadas, o ferro-gusa de níquel só passou a ser fabricado em grande escala nos últimos anos. "A produção saiu de praticamente zero em 2005 para quase 300 mil toneladas no ano passado", diz Tito Martins, presidente da Votorantim Metais. O aumento foi impulsionado pela alta no preço do níquel. (Págs. 1 e B8)
Medo passa e tira brilho do ouro
Analistas apostam que 2013 marcará a primeira queda anual do ouro desde 2000. O metal perdeu 17,3% de seu valor neste ano, e custa US$ 1.376 a onça-troy, o equivalente a 31 gramas.

O estouro da bolha do ouro se deu principalmente porque, apesar da expansão monetária promovida pelos EUA, a inflação não veio. O metal sempre foi cobiçado como garantia contra a inflação, mas num mundo deflacionário os investidores passaram a se desfazer de suas posições compradas. (Págs. 1 e D3)
Fotolegenda: Zanella não vem
Mais antiga fábrica de motos na América do Sul, a argentina Zanella adiou o plano de se instalar no Brasil por causa da proteção dada à Zona Franca de Manaus, afirma Walter Steiner. (Págs. 1 e B8)
Remessas de lucro pioram déficit externo
As contas externas continuam surpreendendo negativamente e em abril o déficit em conta corrente chegou a US$ 8,3 bilhões. Em 12 meses, o resultado negativo é de US$ 70 bilhões, ou 3% do Produto Interno Bruto (PIB). O fraco desempenho da balança comercial é o principal responsável pelo resultado, mas as remessas de lucros e dividendos são um outro fator importante de pressão que não deve arrefecer ao longo do ano. No primeiro quadrimestre, as filiais das multinacionais no Brasil remeteram ao exterior US$ 7,3 bilhões, 80% mais que no mesmo período de 2012 e terceiro maior valor da série do Banco Central.

As remessas de lucros deverão continuar estimuladas, seja pela retomada da atividade doméstica como pela situação ainda frágil das principais economias do mundo, que derrubam os resultados das matrizes. A consultoria LCA estima que atingirão US$ 30 bilhões no ano, ante US$ 24,1 bilhões em 2012. (Págs. 1 e C1)
Pragas já resistem ao milho transgênico
As vendas de pesticidas crescem nos EUA após anos de declínio, à medida que o cultivo do milho aumenta e uma modificação genética concebida para protegê-lo das pragas começa a perder o efeito. Organizações de defesa do meio ambiente e alguns cientistas estão preocupados com o fato de que um dos benefícios mais alardeados do milho transgênico, a redução da necessidade do controle de pragas, está se esgotando.

Em 2011, entomologistas começaram a identificar larvas imunes ao gene da Monsanto e descobriram que pragas resistentes haviam se espalhado pelo Centro-Oeste. Agora, muitos produtores já concluíram que precisam aplicar pesticidas no solo para matar as larvas e uma crescente população de outras pragas. (Págs. 1 e B12)
Novo padrão contábil reduziu custo de capital próprio das empresas (Págs. 1 e B2)

FMI estuda reformular pacotes de ajuda a países (Págs. 1 e C12)

Farmacêutica e agronegócio alavancam atuação da Bayer no Brasil, diz Dekkers (Págs. 1 e B6)

Batalha no mercado de remessas
Justiça concede liminar para impedir que a associação entre a americana FedEx e a catarinense Portlink atenda clientes que eram da também americana UPS, antiga parceira da Portlink. (Págs. 1 e B4)
Novelis encerra chapas em Minas
A Novelis, maior laminadora de chapas de alumínio do mundo, fechou uma linha de produção em sua unidade de Ouro Preto (MG). Com a decisão, a fábrica mineira passará a produzir somente tarugos. (Págs. 1 e B6)
Indústria Química
Déficit comercial da indústria química chegou a US$ 28 bilhões no ano passado e o setor defende a implantação de uma política industrial para destravar um ciclo de investimentos que pode chegar a US$ 160 bilhões nos próximos 15 anos, diz Fernando Figueiredo, da Abiquim. (Págs. 1 e Caderno especial)
Preços do trigo recuam
Expectativa de safra maior no Mercosul já afeta os preços futuros do trigo na Argentina, maior fornecedor do cereal ao Brasil. Há oferta de trigo argentino para entrega em janeiro a US$ 270 por tonelada, 18% abaixo do preço atual, na casa dos US$ 330. (Págs. 1 e B16)
Incentivo às ações das pequenas
Entidades e agentes do mercado acionário vão apresentar ao Ministério da Fazenda proposta para isenção do Imposto de Renda sobre ganhos de capital com ações de empresas de menor porte, com valor de mercado inferior a R$ 700 milhões. (Págs. 1 e C3)
Cade estreia nova fase
O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, ontem, com restrições, a aquisição da empresa Mach pela Syniverse. Foi o primeiro caso julgado já sob a nova Lei Antitruste. (Págs. 1 e D3)
Locador também é consumidor
Superior Tribunal de Justiça reconhece a incidência do Código de Defesa do Consumidor em contratos celebrados entre imobiliárias e proprietários de imóveis para locação. A ação discutia a natureza abusiva de cláusula estabelecida em contrato de adesão. (Págs. 1 e E1)
Ideias
Ribamar Oliveira

Governo conta com receita extraordinária de R$ 21,2 bilhões para fechar as suas contas deste ano. (Págs. 1 e A2)

Edward Amadeo

Reduzir os juros é a melhor forma de conter a apreciação do real, mas com expansão fiscal e do crédito produz inflação. (Págs. 1 e A19)
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