PENSAR "GRANDE":

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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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segunda-feira, junho 10, 2013

QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

10 de junho de 2013

O Globo

Manchete: Em marcha lenta - Governo só investiu 17% do autorizado
Ritmo está abaixo do de 2012, e obras de infraestrutura empacam

Analistas apontam paralisia numa conjuntura de PIB fraco e preços em alta

Em um cenário de PIB fraco, inflação alta e credibilidade do país em xeque com a perspectiva negativa da agência S&P, o governo não tem sido capaz de impor um ritmo maior aos investimentos, na contramão do discurso oficial. Até abril, a parcela destinada a investimentos ficou em 17% do total de R$ 130 bilhões autorizados no Orçamento, segundo o Tesouro. A fatia, menor que os 22,5% de igual período de 2012, não é suficiente para que obras de infraestrutura decolem. Analistas confirmam a paralisia e não veem recuperação este ano. Ministérios contestam. (Págs. 1 e 17)
Para especialistas, inflação reduziu aprovação de Dilma
O governo considerou "oscilação normal" a queda de oito pontos percentuais na aprovação da presidente Dilma, mas especialistas avaliam que a pesquisa Datafolha mostra efeitos do aumento da desconfiança da população com problemas como a inflação. Oposicionistas afirmaram que já esperavam a queda e que o governo está se desmantelando. (Págs. 1 e 5)
Partidos nanicos recebem verbas milionárias do Fundo Partidário
Sem representação no Congresso e com 247 filiados registrados no TSE, o Partido Ecológico Nacional recebeu R$ 343 mil do fundo em 2012 — R$ 1.389 por filiado, 69,8 vezes o repassado ao maior partido, o PMDB (R$ 19,91 por filiado). (Págs. 1 e 3)
Funk e PEC das Domésticas no vestibular da Uerj (Págs. 1, 7 e Gabarito no site do GLOBO)

De técnico da CIA a informante
Edward Snowden é a fonte das informações sobre o programa secreto de vigilância dos EUA

"Não quero viver num mundo onde tudo o que digo é gravado" afirmou ao "Guardian” Edward Snowden, de 29 anos, justificando o fato de ter entregado ao jornal britânico documentos que revelam um programa secreto dos EUA de monitoramento de telefones e internet. Snowden, ex-funcionário da CIA, também prestava serviços à Agência Nacional de Segurança. Está escondido há três semanas em Hong Kong e teme ser caçado por CIA e FBI, embora diga que não fez nada errado. Congressistas pediram mais transparência do governo americano sobre programa. (Págs. 1 e 22)
Educação: Teste de habilidades que vão além do conhecimento
Com atividades como esgrima, projeto no Rio defende que papel da escola é mais amplo do que só ensinar disciplinas. (Págs. 1 e 4)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Delegacias prendem só 3 a cada 100 crimes graves
Dados do governo de SP mostram que DPs registraram 55,3 mil delitos violentos, mas fizeram 1,7 mil prisões

Os 93 distritos policiais de São Paulo registraram 55,3 mil crimes violentos - homicídio, estupro, roubo e roubo de veículos - neste ano até abril, mas efetuaram apenas 1,7 mil prisões com mandado judicial, uma média de 3 a cada 100 ocorrências graves. O cálculo inédito foi feito pela Secretaria da Segurança Pública e obtido com exclusividade pelo Estado. Nesse índice não entram as prisões em flagrante, feitas pela PM, nem as realizadas pelas delegacias especializadas. O mapeamento mostra que 55 distritos, incluindo alguns em bairros nobres, como o do Morumbi e o dos Jardins, têm taxa de prisão ainda inferior à média da cidade - e três não prenderam ninguém por delito grave com mandado judicial. Por outro lado, 38 delegacias prendem acima da média. A líder é a do Bom Retiro, com 13 prisões a cada 100 crimes violentos. Segundo a Secretaria da Segurança, foi autorizada a contratação de 2,8 mil policiais e a criação de 1,8 cargos na Polícia Científica. (Págs. 1 e Metrópole A11 e A12)

Valter Bossoli
Titular do 99ª DP, onde ninguém foi preso

“Mandado é para ser cumprido onde a pessoa mora, e nossa vizinhança é boa"
Ex-agente da CIA revelou programa de vigilância
O ex-técnico da CIA Edward Snowden, de 29 anos, admitiu ao jornal britânico The Guardian ter vazado o programa secreto de grampos telefônicos e vigilância na internet do governo americano. A Agência Nacional de Segurança pediu investigação do caso. (Págs. 1 e Internacional A8)
Governo prepara pacote para empresas
O governo prepara pacote de reformas microeconômicas para estimular a melhora dos balanços das empresas, como o alongamento de prazos das dívidas contraídas no mercado. Está em estudo, por exemplo, a concessão de incentivos tributários para a emissão de títulos de pequenas empresas na BM&F Bovespa. A equipe econômica também avalia novo reajuste nos programas Simples e Microempreendedor Individual. (Págs. 1 e Economia B4)
Direto da Fonte
‘País vai mostrar que é capaz de grandes obras’

O ministro Aldo Rebelo disse que o País precisa de eventos como a Copa para mostrar que é capaz de realizá-los. Ele também defendeu investimentos da União. (Págs. 1 e Caderno 2, C2)
Corintianos voltam ao Brasil
A chegada a São Paulo dos sete torcedores do Corinthians, soltos na sexta, foi uma festa para as cerca de 200 pessoas que os esperavam. (Págs. 1 e Esportes D8)
Seara pode valer R$ 5,5 bi
O frigorífico Marfrig anuncia hoje a venda da Seara no Brasil ao JBS, operação estimada em R$ 5,5 bilhões. A transação foi antecipada sábado pela colunista Sonia Racy no blog. (Págs. 1 e Negócios B10)
Cobrança judicial 
Os bancos HSBC, Credit Suisse e ING vão à Justiça contra a Cervejaria Petrópolis. (Págs. 1 e Negócios B1)
Fotolegenda: Erdogan faz ameaças
O primeiro-ministro turco, Tayyip Erdogan, fala a simpatizantes. "Temos paciência, mas tem limite”, disse sobre manifestações. (Págs. 1 e Internacional A8)
Poupança pode voltar a render 0,5% ao mês (Págs. 1 e Economia B5)

Dilma cancelou 16 viagens desde a posse (Págs. 1 e Política A5)

Conta de luz menor faz consumo aumentar (Págs. 1 e Economia B8)

‘Choque de gestão’ em MG muda estatísticas
O governo de Minas distorce estatísticas de segurança, mortalidade infantil e educação ao fazer propaganda do “choque de gestão”, como é conhecida a reforma administrativa promovida na última década pelos tucanos Aécio Neves e Antonio Anastasia. A maior distorção ocorre em segurança. A taxa de homicídios cresceu nos dois primeiros anos da gestão Aécio, mas o site oficial mostra queda de 2004 a 2010. O governo diz que a atual política só foi estruturada em 2004. (Págs. 1 e Política A4)
Miguel Jorge
Derrepentemente, engenheiros

Estudantes brasileiros estão atentos ao mercado e às oportunidades do crescimento do País. A procura pela Engenharia supera o Direito. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)
Notas & Informações
Enfim, mais armazéns

Plano agrícola olha para logística, mas não trata da construção adequada de silos e armazéns. (Págs. 1 e A3)
Lúcia Guimarães
Orwelliana

O Big Brother Obama parece sincero quando promete não abusar da quantidade de informações que coleta sobre a nossa vida. Ufa! (Págs. 1 e Caderno 2, C8)
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Correio Braziliense

Manchete: PEC 37 amordaça o BC e a Receita
Proposta que permite apenas às polícias Civil e Federal fazer investigações afeta não só o Ministério Público, mas também órgãos que apuram irregularidades com indícios de crime na administração pública. Além do Banco Central e da Receita, a Controladoria-Geral e o Ibama terão ação prejudicada pela aprovação da PEC. Delegados e procuradores tentam fechar acordo em torno do texto. (Págs. 1 e 2)
Comissão quer afastar diretor da Abin
Dirigente da OAB considera filho de ex-chefe do DOI-Codi “sob suspeição” para o cargo. (Págs. 1 e 3)

Economia: Desconfiança de investidor ameaça Brasil
Novos indicadores revelam fragilidade da economia brasileira. Inflação alta e baixo crescimento afastam capital produtivo. Analistas cobram mais ação do governo. (Págs. 1, 7 e Brasil S/A, 8)
EUA: O homem por trás das denúncias
Edward Snowden, 29 anos, ex- funcionário da CIA e de empresas que prestam serviços técnicos à Agência de Segurança, é o autor das acusações contra o governo dos EUA. (Págs. 1 e 13)
Consumidor
Alguma Loja pode recusar seu cheque? Segundo o promotor Leonardo Bessa, sim. Entenda as razões. Saiba, também, como agir caso não consiga atendimento médico na rede particular de saúde. (Págs. 1, 25 e Direito & Justiça, 6)
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Valor Econômico

Manchete: Governo acelera licenças ambientais
André Borges e Tarso Veloso
De Brasília

O governo prepara mudança estrutural no processo de licenciamento ambiental do país, um conjunto de medidas que servirá de balizamento para os investimentos bilionários que a União pretende estimular no setor privado por meio de novas concessões. As novas regras atingem diretamente os portos, que contam com um novo regime legal. A inspiração vem do setor de petróleo.

Em entrevista ao Valor PRO, serviço de notícias em tempo real do Valor, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, afirmou que o MMA quer acelerar o licenciamento ambiental dos 34 portos organizados, liberando uma única licença prévia para todo o polígono do porto. Hoje, a licença é dada individualmente, para cada terminal do porto público. Esse tipo de licença geral tem sido aplicado desde o ano passado na exploração de blocos de petróleo. Antes, o empreendedor tinha de fazer um estudo ambiental completo para cada poço. (Págs. 1 e A4)
Stefanini se prepara para abrir capital
A companhia de tecnologia da informação Stefanini IT Solutions está finalizando a aquisição de uma empresa nos Estados Unidos, a décima nos últimos anos. Seu presidente, Marco Stefanini, disse ao Valor que a direção da empresa decidiu também abrir seu capital na Bolsa de São Paulo para captar pelo menos R$ 600 milhões, que lhe permitirão dar "saltos maiores".

Stefanini participou, no Principado de Mônaco, de evento da Ernst & Young, que lhe atribuiu o prêmio de empreendedor do ano no Brasil. (Pàgs. 1 e B2)
Fotolegenda: Comprador
A Ernst & Young busca empresas para comprar no Brasil em todas as suas áreas de atuação. Jim Turley, presidente mundial, diz que o objetivo é aumentar o faturamento total da empresa nas economias emergentes de US$ 2,5 bilhões para US$ 15 bilhões até 2020. (Pàgs. 1 e B5)
Gás, o novo motor da Austrália
Há escassez de mão de obra na pequena cidade de Gladstone, no leste da Austrália. O preço dos imóveis disparou, o aeroporto foi reformado e os voos estão lotados. A razão está na ilha em frente ao porto da cidade, a Curtis Island, onde está sendo construído o novo "motor" da economia australiana: o gás liquefeito.

De 12 plantas de gás natural liquefeito (GNL) em construção no mundo, sete estão na Austrália. Três delas em Gladstone, onde estão sendo investidos US$ 30 bilhões. É a era dourada do gás na Austrália. E sobram clientes. O Japão vive uma crise energética após ter fechado parte de suas usinas nucleares e a China tem apetite voraz por energia. (Págs. 1 e A14)
Mercado se fecha para captações 
A volatilidade no mercado de títulos do Tesouro americano nas últimas semanas elevou os prêmios para a emissão de dívida no exterior e pode afetar os planos das companhias brasileiras que se preparavam para fazer captações.

O frigorífico Minerva, o Banco do Brasil e a Odebrecht Drilling (subsidiária de serviços para o setor de petróleo da construtora) fizeram recentemente apresentações a investidores para sondar o apetite do mercado. Até agora, porém, nenhum deles lançou operações. O BNDES também fez um "roadshow" na semana passada, apesar da piora no humor do mercado. (Págs. 1 e C1)
Exportações de petróleo caem 46%
O setor de petróleo e derivados reduziu exportações e aumentou importações nos primeiros cinco meses do ano, tornando-se o principal responsável pelo déficit da balança comercial. Produção menor, principalmente no primeiro trimestre, paralisação de algumas plataformas para manutenção e aumento do consumo interno fizeram com que as exportações do setor caíssem 46% na comparação com o mesmo período de 2012. O recuo tirou US$ 5,6 bilhões da conta das exportações brasileiras. Esse valor supera o déficit de US$ 5,39 bilhões verificado até o fim de maio no total da balança comercial do país.

Sem considerar o setor de petróleo e derivados, as exportações do país cresceram 1,5% até maio - com petróleo, houve queda de 2,8%. O mau desempenho da indústria petrolífera foi sentido no PIB. De janeiro a abril, a indústria extrativa encolheu 6,5% em relação ao mesmo período do ano passado. (Págs.1 e A5)
Bancos ingleses vão reter bônus por dez anos
Os dirigentes dos bancos correm o risco de ter o pagamento de seus bônus adiado por dez anos. Hoje eles recebem esses benefícios em, no máximo, três anos. O retardamento está previsto nos planos a serem publicados nos próximos dias por uma poderosa comissão britânica formada por parlamentares e por colegas da categoria.

O relatório da comissão deverá exibir o mesmo grau de intransigência do novo regime proposto para sanções a envolvidos em fraudes. Com o adiamento dos bônus, segundo os autores da reforma, os dirigentes de bancos serão levados a pensar mais no impacto de longo prazo de suas atitudes. Além disso, os conselhos de administração poderão reaver os bônus dos dirigentes caso os negócios que inicialmente pareciam bem-sucedidos fracassem anos depois. (Págs. 1 e C12)
Azul pretende ter apoio ou participação do BNDES em sua proposta pela TAP (Págs. 1 e B4)

JBS vai pagar quase R$ 6 bilhões pela Seara Brasil (Págs. 1 e B11)

Solvência das empresas melhora
A recuperação da atividade econômica, ainda que discreta, começa a se refletir na solvência das empresas. Dados da Serasa e da Boa Vista mostram recuo nos pedidos de falência, recuperação judicial e protestos. (Págs. 1 e A2)
O preço dos novos municípios
Estudo do Ipea mostra que criação de municípios reduz investimentos em áreas sociais, diminui o crescimento econômico nas cidades do entorno e reduz recursos para as regiões metropolitanas. (Págs. 1 e A8)
Bunge espera definições
O presidente da Bunge no Brasil, Pedro Parente, disse que os investimentos no aumento da capacidade de processamento de cana no país — anunciados em 2011 em US$ 2,5 bilhões — vão aguardar até que o governo tenha uma política clara de preços para os combustíveis e a eletricidade. (Págs. 1 e B12)
Olam busca usina no Brasil
A Olam International, uma das maiores tradings de commodities agrícolas da Ásia, voltará a prospectar aquisições de usinas no Brasil, considerado “essencial” para a expansão dos negócios nessa área. (Págs. 1 e B12)
Fundo imobiliário terá novas regras
Sucesso dos fundos imobiliários entre os investidores pessoa física leva a Comissão de Valores Mobiliários a revisar as regras do segmento, definidas em 2008. O objetivo é aperfeiçoar as normas em relação à transparência e governança. (Págs. 1 e D1)
Má educação financeira
Pesquisa sobre hábitos financeiros encomendada ao Ibope pela Serasa Experian mostra que 69% dos brasileiros não poupam. Ainda segundo o estudo, 35% sentem mais prazer em gastar e 30% confessam comprar por impulso. (Págs. 1 e D2)
Fragilidade ética
Pesquisa da consultoria de gestão de risco ICTS, com 3,2 mil profissionais de empresas brasileiras, sendo metade deles executivos, mostra que 69% demonstram alguma flexibilidade em relação a condutas anti-éticas no trabalho. (Págs. 1 e D3)
Igualdade no descanso
Justiça do Trabalho tem estendido aos homens o direito concedido às mulheres de 15 minutos de descanso antes do cumprimento de horas extras, previsto no artigo 384 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). (Págs. 1 e E1)
Torcedores indenizados
Torcedores que foram ao jogo de reinauguração do Mineirão, em fevereiro, têm obtido na Justiça indenizações contra o Cruzeiro, mandante da partida, e o consórcio gestor do estádio, por falhas como dificuldade de acesso e falta de água em banheiros. (Págs. 1 e E1)
Ideias
Alex Ribeiro

BC considera secretos documentos do segundo dia das reuniões do Copom e só vai divulgá-los em 15 anos. (Págs. 1 e A2)

David Kupfer

Após duas décadas no limbo, crescem os sinais de que o câmbio está entrando na esfera de prioridades da macroeconomia. (Págs. 1 e A13)
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