PENSAR "GRANDE":

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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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quinta-feira, junho 27, 2013

QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

27 de junho de 2013

O Globo

Manchete: Sob pressão, Senado torna corrupção crime hediondo
STF manda prender deputado e complica mensaleiros; CCJ da Câmara derruba voto secreto em cassações

O Senado aprovou ontem um projeto de lei que torna corrupção crime hediondo, equiparando-o, por exemplo, a estupro. A proposta tramitava desde 2011, mas, novamente em reação aos protestos que tomaram conta do país, foi aprovada em votação simbólica, com a concordância de todos os partidos. O texto ainda precisa passar pela Câmara, mas o presidente da Casa, Henrique Alves (PMDB-RN), disse que pretende votá-lo o mais rápido possível. A aprovação ocorreu no mesmo dia em que o Supremo Tribunal Federal (STF), numa decisão inédita desde a redemocratizaçàn do país, determinou a prisão de um parlamentar — o deputado Natan Donadon (PMDB-RO), condenado em 2010 por formação de quadrilha e peculato. O caso abre precedente contra parlamentares condenados no mensalão, que podem também ter a prisão decretada imediatamente após o julgamento dos recursos. A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou a admissibilidade da Proposta de Emenda Constitucional que acaba com o voto secreto na cassação de mandatos. (Págs. 1 e 3 a 12)
Em BH, 50 mil vão às ruas; ‘cura gay’ vira alvo
Enquanto a bola rolava no Mineirão, cerca de 50 mil pessoas promoviam ato nas ruas da capital mineira para pedir melhores serviços públicos. Um grupo de baderneiros entrou em confronto com a PM e atacou carros e lojas. No Rio e em Brasília, houve protestos contra o chamado projeto da "cura gay". (Págs. 1, 11 e 12 e Editorial “A manipulação do plebiscito“)
EUA: decisão histórica respalda casamento gay
Tribunal declara inconstitucional a lei que definia o matrimônio como união entre homem e mulher, estendendo benefícios aos casais homossexuais nos estados que já aprovaram a medida. Em outra sentença, restaura o casamento gay na Califórnia. (Págs. 1, 31 e 32)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Congresso reage; Senado define corrupção como crime hediondo
Pressionados pelas ruas, parlamentares aprovam propostas que tramitavam havia 20 anos, até a que derruba voto secreto para cassação

Câmara e Senado adotaram ritmo frenético de votações e aprovaram diversas propostas reivindicadas pela sociedade nas manifestações de rua. A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou emenda que institui o voto aberto para processos de cassação de mandato de parlamentar por falta de decoro e por condenação criminal. O Senado concluiu a votação da lei que regulamenta a distribuição do Fundo de Participação dos Estados (FPE), tema que deveria ter sido definido em 1991. O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e o da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), se reuniram com líderes de manifestações e receberam pedidos de mais cidadania, menos corrupção e até mesmo a saída de Calheiros da presidência do Senado. Enquanto a seleção brasileira jogava, senadores aprovavam projeto que tipifica corrupção e outros delitos como crime hediondo - a matéria vai agora à Câmara. Na terça-feira foi rejeitada a PEC 37, que retirava poderes de investigação do MP. (Págs. 1 e Política A4 a A7)

O QUE FOI VOTADO
• Rejeição da PEC 37

• Voto aberto para cassação de parlamentar (CCJ da Câmara)

• Distribuição do Fundo de Participação dos Estados

• Destinação dos royalties (Câmara)

• Corrupção vira crime hediondo (Senado)
Pedágios federais não terão reajuste
O Ministério dos Transportes decidiu suspender os reajustes de pedágios federais e das tarifas de ônibus interestaduais, internacionais e semiurbanos, programados para as próximas semanas. A medida foi adotada em meio a uma onda de protestos e dois dias após o governador Geraldo Alckmin (PSDB) cancelar o aumento deste ano dos pedágios paulistas. ( Págs. 1 e Política A13)
Haddad cancela licitação de ônibus
O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), suspendeu licitação bilionária dos ônibus. A justificativa é possibilitar a participação popular no processo. (Págs. 1 e Política A12)
Copa das Confederações: Suado, mas chegou
A seleção brasileira não jogou bem, mas superou seu mais difícil obstáculo até aqui na Copa das Confederações. Venceu o Uruguai por 2 a 1 e está na final. Domingo, enfrenta Espanha ou Itália. Do lado de fora do Mineirão, 50 mil protestavam. (Págs. 1 e Esportes D1 a D8)
Antero Greco
Vitória também ensina
A seleção garantiu presença na decisão. Bacana, se aproveitar e fizer autocrítica firme. Porque precisa. (Págs.1 e D4)
Supremo manda prender deputado condenado
Em meio aos protestos contra a corrupção e na esteira do julgamento do mensalão, o Supremo Tribunal Federal determinou ontem a prisão imediata do deputado Natan Donadon (PMDB-RO), condenado a 13 anos, 4 meses e 10 dias pelos crimes de formação de quadrilha e peculato. (Págs. 1 e Política A8)
Dora Kramer
Fogo na palha (Págs. 1 e A6)
Veríssimo
Cadê o De Gaulle? (Págs. 1 e C10)
Mantega promete reduzir gastos e zerar o déficit nominal
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, prometeu ontem cortar gastos de custeio e zerar o déficit nominal “nos próximos anos”. Em audiência na Câmara, Mantega foi criticado pelos parlamentares, que atribuíram a ele parte da culpa pela insatisfação dos manifestantes. (Págs. 1 e Economia B1)
EUA reconhecem casamento gay
A Suprema Corte dos EUA reconheceu ontem o casamento entre homossexuais e o direito aos mesmos benefícios concedidos aos casais heterossexuais. (Págs. 1 e Internacional A20)
Mortes na guerra síria chegam a 100 mil (Págs. 1 e Internacional A23)

Novo ministro do STF apoia protestos
O advogado Luís Roberto Barroso tomou posse ontem como ministro do STF, defendeu as manifestações e disse que as instituições “têm de ouvir a voz das ruas”. (Págs. 1 e Política A18)
José Serra: Governo de menos
O governo já vivia situação difícil em razão do esgotamento do modelo econômico lulista. As manifestações coincidiram com o fim desse ciclo. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)
Eugênio Bucci: Signos engrouvinhados
O alvo das explosões de violência são os símbolos da ordem posta, instalações que representam o poder, como as sedes do Executivo. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)
Notas & Informações: Festival de demofilia
Na ânsia de reverenciar o povo, os poderes competem, às cotoveladas, para fazer o que a rua cobra. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense

Manchete: A era dos extremos
Mais um dia de contradições à moda brasileira: festa no futebol, intensa atividade no Legislativo e novos confrontos nas ruas

Foi-se o tempo em que a bola parava o país. Enquanto a Seleção vencia o Uruguai por 2 xl e se classificava para a final da Copa das Confederações, o Senado e a Câmara aprovavam celeremente projetos que estavam na pauta dos manifestantes, e os protestos pacíficos terminavam em pancadaria e prisões na Esplanada dos Ministérios. Em Belo Horizonte, grupo invadia lojas e provocava incêndios. (Pág. 1)
Voto secreto está mais perto do fim
Comissão da Câmara aprova a emenda constitucional que prevê a abertura dos votos em caso de cassação de parlamentares. A análise em plenário deve ocorrer antes do recesso. (Pág. 1)
Cadeia à espera de um deputado
Condenado por desvio de dinheiro público, Natan Donadon (PMDB-RO) vai para a prisão por decisão do STF. A perda do mandato, no entanto, depende de votação do Congresso. (Pág. 1)
Penas maiores para corruptos
Pressão popular faz o Senado desengavetar e votar o projeto que transforma em hediondos os crimes contra a administração pública. Os acusados perdem direito até a fiança. (Pág. 1)
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Valor Econômico

Manchete: Demanda das ruas já tem custo de R$ 115 bi por ano
A Câmara e o Senado estão empenhados, desde terça-feira, em atender às demandas dos manifestantes para melhoria dos serviços públicos, principalmente em educação, saúde e transporte urbano. Se três projetos que aumentam as despesas nessas áreas forem aprovados, a União terá gasto adicional, por ano, de pelo menos RS 115 bilhões até o fim desta década, em valores de 2013. Esse montante não inclui os aumentos das despesas de Estados e municípios. (Págs. 1, A2, A12 e A13)
Um semestre perdido para o investidor
O primeiro semestre foi perdido para os investidores do mercado financeiro. Nem conservadores e nem arrojados tiveram sucesso. A maior parte das aplicações sofreram perdas reais (descontada a inflação) ou ganhos pouco representativos. O índice Bovespa apresentou queda de 23% até 25 de junho, a maior desde o segundo semestre de 2008 (-42,25%). As aplicações de renda fixa obtiveram retomo real inferior a 1% — o CD1, principal referência, deve encerrar o semestre em 0,21%. (Págs. 1 e D1)
Árabes farão automóveis em Sergipe
O mercado automotivo brasileiro, quarto maior do mundo, é alvo do capital árabe. A Amsia Motors, grupo de da Arábia Saudita, anuncia hoje o plano de construir uma montadora de carros em Sergipe, com investimentos estimados em mais de R$ 1 bilhão. (Págs. 1 e B1)
Exército quer entrar no PAC para evitar corte de verbas
Os militares decidiram apelar ao Ministério do Planejamento para que tenham seus projetos incluídos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O pedido feito pelo Exército foi encaminhado ao ministro da Defesa, Celso Amorim, que repassou a demanda à ministra do Planejamento, Míriam Belchior. O pleito tem uma motivação
muito clara: o Exército quer fugir do contingenciamento do Orçamento da União. Ao entrar no PAC, teria os projetos protegidos de cortes do governo. (Págs.1 e A4)
Paraguai denuncia Mercosul diante de 157 países na OMC
O Paraguai resolveu denunciar sua suspensão do Mercosul diante dos demais 157 países-membros da OMC durante o exame da política comercial do Brasil, surpreendendo a diplomacia brasileira. O Valor apurou que a delegação do Paraguai partiu para o ataque já na segunda-feira, acusando de “ilegal” a medida adotada pelo bloco, o que significaria que todas as decisões tomadas depois do episódio não têm efeito. (Págs. 1 e A18)
Alta de juros pressiona os bancos
Estarão os bancos entre as maiores vítimas da onda de vendas no mercado global de bônus, com o aumento dos custos dos financiamentos? Os bancos precisam operar com aumento em seus custos de financiamento, tendo de um lado juros mais altos no mercado e do outro, as demandas das autoridades reguladoras. Os bancos americanos viram seus spreads subirem a 122 pontos-base na metade de junho, de 12,5 pontos-base uma semana antes. (Págs. 1 e C16)
Cresce demanda por crédito à exportação
A escalada do dólar desde maio provocou o crescimento da procura de parte das empresas pelas principais linhas de crédito ao comércio exterior brasileiro. A maior volatilidade verificada neste mês até chegou a provocar o adiamento de contratações de câmbio por exportadores, mas, com a trégua vista no exterior nos últimos quatro dias, companhias voltaram a aproveitar momentos de picos da moeda americana para trazer as receitas deixadas lá fora e retomar a contratação de linhas de financiamento à exportação. (Págs. 1, C1 e C3)
O peso dos alimentos
A alta dos grãos no mercado externo, aliada à depredação cambial, vai elevar os preços dos produtos agropecuários pela primeira vez desde o fim de 2012 e acelerar o IGP-M, preveem economistas. (Págs. 1 e A3)
Sem Indenização
Passados sete meses desde a assinatura dos contratos que renovaram as concessões do setor elétrico, as empresas de transmissão não receberam uma sinalização do governo federal sobre as indenizações para as linhas mais antigas. (Págs. 1 e B10)
Exportações das cooperativas
Ainda que tenham alcançado um novo recorde, as exportações das cooperativas registraram, até maio, sua menor taxa de crescimento para o período desde 2009. Tatiana Prazeres, do MDIC, lembrou que a performance das cooperativas foi melhor do que a média brasileira. (Págs. 1 e B13)
Normas da CVM em debate
A CVM coloca hoje em audiência pública alterações para a Instrução 89, que regula as atividades de prestação de serviços de ações escriturais, de custódia de valores mobiliários e de agente emissor de certificados. (Págs. 1 e C3)
Indusval e Intercap juntos
O banco Indusval e o Intercap fumaram acordo para unir as operações. O Indusval comprará a totalidade do capital do Intercap por cerca de R$ 117 milhões. Os acionistas do Intercap usarão esse valor para um aumento de capital no Indusval. (Págs. 1 e C16)
Carreira de roteirista
O mercado audiovisual aqueceu de vez com a determinação de veiculação de produção nacional na TV paga. Procuram-se boas ideias e roteiristas capazes de atrair a atenção de milhões de espectadores. (Págs. 1 e D3)
Participação nos lucros
As recentes alterações na norma que trata da Participação nos Lucros e Resultados (a Lei na 10.101, de 2000) não devem reduzir o número de autuações fiscais contra empresas. Segundo especialistas, ainda há espaço para dúvidas e disputas. (Págs. 1 e E1)
Ideias
Cristian Klein
Não adianta plebiscito, nem transformar corrupção em crime hediondo, como fez o Senado, e deixar tudo o mais intocado. (Págs. 1 e A6)

Simon Johnson
As autoridades britânicas não têm sequer controle firme sobre as noções básicas de regulamentação de exigência de capital. (Págs. 1 e A17)
Brasil foi o quarto país que mais recebeu investimento externo direto em 2012 (Págs. 1 e A2)

O ouro caiu para sua menor cotação em 34 meses (Págs. 1 e C2)

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