PENSAR "GRANDE":

***************************************************
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
***************************************************


“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

----

''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

=========
# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
1Radio 1455824919 nhm...

valor ...ria...nine

folha gmail df1lkrha

***

terça-feira, junho 04, 2013

QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

04 de junho de 2013

O Globo

Manchete: O fim de uma era: Consumo menor e calote fazem banco frear crédito
Instituições destinam R$ 2,1 tri a aplicações em títulos em vez de emprestar

Só no primeiro trimestre deste ano, 23 grandes bancos elevaram suas operações de curto prazo em 47%, bem acima dos 16,7% da expansão de financiamentos

Diante de um cenário de queda no consumo e inadimplência em alta, os bancos estão muito mais cautelosos na concessão de crédito. Levantamento feito pela consultoria Austin Rating, com base nos balanços de 126 instituições financeiras, mostra que elas aplicaram, no ano passado, R$ 2,1 trilhões em papéis no mercado, praticamente o mesmo que têm emprestado a clientes: R$ 2,2 trilhões. A diferença é que, enquanto o crédito cresceu 16,4% no ano passado, as operações com títulos tiveram alta muito mais expressiva: 33,5%. No primeiro trimestre, dados de 23 bancos mostram que operações de curto prazo saltaram 47,1%, contra 16,7% do crédito. (Págs. 1 e 19)
País tem seu maior déficit comercial
O país registrou, de janeiro a maio, o seu pior déficit comercial, de US$ 5,4 bilhões. No mesmo período do ano passado, houve superávit de US$ 6,3 bi. (Págs. 1, 21 e Míriam Leitão)
Todas as inflações da Argentina
Diante do descrédito das estatísticas oficiais, não faltam apurações paralelas sobre o custo de vida.

0,7%
Índice oficial do Indec (IBGE argentino) em abril. Em 12 meses, dá 12,9%.

1,52%
Taxa divulgada pelos deputados de oposição. Em 12 meses, dá 23,64%.

2%
Foi o primeiro índice divulgado pela prefeitura de Buenos Aires, de abril. (Pág. 1)
Tensão aumenta: Índios fazem invasões em 3 estados
Índios invadiram sete fazendas em Sidrolândia (MS), a sede do PT em Curitiba (PR) e uma estrada no RS. Eles ameaçam resistir à ordem de reintegração de posse. Dilma quer que demarcações não fiquem só na alçada da Funai. (Págs. 1, 3 e Editorial "Funai amplia insegurança jurídica")
Auxílio-alimentação: Liminar proíbe retroativo a juízes
Uma liminar do Conselho Nacional de Justiça suspendeu o pagamento retroativo de auxílio-alimentação a juízes de 8 estados. O valor bloqueado chega a R$ 101 milhões. (Págs. 1 e 5)
Cerro-Corá: Nova UPP fecha cerco da Zona Sul
Inaugurada ontem, UPP no Cosme Velho completa cinturão de segurança do maciço entre a Tijuca e a Zona Sul. Política de pacificação já beneficia cerca de 500 mil moradores. (Págs. 1 e 10)
Não é piada: Cenas de comédia na vida pública
Vereador anuncia consultas médicas na Câmara, prefeitura contrata funkeiro para embalar servidores, e deputado dá moção a maître de restaurante que frequenta. (Págs. 1 e 8)
Corte marcial nos EUA: Soldado é julgado por WikiLeaks
Preso há três anos, acusado de vazar 700 mil documentos ao WikiLeaks, o soldado Manning pode pegar pena perpétua por ajudar o inimigo. (Págs. 1 e 25)
Comissão da Verdade: Outro ‘suicídio’ é desmentido
Novo laudo desmonta versão da ditadura de que Luiz Eurico Lisbôa, ex-militante da ALN, tenha se matado com tiro na cabeça, em 1972. (Págs. 1 e 4)
------------------------------------------------------------------------------------
O Estado de S. Paulo

Manchete: Indústria faz pressão por mais acordos internacionais
Com mercado interno em desaquecimento, setor pedirá ao governo nova política de inserção global

Com o mercado interno em desaquecimento e a participação nas exportações em queda, o setor industrial pressionará o governo por mais acordos comerciais bilaterais, mesmo que isso signifique maior abertura do mercado. Nos próximos dias, o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) enviará à presidente Dilma Rousseff análise sobre a ausência do País nos acordos preferenciais de comércio e recomendações para uma nova política para a área. Outras entidades também pedem mudanças. A Fiesp vai liderar movimento por reforma no Mercosul. A proposta é ter um acordo geral para o bloco e acertos individuais para cada país, com tarifas específicas. O Brasil perde exportações para os vizinhos da América Latina, que diversificaram os acordos econômicos. Dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostram que o País perdeu USS 5,4 bilhões em vendas na região entre 2008 e 2011. As compras foram direcionadas para China, União Europeia, EUA e México. (Págs. 1 e Economia B1, B3 e B4)

Balança: déficit é recorde no ano
A balança comercial registrou mês passado o maior superávit mensal do ano, de US$ 760 milhões. Ainda assim, é o pior maio desde 2002. No acumulado de 2013, o déficit é de US$ 5,4 bilhões, pior resultado da história no período. (Págs. 1 e B6)
Índios reagem após morte de terena em MS
Comunidades indígenas fizeram novas invasões em fazendas em Mato Grosso do Sul, bloquearam rodovias no Rio Grande do Sul e invadiram a sede do PT em Curitiba. A reação ocorre após a morte do terena Oziel Gabriel, em Sidrolândia (MS), num conflito com a polícia. O governo quer dar resposta rápida para evitar desgaste político. (Págs. 1 e Política A4)
PMDB cobra mais espaço no governo
A cúpula do PMDB se reuniu ontem com a presidente Dilma Rousseff para pedir maior autonomia nos ministérios sob comando do partido e também cargos no segundo escalão, entre eles diretorias da Infraero. Os peemedebistas se sentem desvalorizados no governo. A relação piorou recentemente, após a votação da MP dos Portos. (Págs. 1 e Política A5)
Fotolegenda: Distúrbios na Turquia derrubam mercado 
Manifestantes protestam contra o primeiro-ministro Recep Erdogan na Praça Taksim, em Istambul, pelo sétimo dia. Uma pessoa morreu ontem. A Bolsa de Ancara caiu 10 pontos e setor público promete greve. (Págs. 1 e Internacional A7)
Cadeião pode ser desativado 
O governo do Estado quer desativar o Cadeião de Pinheiros e transferir a Ceagesp para revitalizar as margens dos Rios Pinheiros e Tietê. (Págs. 1 e A11)
Liminar do CNJ barra pagamento de ‘alimentação’
Liminar congelou o pagamento de R$ 100,7 milhões de auxílio-alimentação retroativo a juízes de oito Estados, entre eles São Paulo, conforme antecipou o Estado. O plenário do CNJ ainda vai se manifestar. (Págs. 1 e Política A8)
Agricultura terá R$ 25 bi para construção de silos (Págs. 1 e Economia B8)

ONU confirma uso de armas químicas na Síria (Págs. 1 e Internacional A9)

José Paulo Kupfer 
Velhos dilemas

Manter juro alto e câmbio valorizado é receita nas economias com baixa propensão a poupar. O lado B é o baixo crescimento, com crises cambiais. (Págs. 1 e Economia B8)
Arnaldo Jabor
O militante imaginário

O Brasil está infestado de “militantes imaginários”. Eles não querem a vitória, pois seria o fim do sonho e o início de um inferno administrativo. (Págs. 1 e Caderno 2, C10)
Notas & Informações
O PIB, choque de realidade

Diante do desastre inegável, o governo decidiu atribuir a máxima importância à infraestrutura. (Págs. 1 e A3)
------------------------------------------------------------------------------------
Correio Braziliense

Manchete: Neymar, o novo astro na catedral do futebol
Clube que consagrou Romário, Ronaldo, Rivaldo e Ronaldinho Gaúcho como os melhores do mundo, o Barcelona reuniu 56 mil torcedores para receber e aplaudir o craque. Contratado por R$ 158 milhões, Neymar é chamado de príncipe pelos espanhóis. (Págs. 1 e Superesportes, Capa, 2 a 7)
Intolerância: Plano Piloto é vice-campeão em racismo
Moradora da 113 Sul foi presa em flagrante por injúria racial e liberada sob fiança. Região administrativa de Brasília só perde para Ceilândia em ocorrências do gênero. (Págs. 1 e 19)
Fraudes em concursos têm 1,7 mil denúncias investigadas
Cresce no Ministério Público o número de denúncias de irregularidades em seleções para cargos no governo. Problemas como os ocorridos nas provas da Anvisa, domingo, também estão na mira da Polícia Federal. A falta de leis que regulamentem os certames facilita os abusos contra os candidatos. (Págs. 1, 8 e Visão do Correio 12)
Cessar-fogo em teste na base aliada
Depois do encontro de ontem com a presidente Dilma, líderes do PMDB acreditam que a crise está encerrada. A “paz” será colocada à prova amanhã, em votação no Congresso. (Págs. 1 e 2)
Lá se foi o aumento de 200%
Ministério do Planejamento considera “inviável" medida provisória que pretendia promover à elite do funcionalismo federal 4.755 técnicos e analistas. (Págs. 1 e 3)
Planos de saúde devem subir 8% (Págs. 1 e 20)

Ministro Joaquim Barbosa criticou a desigualdade na prestação de serviços de saúde no país (Pág. 1)

Juízes perdem o tíquete
Magistrados de oito estados vão ficar sem auxílio-alimentação. Liminar do CNJ suspende pagamento retroativo do benefício no valor de R$ 101 milhões. (Págs. 1 e 6)
Índios Terenas virão a Brasília cobrar terras (Págs. 1 e 7)

Balança externa do Brasil registra prejuízo histórica (Págs. 1 e 11)

------------------------------------------------------------------------------------
Valor Econômico

Manchete: Forte expansão atrai novos grupos ao setor de cimento
Puxada por obras de infraestrutura, boom imobiliário e oferta de crédito, a indústria brasileira do cimento dobrou de tamanho nos últimos sete anos. Em alguns momentos, como em 2010, mesmo crescendo a um ritmo de dois dígitos o mercado local teve de recorrer a importação para se abastecer. Para atender a nova demanda, a partir de 2007 iniciou-se uma onda de investimentos em expansão, com novas fábricas e modernização de fornos antigos desativados.

O país passou da posição de 10° maior consumidor de cimento no mundo para o 4º lugar, só atrás de China, Índia e Estados Unidos. A demanda interna neste ano vai superar 70 milhões de toneladas, 350 quilos por habitante. No ano passado, o crescimento das vendas chegou a 7,5%, mas no primeiro quadrimestre a expansão ficou em apenas 1,4%. A expectativa para os próximos anos é de que o mercado cresça pelo menos uma a duas vezes o índice do PIB. (Págs. 1 e B12)
Novatas já detêm 60% da área de resseguros
Cinco anos após o fim do monopólio estatal na área de resseguros, mais de cem companhias foram atraídas para a atividade. De 2007 para cá, a receita do setor dobrou e as "novatas" conquistaram 60% do mercado. Os outros 40% continuam com o IRB-Brasil Re, que deteve o monopólio por 69 anos e agora está no fim do processo de desestatização.

A concorrência mais acirrada no mercado está reduzindo a lucratividade das empresas. Nesse cenário, as companhias precisam se diferenciar para serem rentáveis e já há quem fale em fusões. “O mercado tende à consolidação no futuro, pois o seu tamanho não resiste a tantos concorrentes no longo prazo”, diz André Gregori, sócio e chefe da área de seguros e resseguros do BTG Pactual. (Págs. 1 e C1)
Importados ganham mais espaço
O aumento de 9% nas importações nos primeiros cinco meses do ano em comparação ao mesmo período de 2012 é a principal causa do déficit recorde de US$ 5,39 bilhões acumulado na balança comercial. Embora o resultado negativo seja influenciado pelo registro atrasado de compras de petróleo e derivados, a balança mostra expressiva importação de bens intermediários, que cresceu 9%. Como esses itens abastecem a indústria nacional, mas o ritmo da importação é muito superior ao da produção local, os dados sugerem que os bens importados, a exemplo do que ocorreu no primeiro trimestre, continuam a tomar espaço do produto doméstico.

Enquanto as importações crescem em todos os segmentos, a exportação recua. Até maio, os embarques de produtos básicos caíram 2,5%. (Págs. 1 e A4)
Renan e Alves alertam para o risco PMDB
Os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara dos Deputados, Henrique Alves (PMDB-RN), alertaram a presidente Dilma Rousseff, em encontro realizado ontem à noite, sobre o risco de rebelião da base governista no Congresso, com reflexos na eleição de 2014. O partido quer garantir apoio à reeleição de Dilma, mas sente-se alijado das decisões de governo e dá prioridade a seus projetos estaduais, para os quais cobra reciprocidade dos petistas, principalmente nas disputas que envolvem lideranças como a família Sarney, no Maranhão, e o senador Jader Barbalho, no Pará. (Págs. 1 e A6)
Como o grupo Ultra planeja se expandir
O grupo Ultra pretende investir R$ 1,43 bilhão neste ano na expansão orgânica de suas atividades, mas a compra de outras empresas não está descartada. "Queremos fortalecer o que o Ultra se tornou e o que ele vai ser no futuro", disse ao Valor Thilo Mannhardt, presidente do grupo, que assumiu seu posto em janeiro.

O conglomerado, que reúne ativos em distribuição de combustíveis (Ipiranga), CLP (Ultragaz), químicos (Oxiteno) e logística (Ultracargo), sob o guarda-chuva da holding Ultrapar Participações, teve faturamento de RS 53,9 bilhões em 2012 e poderá entrar em uma nova área de atuação, ainda em análise. (Págs. 1 e B1)
Resultado da empresa dita Carteira Valor
Há esperança para os investidores em ações, apesar da performance desfavorável do índice da Bolsa de Valores de São Paulo. Em 12 meses, a Carteira Valor acumula ganho de 27,9%, ante queda de 1,8% do Ibovespa. Em maio, enquanto o principal índice da bolsa caiu 4,3%, o portfólio teve ganho de 1,2%. O que explica a diferença é, em grande parte, o fato de as indicações para a Carteira Valor estarem sendo baseadas nos balanços e nas perspectivas concretas de crescimento das empresas. Não há uma linha comum de atuação das companhias sugeridas também para junho. (Págs. 1, D1 e D2)
Avanço do investimento
Liberações do Finame no primeiro quadrimestre cresceram 77,5%, para R$ 22,9 bilhões. Até maio, o BNDES estima avanço superior a 50%. A previsão para o ano é alcançar os R$ 100 bilhões. (Págs. 1 e A4)
O preço da subnutrição
Custos sociais e econômicos relacionados à alimentação deficiente no mundo somam US$ 3,5 trilhões por ano, segundo o relatório da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). (Págs. 1 e A9)
Fies pode beneficiar ensino a distância
O governo federal estuda ampliar o Fies (financiamento estudantil) para o ensino a distância — modalidade que cresce de forma expressiva e hoje tem cerca de 1 milhão de alunos. “Com o financiamento, a taxa de crescimento do setor deve dobrar”, prevê Ryon Braga. (Págs. 1 e B7)
Nó logístico afeta Santos
Profissionais do setor afirmam que, sozinha, a MP dos Portos terá pouco impacto na redução do custo Brasil, ao menos em relação ao porto de Santos, o principal do país. “O desafio não é tanto o porto, mas chegar ao porto”, diz Peter Gyde, da Maersk Line. (Págs. 1 e B8)
Biotecnologia atrai investidores
Na tentativa de encontrar a próxima sensação do setor médico, investidores despejaram US$ 725 milhões em dez emissões de ações de empresas de biotecnologia que pesquisam tratamentos para doenças como esclerose múltipla e hepatite C. (Págs. 1 e B12)
Açúcar e etanol patinam na bolsa
Criados em janeiro, os futuros de açúcar na BM&F tiveram até maio 40 negócios e os de anidro não tiveram demanda. O desequilíbrio de forças, com muitas usinas vendedoras e poucos compradores é uma das razões que emperram esse mercado. (Págs. 1 e B14)
Crédito feminino
O International Finance Corporation (IFC), braço do Banco Mundial para investimentos no setor privado, acertou um empréstimo de US$ 470 milhões ao Itaú Unibanco para financiar pequenas empresárias no país. (Págs. 1 e C11)
Justiça isenta crédito do Reintegra
Exportadores obtêm na Justiça Federal a dispensa do recolhimento de tributos sobre os créditos do Reintegra, que devolve às empresas até 3% do valor embarcado a cada trimestre. (Págs. 1 e El)
Terceirização nos Correios
Tribunal Regional do Trabalho do Distrito Federal proíbe os Correios de contratar funcionários terceirizados para as atividades de carteiro e agentes de distribuição. A estatal alega que as contratações são temporárias e vai recorrer ao TST. (Págs. 1 e El)
Ideias
Delfim Netto
O Brasil precisa de política fiscal austera para aumentar a potência da política monetária sem prejudicar o crescimento. (Págs. 1 e A2)

Luiz Gonzaga Belluzzo
A China compreendeu que as políticas liberais do Consenso de Washington não deveriam ser copiadas pelos emergentes. (Págs. 1 e A11)
Arábia Saudita usa petrodólares para sacudir a economia e preservar o 'establishment' (Págs. 1 e A12)

EUA têm mais medo de risco e menos espírito empreendedor (Págs. 1 e B4)

Justiça autoriza proposta de Energisa e Copel pelo Grupo Rede, diz Botelho (Págs. 1 e B8)

------------------------------------------------------------------------------------
--

Nenhum comentário: