PENSAR "GRANDE":

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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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quinta-feira, junho 06, 2013

QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

06 de junho de 2013

O Globo

Manchete: Competitividade em xeque: Portos: Dilma faz 10 vetos e volta a irritar aliados
Líder do PMDB na Câmara diz que houve quebra de acordo com o Congresso.

Presidente derrubou renovação automática de arrendamentos portuários assinados até 1993 e também dos contratos firmados após aquele ano. Com a abertura do setor, governo espera atrair R$ 25 bilhões.

A presidente Dilma sancionou a nova lei dos portos com dez vetos, irritando líderes da base aliada no Congresso, o que pode provocar novo confronto, como na votação da MP que alterou as regras do setor. O líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), disse que houve quebra do acordo com o Parlamento. O deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP) articula com líderes partidários a derrubada de vetos. Dilma proibiu a renovação de arrendamentos portuários assinados até 1993 e a antecipação da prorrogação de contratos firmados após aquele ano. (Págs. 1 e 21 e 22)

Dólar sobe apesar de IOF zerado
Um dia após o governo zerar o IOF para atrair dólares, a moeda subiu 0,09%, a R$ 2,131, mesmo com intervenção de US$ 1,35 bi do BC. (Págs. 1 e 23)
Barroso diz que julgará mensalão
Aprovado pelo Senado como novo ministro do STF, Luís Roberto Barroso afirmou não se sentir impedido de votar no mensalão, em fase de embargos. Para ele, Supremo foi duro, e o julgamento, um ponto fora da curva. (Págs. 1 e 3 e Merval Pereira)

‘Pê da vida’
Demitido da direção de DST e Aids após divulgar campanha com a frase "sou feliz sendo prostituta", Dirceu Greco criticou duramente o veto do ministro Alexandre Padilha (Saúde), que, segundo disse, coloca em risco o combate à doença. (Págs. 1 e 8)
Tensão fundiária: Justiça suspende reintegração
A Justiça suspendeu a ordem de reintegração de posse da Fazenda Buriti, em Sidrolândia (MS), ocupada por índios terena. O ministro Gilberto Carvalho disse que se equivocou ao dizer que Dilma era contra o cumprimento da decisão judicial. (Págs. 1 e 6 e 7)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: No Senado, Barroso diz que STF foi ‘duro’ no mensalão
Novo ministro do Supremo, que julgará recursos dos condenados, afirmou ser independente e imune a pressão

Aprovado pelo Senado para assumir vaga no STF, Luís Roberto Barroso afirmou ontem, em sabatina na Comissão de Constituição e Justiça da Casa, que o julgamento do mensalão foi “um ponto fora da curva” e que a Corte “endureceu” no caso. O novo ministro garantiu independência e disse ser imune a pressões. Barroso afirmou que não está impedido de participar do julgamento do mensalão, mas apontou que será de Teori Zavascki, também nomeado pela presidente Dilma, o voto que pode fazer a diferença. Ressaltando que se tratava de ponto de vista teórico, disse que os embargos infringentes – recursos quando a votação pela condenação é apertada - estão previstos no regimento do STF. A análise dos recursos, rejeitada pelo presidente Joaquim Barbosa, pode beneficiar os réus. (Págs. 1 e Política A4)

Luis Roberto Barroso
Novo ministro do STF
“Vim fazer o que acho certo. Ninguém me pauta: nem governo nem imprensa nem acusados"

Fotolegenda: Em retirada
Gado é removido de fazenda em Sidrolândia (MS), por receio de ataque; um grupo de 30 índios deixou a região ontem, em um ônibus. Em Brasília, eles tentarão audiência com a presidente Dilma Rousseff. (Págs. 1 e Política A8)
Dilma sanciona Lei dos Portos e veta pontos polêmicos
A presidente Dilma Rousseff vetou 13 pontos da MP dos Portos e barrou as principais mudanças incluídas pelo Congresso no texto. Entre elas, a prorrogação obrigatória dos contratos de arrendamento, novos e antigos – principal motivo de tumultos durante votação da proposta na Câmara, no mês passado. A ação irritou os parlamentares da base aliada, que se movimentam para derrubar os vetos. (Págs. 1 e Economia B4)
Comissão rejeita dupla função e Afif se irrita
Três dos 5 membros da Comissão de Ética do Estado opinaram pela “impossibilidade” do acúmulo de cargos de Guilherme Afif (PSD). O caso vai à Assembleia. Afif disse que comissão “não tem competência” para julgá-lo. (Págs. 1 e Política A6)
Mesmo sem IOF, BC tem de intervir para segurar o dólar
Apesar da redução do IOF para aplicações de estrangeiros, o dólar voltou a subir ontem e foi necessária intervenção do Banco Central para conter as oscilações na cotação. Durante o dia, a moeda variou de R$ 2,09 a R$ 2,15, mas fechou em R$ 2,1310 (queda de 0,28%). (Págs. 1 e Economia B1)
Brasil competitivo: Inovar sempre
Inovação e tecnologia são fundamentais para garantir o crescimento sustentável da economia. (Págs. 1 e Fóruns Estadão)
Motorista bêbado terá nome exposto
Lei estadual prevê que quem tiver habilitação cassada por embriaguez terá nome publicado pelo Detran. O texto depende de sanção do governador Geraldo Alckmin. (Págs. 1 e Metrópole A19)
Obama muda equipe e filosofia da diplomacia (Págs. 1 e Internacional A10)

Demétrio Magnoli
De Tahir a Taksim

O que vive a Turquia é, sim, uma Primavera Turca. O que está em jogo é a plena aceitação das liberdades públicas e individuais. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)
Tutty Vasques
Apitos diferentes!

Seria mais fácil para Dilma se os índios quisessem alguns cargos no governo ou a liberação de recursos para emendas no Congresso. (Págs. 1 e Caderno 2, C6)
Notas & Informações
Nova caça aos dólares

O problema central das contas externas é o baixo poder de competição da economia nacional. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense

Manchete: Lei antiaborto avança sob pressão religiosa
O movimento contrário à interrupção da gravidez e à criminalização da homofobia deu ontem monumental demonstração de força. Liderada pelo pastor Silas Malafaia, a manifestação na Esplanada dos Ministérios reuniu perto de 40 mil pessoas, segundo a PM, 100 mil, na estimativa dos organizadores. No mesmo dia, a Comissão de Finanças e Tributação da Câmara aprovou o polêmico projeto de auxílio financeiro para a vítima de estupro. (Págs. 1 e 2 e 3)

Câmara votará fim do voto secreto até julho (Págs. 1 e 5)

Barroso afirma que STF foi "duro" no mensalão (Págs. 1 e 6)

Julgamento: Caixa de Pandora ficará no TJDFT
Apenas um dos 37 acusados no processo, Domingos Lamoglia, terá foro privilegiado no STJ. Os demais vão responder criminalmente na Justiça comum. (Págs. 1 e 25)
Plano de saúde tem aumento de até 24,7%
Correção atingirá 96,2 mil beneficiários da fundação dos servidores do Ministério da Fazenda, a Assefaz. (Págs. 1 e 13)
Cade aponta monopólio da RedeD’Or
Empresa terá de vender ou o Hospital Santa Lúcia ou o Santa Luzia, exige órgão de defesa econômica. (Págs. 1 e 29)
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Valor Econômico

Manchete: Mantega diz que o dólar terá flutuação mais limpa
O governo vai permitir uma flutuação mais limpa do câmbio neste ano, deixando para trás um período de fortes intervenções que levaram à depreciação do real frente ao dólar de 17% no ano passado. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse ontem, em entrevista ao Valor, que "apesar da volatilidade, estamos hoje com um câmbio mais flexível, mais flutuante do que em outras épocas, com menos intervenções". Ele ressaltou que o Banco Central não está comprando divisas há muito tempo e as operações de swap cambial estavam praticamente zeradas até a semana passada, quando o BC voltou a atuar no mercado futuro - ontem também houve leilão de swaps e o dólar fechou praticamente estável, a R$ 2,131. As intervenções serão feitas para conter o excesso de volatilidade.

“Estamos gradualmente tirando a incidência do IOF. Tinhamos tirado sobre a renda variável e, agora, retiramos da renda fixa”, disse Mantega. Para ele, isso não significa mudança da política cambial, mas apenas do grau de intervenção. “É a mesma política, adaptada ao momento”, explicou. (Págs. 1 e A12)








Redução do IOF pode ter vindo tarde
A decisão do governo de zerar o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) que incide nas aplicações em renda fixa por investidores estrangeiros pode ter vindo tarde demais para atrair recursos ao país e evitar a pressão de alta sobre os juros de longo prazo vista nas últimas semanas. Segundo analistas, a medida pouco deve colaborar para melhorar o déficit em transações correntes, que superou 3% do PIB nos últimos 12 meses.

A cobrança do imposto de 6%, adotada em outubro de 2010, fez o Brasil perder boa parte do fluxo destinado aos países emergentes desde então. Agora, a dinâmica do mercado de renda fixa global é que ditará o movimento dos investidores, com grande chance de a fatia de dinheiro dedicada aos títulos emergentes diminuir. (Págs. 1 e Cl, C2 e C12)

Sancionada a Lei dos Portos, sai 1ª concessão
Mal a presidente Dilma Rousseff sancionou o novo marco regulatório dos portos, o governo da Bahia assina hoje o primeiro contrato com base na nova legislação. Trata-se da concessão, por 30 anos, da retroárea do Porto Sul, em Ilhéus, onde um terminal será construído pela empresa Bahia Mineração (Bamin), com investimento de R$ 4 bilhões.

A presidente Dilma sancionou a nova Lei dos Portos com dez vetos, entre os quais o dispositivo que permitia renovação de contratos anteriores a 1993 e outro que autorizava renovação automática dos posteriores a 1993. (Págs. 1 e A6)
Unilever conta como cortou gastos de € 1 bi
A Unilever fez a mesma quantidade de desodorante caber em uma embalagem com a metade do tamanho. Versões compactas do produto já foram lançadas na Europa e devem chegar ao Brasil em breve, segundo Pier Luigi Sigismondi, diretor global responsável pela cadeia de suprimentos da multinacional. Mudanças como esta e outras menos perceptíveis aos consumidores, como negociações para compra de matéria-prima e melhorias em logística e na produção, levaram a companhia anglo-holandesa a cortar gastos globais de €1 bilhão por ano. Desse total, 8% a 10% se referem à economia feita pela operação brasileira. (Págs. 1 e B4)
Canadá e EUA aumentam a pressão sobre o Brasil na OMC
Canadá e Estados Unidos vão aumentar a pressão sobre o Brasil na semana que vem, em um comitê da Organização Mundial do Comércio, por conta de suspeitas de subsídios às exportações agrícolas e em um sinal do crescente monitoramento sobre as práticas do país.

Em documento restrito aos países do Comitê de Agricultura, o Canadá avisou que quer explicações sobre duas medidas do plano Brasil Maior. A primeira é o benefício fiscal que as empresas agropecuárias passaram a receber na compra de bens utilizados na fabricação de produtos destinados à exportação (o novo drawback integrado). Os canadenses questionam ainda uma emenda no plano na qual identificam que os segmentos de carnes de frango e suína foram contemplados com a isenção de 20% da contribuição previdenciária se 50% ou mais do faturamento tiverem origem em exportações. (Pág. 1)
Massa salarial cresce menos
A difícil retomada da economia e a inflação mais alta neste ano já se refletem no mercado de trabalho. De janeiro a abril, a massa salarial real avançou 3,4% sobre igual período de 2012, a menor taxa desde 2004. (Págs. 1 e A3)
Dilma critica usinas a fio d'água
Durante o Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, ontem, a presidente Dilma Rousseff defendeu a construção de usinas hidrelétricas com grandes reservatórios, a exemplo de Itaipu. (Págs. 1 e A4)
Agricultura/Caderno especial
Avanço na produção agrícola, que “salvou” o PIB do primeiro trimestre de um resultado ainda mais medíocre, evidenciou de forma inequívoca as deficiências logísticas do país. “É lamentável que nossa incompetência seja uma ameaça a esse desempenho extraordinário”, diz Fábio Trigueirinho, da Abiove. (Pág. 1)
Suíça posterga fim do sigilo
O Parlamento suíço decidiu paralisar o exame de um plano de urgência, exigido pelos EUA, para mitigar o segredo bancário no país. A decisão pode levar Washington a retomar investigações contra bancos helvéticos. (Págs. 1 e C11)
Carf ganha blindagem
Depois do Senado, Câmara aprova projeto que blinda os membros do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) contra ações na Justiça. Eles só poderão ser civilmente responsabilizados por suas decisões em caso de fraude ou dolo. (Págs. 1 e E1)
Ideias
Joe Biden

Acredito ser possível, com credibilidade, um continente americano solidamente de classe média, seguro e democrático. (Págs. 1 e A11)

Alexandre Schwartsman

A aceleração decisiva do crescimento econômico permanece uma possibilidade bastante remota. (Págs. 1 e A11)


Cad e vai centrar atuação em casos de maior porte (Págs. 1 e A2)

FMI admite erros graves no resgate da Grécia (Págs. 1 e B12)

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