PENSAR "GRANDE":

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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

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segunda-feira, agosto 12, 2013

QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

12 de agosto de 2013

O Globo



Manchete: Saúde pública - Cariocas esperam até 4 meses por consulta
Doentes madrugam em postos do Rio para conseguir marcar horário

Subsecretário diz que a demora chegava antes a nove meses e que a prefeitura trabalha para reduzir mais o tempo de atendimento

Conseguir uma consulta num posto médico no Rio não é tarefa fácil. Daniel Soranz, subsecretário municipal de Saúde, admite que a espera pode demorar quatro meses, mas ressalta que o tempo chegava a nove meses: “Ainda não é razoável, mas estamos avançando." A aposentada Marlene Silva, por exemplo, já esteve quatro vezes no Centro Municipal Renato Rocco, no Jacaré, e ainda não foi atendida por um médico. Além de ficar horas na fila, ela teve que conviver com galinhas na área de triagem. (Págs. 1 e 7)
Bem nas pesquisas, Marina corre risco de não ter partido
A ex-senadora Marina Silva, que teve 26% das intenções de voto na pesquisa Datafolha, atrás apenas da presidente Dilma, pode não completar o processo de criação da Rede Sustentabilidade a tempo de disputar a eleição de 2014. Cartórios ainda têm de certificar 300 mil. (Págs. 1 e 3)
Deputados pedem CPI da Petrobras já
Após a denúncia de propina na Petrobras para beneficiar políticos do PMDB e a campanha de Dilma em 2010, parlamentares vão recorrer ao STF para instalar logo na Câmara a CPI da estatal, que está na fila. (Págs. 1 e 5)
Vereadores não cedem a protestos
O presidente da Câmara do Rio, Jorge Felippe, disse que os vereadores não pretendem mudar a composição da CPI dos Ônibus. Treze jovens ainda ocupam o plenário da Casa, e Felippe garantiu que não haverá retirada à força. (Págs. 1 e 9)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Dilma gasta mais do que Lula em propaganda
A presidente desembolsou R$ 1,78 bi, em média, por ano, valor 23% maior que no governo de seu antecessor

Os gastos com propaganda do governo federal, incluindo estatais, é nos dois primeiros anos da gestão de Dilma Rousseff 23% maior, na média, do que nos oito anos de mandato de Luiz Inácio Lula da Silva. A presidente também vem gastando mais - cerca de 15% na média, na comparação com o segundo mandato de Lula. Com Dilma, o gasto médio por ano foi de R$ 1,78 bilhão e, com Lula, R$ 1,44 bilhão. Em dez anos de governo petista foram desembolsados, somando todos os órgãos da administração, cerca de R$ 16 bilhões, em valores corrigidos pela inflação, segundo levantamento feito pelo Estado. O valor é quase igual aos R$ 15,8 bilhões previstos para o programa Mais Médicos até 2014. Os dados foram solicitados, via Lei de Acesso à Informação, a cada um dos órgãos que a Secretaria de Comunicação Social informou ter assinado algum contrato publicitário desde 2003. O valor total pode ser maior, porque o Banco do Brasil não forneceu os dados de 2003 a 2009. (Págs. 1 e Política A4)
Construtoras terão de investir em mobilidade
A Prefeitura de São Paulo passou a exigir que as contrapartidas para a construção de megaempreendimentos na cidade estejam relacionadas ao transporte público. O objetivo é que as empreiteiras paguem por faixas exclusivas, abrigos e terminais de ônibus para obter licença para as obras. Entra em operação hoje a faixa exclusiva de ônibus da av. Indianópolis. (Págs. 1 e Metrópole A12)
Novo diretor atuou em 21 processos contra a ANS
Diretor da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o advogado Elano Figueiredo representou o plano de assistência médica Hapvida em pelo menos 21 processos contra o órgão regulador e o Ministério da Saúde. A maioria das ações, propostas na Justiça Federal do CE e do RJ, buscava reverter punições por não pagar tratamento de segurados. (Págs. 1 e Metrópole A13)
Geisel admitiu fazer bomba atômica
Exclusivo/Arquivos Secretos

Marcelo de Moraes
Brasília

O presidente Geisel avaliou construir uma bomba atômica, mostra a segunda reportagem da série sobre documentos secretos do Emfa. Em 10 de junho de 1974, ele mostrou preocupação pelo fato de a índia ter detonado uma bomba atômica e temor de os argentinos fazerem o mesmo. (Págs. 1 e Internacional A10)
Negócios: Crise e inovação
Tradicionais indústrias têxteis de Brusque enfrentam problemas; empresas mais enxutas, criadas por ex-funcionários, ganham espaço. (Págs. 1, B1 e B3)
Ausência de professores paulistanos aumenta 20% (Págs. 1 e Metrópole A16)

Argentina: boca de urna indica derrota de Cristina (Págs. 1 e Internacional A7)

EUA reabrem embaixadas que estavam sob ameaça (Págs. 1 e Internacional A11)

Brasil busca acordo separado com UE, diz jornal
O Brasil pretende apresentar uma proposta individual de acordo comercial entre Mercosul e União Europeia, segundo o jornal britânico Financial Times. O Itamaraty nega. (Págs. 1 e Economia B9)
José Roberto de Toledo
Cenário eleitoral

A despolarização ajuda Marina, a maior beneficiária dos protestos de rua. Pesquisas evidenciam que a polarização PT-PSDB está moribunda. (Págs. 1 e Política A8)
Notas & Informações
O esquecimento de Tombini

Regras de Basileia são manifestações de bom senso. Pouco valem quando desmandos vêm do governo. (Págs. 1 e A3)


Toma lá, dá cá
Caixa negocia com prefeituras patrocínio de times de futebol e em troca fica com a folha salarial do funcionalismo. (Págs. 1 e B8)
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Correio Braziliense

Manchete: Zumbis do crack afundam no crime
Suspeito de atear fogo a duas pessoas no Guará consome a pedra há quatro anos. Ele confessou a dupla tentativa de homicídio: “Não me arrependo”. Dos 400 assassinatos deste ano, 240 foram motivados por drogas. (Págs. 1 e 17)
Eleições: Marina tem só quatro dias para criar partido
A candidatura da ex-senadora depende dos cartórios eleitorais. Eles precisam validar 300 mil assinaturas para a formação da Rede Sustentabilidade, mas estão sobrecarregados com a implantação do sistema de biometria. (Págs. 1 e 2)
Aumenta a pressão: Cadê o Amarildo? (Págs. 1 e 5)

Ellen Gracie escreve sobre o mensalão (Págs. 1 e Direito & Justiça)

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Valor Econômico

Manchete: Erro de ministério limita o uso de energia do Madeira
Um grave erro de planejamento do Ministério de Minas e Energia impedirá que parte da energia produzida até o fim do ano pelas duas usinas do rio Madeira, em Rondônia, seja escoada para o restante do país. Se toda a geração de Santo Antônio e de Jirau for transmitida para o sistema interligado nacional, há risco de queima das turbinas instaladas, o que causaria prejuízos gigantescos. Juntos, os dois empreendimentos estão orçados em quase R$ 30 bilhões. A restrição só será resolvida em dezembro, com a instalação de equipamentos que estavam fora do projeto original das usinas. Enquanto isso, a alternativa é limitar o escoamento a um nível muito inferior ao previsto.

Os sistemas de supervisão e controle dos equipamentos das usinas e do complexo de transmissão não são compatíveis. A falha foi detectada no fim de 2010, mas só em junho deste ano ela apareceu em um documento público: a ata do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico. Na reunião, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) registra “preocupação” com carta recebida do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) na qual o problema é relatado. Até então, a falha vinha sendo tratada por meio de ofícios, sem divulgação pública, provocando constrangimento entre as empresas envolvidas e órgãos do governo em torno da dimensão do erro identificado. (Págs. 1 e A12)
Alstom atrasa contrato com Metrô de SP
Cinco anos depois de assinar contrato de RS 780 milhões com o governo de São Paulo para instalar uma nova tecnologia em três linhas do metrô, a fabricante francesa Alstom — suspeita de irregularidades em licitações — não entregou o trabalho. O prazo original venceu em 2011 e o contrato está em análise pelo Ministério Público do Estado.

A nova tecnologia poderia reduzir o intervalo entre os trens em 58%. A Alstom só instalou o sistema em caráter de teste em alguns trechos da linha 2-Verde. Procurado, o Metrô confirmou que a Alstom deixou de entregar os serviços e informou que foram aplicadas penalidades à fabricante. “Em razão dos atrasos da empresa, foram aplicadas multas que somam RS 77 milhões.” Os pagamentos da Alstom por parte do Metrô estão suspensos há um ano. (Págs. 1 e B11)
Preços caem e vendas de tablets sobem 400% no ano
Com preços mais baixos e maior variedade de modelos, as vendas de tablets cresceram 400% no país no primeiro semestre, segundo levantamento da Nielsen. Thiago Moreira, diretor da empresa de pesquisa, disse ao Valor que os tablets têm se transformado no mecanismo de inclusão digital de uma parte dos brasileiros que não querem gastar com computador convencional. Segundo a Nielsen, o valor médio de um aparelho no primeiro semestre ficou em R$ 550, quase metade do registrado um ano antes.

As vendas de smartphones também estão em alta: 121% nos primeiros seis meses do ano. Segundo a pesquisa, os celulares avançados representaram 28% das vendas de toda a categoria no país, bem acima dos 12% registrados no mesmo período do ano passado. (Págs. 1 e B2)
Fotolegenda: Ajuste nos bancos
Embora a data final para entrada em vigor das novas normas prudenciais dos bancos seja em 2019, já houve avanços. Os níveis de capital cresceram em muitas instituições e há um ajuste gradual para melhora no nível de liquidez, disse ao Valor Stefan Ingves, presidente do Comitê de Basileia. (Págs. 1 e C12)
IDH melhora, prefeito não é reeleito
Os prefeitos das cidades que registraram o maior aumento proporcional do índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) de 2010, divulgado pelo PNUD, tiveram maior dificuldade de se reeleger em 2012.

Em vez de se beneficiarem eleitoralmente da melhora dos indicadores de renda, saúde e educação (que compõem o índice), os prefeitos dos cem municípios com o maior avanço entre os IDHs de 2000 e 2010 viram cair suas chances de reeleição. É o que mostra levantamento feito pelo Valor Data a partir do cruzamento de dados do PNUD, do Tribunal Superior Eleitoral e da Confederação Nacional dos Municípios. Esses municípios tiveram taxa de reeleição de 48,7% — menor que a dos prefeitos das cem cidades que registraram as menores evoluções de IDH. (Págs. 1 e A6)
Sob Abilio Diniz, BRF passa por reformulação
O consultor Cláudio Galeazzi deve ser nomeado presidente global da BRF, como parte de uma reformulação completa no comando da empresa. As mudanças, que serão discutidas pelos sócios na noite de amanhã e anunciadas publicamente na quarta-feira, preveem também a criação do cargo de presidente internacional, a quem caberá cuidar das operações da companhia brasileira no exterior.

O novo organograma é reflexo da chegada do empresário Abilio Diniz, em abril deste ano, à presidência do , conselho de administração. Com o apoio de dois dos principais sócios — Tarpon e Previ —, Diniz está mudando os rumos da empresa, que nasceu da fusão entre a Perdigão e a Sadia A dança das cadeiras não é a única consequência da reorganização da BRF. Também será implantado um modelo de gestão mais agressivo e com foco no varejo. Haverá ainda um programa de metas, até o nível gerencial da companhia, que atingirá 100 pessoas. (Págs. 1 e B16)
Camex fecha até setembro proposta de acordo comercial com União Europeia (Págs. 1 e A2)

Contexto econômico ruim adia avanços para fundo de investimento (Págs. 1 e D2)

Adesão a Dilma opõe Kátia Abreu a ruralistas do Congresso (Págs. 1 e A5)

Pessimismo exagerado
Para associações industriais e executivos, pessimismo que dominou o mercado nas últimas semanas é exagerado. Apesar da queda de confiança de consumidores e empresários, julho não foi um catástrofe. (Págs. 1 e A3)
Unimed Paulistana busca soluções
Com prejuízo de R$ 120 milhões no ano passado e perda de 180 mil clientes em 18 meses, a Unimed Paulistana contratou a consultoria MCF — do ex-presidente do Grupo Pão de Açúcar Augusto Cruz — para tentar corrigir seus rumos. (Págs. 1 e B5)
Preço emperra venda da Celg D
Quase dois anos após a Eletrobras assinar protocolo de intenções para assumir o controle da Celg D, distribuidora de energia do governo goiano, Estado e a estatal federal ainda discutem o preço da operação. (Págs. 1 e B12)
Yara assume a ponta
A multinacional norueguesa Yara comprou o negócio de fertilizantes da Bunge no Brasil por US$ 750 milhões. Com o negócio, a empresa assume a liderança do mercado no país. (Págs. 1 e B15)
Agência de Extensão Rural adiada
Anunciada pela presidente Dilma no lançamento do Plano Safra 2012/13, em junho do ano passado, a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural só deve sair do papel ao longo do ciclo 2014/15, que começa em julho do próximo ano. (Págs. 1 e B16)
Energia
Nos últimos anos, aumentou a dependência brasileira da importação de combustíveis e bens petroquímicos, situação que poderá se consolidar nas próximas décadas. “O governo confunde planejamento com intervenção”, diz o presidente do Centro Brasileiro de Infraestrutura, Adriano Pires. (Págs. 1 e Caderno especial)
Sem ampliação de voto no FMI
O Tesouro americano sinalizou a representantes brasileiros que um novo aumento no poder de voto do Brasil no Fundo Monetário Internacional (FMI), previsto para janeiro de 2014, dificilmente será concretizado. (Págs. 1 e C1)
Mais rigor com a segurança
A Justiça está mais rigorosa em questões relacionadas a acidente de trabalho. Ao mesmo em que responsabiliza a empresa que não fiscaliza o uso de equipamento de segurança, tem mantido demissões por justa causa de empregado que resiste a usá-lo. (Págs. 1 e E1)
Demissão desproporcional
Tribunal Regional do Trabalho converte demissão por justa causa em dispensa imotivada de empregada de supermercado que utilizou, no local de trabalho, desodorante que deveria ser comercializado pelo estabelecimento. (Págs. 1 e E1)
Ideias
Sergio Leo

À lista dos campeões com financiamentos do BNDES, o governo agora acrescenta a dos perdedores com o ajuste econômico. (Págs. 1 e A2)

Marcelo Carvalho

Uma tempestade perfeita está se formando no horizonte para os mercados emergentes. (Págs. 1 e A10)
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