PENSAR "GRANDE":

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[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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valor ...ria...nine

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quarta-feira, agosto 14, 2013

QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

14 de agosto de 2013

O Globo

Manchete: Fora dos trilhos: Trem-bala custará R$ 1 bi mesmo se não sair do papel
Governo se divide sobre manter o projeto, cujos custos não param de subir.

Presidente de estatal diz que apenas o projeto executivo do Trem de Alta Velocidade (TAV), q
ue conterá detalhes da parte de engenharia, como o número de túneis, pontes e estações, está orçado em R$ 900 milhões.

A insistência do governo em manter o polêmico projeto do trem-bala entre Rio, São Paulo e Campinas vai custar pelo menos R$ 1 bilhão aos cofres públicos até o ano que vem, mesmo que o Planalto desista de fato da obra, como admitiu anteontem o ministro César Borges. O cálculo considera o que já foi gasto com os estudos de viabilidade econômica e contratação de consultoria, além do valor do projeto executivo — que, segundo o presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), Bernardo Figueiredo, tem custo de R$ 900 milhões. O leilão já foi adiado três vezes, agora por um ano. Ontem, a ministra Gleisi Hoffmann disse que “o governo não desistiu" mas apenas adiou a licitação. (Págs. 1 e 21 e editorial “A insistência no erro chamado trem-bala")


Gol acumula prejuízo de R$ 2 bi em apenas um ano e meio
Com a alta do dólar e do combustível, a Gol teve prejuízo de R$ 433 milhões de abril a junho, no 6º trimestre seguido de perdas, que acumulam R$ 2 bi. Nos EUA, o governo quer barrar a fusão da American Airlines com a US Airways. (Págs. 1, 21 e 22)
Um julgamento para a história: Mensalão retoma hoje à pauta do STF
Para Gilmar Mendes, objetivo de embargos de declaração foi protelar cumprimento de sentenças.

Os ministros do Supremo Tribunal Federal iniciam hoje a apreciação dos recursos dos réus condenados no mensalão, esquema de pagamento de propina a políticos aliados do governo Lula, entre 2003 e 2005. Inicialmente, serão julgados os embargos de declaração, usados para questionar supostas omissões ou contradições do acórdão. Ministros acreditam que esta parte poderá ser concluída rapidamente. Ontem, o Senado aprovou uma resolução que estende a exigência de ficha limpa aos servidores da Casa. (Págs. 1 e 8)
Lula defende aliança de Campos e Dilma
O ex-presidente Lula convidou publicamente o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, para tratar da eleição de 2014 e do apoio à reeleição de Dilma. (Págs. 1 e 4)
Alckmin decide processar a Siemens (Págs. 1 e 6)

Orçamento impositivo: Câmara impõe derrota ao Planalto
Numa derrota para a presidente D Uma, a Câmara aprovou ontem, em primeiro turno, a PEC que obriga o governo a pagar emendas parlamentares. O Palácio do Planalto queria vincular 50% do valor das emendas para a Saúde, mas não houve acordo nem com a sua base. (Págs. 1 e 3)
Ganho turbinado: Lucro do BB bate recorde: R$ 10 bi (Págs. 1 e 23)

Concessionário fica: Maracanã não será devolvido (Págs. 1 e caderno esportes)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: EUA dizem que espionagem ajudou a proteger brasileiros
Em visita ao Brasil, secretário de Estado defende coleta de informações’ e afirma que País terá explicações

Mesmo cobrado pela presidente Dilma Rousseff e pelo chanceler Antonio Patriota, o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, defendeu em Brasília o que chamou de “coleta de informações” promovida pela Casa Branca. Kerry, que ontem encerrou visita à América do Sul, afirmou que a medida ajudou a proteger cidadãos, incluindo brasileiros. Ele garantiu que o Brasil receberá as respostas que quiser sobre a interceptação de dados. “Estamos convencidos de que a nossa coleta de informação ajudou a proteger nossa nação de uma série de ameaças e também protegeu brasileiros”, disse, ao responder a jornalistas sobre o programa americano de espionagem. Em audiência no Palácio do Planalto, Dilma Rousseff cobrou esclarecimentos sobre o episódio e lembrou a necessidade de a Casa Branca dar garantias de que os dados dos brasileiros serão protegidos de violações. (Págs. 1 e Internacional A9 e A10)

Visto americano

O governo disse que avança a negociação com os EUA para afrouxar a exigência de visto de brasileiros. John Kerry espera chegar “um dia" à isenção do visto. (Págs. 1 e Metrópole A18)

Alckmin vai à Justiça contra Siemens, mas mantém contrato
Um dia após obter na Justiça acesso às investigações do Cade sobre formação de cartel no fornecimento de trens do Metrô e da CPTM, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou que processará a Siemens. Apesar disso, os contratos em vigor serão mantidos. Alckmin também deixou clara a estratégia de dividir o ônus das denúncias com o governo federal ao citar licitações em outras capitais. (Págs. 1 e Política A4)
Planalto quer Saúde na verba para emendas
Após fracassar na negociação com a base para derrubar a proposta de Orçamento impositivo, o governo escalou o ministro Alexandre Padilha (Saúde) para pedir vinculação de parte dos recursos à sua pasta. A mudança na Carta obrigaria o governo a fazer execução orçamentária equivalente a 1% da receita líquida do ano anterior. (Págs. 1 e Política A8)
Fotolegenda: Mais Médicos e política em SP
O governador Geraldo Alckmin, a presidente Dilma Rousseff e o ministro Alexandre Padilha (Saúde) participam de solenidade em Itapira (SP): durante o evento, Dilma fez elogios ao programa Mais Médicos, que Padilha (PT), possível adversário de Alckmin (PSDB) na disputa pelo governo de SP em 2014, quer usar como carro-chefe de campanha. (Págs. 1 e Política A6)
Senado eleva a US$ 1,2 mil gasto em free shop
O Senado aprovou a ampliação do limite de compras em free shops (isentas de tributos) de US$ 500 para US$ 1,2 mil. O projeto vai agora para a Câmara. As regras para os gastos realizados no exterior não foram modificadas. (Págs. 1 e Economia B4)
Venda de ações fez lucro do BB crescer 148%
Influenciado pela venda das ações da BB Seguridade, o lucro líquido do Banco do Brasil cresceu 148,4% em 1 ano. O BB reforçou sua política de oferta de crédito, na contramão dos bancos privados, que reduziram estimativa de concessões. (Págs. 1 e Economia B1 e B3)
Israel liberta palestinos antes de negociações (Págs. 1 e Internacional A11)

Celso Ming 
Gasolina sob pressão

Tanto para a Petrobrás como para o prefeito Haddad, o governo vem negando reajuste na gasolina, sob o argumento de que seria inflacionário. (Págs. 1 e Economia B2)

Roberto DaMatta 
Manifestações e passeatas

O pensamento moderno (que privilegia o indivíduo) tem dificuldade para entender algum movimento coletivo. A interligação nos deixa apalermados. (Págs. 1 e Caderno 2, C10)

Notas & Informações
O Congresso segue malvisto

Aversão aos integrantes da instituição que encarna a soberania popular pode enfraquecer a democracia. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense

Manchete: Barbárie na Asa Sul: Moradora ataca colega, envolve em lençóis e toca fogo
Conhecida pelos colegas como ambiciosa, vaidosa e uma bem-sucedida garota de programa, a baiana Ananci Conceição de Jesus, 34 anos, morreu na madrugada de ontem de forma trágica. Flagrada por câmera em prédio da 415 Sul, Ellen Samara Moraes de Lucena, 33, confessou o assassinato. Contou, em depoimento, ter empurrado a suposta companheira escada abaixo após discussão e o fim do namoro entre as duas. Depois a chutou. Ao vê-la sem sentidos, envolveu-a com cobertores e sacos e a levou para o gramado da quadra lá fora. Em seguida, pegou álcool, jogou sobre a vítima e ateou fogo. A crueldade do crime estarreceu os vizinhos. A polícia apura também se a intenção de Ellen — que já tem passagem pela polícia por estelionato—era roubar Ananci. Colegas da jovem morta dizem desconhecer o suposto caso amoroso entre as duas. Além de Ananci, duas pessoas foram queimadas entre a noite de segunda-feira e a manhã de ontem no Distrito Federal. (Págs. 1 e 19 e 20)

Orçamento: Câmara aprova PEC das emendas
O Planalto ainda tentou negociar, mas os deputados aprovaram em primeiro turno, com 378 favoráveis, 48 contrários e uma abstenção, a proposta que obriga o governo a executar as emendas parlamentares individuais. Aliados tentarão garantir, no Senado, a destinação de 50% dos recursos à saúde. (Págs. 1 e 2)
Terceirizados levam calote na Esplanada
Contratadas por três ministérios, as empresas Adminas e Delta não pagaram os trabalhadores. Mesmo tendo repassado os recursos, a União terá que arcar com os salários atrasados. (Págs. 1 e 8)

Até US$1,2 mil no freeshop
Senado eleva o limite para as compras nos aeroportos nacionais. A moeda dos EUA bateu ontem em R$ 2,31. (Págs. 1 e 10)
Ainda é pouco, John Kerry
O secretário de Estado dos EUA usou o terror para justificar a espionagem, mas não convenceu a diplomacia brasileira. (Págs. 1 e 14)

Maduro busca superpoderes
Presidente venezuelano anuncia que pedirá “poderes especiais" à Assembleia Nacional. Ele diz precisar de apenas um voto para governar por decreto e combater a corrupção. Oposição critica manobra política. (Págs. 1 e 15)
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Valor Econômico

Manchete: A “inflação da Copa” chega a 583% em hotéis
As diárias que estão sendo cobradas nas reservas de hotéis para a Copa do Mundo incorporam um aumento de até 583% em relação às verificadas no mês passado. Foi o que concluiu a Embratur após um amplo levantamento nas 12 cidades-sede da Copa de 2014. Segundo a pesquisa, a tarifa média no Rio é de US$ 461, em comparação aos US$ 200 de Johannesburgo, na Copa da África do Sul (2010), e US$ 300 em Berlim, na da Alemanha (2006).

O presidente do Embratur, Flávio Dino, está preocupado com o que os técnicos do órgão estão chamando de “inflação da Copa”. Ele teme que os altos preços dos hotéis possam não só prejudicar as vendas de pacotes para o evento como também fixar a imagem do Brasil como um destino turístico caro. “Isso justamente quando o país deve bater a barreira histórica de 6 milhões de turistas por ano”, disse Dino ao Valor PRO, serviço de notícias em tempo real do Valor. (Págs. 1 e A2)


Ex-diretor da Aneel vê Cesp e Cemig prejudicadas
Cemig e Cesp estão “cobertas de razão” na disputa com o governo federal sobre a renovação das concessões. Esse é o entendimento do procurador Julião Coelho, que renunciou ao mandato de diretor da Aneel. As duas estaduais de energia, controladas pelos governos de Minas e São Paulo, alegavam durante o processo de renovação antecipada das concessões o direito de prorrogar os contratos uma primeira vez, como fizeram todas as outras empresas até aquele momento, com o aval do Ministério de Minas e Energia.

O ex-diretor da agência afirma que a “expectativa de direito” é fundamental para dar estabilidade jurídica e regulatória ao setor. “Nessas usinas, os titulares tinham uma justa expectativa, uma legítima expectativa, de que teriam suas concessões prorrogadas”, disse ao Valor. (Págs. 1 e A3)
Fusão no setor de medicamentos
A Brasil Pharma, rede de varejo de farmácias controlada pelo banco BTG Pactuai, negocia com três das maiores distribuidoras de medicamentos do país — Profarma, PanPharma (ex-Panarello) e Santa Cruz — com o objetivo de unir as operações com uma dessas companhias nos próximos meses, apurou o Valor. As discussões tiveram início há cerca de três meses, de forma separada com cada distribuidora, e já avançaram “consideravelmente”, de acordo com fontes familiarizadas com a operação.

No momento, as conversas tentam quantificar os ganhos de sinergia para cada uma das possíveis parceiras. Caso o negócio seja concluído, será criada a maior rede de varejo e distribuição de medicamentos do Brasil, com faturamento superior a R$ 7 bilhões por ano. Procurados, representantes da Santa Cruz e PanPharma não confirmaram as negociações. Profarma e BR Pharma não se manifestaram até o fechamento desta edição. (Págs. 1 e B1)
Indústria de caminhões cresce e pede manutenção de incentivos
Após um 2012 marcado por interrupções na produção para se ajustar à demanda fraca, a indústria de caminhões entrou em fase de expansão. Em junho, a Ford começou a produzir extrapesados em São Bernardo do Campo (SP) e a International iniciou a operação de sua nova fábrica em Canoas (RS). A Scania parou a fábrica no ABC recentemente, mas para adequá-la a um mercado maior, no qual os caminhões pesados puxam a demanda. Nos próximos meses, a DAF começa a produzir no Paraná. (Págs. 1 e B8)
Como tratar o preterido na sucessão de executivo
Não são raros os casos em que empresas perdem alguns de seus melhores executivos quando eles são preteridos em uma escolha para presidente ou diretor. A partir de determinado nível de comando, muitos deixam a companhia após não serem escolhidos para posições de destaque. Os processos sucessórios costumam seguir regras que não conseguem agradar a todos os participantes. “Recentemente, conduzi um programa para escolher o presidente de uma empresa que fatura RS 15 bilhões por ano. Eram três candidatos internos. Um despontou e os outros dois preferiram deixara companhia”, diz Jacques Sarfatti, sócio da consultoria Russell Reynolds. (Págs. 1 e D3)
São Félix do Xingu enfrenta o passivo ambiental
O município de São Félix do Xingu tem minérios, madeira e o maior rebanho bovino do Pará. Foi também o primeiro da lista de 2008 do governo federal de grandes desmatadores da Amazônia, o que significou a proibição de crédito público aos produtores do município. Agora, São Félix do Xingu tenta reordenar a economia predatória e extrativista para um modelo sustentável, em um esforço planejado por governo e sociedade civil.

Os resultados já começam a surgir, mas não o suficiente para que São Félix saia da lista de municípios desmatadores. “Conseguimos reduzir o desmatamento, que em 2000 era de 2,5 mil km2 ao ano, para 162 km2. Isso não devia ser levado em consideração?” questiona o secretário de Meio Ambiente, Bruno Kono. O limite estabelecido pelo governo é de 40 km2 ao ano. Um critério contestado pelo prefeito, João Cleber (PPS): “Somos muito grandes e chegar a esse limite vai ser mais difícil para nós”. (Págs. 1 e B12)

MP quer punição à Samsung
O Ministério Público do Trabalho moveu ação civil pública contra a Samsung pelas más condições de trabalho dos empregados da empresa na fábrica da Zona Franca de Manaus. A ação pede uma indenização mínima de R$ 250 milhões. (Págs. 1 e B3)
Aviação Executiva
Com crescimento médio de 10% ao ano, o mercado brasileiro de aviação executiva continua sendo um dos mais atrativos para os grandes fabricantes internacionais de helicópteros, com uma frota de quase 2 mil aeronaves, a quarta maior do mundo. (Págs. 1 e Caderno especial)
Atraso em rapasse isenta de multa
Decisão do Tribunal Superior do Trabalho isenta hospital de multas aplicadas pela fiscalização por não cumprir o pagamento de direitos trabalhistas devido a atrasos no repasse de verbas do SUS pela União. (Págs. 1 e El)
Telecomunicações
Empresas de telecomunicações lideram os rankings de reclamações nos Procons de todo o país. Para o diretor do Departamento de Infraestrutura da Fiesp, Carlos Cavalcanti, as centrais de atendimento funcionam mais como escudo das operadoras do que para ajudar os clientes. (Págs. 1 e Caderno especial)
Ideias
Cristiano Romero

O BC não vai olhar para o que passou e a queda do IPCA de julho a zero não vai orientar a ação do Copom daqui em diante. (Págs. 1 e A2)

Virgílio Afonso da Silva

Para o governo, participação popular parece ser simplesmente convocar um plebiscito e a oposição está ainda mais perdida. (Págs. 1 e A5)
Cassação de liminares abre caminho para cobrança bilionária por térmicas (Págs. 1 e A3)

Fundos de pensão querem prazo maior para reduzir déficit (Págs. 1 e C3)

Emendas à LDO acabam com a contabilidade criativa, diz o Pedro Taques (Págs. 1 e A6)

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