PENSAR "GRANDE":

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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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sexta-feira, agosto 02, 2013

QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

02 de agosto de 2013

O Globo

Manchete: Balança no vermelho: Déficit comercial do país é o pior da história
Importação de combustíveis deixa resultado negativo em US$ 5 bi no ano.

Na indústria, produção surpreende e volta a crescer. Analistas já admitem que economia brasileira poderá ter expansão maior em 2013.

Com a disparada das importações dos combustíveis, a balança comercial brasileira registrou, nos sete primeiros meses do ano, déficit de US$ 4,989 bilhões, o maior da história, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento. Como a série do governo começou em 1993, o resultado é o pior em 20 anos. As exportações do país caíram 1,5%, enquanto as importações cresceram 10%. Já a indústria nacional, após encolher em maio, voltou a avançar em junho. A expansão foi de 1,9%, acima das previsões. Analistas admitem que PIB do trimestre pode ficar melhor. (Págs. 1, 24, 25 e Míriam Leitão)

Dólar fecha a R$ 2,30, no maior patamar em quatro anos (Págs. 1 e 26)

Protesto dá nó no trânsito da Zona Sul
Moradores da Rocinha fecharam Autoestrada Lagoa-Barra e túneis em manifestação contra desaparecimento de pedreiro.

Cerca de 300 moradores da Rocinha interditaram ontem à noite a Autoestrada Lagoa-Barra, em protesto contra o desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza, ocorrido após ele ter sido levado por policiais da UPP da favela. O protesto deu um nó no trânsito da Zona Sul. O grupo se juntou a manifestantes acampados próximo do apartamento do governador Sérgio Cabral, no Leblon. "Também quero saber onde está Amarildo", disse Cabral, garantindo rigor na apuração. Segundo a polícia, o GPS dos carros da UPP estava desligado no dia do desaparecimento. (Págs. 1 e 12 e 13)
Patinando no FMI
“Não vejo como o país (a Grécia) pode se recuperar, implementando um ajuste fiscal duradouro e promovendo reformas”

Paulo Nogueira, justificando seu voto pela abstenção, em reunião do FMI sobre ajuda à Grécia

“Ele (Nogueira) achou que essa seria a posição correta. Não foi. Já declarei à diretora Lagarde que somos a favor (da ajuda à Grécia)”

Guido Mantega, ministro da Fazenda, desautorizando o representante brasileiro, no dia seguinte. (Págs. 1 e 23)


Uruguai quer controlar ‘happy hour’
Embalado pela vitória na Câmara, que aprovou a venda e o cultivo de maconha, o presidente José Mujica agora quer regular o consumo de álcool. O projeto de lei limita as promoções de bebidas no happy hour. (Págs. 1 e 31)
Corte mantém condenação de Berlusconi
A Corte de Cassações italiana confirmou a condenação do ex-premier Silvio Berlusconi, que é senador, a quatro anos de prisão. Beneficiado por um indulto, ele poderá cumprir prisão domiciliar ou fazer serviço comunitário. (Págs. 1 e 29)
Problemas em rede: Enxurrada de ações contra Cedae
Queixas contra a má qualidade dos serviços prestados pela Cedae resultaram em 31.828 ações nos juizados especiais cíveis em 2012. Comparado com o total de queixas no ano anterior (6.144), o aumento foi de 418%. Entre as empresas mais reclamadas, ela só perde para a Oi. O governador Sérgio Cabral disse que pode antecipar o controle externo da empresa. (Págs. 1 e 10)
Evasão na primeira fase: Mais Médicos tem desistência alta
Lista divulgada ontem pelo Ministério da Saúde mostra que, de quase 4 mil inscritos no programa Mais Médicos, 1.631 abandonaram a adesão na primeira chamada. (Págs. 1 e 3)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Mantega resiste a projeto que afrouxa gasto em transporte 
Dilma cobra esforço máximo do governo para buscar solução jurídica; ministro diz que LRF não mudará

A presidente Dilma Rousseff exigiu “esforço máximo e conjunto” de sua equipe na busca por uma solução jurídica para tirar os investimentos em mobilidade urbana do cálculo do endividamento de Estados e municípios, conforme revelou ontem o Estado. O advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, foi convocado para apresentar sugestões. Mesmo com a determinação de se fazer a modificação legal, o ministro Guido Mantega (Fazenda) ficou incomodado porque a revelação do plano repercutiu mal no mercado, dando a impressão de relaxamento da política fiscal. Mantega disse que a Lei de Responsabilidade Fiscal não mudará: “Não há razão”, afirmou. “De modo geral, os Estados têm espaço fiscal para arcar com mais dívida.” (Págs. 1 e Política A4)

Cai a confiança na Presidência
Pesquisa índice de Confiança Social feita anualmente pelo Ibope desde 2009 mostra que as 18 principais instituições do País perderam boa parte da confiança dos brasileiros após os protestos de junho. O índice caiu de 54 para 47. A maior perda foi a da instituição “presidente da República": 21 pontos em um ano, o triplo da média geral. (Págs. 1 e A8)
Balança tem déficit recorde; importação ganha incentivo
De janeiro a julho, a balança comercial do País acumulou déficit de US$ 4,989 bilhões, a pior marca da história para o período. Somente em julho, o déficit foi de US$ 1,9 bilhão. Ontem, o governo anunciou a redução do Imposto de Importação para 100 produtos, a maior parte insumos utilizados pela indústria, com o objetivo de baratear o custo e tentar impedir aumento da inflação. O dólar subiu 1,1% e encerrou o dia a R$ 2,3030. (Págs. 1 e Economia B1 a B4)
‘Cometi erros’, admite Cabral sobre protestos
O governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), admitiu que errou ao não dialogar com aliados e a sociedade, mas disse estar convencido de que os recentes protestos contra seu governo são organizados por uma “oposição que está disposta a tudo” e não aceita negociar. “Por conta de focar na gestão, acabei deixando de lado o diálogo que sempre me marcou”, disse. (Págs. 1 e Política A8)
Manifestação tensa em SP tem 3 presos
Cerca de 400 pessoas fizeram uma passeata tensa em São Paulo. Acompanhado por policiais, o grupo se reuniu na Prefeitura e seguiu para a Avenida Paulista, onde houve início de tumulto e três jovens foram presos. (Págs. 1 e Metrópole A20)
Governo quer ligar residência a trabalho no SUS
Em nova tentativa de contornar os problemas já previstos na votação do programa Mais Médicos, o governo agora quer transformar a residência obrigatória em pré-requisito para a contratação de médicos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e até mesmo por universidades públicas. O Conselho Federal de Medicina definiu a medida como “trabalho forçado”. (Págs. 1 e Metrópole A15)
Dilma sanciona lei sobre violência sexual
A presidente Dilma Rousseff sancionou sem vetos a lei que dispõe sobre o atendimento obrigatório em hospitais da rede do SUS a vítimas de violência sexual. A lei entra em vigor 90 dias após a publicação, que deve ocorrer hoje. (Págs. 1 e A17)
Rússia concede asilo a Snowden
Após 38 dias, o ex-agente da CIA Edward Snowden deixou aeroporto de Moscou. A visita de Barack Obama à Rússia, em setembro, poderá ser cancelada. (Págs. 1 e Internacional A12)
Berlusconi recebe pena por fraude
O ex-premiê Silvio Berlusconi foi condenado por fraude fiscal. Ele anunciou a volta de seu partido à política, o que leva à Itália um clima de instabilidade. (Págs. 1 e Internacional A14)
Cursos técnicos usarão nota do Enem (Págs. 1 e Metrópole A18)

Dora Kramer 
Nada de novo no front

Recuos de decisões apressadas são marco do governo desde o primeiro ano de mandato da presidente Dilma e mesmo antes das manifestações. (Págs. 1 e Política A6)
Ignácio de Loyola Brandao 
Dobradinha na presidência?

Se o Lula nunca saiu, tudo o que está acontecendo, economia ruim, saúde péssima, educação aos pedaços, é culpa do Lula. (Págs. 1 e Caderno 2, C14)
Notas & Informações
Convite ao protesto

O projeto da “minirreforma eleitoral” convida à volta às ruas e mostra a desfaçatez dos políticos. (Págs 1 e A3)

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Correio Braziliense

Manchete: Do céu que nos inspira...
A Brasília que encanta os poetas terá um fim de semana ao som de Djavan, de Elomar e do mutante Sérgio Dias. Mas, além de música, há ousadia no circo; comédia nos cinemas; e emoção do futebol no Mané. Aproveite

...À realidade que nos dói

Indigne-se: apesar de não faltar trabalho, Congresso fica às moscas pelo terceiro dia consecutivo. Distritais dão sinais de nova pizza. Vereadores são presos por tráfico no Entorno. E um mendigo é queimado vivo no Guará. (Pág. 1)

Descaso: Projetos à espera de votação
Nem a liberação de R$ 2 bilhões em emendas animou o Congresso. Dos 594 parlamentares, só 70 decidiram aparecer. (Págs. 1 e 2)
Legislativo: Demissão aponta para impunidade
Procurador que pediu a abertura de processo contra três distritais envolvidos em denúncias de corrupção é exonerado do cargo. (Págs. 1 e 19)
Políticos na cadeia
Dois vereadores, um deles Aderbal Souza, de Luziânia, são acusados de integrar bando que vendia cocaína no Entorno. (Págs. 1 e 20)
Saúde: Vítima de estupro receberá pílula
Dilma resiste à pressão de religiosos e sanciona lei que garante contraceptivo do dia seguinte a vítimas de violência sexual. (Págs. 1 e 3)
Berlusconi: Justiça italiana pune ex-premiê
Suprema Corte confirma: quatro anos de cadeia por fraude fiscal. Mas ele deve ficar apenas um ano detido e em prisão domiciliar. (Págs. 1 e 15)
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Valor Econômico

Manchete: Licitação de portos terá taxa de retorno de 7,5%
O governo fixou em 7,5% a taxa interna de retorno nos novos contratos de arrendamento do setor portuário que pretende licitar no fim do ano. A primeira rodada de licitações envolverá 31 áreas nos portos de Santos (SP) e do Pará. Os estudos de viabilidade econômica deverão ser publicados até o fim da próxima semana, segundo informaram ao Valor PRO auxiliares diretos da presidente Dilma Rousseff.

Os estudos ficarão em consulta pública durante 30 dias. Depois, serão enviados ao Tribunal de Contas da União, a quem cabe dar a palavra final sobre os editais definitivos. Se não houver imprevistos, o governo promoverá os leilões em novembro ou dezembro, em sessão na BM&FBovespa. Todos os lotes deverão ser oferecidos simultaneamente, sem fatiamento. Há contratos em vigência que vencem somente em 2015 e 2016, mas as licitações serão feitas imediatamente. Os vencedores terão de esperar o fim da vigência dos contratos para substituir os operadores atuais. (Págs. 1 e A3)

Dilma quer o trem-bala na reeleição
A presidente Dilma Rousseff está inclinada a adiar, mais uma vez, o leilão do trem-bala Rio-São Paulo-Campinas. Mas não será um adiamento de dois ou três meses. Ela simpatiza com a ideia de levar a discussão para a campanha presidencial de 2014 e defender o projeto contra seus críticos. Se vencer a eleição, abre caminho para levá-lo adiante em janeiro de 2015. Se perder, a proposta é engavetada. Enquanto isso, o projeto executivo de engenharia, que está perto de ser contratado, tomará corpo e ficará pronto no ano que vem. Se a data de entrega das propostas for mantida em 16 de agosto, só o consórcio francês entrará. (Págs. 1 e A2)
Para Lagarde, voto do Brasil foi 'infeliz'
A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, classificou como "muito infeliz" o episódio em que o diretor-executivo do Fundo para o Brasil e dez outros países, Paulo Nogueira Batista Jr., decidiu se abster na votação de uma nova parcela de ajuda à Grécia. "Os fatos falam por si mesmos", afirmou Lagarde em entrevista a um grupo de 20 veículos de imprensa de vários países, no qual o Valor era o único brasileiro. "Estou muito satisfeita que a posição do Brasil pôde ser retificada", afirmou, referindo-se a contato telefônico com o ministro Guido Mantega, que desautorizou o voto de Nogueira.

Lagarde disse também que a desaceleração da economia brasileira nos últimos anos se deve à combinação de fatores domésticos e externos. E ressalvou: "O Brasil não está isolado". (Págs. 1 e C14)
Indústria reclama do fim de proteção
As empresas químicas, petroquímicas, siderúrgicas e de máquinas receberam com preocupação a notícia de que o governo não vai renovar em outubro a proteção concedida à indústria nacional por meio do aumento do Imposto de Importação. Neste caso, algumas empresas preferem fechar unidades de produção, segundo o presidente da Abiquim, Fernando Figueiredo. Da lista de cem itens que tiveram aumento na alíquota, 20 são do setor químico.

No setor de máquinas houve queda de 21% nas importações das 11 categorias taxadas. Na siderurgia, a decisão foi considerada "muito nociva" pelo presidente do Instituto Aço Brasil (IABr), Marco Polo de Mello Lopes. Ele disse que há 587 milhões de toneladas de capacidade instalada excedente de aço no mundo, 16 vezes a produção brasileira. Com a taxação, as importações de aço caíram 14,6% no primeiro semestre em relação ao mesmo período de 2012. (Págs. 1 e A16)
Apoio popular ajudará o papa em reformas na Igreja Católica
O papa Francisco voltou da Jornada Mundial da Juventude, no Rio, com um nível de popularidade mundial que reforça seu pontificado para fazer reformas profundas na estrutura e nas práticas da Igreja Católica Romana, acreditam alguns vaticanistas. O papa reunirá em outubro, pela primeira vez, um conselho internacional de oito cardeais para examinar mudanças que enfrentarão resistências fortes.

Mas o grande apoio demonstrado pelas massas cristãs e laicas ao novo papa sinaliza que "Francisco conseguiu um pacto com a opinião pública que o ajudará, dentro e fora da Igreja, a ir muito mais seguro no caminho das reformas", diz a vaticanista Franca Gian Soldati. (Págs. 1 e A13)
Flórida ajuda a citricultura de São Paulo
Pressionados pela progressiva queda no consumo global de suco de laranja e seus reflexos negativos sobre os preços, os produtores paulistas consideram que os problemas estruturais que prejudicam os negócios na Flórida podem ser um impulso para o escoamento das vendas no médio e longo prazos. Nos últimos meses, as dificuldades na produção da Flórida, relacionadas a questões climáticas, fitossanitárias e até imobiliárias, têm colaborado para sustentar as cotações internacionais da commodity. As projeções mais recentes indicam que a colheita de laranja na Flórida deverá ser 9% menor na safra 2012/13. (Págs. 1 e B14)
Questão de fé
Carla Amorim conta 'À Mesa com o Valor' como uma ida à igreja a ajudou a descobrir sua vocação.

Suas joias conquistaram mulheres como Michelle Obama e Dilma Rousseff. (Págs. 1 e Eu e Fim de semana)
Aluguel de poste vale R$ 2,44
Anatel e Aneel definiram em R$ 2,44/mês o preço de aluguel de postes das distribuidoras de energia pelas operadoras de telecomunicações. A intenção é encerrar disputas entre empresas dos dois setores. (Págs. 1 e B2)
Bancos de investimento se ajustam
Em mais um ano fraco para o mercado de capitais, os bancos de investimentos estão crescendo menos do que esperavam. A situação é mais difícil entre os estrangeiros, que têm diminuído suas estruturas e reformulado seus negócios no país. (Págs. 1 e C1)
ABN de volta ao Brasil
O banco holandês ABN AMRO finalizou na quarta-feira a compra das ações do CR2, pequeno banco comercial com sede no Rio de Janeiro. A intenção é dar crédito a médias e grandes empresas no país. (Págs. 1 e C3)
RJ busca crédito externo
O governo do Rio pediu propostas a vários bancos para contratação de um empréstimo externo equivalente a R$ 1,464 bilhão, por 20 anos. Ao contrário de operações recentes de outros Estados, estão não poderá ser “securitizada” e repassada ao mercado. (Págs. 1 e C3)
Lloyds voltará a pagar dividendos
Cinco anos depois do socorro recebido do governo britânico, o Lloyds Banking Group anunciou que pretende reiniciar o pagamento de dividendos, num momento em que o governo prepara-se para reduzir sua participação no banco. (Págs. 1 e C7)

Reajuste de IPTU só por lei
O Supremo Tribunal Federal decidiu ontem que as prefeituras municipais não podem alterar a base de cálculo para elevar o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) por decreto. A mudança só pode ser feira por lei aprovada pelo Legislativo.(Págs. 1 e E1)
Ideias
Maria Cristina Fernandes

O PT é refém de interesses que defendem a liberdade de mercado, mas não vivem sem o Estado a protegê-los. (Págs. 1 e A6)

Yu Yongding

A era das taxas de crescimento da economia chinesa acima de 8% acabou, pelo menos no horizonte previsível. (Págs. 1 e A15)

Governo já fala em superávit comercial 'bastante inferior' ao de 2012, diz Tatianai Prazeres (Págs. 1 e A16)

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