PENSAR "GRANDE":

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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

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terça-feira, agosto 20, 2013

QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

20 de agosto de 2013

O Globo

Manchete: Deu a louca no câmbio
Dólar bate R$ 2,42 e Mantega diz não saber onde vai parar.

BC e Tesouro fazem ação conjunta, mas não conseguem segurar cotação.


Moeda americana dispara e governo promete para hoje nova ofensiva de US$ 4 bi em intervenções no mercado financeiro para conter a desvalorização do real. Ministro pode reduzir tarifas de importação.

Num dia tenso no mercado, o Banco Central e o Tesouro fizeram ação conjunta para tentar conter a alta do dólar e de juros futuros, mas não conseguiram. Mesmo com intervenções de mais de US$ 3 bilhões, a moeda americana fechou em R$ 2,416, com alta de 0,83%, depois de ter batido R$ 2,429. Hoje haverá nova intervenção de US$ 4 bi. Com a expectativa de que o BC dos EUA suba juros, o dólar se valorizou em quase todo o mundo. "Nós não sabemos onde isso (a subida do dólar) vai parar',' admitiu o ministro Guido Mantega. Segundo ele, o governo poderá reduzir tarifas de importação para aliviar o efeito sobre a inflação. (Págs. 1 e 21 a 23)

Pão francês já está 6,1% mais caro este ano
A quebra de safra do trigo na Argentina e a alta do dólar já fizeram o preço do pãozinho subir. (Págs. 1 e 23)
Aécio aceitará prévias no PSDB
O senador mineiro e presidente do PSDB anunciará, provavelmente amanhã, que aceita disputar prévias para a escolha do candidato tucano à Presidência em 2014, atendendo ao anseio de Serra. (Págs. 1 e Merval Pereira 1 e 4)

Indignação após prisão: Brasil cobra explicação do governo britânico
O ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota, cobrou esclarecimentos do Reino Unido sobre a detenção do brasileiro David Miranda, companheiro do jornalista Glenn Greenwaid, que revelou os documentos vazados por Edward Snowden. Miranda foi interrogado por nove horas no aeroporto de Londres.

Patriota convocou o embaixador britânico e conversou com o chanceler William Hague. A ação policial, com base na Lei Antiterrorismo, causou indignação no Reino Unido. Os EUA foram informados previamente, mas afirmaram que a decisão de interrogar Miranda foi do governo britânico. (Págs. 1 e 27, Pedro Doria e José Casado)

Egito pós-golpe: Justiça vai soltar Mubarak
Acusado de corrupção e da morte de mais de 800 manifestantes na rebelião que o tirou do poder, em 2011, o ex-ditador Hosni Mubarak será solto para responder em liberdade, ordenou a Justiça do Egito. O anúncio causou frustração entre os defensores da Primavera Árabe. (Págs. 1 e 28)
Ladrões saqueiam museu
Em meio ao caos, mais de mil peças antigas foram roubadas no Museu Malawi, 300km ao sul do Cairo. (Págs. 1 e 28)
Votação de vetos: Renan deve adiar pauta-bomba
Após reunião com Dilma, o presidente do Senado admitiu que pode retirar hoje de pauta a votação do veto ao fim da multa de 10% do FGTS. (Págs. 1 e 3)
Capitanias hereditária: Táxi vira bem de família no Rio
Governador Sérgio Cabral sanciona lei que transforma concessão pública para conduzir táxis num bem dos motoristas. (Págs. 1 e 13)

Incêndio na boate Kiss: MP denuncia oito bombeiros
O Ministério Público acolheu a denúncia da Brigada Militar e denunciou 8 bombeiros de Santa Maria por irregularidades no alvará da boate Kiss. (Págs. 1 e 9)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: TCE quer declarar inidôneas empresas do cartel de trens
Objetivo é impedir que o governo de SP contrate a Siemens e outras companhias envolvidas em escândalo.

O presidente do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, Antônio Roque Citadini, requereu ao Ministério Público de Contas abertura de procedimento para eventual declaração de inidoneidade da Siemens e de outras empresas de fornecimento de equipamentos metroferroviários, informam os repórteres Fausto Macedo e Fernando Gallo. O processo deverá ser instaurado assim que a Procuradoria de Contas tiver acesso ao acordo de leniência no qual a empresa alemã denunciou ao Cade a existência de cartel em licitações no setor. O objetivo é o possível veto a contratações da Siemens e de outras companhias pelo governo de SP. A estratégia do órgão controlador é a mesma adotada pelo governo federal, por meio da Controladoria-Geral da União (CGU), que rotulou de inidônea a empreiteira Delta, protagonista do escândalo envolvendo o contraventor Carlinhos Cachoeira. (Págs. 1 e política A4)

Reação
A Siemens e a Alstom disseram que colaboram com as autoridades. A Mitsui & Co. não quis se pronunciar e a Bombardier sustentou que “repudia práticas anticoncorrenciais". (Págs. 1 e A4)

Ação do BC e do Tesouro não evita que dólar suba a R$2,414
O Tesouro fez leilão de recompra de papéis pré-fixados e o Banco Central vendeu US$ 3,6 bilhões para conter a valorização do dólar. Mas a operação fracassou e a moeda fechou em R$ 2414 - a maior cotação desde 2 de março de 2009. Acorrida por títulos dos EUA, provocada pelo temor de redução dos estímulos monetários pelo Fed, provocou uma disparada dos juros pagos pelos títulos do Tesouro americano e fez o dólar subir fortemente ante moedas de países emergentes. (Págs. 1 e economia B1 e B3)

Celso Ming: Trincheira dois
O Brasil está exposto à cavalgada das cotações pelos desequilíbrios internos, até agora camuflados pela abundância nunca vista de dólares nos mercados. (Págs. 1 e B2)

José Paulo Kupfer: Batalhas cambiais
É possível localizar elementos especulativos, aguçados pelas divergências entre o Banco Central e a Fazenda quanto às implicações das desvalorizações. (Págs. 1 e B4)


Dilma vai ao ABC, anuncia R$ 2,1 bi e afaga tucanos
Em sua quarta viagem ao Estado de SP em menos de 20 dias, a presidente Dilma Rousseff escolheu São Bernardo do Campo, berço político do PT e do ex-presidente Lula, para anunciar investimentos de R$ 2,1 bilhões do PAC no ABC. Ela entregou chaves de retroescavadeiras doadas pelo governo a 100 cidades. Todos os prefeitos - muitos deles do PSDB - tiraram fotos e falaram com Dilma. (Págs. 1 e política A6)
Haddad tenta levar emprego ao leste
Plano Diretor de Fernando Haddad (PT) prevê desenvolvimento na zona leste com base em incentivos fiscais. Iniciativas de gestões anteriores fracassaram. (Págs. 1 e metrópole A13)
Segredos confiscados
0 repórter Glen Greenwald recebe no Rio seu parceiro, David Miranda, que foi detido em Londres e teve dois pen drives confiscados. (Págs. 1 e internacional A10)

Justiça do Egito pode libertar Mubarak
A Justiça do Egito pode libertar o ex-ditador Hosni Mubarak, deposto em fevereiro de 2011, revelou ontem sua defesa. Mubarak foi condenado à prisão perpétua por envolvimento na morte de manifestantes. Ainda ontem, o presidente eleito Mohamed Morsi, deposto há seis semanas, foi acusado de cumplicidade na morte de oposicionistas em 2012. (Págs. 1 e internacional A8)
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Correio Braziliense

Manchete: Dólar atropela Tesouro, BC e eleva preço de voos
Levantamento do Correio mostra que, em 16 dias, a valorização da moeda americana frente ao real encareceu passagens para o exterior em até 80%. Uma viagem de ida e volta entre Brasília e Londres, no Natal, passou de R$ 2.160,60 para R$ 3.903,44. A escalada do dólar desafia o governo brasileiro, apesar de o ministro da Fazenda e o presidente do Banco Central dizerem que estão prontos para agir.

Ontem, quando a cotação bateu em R$ 2,42, os juros dos títulos públicos dispararam. O BC e o Tesouro Nacional entraram em ação: mas, mesmo com a venda de US$ 4 bilhões, a divisa dos EUA fechou a R$ 2,416 — acima da barreira psicológica dos R$ 2,40. Analistas preveem que o impacto da alta do dólar na inflação levará a um aumento maior da taxa básica de juros, semana que vem. (Págs. 1 e 8 a 10)

Saúde: Presidente cede e revê Ato Médico
Em vez dos vetos à lei, que temia ver derrubados, o governo envia hoje novo projeto ao Congresso. No texto, o Planalto recua e restitui o ponto mais polêmico, que atribui exclusivamente aos médicos o diagnóstico de doenças. Mas, nesse caso, abre exceções, no âmbito do SUS, a outros profissionais da área de saúde. (Págs. 1 e 2 e 7)
Intriga internacional
Companheiro de Glenn Greenwald, jornalista que divulgou informações sobre a espionagem dos EUA, David Miranda chegou ontem ao Rio.

A detenção do brasileiro em Londres fez o Itamaraty elevar o tom com os britânicos. (Págs. 1 e 14)

Senado livra 2.281 servidores de bater o ponto
O número é equivalente a um terço dos funcionários da Casa. Para órgãos de controle, entidades de combate à corrupção e especialistas em gastos públicos, a regalia abre brechas a irregularidades. (Págs. 1 e 4)
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Valor Econômico

Manchete: Empresas criticam intervenção e falta de regras claras
Os empresários que dirigem as melhores entre as maiores empresas do país querem regras mais claras para desenvolver seus negócios e investir. Eles pedem menos intervenção do Estado e listam suas próprias tarefas em busca de maior crescimento para o país — inovação, eficiência, novos mercados e agregação de valor.

Ao defenderem um ambiente mais “claro” para os negócios, empresários presentes ontem à premiação do anuário “Valor 1000” apontaram a volatilidade da taxa de câmbio como uma preocupação de curto prazo, enquanto a necessidade de infraestrutura mais eficiente é defendida por todos os setores. (Págs. 1 e A6 e A7)
Xisto muda geopolítica da energia
A “revolução do xisto” em curso nos Estados Unidos, que já despertou investimento de US$ 100 bilhões na indústria americana, vai resultar em uma nova geopolítica do petróleo, prevê o secretário de Energia dos EUA, Emst Moniz. Em uma década, o maior consumidor de combustíveis fósseis do planeta deve alcançar independência energética. “Seremos exportadores e importadores ao mesmo tempo, mas o resultado líquido deverá ser zero”, disse Moniz ao Valor.

Com a exploração de recursos não convencionais, o preço do gás natural está hoje em US$ 3,50 por milhão de BTU, menos da metade do que valia há uma década. (Págs. 1 e A16)
Governo fatia lotes de ferrovias em concessão
Os 11 mil quilômetros de ferrovias incluídos no pacote de concessões anunciado há um ano terão uma reconfiguração nos lotes. O governo decidiu redimencionar os trechos para transformar as estradas de ferro em investimentos mais atrativos ao setor privado.

Várias ferrovias que seriam objeto de uma oferta única agora serão dividias e oferecidas em lotes. É o que está previsto para ocorrer, por exemplo, com a malha de 1,7 mil km que liga Mairinque (SP) até Rio Grande (RS). Em vez de ser oferecida como um lote único, ela deverá ir a leilão em três concessões distintas. O motivo para a fragmentação é que os investimentos estimados para esse trecho superam R$ 25 bilhões, um valor elevado demais para ser despendido por um único consórcio. (Págs. 1 e A3)
BC e Tesouro tentam conter nervosismo
Banco Central e Tesouro atuaram ontem de forma conjunta para tentar conter o avanço do dólar e dos juros. Mesmo após três atuações do BC, a moeda americana marcou o sexto pregão consecutivo de alta, fechando o dia a R$ 2,41. Um leilão extraordinário de resgate de títulos públicos não impediu que o juro nos contratos de janeiro de 2017 chegasse 11,84% ao ano. Em nota, o presidente do BC, Alexandre Tombini, disse que os juros do mercado incorporam prêmios “excessivos”, garantiu que não deixará de oferecer hedge cambial e advertiu que “a concentração de posições numa única direção poderá trazer perdas”. (Págs. 1 e Cl)

Fundos de ‘private equity’ voltam a captar
Apesar do nervosismo do mercado, bancos e firmas de investimento estão voltando a captar recursos por meio de fundos de “private equity”, segmento que ficou praticamente fechado nos últimos dois anos. O BTG Pactuai, por exemplo, fechou um fundo de US$ 1,8 bilhão para investimentos em infraestrutura. A Gávea, fundada pelo ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga e hoje controlada pelo banco americano J.P. Morgan, pretende levantar até US$ 2 bilhões, segundo apurou o Valor.

Com a bolsa fechada para aberturas de capital e o mercado de crédito restrito, esses fundos se tomaram uma boa opção para buscar recursos. Ao baratear o preço de empresas brasileiras, a desvalorização do real frente ao dólar também tem estimulado essa forma de investimento. (Págs. 1 e C14)

UE pressiona por acordo
A União Europeia pressiona o Mercosul a acelerar as negociações de um acordo comercial antes de um entendimento entre europeus e a América do Norte (EUA e Canadá), que poderá assumir parte dos mercados de carne e frango no bloco. (Págs. 1 e A4)
Negociações com a Índia
O governo brasileiro negocia ampliar o Acordo Preferencial de Comércio entre Mercosul e índia para incluir na lista de preferências tarifárias itens estratégicos para o país, como açúcar, óleo de soja, sucos de fruta, carnes, café, máquinas e motores. (Págs. 1 e A4)

Menos orelhões
A Anatel prevê desativar cerca de 400 mil orelhões, dos atuais 1 milhão em operação, até 2016. As operadoras reclamam dos investimentos para manter o serviço, que é cada vez menos procurado pelos usuários. (Págs. 1 e B3)


Infraestrutura/Rodovias
Com a terceira fase das concessões rodoviárias federais, no próximo dia 18, o governo pretende não apenas reduzir os custos logísticos do país, mas também ajudar a reanimar da economia, com investimentos estimados em mais de R$ 50 bilhões. (Págs. 1 e Caderno especial)

Alta insustentável
Analistas não veem consistência na recuperação recente da bolsa brasileira e creditam o movimento um ajuste técnico desencadeado pela alta das taxas nos aluguéis de ações. (Págs. 1 e Dl e D2)

TST afasta solidariedade
Tribunal Superior do Trabalho decide que contratação de prestadora de serviço para montagem e manutenção industrial em canteiro de obras não resulta em responsabilidade trabalhista para a contratante. (Págs. 1 e E1)
Ideias
Delfim Netto

Última oportunidade para ter um segundo semestre melhor que o primeiro é o sucesso nos leilões de infraestrutura. (Págs. 1 e A2)

João Saboia

O mercado de trabalho continua apresentando resultados favoráveis em 2013 e ainda não deu sinais de piora. (Págs. 1 e A15)
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