PENSAR "GRANDE":

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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

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quarta-feira, agosto 28, 2013

''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

28 de agosto de 2013

O Globo

Manchete: Contagem regressiva - EUA, França e Reino Unido estão prontos para atacar Síria
Intervenção deve ser cirúrgica e de curta duração, tendo bases aéreas como alvo

Aliados do regime, Rússia e Irã alertam contra ofensiva, mas governo americano afirma que objetivo da ação é destruir instalações militares do ditador, punindo-o pelo uso de armas químicas, e não derrubá-lo

Um ataque militar à Síria se tornou iminente depois que os Estados Unidos asseguraram o apoio contundente de Reino Unido e França, seus principais aliados europeus. O secretário de Defesa dos EUA, Chuck Hagel, garantiu que o Pentágono está pronto para agir imediatamente. A intervenção deverá ser cirúrgica e de curta duração, sem o deslocamento de tropas por terra, e visa apenas a minar as capacidades militares de Assad, e não a derrubá-lo. Aliados do ditador sírio, Rússia e Irã alertaram para os riscos de uma intervenção. Fontes do Pentágono disseram ao jornal “The New York Times" que os principais alvos dos ataques serão bases aéreas do regime e não os arsenais de armas químicas, pelo temor de que caiam em poder de extremistas. O início da operação depende apenas da escolha, pelo presidente Obama, do melhor plano de ação e da articulação da coalizão ocidental. Mas a ofensiva militar não vai esperar a conclusão da investigação da ONU sobre o uso de armas químicas. (Págs. 1, 31 e 32)

Risco de guerra derruba Bolsas

As Bolsas caíram em todo o mundo, somando perdas de US$ 850 bilhões. Petróleo e ouro subiram. (Págs. 1 e 23)
‘Como é distante o céu do inferno': Dilma rebate alegação de diplomata
Ao falar pela primeira vez da crise no Itamaraty, a presidente Dilma reagiu a declarações do diplomata Eduardo Saboia, que comparara a situação do senador boliviano Roger Molina à de um preso político. "É tão distante o DOI-Codi da embaixada brasileira em La Paz como é distante o céu do inferno”, retrucou ela. A presidente ontem cancelou a nomeação do ex-embaixador na Bolívia para posto da Suécia. (Págs. 1, 3 a 6, Elio Gaspari, Míriam Leitão e editorial "Um dos piores momentos da diplomacia brasileira”)
Comissão da Verdade: Para ministro, grupo chega ‘ao fundo do poço’
O ministro Gilson Dipp, do STJ, disse à presidente Dilma que a Comissão da Verdade chegou "ao fundo do poço" por causa de crises internas e avisou que só voltará se houver mudanças na estrutura. Para José Carlos Dias, novo coordenador do grupo, os trabalhos devem ir até o fim de 2014. (Págs. 1, 7 e 8)
Apertem os cintos: TAM demite 400 tripulantes
Diante da queda de 12% na oferta de voos no país e da alta de custos, a TAM demitiu pelo menos 400 funcionários, entre comandantes, copilotos e comissários. (Págs. 1 e 29)
Protestos nas ruas: Onze presos com celulares saqueados
A polícia prendeu 11 pessoas com celulares de uma loja saqueada durante protesto em junho. Ontem, manifestação em Laranjeiras acabou em confusão. (Págs. 1 e 22)
Descredenciado: País fica sem teste de doping para Copa (Págs. 1 e Esportes)

MP pede extinção da Gaviões da Fiel
De novo. Um dos brigões de estádio em Brasília. Leandro Oliveira estava entre os corintianos presos na Bolívia. (Págs. 1 e Esportes)
Fora da linha: Mais de 70% dos cariocas lutam contra a balança
Pesquisa do Ministério da Saúde revela que 52,4% dos cariocas têm sobrepeso e 19,5% são obesos. Na cidade sede das Olimpíadas, 66% são sedentários. (Págs. 1 e 34)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Dilma rebate Saboia e diz que embaixada não é DOI-Codi
Presidente se irritou com declarações do diplomata, que ao justificar fuga de boliviano fez menção à ditadura militar

A presidente Dilma Rousseff rebateu um dos principais argumentos do diplomata Eduardo Saboia ao afirmar que o DOI-Codi é tão distante da embaixada do Brasil em La Paz como o “céu do inferno” e que a operação que possibilitou a fuga do senador Roger Pinto Molina o teria exposto a situação de “insegurança”. Em entrevista ao Estado, Saboia comparara o confinamento de Molina à repressão da ditadura militar. “Eu estive no DOI-Codi, eu sei o que é o DOI-Codi, e asseguro a vocês: é tão distante o DOI-Codi da embaixada brasileira lá em La Paz como é distante o céu do inferno, literalmente isso”, disse Dilma. O ministro- chefe da Advocacia-Geral da União, Luís Inácio Adams, afirmou que Molina precisará passar por um processo para a concessão de novo asilo. O governo boliviano estuda pedir a extradição do senador, considerado foragido da Justiça. (Págs. 1 e Internacional A9 e A11)

Presidente blinda Amorim

A presidente Dilma comandou operação de blindagem do ministro Celso Amorim, pois escalões superiores da Defesa sabiam informalmente da fuga do senador colombiano. (Págs. 1 e A10)
União ameaça conselhos no caso de médicos estrangeiros
O governo prepara uma ofensiva no Judiciário contra conselhos regionais de medicina, que podem responder por improbidade administrativa caso se neguem a conceder registro provisório aos estrangeiros contratados pelo Programa Mais Médicos. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse que os protestos incitaram o preconceito e a xenofobia. (Págs. 1 e Metrópole A18)
Sem reajustes na gasolina, Petrobrás gasta R$ 900 milhões
A Petrobrás gastará cerca de R$ 900 milhões mensais com importações sem um novo reajuste nos preços da gasolina e do diesel, indica relatório do Itaú BBA. O governo não tem mais espaço para neutralizar um novo aumento, já que zerou o imposto da gasolina. A presidente Dilma estabeleceu que o dólar e condicionarão o aumento pedido pela Petrobrás. (Págs. 1 e Economia B1)
Cartel: Siemens usou e-mail paralelo
Funcionários da Siemens criaram contas de e-mail com nomes como “Branca de Neve” para comunicação de membros do cartel no sistema metroferroviário de São Paulo e Brasília. (Págs. 1 e Política A8)
Iminente, ação contra regime sírio terá limites
O secretário de Defesa dos EUA, Chuck Hagel, declarou que as Forças Armadas estarão “prontas” para atacar a Síria assim que receberem ordem para agir. Mas a ação, segundo a Casa Branca, não buscará a deposição de Bashar Assad nem implicará a invasão do país por tropas americanas. A iminência de um ataque fez as bolsas mundiais caírem. No Brasil, o Ibovespa caiu 2,6%. (Págs. 1, Internacional A12 e Economia B11)
Esportes: Outro preso em Oruro brigou no Mané Garrincha
Cleuter Barreto Barros, torcedor do Corinthians que também esteve preso na Bolívia, participou do confronto com vascaínos, domingo, no Mané Garrincha. Ontem, o Estado revelou que Leandro de Oliveira estava na briga no DF. (Págs. 1 e A21)
Ricardo Teixeira em Andorra
Ex-dirigente deve se mudar de Miami para o principado, onde era depositada parte das rendas da seleção. (Págs. 1 e A23)
Estratégia de Marina irrita membros do TSE (Págs. 1 e Política A4)

Celso Ming
As incógnitas do Copom

O aquecimento desigual do mercado de trabalho e a necessidade de corrigir as tarifas dos combustíveis impedem boa avaliação da inflação que vem aí. (Págs. 1 e Economia B2)
Roberto DaMatta 
Um mundo transparente

Na comunicação feita somente pelo pensamento, os primeiros liquidados foram atos fundamentais: o fingir, o disfarçar e o mentir. (Págs. 1 e Caderno 2, C8)
Notas & Informações
Consolando o culpado

A destituição de Patriota é condenável porque se destinou a consolar o irascível Evo Morales. (Págs. 1 e A3)

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Correio Braziliense

Manchete: Crise joga Itamaraty no inferno
A Casa de Rio Branco vive momentos difíceis com a crise instalada depois da fuga do senador boliviano Roger Pinto Molina. Um dia após determinar a troca de comando no Itamaraty, a presidente Dilma Rousseff rebateu as críticas feitas pelo diplomata afastado Eduardo Saboia, responsável pela fuga de Molina “É tão distante o DOI-Codi da embaixada brasileira lá em La Paz como é distante o céu do inferno”, disse. O governo montou uma operação para evitar a ida de Pinto Molina ao Senado ontem Mas os problemas na política externa estão longe de serem dirimidos, em um cenário no qual o combate à inflação e as eleições de 2014 dominarão a agenda do Planalto. (Págs. 1, 2 a 4 e Visão do Correio, 12)
Ameaça à Síria afeta bolsas e dólar
Os mercados de todo o mundo reagiram negativamente à iminente intervenção militar no país. (Págs. 1, 8, 14 e 15)
Soldados são presos por assalto
Eles cumpriam o serviço militar obrigatório e foram detidos no Conic, logo depois do roubo. O trio estava com a faca do crime e com os pertences da vítima, uma turista de 23 anos, abordada no Museu Nacional. O Exército informa que eles podem ser expulsos da corporação. (Págs. 1 e 20)
Gaviões trouxe dois de Oruro
Cleuter Barreto deixou neste mês a prisão e estava na briga de domingo, no Mané Garrincha. Ele é mais um corintiano detido na Bolívia que participou da confusão em Brasília. (Págs. 1 e Superesportes, 2 e 3)
Concurso: Viés político em questões de prova
Deputado acusa de “escandalosa propaganda” do PT duas perguntas da seleção para o Ministério da Fazenda. (Págs. 1 e 11)
BC sobe juros a 9% para reconquistar confiança (Págs. 1 e 9)

Alunos da UnB usam prensa de Portinari (Págs. 1 e Diversão & Arte, capa)

Narguilé é alvo de campanha antitabagista (Págs. 1 e 17)

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Valor Econômico

Manchete: Juro a 9% tira vantagem da poupança e ajuda fundos
A elevação dos juros básicos de 8,5% para 9% ao ano, se confirmada hoje pelo Banco Central, trará de volta ao mercado a velha fórmula de remuneração da poupança, de 6,17% ao ano mais Taxa Referencial (TR). Com isso, a poupança deve perder a vantagem que vinha apresentando em relação a outras modalidades conservadoras, o que obrigará o investidor a rever o destino de suas aplicações de curto prazo.

Fundos DI com taxa de administração igual ou inferior a 1% passam a empatar ou ser mais interessantes do que a poupança até para o curtíssimo prazo, com resgate em menos de seis meses. CDBs que rendem acima de 89% do CDI, o referencial para aplicações conservadoras, também passam a ser atraentes, seja qual for o prazo de aplicação. Para quem pode esperar mais de dois anos, o CDB bate a poupança até com taxa de 80% do CDI. (Págs. 1, D1 e D2)
FAT terá R$ 9 bi do Tesouro no próximo ano
O Tesouro Nacional terá de fazer um aporte de R$ 9,37 bilhões para evitar um déficit no Fundo de Amparo ao Trabalhador no próximo ano, segundo previsão do Conselho Deliberativo do FAT, que aprovou ontem o orçamento para 2014. Esse valor representa um aumento de quase 80% em relação aos R$ 5,23 bilhões que espera-se que o Tesouro repasse em 2013. O FAT paga benefícios como seguro-desemprego e abono salarial. "É um déficit relativo", disse o presidente do Codefat, Quintino Marques Severo. Segundo ele, o aporte é necessário, entre outras razões, por causa das desonerações feitas pelo governo, que reduziram em as receitas com PIS e Pasep, uma das fontes de recursos do fundo. (Págs. 1 e A3)
Resposta à Síria assusta mercados
Em sua resposta ao uso de armas químicas pelo governo sírio, os EUA e seus aliados caminham para promover ataque aéreos limitados, focando instalações militares, numa ação de poucos dias, sem autorização do Conselho de Segurança da ONU. Algumas características da operação remetem ao conflito de Kosovo, em 1999.

Naquela ocasião, as forças da Otan agiram sem o endosso da ONU, numa guerra relativamente barata, que teria custado menos de US$ 5 bilhões, sem invasão por terra. Num momento em que os EUA ainda vivem a ressaca política e financeira das guerras no Iraque e Afeganistão e há severas restrições aos gastos públicos, essa é uma estratégia de grande apelo. (Págs. 1, A11, B8 e C2)
Lopes defende uso de reservas no câmbio
O Banco Central deveria atuar de uma forma mais vigorosa no mercado, inclusive com o uso das reservas internacionais, em função da alta do dólar. A opinião é de Francisco Lopes, ex-presidente do Banco Central, que acredita que a valorização do dólar não é caracterizada por uma demanda por hedge (proteção). "Tem contornos de um ataque especulativo", diz. No caso brasileiro, além da preocupação com a política fiscal existente em outros países emergentes, haveria outra vulnerabilidade: o fato de o governo considerar que as reservas internacionais são sagradas, "que não se pode perder um tostão delas". Em junho de 2011, em artigo para o Valor, Lopes havia previsto que haveria uma inevitável correção para cima na cotação do dólar, trazendo de volta a inflação e exigindo nova elevação dos juros. (Págs. 1 e C16)
Fim da disputa dos chips entre Intel e AMD
Uma mudança radical no comportamento dos consumidores encerrou uma disputa célebre no mercado de TI. A guerra dos chips travada entre as fabricantes Intel e AMD se estendeu pela década de 90 e início dos anos 2000. O centro da disputa era a rapidez dos processadores. A velocidade dos componentes era o termômetro de inovação das fabricantes e o chamariz das vendas. Mas, com o avanço da tecnologia, a maioria dos chips tornou-se capaz de dar conta das tarefas mais básicas. Para o usuário comum, design, duração de bateria, peso do equipamento e, claro, preço, passaram a ser mais importantes. (Págs. 1 e B2)
Figueiredo é autorizado a 'chacoalhar' Itamaraty
O novo ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, recebeu sinal verde da presidente Dilma para dar uma "chacoalhada" no Itamaraty. Se julgar necessário, pode trocar os principais postos da diplomacia e adotar um comando mais firme que o de Antonio Patriota, ministro que caiu após a fuga do senador boliviano Roger Pinto Molina.

O primeiro desafio de Figueiredo será mediar o próprio conflito existente dentro do governo sobre o episódio do senador. No Itamaraty, a tendência é de defender a concessão do asilo, mas setores do PT pressionam pela extradição. (Págs. 1 e A5)
Descompasso no segmento automotivo
Favorecido pela combinação de crise na Europa e recorde nas vendas domésticas, o Brasil está se consolidando neste ano como o quarto maior mercado automotivo do mundo, distanciando-se da Alemanha e encurtando a distância, ainda considerável, em relação ao Japão, terceiro colocado. Esse cenário contrasta com a posição brasileira no ranking dos grandes fabricantes de automóveis. O país é o sétimo maior produtor do mundo, com cerca de 1 milhão de veículos a menos que a Coreia do Sul, que não está nem entre os dez maiores mercados, e menos da metade da produção japonesa. (Págs. 1 e B6)
Reformas de mercado na China enfrentam oposição (Págs. 1 e A10) 

Investidor pune emergentes que não fizeram reformas (Págs. 1 e B9)

Private Banking
Em um cenário desafiador, com baixo crescimento da economia brasileira e fraco desempenho da bolsa, gestores de fortunas buscam alternativas para driblar as incertezas. (Págs. 1 e Caderno especial)
Risco de aumento da desigualdade
O fim da vigência da lei que prevê a correção do salário mínimo pela variação do PIB, em 2015, deve significar uma diminuição no ritmo de redução da desigualdade de renda no país. (Págs. 1 e A14)
OGX abre mão de blocos
A OGX confirmou as expectativas do mercado e desistiu de nove blocos arrematados no último leilão da Agência Nacional do Petróleo (ANP), vencidos sem parcerias. Com isso, a empresa deixará de pagar RS 280 milhões em bônus de assinatura. (Págs. 1 e B1)
Indústria ferroviária quer apoio
Com a carteira de encomendas em baixa, a indústria de equipamentos ferroviários propõe ao governo a criação de um programa subsidiado para reforma de locomotivas e vagões no valor de R$ 6 bilhões. (Págs. 1 e B7)
Energia
Condições adversas de exploração e produção de petróleo em águas ultraprofundas mobilizam empresas em busca de soluções inovadoras. A GE, por exemplo, investiu R$ 500 milhões em seu centro de P&D. “As inovações locais vão ganhar o mundo", diz Adriana Machado, CEO no país. (Págs. 1 e Valor Setorial)
Perspectiva de novo recorde em MT
A 20 dias do início do plantio da soja no Mato Grosso, custos em alta, preços menores e margens menos folgadas tomam o cenário menos promissor que no ciclo passado, mas o quadro ainda é positivo e nova colheita recorde está por vir. (Págs. 1 e B12)
Investimento maior no exterior
Seis anos após a entrada em vigor da regra que permitiu o investimento de fundos brasileiros no exterior, advogados especializados no mercado de capitais defendem um aumento dos limites para a alocação de recursos fora do país. (Págs. 1 e C16)
PLR mensal
Súmula do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo flexibiliza entendimento da Lei 10.101, de 2000, e admite o pagamento de participação nos lucros e resultados com periodicidade mensal. (Págs. 1 e E1)
Inidoneidade tem âmbito nacional
Decisão do Superior Tribunal de Justiça estende a todos os órgão públicos, independentemente da esfera de poder e do ente federativo, a proibição de contratar com empresa inidônea, implicando inscrição no cadastro da CGU. (Págs. 1 e E1)
Ideias
Cristiano Romero
Insatisfeito com o resultado dos primeiros leilões, governo restringe a concorrência na disputa por Galeão e Confins. (Págs. 1 e A2)

Benedito Cerezzo Filho
No novo CPC, juízo de primeiro grau continua sendo apenas uma “jurisdição de passagem” e a sentença, mero parecer. (Págs. 1 e A12)
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