PENSAR "GRANDE":

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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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sexta-feira, agosto 30, 2013

QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

30 de agosto de 2013

O Globo

Manchete: De costas para as ruas - Caso de deputado-presidiário deve agilizar fim do voto secreto
Ministros do STF afirmam que manter mandato de condenado é inconstitucional

Presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, ameaça incluir na pauta da próxima terça-feira emenda que acaba com votações sigilosas; movimentos de combate à corrupção também defendem medida

A votação sigilosa que livrou da cassação o deputado-presidiário Natan Donadon (sem partido-RO), condenado no Supremo Tribunal Federal por peculato e formação de quadrilha, provocou onda de reações, aumentando a pressão pelo fim do voto secreto. Ministros do STF disseram que Donadon teve os direitos políticos suspensos e que, portanto, a decisão da Câmara foi inconstitucional e afronta a Corte. O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, anunciou que incluirá na pauta da próxima terça emenda que acaba com votações secretas. Ao fim da votação de anteontem, Donadon voltou para a cadeia. "Os reeducandos da Papuda estão homenageados”, ironizou o ministro Marco Aurélio, do STF. (Págs. 1 e 3 a 8)

Petistas e mensaleiros entre ausentes

Com 131 votos contra a cassação, 54 ausentes e 50 que foram à Câmara e não votaram, a maioria da Câmara acabou ajudando a livrar Donadon. Petistas eram o maior grupo entre os ausentes. Os mensaleiros também faltaram. Dos deputados do Rio, cinco não votaram. (Págs. 1 e 3 a 5)


Fotolegenda: “Povo tem o direito de execrar esta Casa”
Deputado Amir Lando, ao assumir a vaga de Donadon
Colunistas
Merval Pereira: A decisão de não cassar o mandato de Donadon pode repercutir no julgamento do mensalão. (Págs. 1 e 4)

Nelson Motta: Donadon é o símbolo máximo do ponto mais baixo a que se pode chegar. (Págs. 1 e 23)

Ancelmo Gois: O detento Donadon teria conseguido uns 30 votos ao atacar o MP. (Págs. 1, 18 e 19)

Ilimar Franco: Aprovar emenda pelo fim do voto secreto exige articulação e negociação. (Págs. 1 e 2)
Editorial: Câmara passa dos limites
Decisão foi uma das mais desastrosas do Congresso sob a inspiração do corporativismo e precisa ter reação rápida. (Págs. 1 e 22)
Mensalão: STF rejeita recursos de Dirceu
Por oito votos a três, os ministros do Supremo Tribunal Federal mantiveram ontem a pena de dez anos e dez meses de prisão, por formação de quadrilha e corrupção ativa, do ex-ministro da Casa Civil. (Págs. 1 e 10)
Parlamento veta ação militar britânica na Síria
O primeiro-ministro britânico foi derrotado no Parlamento, que, sob a sombra dos erros da Guerra do Iraque, rejeitou uma intervenção militar na Síria. Deputados exigiram mais provas de que o ataque químico na Síria partiu do regime de Assad. Nos EUA, o presidente Obama também enfrenta pressão, mas já cogita agir sozinho. (Págs. 1, 34 e 35)
Polícia devassa negócios de Zarur
Policiais recolhem documentos da sede da Santa Casa de Misericórdia, no Centro. Investigado por fraudes na venda de sepulturas e imóveis da entidade, o provedor Dahas Zarur foi afastado do cargo e teve as contas bancárias bloqueadas pela Justiça. Zarur estava há 60 anos na Santa Casa. (Págs. 1, 12 e 14)
Polícia mira corintianos
Delegado vai investigar se mais torcedores corintianos presos na Bolívia brigaram no Mané Garrincha. Vasco e Corinthians são denunciados no STJD. (Págs. 1 e Caderno Esportes)
Biografias: Histórias vão parar na gaveta
A luta de autores pela publicação de trabalhos não autorizados, contra herdeiros de celebridades como a bilionária Lily Safra. (Págs. 1 e Segundo Caderno)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Após livrar Donadon, Câmara quer voto aberto em cassações
Objetivo é evitar que episódio se repita no julgamento de condenados no mensalão

Ao não cassar o mandato do deputado federal Natan Donadon (sem partido-RO), que está preso por ter sido condenado no STF, a Câmara colocará em votação proposta que acaba como voto secreto para esse tipo de decisão. O objetivo é evitar que o episódio se repita no caso dos condenados no mensalão. O presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), espera concluir o trâmite da proposta em outubro. No Senado, a articulação é para uma regra que torne automática a perda de mandato em caso de condenação criminal. O fim do segredo em processos de cassação foi aprovado pelo Senado e tramita na Câmara. O PT foi o partido que mais teve deputados que faltaram à votação de Donadon. Entre os ausentes estão os quatro condenados no mensalão: João Paulo Cunha (PT-SP), Valdemar Costa Neto (PR-SP), Pedro Henry (PP-MT) e José Genoino (PT-SP), de licença médica. (Págs. 1 e Política A4 e A6)

Dora Kramer

Sob forte concorrência, a Câmara faz jus ao troféu vergonha alheia do ano, ao rejeitar a cassação do mandato de Natan Donadon. (Págs. 1 e A6)
Toffoli se nega a falar de base financeira de empréstimo
O ministro Dias Toffoli se recusou ontem a detalhar seus ganhos além do salário no STF, usados, segundo ele, para pagar prestações de dois empréstimos de R$ 1,4 milhão com o Banco Mercantil do Brasil, conforme revelou ontem o Estado. Ele também não se declarou suspeito. A assessoria de Toffoli alegou, em nota, que os rendimentos, recursos e o patrimônio do ministro são os declarados à Receita. (Págs. 1 e Política A7)

R$ 16,7 mil
mensais Toffoli paga pelos empréstimos após redução de juros.
STF mantém pena imposta a Dirceu no mensalão
O Supremo Tribunal Federal rejeitou ontem o recurso apresentado pelo ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, condenado como chefe do esquema do mensalão, e manteve a pena de 10 anos e 10 meses de prisão pelos crimes de formação de quadrilha e corrupção ativa. A maioria do tribunal julgou não haver contradição, omissão ou erro no julgamento do ano passado, quando Dirceu e outros 24 réus do mensalão foram condenados. (Págs. 1 e Política A6)

Joaquim Barbosa
Presidente do Supremo
“Os condenados tentam adiar o fim do processo e a execução das penas”
Fotolegenda: Já somos 200 milhões
Em quatro décadas, a população brasileira dobrou e o País chegou a 201.032.714 habitantes, indica o IBGE. Mas a tendência é que a população aumente em um ritmo cada vez menor. (Págs. 1 e Metrópole A20)
EUA estão dispostos a agir sozinhos contra a Síria
Enfrentando resistência a uma ação militar na Síria, o governo Barack Obama está disposto a atacar o país mesmo sem apoio de seu principal aliado, a Grã-Bretanha, e o aval da ONU, informou ontem o New York Times, citando fontes da Casa Branca. Segundo o jornal, a operação poderia começar nos próximos dias, assim que os inspetores da ONU que investigam o ataque com armas químicas deixarem a Síria, o que deve ocorrer amanhã. (Págs. 1 e Internacional A12 a A14)
Governo reduz meta de superávit para 2014
Enviada ontem ao Congresso, proposta de Orçamento do governo para 2014 prevê corte do superávit primário dos atuais 2,3% para 2,1% do PIB. O resultado das contas públicas foi fixado em 3,2% do PIB, ou R$ 167,4 bilhões, para o setor público. O crescimento do PIB é estimado em 4%. (Págs. 1 e Economia B1 e B3)
Agência Estado lança ‘Broadcast+’ e aplicativos
A Agência Estado apresenta hoje o Broadcast+, nova versão de sua plataforma de notícias e dados financeiros em tempo real, e aplicativos móveis. Análise com base nos balanços das empresas e dados sobre fundos estão entre as inovações. (Págs. 1 e Economia B14)
Réu na chacina de Unaí confessa participação (Págs. 1 e Política A11)

EUA rejeitam acordo com Brasil sobre dados (Págs. 1 e Internacional A15)

Bolívia pede à Interpol que capture senador
O Ministério Público da Bolívia pediu ontem à Interpol a captura do senador Roger Pinto, que fugiu da Embaixada do Brasil em La Paz com ajuda de um diplomata brasileiro, informa o enviado especial Rodrigo Cavalheiro. (Págs. 1 e Internacional A16)
Fernando Gabeira 
Colhendo os frutos da violência

Os políticos agora refluíram e a polícia parece indecisa sobre o que fazer com a violência que sobrevive no rescaldo das grandes manifestações. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)
Joschka Fischer 
A luta pelo controle do Oriente

A disputa agora no Egito e na região não é mais entre democracia e ditadura, mas entre a revolução (islâmica) e a contrarrevolução (militar). (Págs. 1 e Visão Global A15)
Notas & Informações
Câmara de horrores

Os protetores de Natan Donadon na Câmara dos Deputados rivalizam com ele em estatura. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense

Manchete: Congresso, mostra a tua cara
Saiba como o PT e o PMDB, escondidos atrás do voto secreto, urdiram na noite de quarta-feira a trama que livrou Natan Donadon da cassação. A manobra, que desmoraliza em vez de fortalecer o Legislativo, antecipa qual deve ser o destino de deputados mensaleiros caso o STF não reveja as penas dos réus. Criticada por ministros do Supremo, a decisão da Câmara criou a figura de sua excelência, o presidiário, um escândalo sem precedentes na história do país. Temendo o desgaste político, parlamentares voltaram a defender a aprovação de duas propostas. Uma que acaba com o voto sigiloso em processos de perda de mandato. Outra que torna automática a cassação de condenados em última instância. Mas a oposição não crê que isso ocorra antes da absolvição de Genoino, João Paulo & Cia. Em julgamento, ontem, o STF rejeitou recursos apresentados pela defesa de Dirceu. (Págs. 1, 2 a 6 e Visão do Correio, 14)
Mínimo de R$ 722,90...
Para 2014, o governo federal prevê correção de 6,6% no menor salário pago no país. É o reajuste mais baixo desde 1999. (Págs. 1 e 11)
...e teto em R$ 30,6 mil
STF pede reajuste de 9,26% para o Judiciário. Maior vencimento dos ministros teria efeito cascata no funcionalismo. (Págs. 1 e 12)
Concursos: 66 mil vagas
O Orçamento do governo para o ano que vem estima 66.678 contratações. Seis mil terceirizados serão substituídos. (Págs. 1 e 11)
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Valor Econômico

Manchete: BNDES terá spread menor em leilão de infraestrutura
O governo vai reduzir o spread cobrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) nos repasses de recursos aos bancos para financiamento de concessões de infraestrutura. O objetivo é aumentar a atratividade dessas operações para as instituições financeiras privadas e estatais que atuarem como agentes repassadores.

Hoje, o BNDES cobra 0,75% nos repasses que faz aos bancos que realizam empréstimos com seu funding. O percentual, segundo informou ao Valor uma fonte qualificada, será reduzido drasticamente. “O BNDES cobra 0,75% apenas para ‘carimbar’ os recursos que repassa aos bancos", disse uma fonte a par das discussões. “Isso não faz sentido, até porque o risco dos empréstimos é inteiramente dos bancos". (Págs. 1 e C1)
Superávit fiscal em 2014 será o menor do PT
Ao divulgar ontem a proposta orçamentária do próximo ano, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, informou que o superávit primário do governo central (Tesouro, Previdência e Banco Central) em 2014 será bem menor do que a meta fiscal prevista para 2013. Segundo Mantega, a proposta foi elaborada com um desconto de R$ 58 bilhões no superávit inicialmente estipulado em R$ 116,1 bilhões ou 2,2% do PIB. Com o desconto, o superávit do governo central em 2014 cairá para RS 58,1 bilhões ou 1,1 % do PIB, que é o menor da era PT. É inferior até mesmo ao registrado em 2009, auge da crise financeira internacional. (Págs. 1 e A3)
Popularidade de Dilma influi no combustível
As três questões básicas que vão definir quando e de quanto vão ser os reajustes dos combustíveis são câmbio, inflação e os efeitos da provável intervenção na Síria sobre o preço do petróleo. Mas não se pensa em correções de dois dígitos. Os cálculos de uma defasagem entre preços internos e externos da ordem de 30% não são avalizados pelo Planalto.

O dilema sobre o reajuste do preço é político e econômico. Segundo aliados do governo, pesquisas internas indicam que a popularidade da presidente Dilma Rousseff está em recuperação. Teria saltado de 36% para 43%, sob o impulso do Mais Médicos. Um aumento da gasolina e do diesel agora poderia abortar esse processo e impor prejuízos à campanha de reeleição. Assessores oficiais garantem, porém, que a decisão de reajustar gasolina e diesel está tomada. (Págs. 1 e A2)
Fotolegenda: Copa à brasileira
No comando dos preparativos para a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos,os dois eventos esportivos mais importantes da história o Brasil, o nacionalista, Aldo Rebelo, ministro dos Esportes, rebate críticas e afirma: o mundial de 2014 será, sim, à moda brasileira. (Págs. 1 e Eu&Fim de Semana)
Recuo sobre usina gera mal-estar
O consórcio CES, formado por Eletro-norte (24,5%), Chesf (24,5%) e Alupar (51%), venceu ontem o leilão de concessão da hidrelétrica de Sinop, oferecendo o valor de R$ 109,40 por megawatt-hora MWh), com deságio de 7,2%. Minutos após a divulgação do resultado, a Alupar publicou comunicado em que afirmava ter desistido de participar do consórcio. Houve grande constrangimento, porque representantes da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) foram avisados sobre a decisão pela imprensa, enquanto concediam entrevista sobre o leilão.

Em seguida, em nota ao Valor, a Alupar informou que cumprirá integralmente todas as obrigações previstas no edital do leilão. Para isso, terá de depositar todas as garantias para a outorga do empreendimento. Se isso não ocorrer, a Aneel vai considerar que houve desistência do consórcio e validar a oferta do segundo colocado. (Págs. 1 e B12)
Previ defende mais ativismo nas empresas
Após anos focada na governança das companhias investidas, a Previ, maior investidor institucional do país, com RS 165 bilhões em ativos, sendo R$ 100 bilhões em participações, vai se dedicar a avaliar a estratégia das empresas. A ideia é incentivar a “perenidade”, explicou ao Valor PRO o diretor de participações da fundação, Marco Geovanne.

“Quero ser um corretor de rumos, que olha para onde a companhia caminha ou se está fora de rota”, diz. Ele detende que as empresas sejam globais, se possíveL Acha que a balança de pagamentos deveria ter não só remessas de lucros e dividendos das multinacionais que estão aqui, mas receita vinda de empresas nacionais com operações fora. As múltis enviaram US$ 12,2 bilhões para fora do país, de janeiro a julho deste ano, enquanto as companhias brasileiras trouxeram US$ 1,1 bilhão. (Págs. 1 e B2)
Receita quer cobrar impostos sobre indenização a elétricas
A redução da conta de luz promete gerar uma disputa judicial entre a Receita Federal e as elétricas que aderiram à renovação antecipada das concessões. O Fisco sinalizou que vai cobrar Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido sobre as indenizações pagas às empresas. Até junho, o governo repassou R$ 10,4 bilhões em indenizações.

Fontes do governo classificam a cobrança como “inevitável” e preveem que a discussão irá à Justiça. Procurados pelas concessionárias, advogados têm sido unânimes na defesa da tese de que não devem ser cobrados impostos, porque não houve pagamentos e sim “indenizações”. (Págs. 1 e El)
Novo Canal do Panamá vai mudar comércio
O projeto de ampliação do Canal do Panamá, que envolve investimentos de US$ 5,25 bilhões, está atrasado quase seis meses em relação ao cronograma original, mas quando a obra for terminada, em meados de 2015, deverá transformar algumas das rotas comerciais mais importantes entre o Atlântico e o Pacífico. Empresas de logística, como ferrovias, tentam avaliar se a expansão irá aumentar substancialmente os embarques diretos para o leste dos EUA. O canal foi se tornando irrelevante à medida que os navios ficaram grandes demais. Hoje, cerca de 50% dos navios porta-contêineres em operação ou encomendados são muito grandes para atravessar suas comportas. (Págs. 1 e A16)
Após Donadon, ressaca moral pode acelerar reformas no Congresso (Págs. 1, A6 e A7)

Emergentes elevam juros para brecar fuga de capitais (Págs. 1 e B13)

GVT avalia reabrir capital
A operadora de telefonia GVT, controlada pela francesa Vivendi, avalia seu retorno à bolsa no ano que vem. A oferta de ações é uma das alternativas para levantar recursos e acelerar o crescimento. (Págs. 1 e B3)
Batalha aérea no Cone Sul
Em disputa com a LAN para retirá-la do Aeroparque, o governo argentino quer que a estatal Aerolíneas Argentinas possa realizar voos domésticos (de cabotagem) no Brasil e no Chile, a título de “direito de reciprocidade”. (Págs. 1 e B5)
Caminhões militares
A MAN, fabricante dos veículos comerciais da marca Volkswagen, e a Mercedes-Benz venceram concorrência para fornecer 1,6 mil caminhões para o Exército. O valor dos contratos soma quase R$ 500 milhões. (Págs. 1 e B10)
Crédito perde fôlego
Empréstimos com recursos livres — onde estão as linhas de capital de giro — às empresas brasileiras recuaram 1; 1% em julho, ante o mês anterior, isso em um período em que o crédito deveria começar a ajudar na composição de estoques de fim de ano. (Págs. 1, C1 e C16)
Isenção de ITR para reserva legal
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que a isenção do Imposto Territorial Rural (ITR) é válida para as áreas de reserva legal registradas na matrícula do imóvel. A decisão pacifica o entendimento entre as turmas do Tribunal. (Págs. 1 e E1)
Publicidade do ato administrativo
Tribunal Superior do Trabalho reverteu decisão de segunda instância que condenou a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA) ao pagamento de dano moral por divulgar nome e salário de empregado na internet. (Págs. 1 e E1)
Pequenas e Médias Empresas
Não é feita só de delícias a vida dos empresários do ramo de pizzarias. Até chegar à mesa do cliente, a refeição predileta de muitos brasileiros passa por uma receita que inclui alta carga tributária, dificuldade para treinar e manter a mão de obra e uma concorrência feroz. (Pág. 1)
Ideias
Luiz Fernando Visconti

Projeto do novo Código de Mineração exacerba o poder discricionário e o caráter arrecadatório do Estado. (Págs. 1 e A14)

Martin Sandbu

O capital dos bancos não é uma reserva guardada para um dia de chuva, é fonte de custeio para os bancos e não “concorre" com o crédito. (Págs. 1 e A15)
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