PENSAR "GRANDE":

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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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segunda-feira, agosto 05, 2013

QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

05 de agosto de 2013

O Globo

Manchete: Rota de colisão - Beltrame critica decreto de comandante da PM
Secretário de Segurança ameaça revogar medida que anistia punição a policiais

Coronel Erir da Costa Filho terá de explicar decisão que abre crise no governo

O secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, criticou ontem o decreto do comandante da PM, coronel Erir Ribeiro da Costa Filho, que anistia punições administrativas a policiais militares desde 4 de outubro de 2011. Beltrame disse que cobrará hoje de Erir justificativas sobre o decreto, publicado na última sexta-feira. "Precisamos, sem dúvida nenhuma, explicar melhor o que são estes pequenos delitos, sobretudo para a sociedade” afirmou o secretário, que ameaçou revogar a decisão, fato que abre uma crise na segurança. Erir informou, por meio de sua assessoria, que não comentaria as declarações de Beltrame. (Págs. 1 e 11)
Paraíso sitiado: Governo promete ação em terra Awá
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmou que o governo usará toda a sua força para retirar ainda neste ano invasores das terras indígenas Awá, no Maranhão. No ano passado, madeireiros e seus jagunços levaram a melhor em confronto com a Polícia Federal e a Força Nacional. Eles continuam a agir livremente, colocando em risco a sobrevivência dos Awá, relatam Míriam Leitão e o fotógrafo Sebastião Salgado.

Fotolegenda: Combate ao crime. Para impedir sua comercialização, soldados cortam em pedçaos madeira ilegal apreendida em operação do Exército.
(Págs. 1 e 3 a 6)
Anistia a países africanos: Oposição quer barrar perdão da dívida
A oposição tentará impedir em votação no Senado o perdão da dívida de mais quatro países africanos: Congo, Zâmbia, Costa do Marfim e Tanzânia. Três nações já foram perdoadas, num total de US$ 787 milhões. A medida beneficiou ditadores investigados por corrupção e até genocídio. (Págs. 1 e 27)
Imobiliária Santa Casa: Polícia investiga imóveis de Zarur
A Delegacia Fazendária da Polícia Civil informou ontem que chamará para depor todas as pessoas que negociaram imóveis com o provedor da Santa Casa, Dahas Zarur. Somente nos últimos 20 anos, ele foi dono de 35 imóveis. (Págs. 1 e 12)
Ameaça terrorista: EUA fecham 19 embaixadas
Até o próximo sábado, 19 representações diplomáticas dos EUA no Oriente Médio permanecerão fechadas devido a ameaças da al-Qaeda. No fim de semana, 28 postos americanos e alguns de outros países não abriram as portas. (Págs. 1 e 28)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: MP negocia delação para apurar propina em cartel
Acordo pode identificar pagamento a agentes públicos no processo de compra e manutenção de trens em São Paulo

O Ministério Público Estadual está negociando delação premiada com seis executivos para tentar obter provas de supostos pagamentos de propinas a agentes públicos no processo de compra e manutenção de trens para a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e para os metrôs de São Paulo e do Distrito Federal. As suspeitas recaem sobre contratos assinados entre 1998 e 2007. A proposta de delação foi feita aos advogados que defendem os executivos da Siemens em reunião que contou com a participação de quatro promotores, informam os repórteres Bruno Ribeiro e Marcelo Godoy. Eles ouvirão o depoimento dos quatro brasileiros e dois alemães que relataram ao Cade as negociações para a formação do cartel dos trens que atuou em pelo menos cinco licitações, entre elas a construção dos 9,4 km da Linha 5-Lilás do metrô paulista. O Estado mostrou que o prejuízo aos cofres públicos causado pelo atentado à livre concorrência pode ter chegado a R$ 557 milhões. (Págs. 1 e Metrópole A10)

R$ 1,925 bi
É o valor atualizado dos contratos assinados em cinco licitações do setor metroferroviário alvos de investigação em São Paulo e no DF.
Senador diz que EUA sofrem ameaça no nível de 11/9
O republicano Saxby Chambliss, membro da Comissão de Inteligência do Senado dos EUA, disse ontem que conversas interceptadas recentemente entre terroristas são parecidas com as obtidas em 2001. A suspeita de um possível ataque da Al-Qaeda fez com que o país fechasse 22 embaixadas e consulados no Oriente Médio e Norte da África até o dia 10/8. “É a mais séria ameaça que vi nos últimos anos”, afirmou o senador. (Págs. 1 e Internacional A7)
Passageiro deixa de trocar ônibus por avião
Dados compilados pelo Estado apontam que pela primeira vez em dez anos houve um freio na migração de passageiros de ônibus para avião. Na comparação dos 3 primeiros meses deste ano com o mesmo período de 2012, o número de pessoas que viajaram de ônibus subiu 2,58%. No mesmo período, caiu 0,20% o número de passageiros de voos domésticos. (Págs. 1 e Economia B1 e B3)
Governo Dilma libera recorde de emendas
No ano de maior desgaste na relação entre a presidente Dilma e o Congresso, o governo já liberou R$ 6,8 bilhões para emendas parlamentares, o maior aporte em uma década. Mas apenas R$ 27 milhões foram para as indicações de autoria dos deputados e senadores. Os maiores beneficiados, com R$ 7,3 milhões, são do PT. (Págs. 1 e Política A4)
Procurador isenta ‘faxinados’ 
Dois anos após “faxina" no Ministério dos Transportes, Roberto Gurgel diz não ter prova contra líderes do PR. (Págs. 1 e A4)
Fotolegenda: Às pressas
Museu mais antigo da cidade, o Ipiranga fechou repentinamente para reforma, sem previsão de reabertura. Com rachaduras, queda de pedaços de reboco e um salão interditado, o prédio teve de acelerar o processo de restauro depois que uma vistoria recomendou a interdição para preservar a integridade física dos visitantes. (Págs. 1 e Metrópole A15)
Faltam 49 mil professores na rede paulista de ensino
O Estado de São Paulo tem um déficit de 49.085 professores efetivos na rede de ensino - 21% dos cargos necessários. O governo lança mão de 49 mil docentes temporários, o que é insuficiente. No fim do primeiro semestre deste ano, a rede tinha 4,8 mil turmas sem aula em pelo menos uma disciplina. A falta de professores e a grande quantidade de profissionais temporários são os grandes gargalos. (Págs. 1 e Metrópole A16)
Caças da FAB serão aposentados
A Força Aérea Brasileira vai desativar sua frota de caças de interceptação, os Mirage-2000, em 31 de dezembro, revela Roberto Godoy. Ainda não há definição de substitutos. (Págs. 1 e Política A5)
Anistia a PM no Rio faz Beltrame cobrar coronel (Págs. 1 e Metrópole A12)

Jose Roberto de Toledo 
O eleitor e sua rede

Com o círculo pessoal do eleitor estendido pelas redes sociais, fenômenos e reviravoltas de última hora serão cada vez mais comuns. (Págs. 1 e Política A6)

Notas & Informações
No PAC, os atrasos continuam

Em vez de cuidar da administração, a cúpula federal prefere mudar os prazos das obras. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense

Manchete: Governo vai criar central de compras de passagens
Ministério do Planejamento contratou o Serviço Federal de Processamentos de Dados (Serpro) para desenvolver um sistema que permita a aquisição de bilhetes aéreos para viagens oficiais. O objetivo é dispensar as agências de turismo e, com isso, evitar fraudes, como o superfaturamento dos valores cobrados ao Executivo, conforme denunciou a reportagem do Correio. A prática se repete no Legislativo. (Págs. 1 e 2)
Saúde: Planos se adaptam aos novos dias
O envelhecimento da população, a baixa qualidade dos serviços oferecidos e as altas mensalidades têm levado muitas empresas a fecharem as portas. Para se manter no mercado, os convênios médicos serão obrigados a se reinventarem. (Págs. 1, 7 e 8)
Terrorismo
Os EUA mantêm fechadas 19 unidades diplomáticas no Oriente Médio e na África após interceptar mensagem que indicaria plano de ataque da Al-Qaeda. (Págs. 1 e 13)
Papa relembra o Rio
Em sua primeira aparição após Jornada Mundial da Juventude, Francisco elogiou a acolhida brasileira. (Págs. 1 e 6)
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Valor Econômico

Manchete: BC amplia oferta de dólar e garante hedge a empresas
Nos últimos dois meses, o Banco Central (BC) despejou US$ 31 bilhões no sistema financeiro em contratos derivativos. Embora esse tipo de operação tenha efeito idêntico à venda de dólares à vista, do final de maio até a sexta-feira a moeda americana valorizou 7,32%, 12,6% no ano e ronda R$ 2,30. A intensa venda de contratos de swap busca um alvo bem definido - garantir uma zona de conforto a bancos e empresas que pressionam a demanda por hedge para seus negócios. Além disso, impede uma arrancada brusca das cotações que teria potencial para "quebrar" empresas e ampliar a já elevada instabilidade nos mercados.

Em 31 de julho os bancos tinham notáveis US$ 38,64 bilhões vendidos no mercado futuro. A demanda por hedge é um dos motivos para isso. Muitas empresas já estão contratando agora o dólar que vão precisar no fim do ano, seja para pagamentos ou remessas de lucros e dividendos. O que o BC faz ao vender swaps com prazos curtos ou mais longos é normalizar a saída para quem precisa zerar uma posição e "impedir uma explosão de preço por falta de liquidez", explica um tesoureiro de banco. (Págs. 1, C1 e C2)
Capacidade de crescimento cai para até 2%
Com menos investimentos, produtividade em queda e o mercado de trabalho que pode estar chegando ao seu limite, não é somente o crescimento econômico do país que vem frustrando as expectativas. Cai também o chamado PIB potencial - conceito de referência que leva em conta a capacidade produtiva total do país e que mede quanto a economia poderia crescer se a utilizasse totalmente. Quando o crescimento efetivo é maior do que esse potencial, a inflação tende a subir. No contrário, há chance de deflação.

A queda do PIB potencial seria uma das razões para a perda de fôlego da economia e para a inflação acima do centro da meta oficial. Antes de 2010, as estimativas do PIB potencial eram superiores a 4,5%; agora, economistas consultados pelo Valor revisaram os cálculos para 2% a 3%. Em maio, o FMI, que em 2012 indicava potencial de crescimento de 3,75% a 4,25% para o Brasil, reduziu a previsão para algo entre 2,2% e 3%. (Págs. 1 e A4)
Rural precisava de injeção de R$ 1,2 bi
Abalado de forma decisiva pelo seu envolvimento no mensalão, o Banco Rural, liquidado na sexta-feira pelo Banco Central, necessitava de uma injeção de capital de cerca de R$ 1,2 bilhão. Como não foi feita, abriu-se um passivo a descoberto de US$ 400 milhões.

Na semana passada, o plano apresentado pela família Rabello previa que R$ 100 milhões seriam injetados no Rural por meio de um fundo de private equity da gestora NSG Capital. Outros R$ 600 milhões seriam levantados pela venda de debêntures da controladora do banco, a Trapézio, que capitalizaria o Rural com esses recursos. (Págs. 1, C1 e C14)
Fundações levam BC à Justiça por perda no BVA
Dois fundos de pensão recorreram à Justiça para responsabilizar o Banco Central por perdas com investimentos realizados no banco BVA, cuja liquidação extrajudicial foi decretada em junho. As ações foram movidas pela Fundação Rede Ferroviária de Seguridade Social (Refer) e pela FIPECq. A alegação é que o BC aprovou o investimento dos fundos no BVA ciente dos problemas do banco que levaram à sua liquidação. Procurado pelo Valor, o Banco Central informou que não comenta assunto protegido por sigilo.

Refer e FIPECq investiram em setembro de 2010 no Fundo de Investimento em Participações Patriarca, criado para comprar ações preferenciais do BVA. A FIPECq aplicou R$ 7 milhões e o Refer, R$ 40 milhões. O Banco Central deu sua a autorização em abril de 2012, mês em que o próprio BC determinou um reajuste na forma pela qual se elaborava o balanço contábil do banco. (Págs. 1 e C14)
A onda do smartphone mais barato
O segmento de aparelhos caros deixou de ser o de maior potencial de crescimento para os fabricantes de smartphones. O novo capítulo da disputa entre as empresas está se concentrando nas vendas de aparelhos com preços inferiores a US$ 250 - entre R$ 250 e R$ 700 no Brasil. Esses modelos responderam por mais de 70% das vendas de smartphones no país nos primeiros seis meses do ano.

Dois fatores têm direcionado os investimentos dos fabricantes para a faixa de produtos mais baratos: em mercados mais desenvolvidos, as vendas de smartphones passam de 50% do total de celulares vendidos. Isso significa um ciclo de substituição de aparelhos e não de novas vendas. Ao mesmo tempo, as classes de menor renda estão cada vez mais ávidas por produtos de tecnologia, mas sem ter condições de pagar por aparelhos caros. (Págs. 1 e B1)
China vive desastres ambientais no campo
Há uma nova frente na intensa batalha da China contra a poluição. Durante anos, a atenção do público se concentrou no ar extremamente poluído e na água contaminada que fazem sofrer as cidades em crescimento acelerado. Mas casos recentes deram destaque à poluição em vastas áreas rurais, incluindo o coração agrícola do país.

Estimativas de pesquisadores vinculados ao governo dizem que entre 8% e 20% das terras aráveis da China, cerca de 10 a 24 milhões de hectares, podem estar contaminados com metais pesados. Mesmo uma perda de 5% pode ser desastrosa, deixando o país abaixo da "linha vermelha" de 120 milhões de hectares de terra arável, o mínimo necessário, segundo o governo, para alimentar a população de 1,35 bilhão de habitantes. A poluição nas áreas rurais resulta principalmente da expansão das indústrias poluidoras para áreas remotas e o uso intensivo de fertilizantes químicos para atender à necessidade crescente de alimentos. (Págs. 1 e B17)
México está mais perto da abertura do setor de petróleo (Págs. 1 e B16)

Crescimento da produtividade perde fôlego nos EUA (Págs. 1 e A9)

Eldorado prepara ampliação
Nove meses depois de entrar em operação, a Eldorado Brasil Celulose, controlada pela J&F, acelera os planos da segunda unidade produtiva em Três Lagoas (MS), com investimentos que vão superar US$ 3 bilhões nos próximos três ou quatro anos. (Págs. 1 e B12)
Agronegócios 
Graças aos ganhos de produtividade proporcionados pelo avanço tecnológico, a produção agrícola brasileira aumentou 220% desde 1990, enquanto a área plantada expandiu-se 40%. “A terra não é mais fator significativo para o aumento da produção”, diz José Eustáquio Ribeiro, do Ipea. (Págs. 1 e Caderno especial)
Estradas disputadas
Consideradas o filé-mignon do pacote de concessões rodoviárias do governo federal, o trecho da BR-262, de Minas ao Espírito Santo, e a BR-050, entre Goiás e o Triângulo Mineiro, deverão ter disputa acirrada. (Págs. 1 e B13)
Ameaça ao café paranaense
As geadas no Centro-Sul do país poderão causar uma quebra entre 40% e 50% na produção de café do Paraná na próxima safra (2014/15). Embora o Estado não seja um grande produtor, muitos municípios dependem da cafeicultura. (Págs. 1 e B15)
O novo mercado do algodão
Maior consumidor de algodão do mundo, com metade da demanda global, a China está perdendo para outros países asiáticos, como Tailândia, Indonésia, Vietnã e Bangladesh, a competitividade na área têxtil. (Págs. 1 e B15)
O preço das Incertezas
Volatilidade dos mercados provocada pela expectativa de mudança da política monetária nos EUA causaram uma perda contábil de US$ 8,5 bilhões nas reservas internacionais do Brasil no bimestre maio-junho. (Págs. 1 e C7)
A volta das commodities
Em julho, a Carteira Valor obteve valorização de 4,3%, enquanto o Ibovespa ganhou 1,6%. Para este mês, as recomendações estão concentradas em papéis de empresas ligadas a commodities e do setor financeiro. (Págs. 1, D1 e D2)
'Agressividade' contraproducente
Pesquisas sugerem que as pessoas com personalidade introvertida são melhores investidores que os extrovertidos, cujo temperamento implicaria uma predisposição para assumir riscos excessivamente elevados. (Págs. 1 e D2)
Ideias
Sergio Leo

Fazenda pode retirar da lista de exceções da TEC 40 insumos industriais que têm tarifa maior que nos sócios do Mercosul. (Págs. 1 e A2)

Gustavo Loyola

Um novo relaxamento na Lei de Responsabilidade Fiscal não seria um pecadilho qualquer. (Págs. 1 e A11)
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