PENSAR "GRANDE":

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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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sexta-feira, agosto 09, 2013

QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

09 de agosto de 2013

O Globo

Manchete: Corrupção punida: STF condena senador pela primeira vez na História
Ivo Cassol cumprirá pena em regime semiaberto e diz que não renunciará.
Ministros mudam entendimento adotado no julgamento do mensalão e dizem que cabe ao Senado a palavra final sobre perda de mandato.

Quarenta dias após mandar prender o deputado Natan Donadon (PMDB), o Supremo Tribunal Federal condenou o senador Ivo Cassol (PP), também de Rondônia. Por cometer fraudes em 12 licitações de obras quando era prefeito de Rolim de Moura, Cassol cumprirá 4 anos, 8 meses e 26 dias de prisão em regime semiaberto. Os ministros decidiram que Cassol deve perder o mandato, mas que a palavra final é do Senado. No julgamento do mensalão, a maioria considerou que o STF poderia determinar a perda de mandato de deputados. (Págs. 1 e 3)
Denúncia de cartel em SP detona guerra entre PT e tucanos
A denúncia de que fornecedoras do metrô em São Paulo montaram um cartel, com a conivência de seguidos governos tucanos, acirrou o clima no Congresso, onde o PT trabalha para criar uma CPI.

O PSDB, por sua vez, pediu que integrantes do Cade, órgão que apura o caso, esclareçam a investigação em audiência pública e se queixou de "vazamento seletivo" de informações. (Págs. 1 e 6 e 8)

Delegado e ex-chefe não se entendem no caso Amarildo
Eles têm versões conflitantes sobre motivação e autoria do crime.

Relatório do delegado Ruchester Marreiros, que investigou o tráfico na Rocinha, diz que o pedreiro Amarildo integrava uma quadrilha e que foi vítima de rivais. Já o delegado Orlando Zaccone, que até semana passada chefiava Ruchester, afirma que Amarildo sequer era suspeito de ligação com o crime. Ontem, o ex-porta-voz da PM, coronel Frederico Caldas, foi escolhido para comandar as UPPs. (Págs. 1 e 12 e 19)
Privacidade de dados: TSE cancela convênio com Serasa
Após repercussão negativa e admitindo que havia o risco de quebra de sigilo de informações de milhões de eleitores, o Tribunal Superior Eleitoral decidiu suspender o convênio que havia assinado com a Serasa, empresa que mantém um banco de dados sobre a situação de crédito dos consumidores. (Págs. 1 e 4)
Alívio no mercado: Bolsa sobe 3,1% com Vale e China
Puxada pela valorização das ações da Vale, que refletiram a surpreendente recuperação das importações da China, a Bovespa subiu 3,1%. É a maior alta registrada na Bolsa em cinco meses. (Págs. 1 e 31)
Gestão hospitalar: MP: universidades sofrem pressão
A procuradora da República Roberta Trajano diz que as universidades federais estão sendo pressionadas a entregar a gestão de seus hospitais a uma empresa criada pelo governo. (Págs. 1 e 23)

Rede de espionagem: NSA lê e-mails sem mandado
O "New York Times" revelou que agência de espionagem dos EUA pode ler, sem mandado judicial, e-mails de qualquer americano que se comunica com o exterior, mesmo que ele não seja suspeito de terrorismo. (Págs. 1 e 36)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Investigação de cartel abre guerra entre PT e PSDB
Partidos entram em confronto no Congresso e em SP; objetivo é atacar reeleição de Dilma e Alckmin

A investigação sobre formação de cartel em licitações do metrô, com suspeita de pagamento de propina em administrações tucanas, iniciou uma guerra política entre PT e PSDB, com foco nas eleições de 2014. Os dois partidos se mobilizaram no Congresso e em São Paulo para ataques mútuos, numa tentativa de atingir os projetos de reeleição do governador Geraldo Alckmin (PSDB) e da presidente Dilma Rousseff (PT). Os petistas trabalham para instalar CPIs - na Câmara dos Deputados e na Assembleia paulista. Tucanos tentam jogar o foco em contratos de Estados governados pelo PT e no governo federal, especialmente os firmados com a Siemens para a compra de vagões de metrô. Dirigentes do PSDB tiveram acesso ao acordo de leniência sobre o cartel no Cade e destacaram trechos que supostamente incriminam contratos de gestões petistas. O Cade alega que o escopo das investigações é nacional. (Págs. 1 e Política A4)
Nomes de Serra e Arruda são mencionados no caso Siemens
E-mails em poder do Cade na investigação sobre o cartel de empresas de trens mostrariam que tanto o ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB) como o então deputado José Roberto Arruda (ex-governador do Distrito Federal) tinham ciência da ação das empresas do setor metroferroviário. Arruda e Serra negam envolvimento no caso. (Págs. 1 e Metrópole A16)
Alstom pagou no Brasil US$ 20 milhões em propinas
A Alstom destinou mais de US$ 20 milhões em propinas ao Brasil, e parte do dinheiro foi parar em cofres de partidos políticos, revela Jamil Chade, correspondente em Genebra. Segundo investigação da Justiça suíça, há “evidências claras de suborno” e até uma “tabela oficial” de propinas no Brasil. O dinheiro foi destinado a projetos de energia no Brasil, entre eles Furnas, Eletropaulo e a Usina de Itá. Sem citar partidos, a Justiça suíça indicou que a participação política estava sempre presente. Na ocasião o Estado de SP era governado pelo PSDB. (Págs. 1 e Metrópole A16)
Dia difícil para voar em Congonhas
Aeronautas e aeroviários fizeram ontem protesto de mais de quatro horas em Congonhas. Manifestantes sentaram nos balcões e impediram check-in dos passageiros. O aeroporto ficou fechado para pousos até as 9 horas, e um em cada três voos teve atraso. A TAM foi o principal alvo dos protestos, após a demissão de cerca de 800 aeronautas. (Págs. 1 e Metrópole A21)
Pela 1ª vez, STF condena senador por fraude
O Supremo Tribunal Federal condenou ontem, pela primeira vez, um senador à prisão. Por unanimidade, o parlamentar Ivo Cassol (PP) foi condenado a 4 anos, 8 meses e 26 dias de prisão em regime semiaberto por fraudar licitações entre 1998 e 2002 no valor de R$ 6,7 milhões, quando foi prefeito de Rolim de Moura (RO). Ele teria beneficiado um grupo de empresas, cujos sócios seriam seus parentes ou amigos. Caberá ao Senado decidir se cassa ou não o mandato do senador. Em nota, ele negou as irregularidades. (Págs. 1 e Política A7)
Presidência do TSE sabia de acordo, diz corregedora
A corregedora da Justiça Eleitoral, Laurita Vaz, disse no despacho que confirmou a suspensão do acordo do TSE com a Serasa que a presidência da corte, ocupada pela ministra Cármen Lúcia, tinha ciência do repasse de dados à empresa. Anteontem, Cármen Lúcia disse que não sabia do acordo. Ontem afirmou que a decisão foi da corregedoria. (Págs. 1 e Política A10)
Brasil ameaça retaliar EUA por algodão (Págs. 1 e Economia B1)

Israel construirá 800 casas na Cisjordânia (Págs. 1 e Internacional A11)

Ex-diretora da Anac diz que é ‘bode expiatório’
Ré no processo criminal que investiga o acidente do voo JJ 3054, da TAM, que em julho de 2007 matou 199 pessoas, a ex-diretora da Anac Denise Abreu afirma que foi “eleita como bode expiatório” para levar a culpa pelo acidente e, assim, “blindar o governo”. (Págs. 1 e Metrópole A20)
Marcha por melhorias no SUS
Grupo protesta no Sírio-Libanês por investimentos no SUS. Ontem, o CFM anunciou que distribuirá panfletos contra o Mais Médicos. (Págs. 1 e Metrópole A22)
Dora Kramer 
Sem bala na agulha

O Palácio do Planalto não tem margem de negociação para evitar a votação do Orçamento impositivo. Pelo jeito, a questão está decidida. (Págs. 1 e Política A6)
Notas & Informações
Um orçamento perigoso

Orçamento impositivo seria bom se congressistas se preocupassem com a saúde fiscal do setor público. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense

Manchete: STF condena senador, mas não tira mandato
Pela primeira vez na história, o Supremo julgou e condenou um senador. Ivo Cassol (PP-RO) foi considerado culpado no crime de fraude a licitação e punido com 4,8 anos de prisão em regime semiaberto. Mas, em vez de determinar a perda automática do cargo eletivo, como fez no caso do mensalão, o tribunal reviu o entendimento e deixou para o Senado a decisão de cassá-lo ou não. A mudança de posição do STF se deve à entrada em cena dos dois últimos ministros nomeados por Dilma: Teori Zavascki e Roberto Barroso. Foi o voto dos dois que fez o placar anterior, de 5 a 4, mudar para 6 a 4 (Luiz Fux não participou dessa decisão). A expectativa é de que o novo entendimento interfira também no julgamento dos recursos dos réus do mensalão. (Págs. 1 e 2)
Dólar pressiona preço da gasolina
Caixa da Petrobras sofre estrago com alta da moeda americana, mas governo segura reajuste de combustíveis por causa da inflação. (Págs. 1 e 8)
Vaticano: Papa ataca a corrupção
Francisco criou um comitê para combater a lavagem de dinheiro e outros crimes financeiros. Além do Banco da Santa Sé, a medida atinge todos os órgãos da Igreja. (Págs. 1 e 14)
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Valor Econômico

Manchete: Plano prevê quitação de R$ 94 bi em precatórios
A União vai apresentar ao Supremo Tribunal Federal (STF) proposta que permita a Estados e municípios quitar o estoque de R$ 94 bilhões de precatórios em atraso sem que esses pagamentos provoquem um grave desequilíbrio financeiro aos governos locais. Segundo cálculos do Tesouro Nacional, se Estados e municípios destinarem 3% da receita corrente líquida para o pagamento dos precatórios, 95% deles pagariam a dívida em seis anos.

Outra medida, que serviria como fonte complementar de recursos para os Estados que não têm como quitar a dívida no prazo de seis anos, exigiria mudança em lei federal para que os governos locais pudessem ter acesso a parte dos depósitos judiciais que hoje estão vinculados a ações não tributárias. (Págs. 1 e A3)
Terminal de US$1 bilhão sem operar
Pronto desde fevereiro, o Brasil Terminal Portuário (BTP) não consegue iniciar suas atividades em Santos porque depende da finalização das obras de dragagem do porto, sob responsabilidade do governo. “Esperávamos entrar em operação neste mês e a conclusão da dragagem nos foi prometida para no máximo este ano", disse ao Valor, Kim Fefjer, principal executivo da APM Terminais, controladora da BTP em associação com a Terminal Investment Limited (TIL). Ele passou o dia de ontem no país, em reuniões em Brasília, na expectativa de acelerar o processo. A APM Terminais, do grupo Maersk, investiu US$ 1 bilhão em Santos. (Págs. 1 e B1)
Os que nem trabalham nem estudam
Cerca de 1,5 milhão de jovens entre 19 a 24 anos, concentrados nas faixas mais pobres da população brasileira, não trabalham, não estudam, nem procuram emprego — e o número de pessoas que se encaixam nesse perfil cresce. É o que mostra estudo feito por Joana Monteiro, pesquisadora do Instituto Brasileiro de Economia da FGV, batizado de “Os Nem-Nem-Nem: exploração inicial sobre um fenômeno pouco estudado”. O levantamento, baseado na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2011, mostra que o grupo de jovens desalentados (exclui donas de casa com filhos) já representava 10% da população nessa faixa etária. Com pouca escolaridade e baixa renda, eles podem elevar o desemprego se buscarem trabalho após os 24 anos ou serem permanentemente dependentes do governo. (Págs. 1 e A5)
Piora percepção do risco de dar crédito ao país
O Brasil está sendo percebido como um mercado com risco mais elevado para se investir neste momento. O custo do “Credit Default Swap”, medida de risco usada internacionalmente, alcançou ontem 186,65 pontos-base, superior ao de nações com a mesma classificação de risco. Já supera também o de mercados com “rating" pior, como a Colômbia. Investidores estariam considerando, nos preços dos títulos brasileiros negociados no exterior, um possível rebaixamento do país. Em junho, a Standard & Poor’s mudou a perspectiva da nota brasileira de estável para negativa. (Págs. 1 e C2)

Junho, o mês que não terminou
Dois meses após o início da onda de manifestações que ocupou as ruas do país, ainda é difícil imaginar qual será seu impacto na cultura política brasileira. Mas um desejo irrefreável de maior participação na democracia e ampliação das possibilidades de comunicação emerge das análises expressas em debate promovido pelo Valor com os professores de ciência política José Álvaro Moisés (USP) e Jairo Nicolau (UFRJ), o professor de comunicação Eugênio Bucci (USP) e Bruno Torturra, cofundador do Mídia Ninja. A grande dúvida que paira entre os participantes é o que ocorrerá em 2014, ano da Copa do Mundo e de eleições. (Págs. 1 e Eu& Fim de Semana)
Milho deve ceder espaço para algodão
A cerca de um mês do início do plantio de grãos no Brasil — em Mato Grosso, a semeadura começa em 15 de setembro —, produtores estão finalizando suas planilhas de rentabilidade, confirmando a menor atratividade dos grãos. Os números diferem conforme a região, mas indicam que o algodão deve brilhar nessa temporada, com a melhor margem na comparação com milho e soja. Com isso, o milho deve perder área para o cultivo da pluma, que no Brasil deve crescer 22%, segundo a associação dos cotonicultores. (Págs. 1 e B14)
SP relança edital do metrô
O governo paulista relança na terça-feira o edital de licitação da Linha 6-Laranja do metrô. Deserta na primeira tentativas, agora o Estado assumirá integralmente o ônus das desapropriações, que podem chegar a R$ 700 milhões. (Págs. 1 e A2)
Por transparência no esporte
Uma proposta para alterações na Lei Pelé, defendida pela ONG Atletas pela Cidadania, abre mais uma frente de batalha entre cartolas e o governo no Congresso Nacional. (Págs. 1 e A7)
Venezuela corta importações
Às voltas com grave escassez de divisas, a Venezuela freia suas importações e afeta as vendas brasileiras para o país, que caíram 15% de janeiro a julho, em relação a igual período do ano passado. (Págs. 1 e A11)
Kroton no ensino técnico
O grupo educacional Kroton vai investir no segmento de cursos técnicos, motivado pelo crescimento do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec ) do governo federal. (Págs. 1 e B3)
Helibras amplia portfólio
A Helibras vai iniciar, em 2015, a produção da versão civil do helicóptero militar EC725, que está sendo produzido desde o ano passado para as Forças Armadas. O primeiro cliente deve ser a Líder Aviação. (Págs. 1 e B9)
Mais liberdade à previdência aberta
Ministério da Fazenda está concluindo a revisão das regras de investimento dos fundos abertos de previdência. Entre as mudanças está o aumento do limite de 49% para aplicação em renda variável. “A ideia é dar flexibilidade aos administradores, sem prejudicar os participantes”, diz Pablo Fonseca. (Págs. 1 e Cl)
Bancos japoneses avançam no Brasil
Com sobra de liquidez e bem capitalizados, os bancos japoneses têm se destacado na concessão de empréstimos externos no Brasil. Desde 2011, essas instituições vêm fortalecendo os investimentos no país, em meio a uma estratégia de internacionalização. (Págs. 1 e C11)

Sem demanda
Sinal de que o momento continua difícil para captações no mercado de capitais, a Lojas Renner não obteve demanda para uma emissão de R$ 400 milhões em debêntures, fechada nesta semana com, no máximo, 75% dos papéis negociados. (Págs. 1 e C12)
Menos rigidez no PLR
Decisão do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) flexibiliza o entendimento da Lei 10.101 — que regula o pagamento aos empregados de participação nos lucros e resultados das empresas —e anula autuação da Receita. (Págs. 1 e El)

Ideias
Claudia Safatle

O programa de concessões e o leilão de Libra são as únicas armas do governo para dar impulso aos investimentos. (Págs. 1 e A2)

Maria Cristina Fernandes

Os transportes sempre foram um balcão de negócios para governos de todas as colorações partidárias. (Págs. 1 e A8)
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