PENSAR "GRANDE":

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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

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terça-feira, agosto 13, 2013

QUEM LÊ TANTA NOTÍIA?

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

13 de agosto de 2013

O Globo

Manchete: Infraestrutura na contramão: Leilão do trem-bala é adiado de novo e pode não ocorrer
Empresas envolvidas em denúncia de cartel estavam interessadas, mas só Alstom formalizou.

Projeto do Trem de Alta Velocidade (TAV), avaliado em R$ 38 bilhões, é alvo de críticas e agora pode ser enterrado de vez. Licitação seria em 19 de setembro, e União já tinha aceitado assumir riscos para viabilizar investimento.

Diante da falta de concorrência, o governo federal foi levado a adiar, pela terceira vez, o leilão do trem-bala entre Rio-São Paulo e Campinas. O projeto é alvo de críticas pelo elevado custo de R$ 38 bilhões e por suscitar dúvidas quanto à sua real necessidade. O prazo foi adiado por, no mínimo, um ano, mas o ministro César Borges admitiu que projeto pode não ir adiante. Entre os potenciais candidatos estavam a francesa Alstom e a alemã Siemens, ambas envolvidas em denúncia de cartel em metrôs estaduais, além da espanhola Renfe. Mas só a Alstom formalizou o interesse. (Págs. 1 e 19)
Governo deverá socorrer aéreas: Prejudicadas pelo câmbio, empresas acumulam prejuízos no país. (Págs. 1 e 20)

Consumidor pagará por erro técnico: Falha no projeto das usinas do Madeira custará R$ 100 milhões. (Págs. 1 e 19 e Míriam Leitão)

Descontrole fiscal: Devedores ganham regras mais frouxas
Inadimplentes terão recursos do Orçamento.

Numa tentativa de destravar a máquina pública, o governo federal estendeu a convênios firmados desde 2008 regra que valia apenas para a LDO deste ano: estados e municípios só precisam comprovar regularidade fiscal antes da assinatura de contratos. Se ficarem inadimplentes no decorrer da obra, os repasses continuam. A regra divide técnicos, porque feriria a Lei de Responsabilidade Fiscal. (Págs. 1 e 3)
Confronto em Laranjeiras
Manifestantes tentaram invadir o Palácio Guanabara e entraram em confronto com a PM, ontem à noite, em Laranjeiras. Na Câmara de Vereadores ocupada, o início da CPI dos ônibus foi adiado. (Págs. 1 e 10)
Paisagem manchada
0 Instituto Estadual do Ambiente (Inea) investiga mancha de óleo gigante que apareceu ontem na Baía de Guanabara, perto do Aeroporto Santos Dumont. (Págs. 1 e 12)
Saúde a domicílio: IBGE vai colher urina e sangue
Numa pesquisa inédita, o IBGE começou ontem a colher sangue e urina de 20 mil brasileiros em 1.600 cidades. Dados como pressão arterial e doenças preexistentes fazem parte do levantamento. A coleta, agendada, é feita por profissionais ligados ao Hospital Sírio-Libanês. (Págs. 1 e 7)
De volta ao mensalão: STF adia debate mais polêmico
O julgamento dos recursos do mensalão começa amanhã, mas a discussão sobre revisão das condenações foi adiada. (Págs. 1 e 6 e Merval Pereira)
Pedida cassação de Donadon
Parecer do deputado Sérgio Zveiter, entregue à CCJ, pede a cassação de Natan Donadon, preso desde junho. (Págs. 1 e 6)
Renda só não basta: País tem mais pobres e mais ricos
Nova pesquisa mostra que brasileiros na base da pirâmide social saíram de 13,9 milhões para 29,6 milhões, embora ganhem mais. A fatia de ricos também cresceu. (Págs. 1 e 23)
Sempre haverá Paris: Brasileiros vão às compras
Investidores do Brasil estão entre os que mais compram apartamentos de luxo em Paris e hoje só investem menos lá que americanos e italianos. (Págs. 1 e 24)
Cargo de confiança: Ex-segurança de Dilma na Copa
Delegado da PF que fazia proteção da petista na campanha vai comandar segurança da Copa e das Olimpíadas. (Págs. 1 e Caderno esportes)
Maior revés em 10 anos: Cristina perde em 15 de 24 distritos (Págs. 1 e 2)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Trem-bala é adiado por falta de interesse de empresas
Apenas um consórcio participaria da licitação, o que fez o governo suspender leilão por tempo indeterminado

O Trem de Alta Velocidade (TAV), maior projeto de infraestrutura do governo da presidente Dilma Rousseff, foi adiado novamente, e por tempo indeterminado. Sem atrair o interesse de investidores internacionais, o leilão que iria definir a tecnologia e a operadora do trem-bala corria risco de não ter disputa. Apenas um consórcio, liderado pela francesa Alstom, havia se comprometido a participar da licitação. Dilma tomou a decisão no domingo. “Depois de muitas conversas e entendimentos com os prováveis participantes, sentimos que o certame caminhava para apenas um participante”, admitiu o ministro dos Transportes, César Borges. O leilão do trem que vai ligar as cidades de Campinas, São Paulo e Rio estava marcado para 19 de setembro. A entrega de propostas iria ocorrer na próxima sexta-feira. Venceria quem oferecesse o maior valor de outorga à União. (Págs. 1 e Economia B1)

Momento errado

A presidente Dilma Rousseff preferiu adiar a licitação do Trem de Alta Velocidade diante do momento político inconveniente para o anúncio de um projeto de R$ 38 bilhões. (Págs. 1 e B3)
MPF suspeita que cartel agia em projetos federais
O Ministério Público Federal (MPF) vê indícios de que o suposto cartel dos trens atuou também em licitações federais envolvendo a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), disse a procuradora da República Karen Louise Jeanette Kahn. Desde 1998, algumas das principais empresas investigadas mantêm ou mantiveram contratos com a estatal, ligada ao Ministério das Cidades. (Págs. 1 e Política A4)
Petrobrás e Braskem terão de explicar seus balanços
A Comissão de Valores Mobiliários está apurando a adoção da contabilidade de hedge (proteção) por companhias abertas para reduzir o impacto da alta do dólar nos resultados do segundo trimestre. O regulador pediu explicações a pelo menos dois grupos: Petrobrás e Braskem. A decisão da Petrobrás de adotar a contabilidade de hedge a partir de maio evitou um resultado trimestral fraco. (Págs. 1 e Economia B7)
Bancos dificultarão lavagem de dinheiro
O sistema financeiro brasileiro fechará mais o cerco à lavagem de dinheiro e ao financiamento ao terrorismo com base em um normativo aprovado por associados da Febraban. (Págs. 1 e Economia B4)
STF adia decisão sobre o mensalão
A morte da mulher do ministro Teori Zavascki adiou os planos do STF de começar a decidir amanhã se 12 dos 25 condenados pelo mensalão terão direito a novo julgamento. (Págs. 1 e Política A6)
Fotolegenda: 54 fogem da Fundação Casa
Internos da Fundação Casa de Itaquera fogem por muro lateral. A fuga de 54 dos 103 adolescentes ocorreu por falha da Polícia Militar, que, acionada em razão de uma rebelião, posicionara suas viaturas apenas no portão principal. Dezessete jovens foram recapturados. (Págs. 1 e Metrópole A14)
Kirchnerismo recua em plano de reeleição
O plano do kirchnerismo, para reformar a Constituição e permitir reeleições presidenciais ilimitadas para Cristina Kirchner, foi arquivado ontem, após o anúncio do resultado das eleições primárias de domingo na Argentina. Apesar de fragmentada, a oposição obteve 74% dos votos em todo o país e o governo Cristina, 26% - o pior resultado em uma década. (Págs. 1 e Internacional A8)
EUA ignoraram parceria entre Farc e tráfico
No fim dos anos 80, os EUA não apostavam no sucesso da parceria entre narcotraficantes e guerrilheiros na América Latina, informa Marcelo de Moraes. O ceticismo se referia especialmente ao caso das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), revelam documentos do Estado-Maior das Forças Armadas brasileiras. (Págs. 1 e Internacional A9)
Avião da Esquadrilha da Fumaça cai e mata 2 (Págs. 1 e Metrópole A18)

José Paulo Kupfer 
Serviço duplo

Caso o cenário de uma inflação abaixo do teto da meta mês a mês até o fim do ano realmente se confirme, haveria inflação ao gosto de todos. (Págs. 1 e Economia B6)
Notas & Informações
Brasil e União Europeia

As negociações de livre-comércio entre Mercosul e UE dificilmente chegarão a bom resultado. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense

Manchete: Incêndio expõe insegurança em shopping
Até as 22h de ontem, bombeiros ainda estavam de prontidão por causa do fogo que teria começado por volta das 5h em agência bancária no primeiro andar do Top Mall, em Taguatinga. De acordo com eles, a arquitetura do prédio, que descreveram como uma caixa de vidro fechada, sem lugar para a fumaça sair, dificultou o trabalho. Quinze vidraças tiveram que ser quebradas. O incidente, o segundo em menos de dois meses no comércio, só não foi maior porque o expediente não tinha começado. Ninguém saiu ferido. O shopping foi interditado por tempo indeterminado. (Págs. 1, 20 e 21)
A guerra de Marina pela Rede
Além de validar 500 mil assinaturas — até agora tem 189 mil —, a ex-senadora precisa enfrentar os prazos apertados do TSE para a criação do partido. (Págs. 1 e 2)
Companhias aéreas terão ajuda federal
Maior preocupação do governo é com possível onda de demissões no setor. Pacote para socorrer TAM, Gol, Azul e Avianca inclui empréstimos via BNDES. (Págs. 1 e 8)
Pressão para subir o preço da gasolina
Petrobras já trabalha com a hipótese de novos reajustes na tabela do combustível ainda este ano, mas governo segura aumento temendo o impacto na inflação. (Págs. 1 e 9)
Pesquisa: Exames de urina e sangue avaliam a saúde no país (Págs. 1 e 7)

Itamaraty: Após denúncia, nomeação terá novas regras (Págs. 1 e 4)

Justiça: Até onde vai a responsabilidade com um doente
Processo contra marido supostamente negligente com o câncer que matou a mulher abre discussão sobre qual o papel de uma pessoa no tratamento de um parente. (Págs. 1 e 19)
Trem-bala anda devagar: Leilão, agora, só em 2014 (Págs. 1 e 9)

Militar diz que ditadura torturou Stuart Angel (Págs. 1 e 6)

Esperança contra doenças no fígado
Cientistas de Minas Gerais descobrem como a insulina ajuda na regeneração das células do órgão. A pesquisa abre caminho para novos tratamentos até contra o câncer. (Págs. 1 e 17)
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Valor Econômico

Manchete: Estados e prefeituras pedem R$ 75,4 bi para transportes
Em junho, após as enormes manifestações populares, a presidente Dilma Rousseff anunciou o compromisso de destinar R$ 50 bilhões a governos estaduais e municipais para investimentos na área de mobilidade urbana. Esse anúncio, que ela chamou de “pacto”, abriu uma corrida de governadores e prefeitos de grandes cidades à Esplanada dos Ministérios. Desde então, Estados e municípios já apresentaram à União projetos de transportes que preveem gastos de R$ 75,4 bilhões.

O dinheiro virá do Orçamento da União e de financiamentos da Caixa Econômica Federal, por meio de repasse do Fundo de Garantia, com taxas subsidiadas. O Ministério do Planejamento coordena as discussões e concluiu, na quinta-feira, a segunda rodada de recebimento de propostas. Para Maurício Muniz, secretário do PAC e coordenador das conversas com governadores e prefeitos, o fato de os pedidos terem superado o valor oferecido pela presidente cria “um bom problema”. Ele disse que o anúncio de R$ 50 bilhões não deve ser visto como uma amarra. “Se houver mais propostas bem estruturadas, o volume de recursos pode ir além”, afirmou. (Págs. 1 e A14)
Thyssen já estuda ficar com a CSA
A Thyssen avalia manter o controle de sua problemática siderúrgica brasileira, a CSA, numa reviravolta nas tentativas do conglomerado industrial alemão de se livrar de sua divisão Steel Américas. De acordo com o novo plano, a Thyssen venderia por US$ 1,5 bilhão sua unidade processadora em Calvert, no Alabama (EUA), para a CSN e esta aceitaria comprar três milhões de toneladas de aço por ano da CSA. As duas usinas, que fazem parte de um ambicioso plano lançado na década passada para conquistar o mercado de aço nos Estados Unidos, já custaram mais de US$ 15 bilhões à Thyssen, sem gerar nenhum lucro. (Págs. 1 e B11)
Rotatividade menor no NE atrai Contax
Maior companhia de “call center" do país, a Contax avança na migração de suas operações para o Nordeste, onde é menor a rotatividade de funcionários. Nos próximos meses, serão inauguradas duas unidades na região — uma delas em Salvador — que juntas terão capacidade para empregar 10 mil pessoas.

“Enquanto no Sudeste treinamos um funcionário e ele fica na empresa por um ano, no Nordeste fica três, quatro anos. Quanto mais tempo, mais e melhor o funcionário produz”, diz Marco Schroeder, diretor-financeiro da Contax, Marco Schroeder. Metade dos 92 mil funcionários da área de call center da companhia já ficam no Nordeste e há previsão de que essa participação alcance 60% até o fim do ano. (Págs. 1 e B1)
Petrobras quer reajuste da gasolina até fim do ano
O diretor financeiro da Petrobras, Almir Barbassa, defendeu ontem reajuste dos preços dos combustíveis para ajudar a estatal a financiar seus investimentos. Em teleconferência com analistas, ele reconheceu que, se os valores dos derivados de petróleo não forem corrigidos, a Petrobras terá de aumentar o grau de alavancagem (endividamento em relação ao patrimônio), hoje acima do estabelecido no plano de negócios.

Cálculos do mercado indicam que a defasagem dos preços na refinaria, em relação ao mercado internacional, é de 22% a 23,5% na gasolina e de 18% a 24% no diesel. A desvalorização do real acentua o problema. Por outro lado, o governo tem segurado o reajuste por causa da inflação. Segundo Barbassa, a Petrobras tem trabalhado “intensamente no sentido de buscar o ajuste ou o alinhamento dos preços domésticos e internacionais, o que proveria também mais recursos da área operacional para financiar o plano [de negócios]”. (Págs. 1 e B6)
Banco Opportunity supera crise e cresce
Na esteira dos danos de imagem deixados pela operação Satiagraha, da Policia Federal, em 2008, em que o empresário Daniel Dantas e executivos de seu grupo foram investigados, o Opportunity sofreu uma sangria de 15% em seus fundos de investimento, com clientes transferindo recursos para instituições concorrentes. Passados cinco anos, o Opportunity conseguiu resistir à crise e se mantém entre os 20 maiores gestores de recursos de terceiro do país.

Comandada por Dorio Ferman, a área de gestão de recursos cuida hoje de R$ 19 bilhões — quase 20% mais que os RS 16 bilhões de 2008. Em 2011, a operação Satiagraha foi anulada pela Justiça. Embora seja oficialmente um banco de investimento, o Opportunity concentra sua atuação na gestão de recursos, sem destaque em transações típicas do segmento, como assessoria em fusões, ofertas de ações e emissão de dívida. (Págs. 1 e Cl)

Massa surge como opção aos Kirchner
A saída de cena da presidente Cristina Kirchner após as eleições presidenciais de 2015 tornou-se o cenário mais provável na política da Argentina, após as eleições primárias de domingo para a escolha dos candidatos às eleições parlamentares de outubro. A sigla de Cristina, Frente Para a Vitória (FPV), obteve apenas 26% dos votos nacionais, cinco pontos percentuais a menos que em 2009, quando também foi derrotada. Caso o resultado se repita em outubro, Cristina não obterá quórum necessário para mudanças constitucionais que viabilizem um novo mandato dentro de dois anos.

Nesse cenário, ganhou força o nome Sérgio Tomás Massa — um advogado de 41 anos, prefeito de Tigre, subúrbio rico de Buenos Aires —, agora a maior esperança da oposição para tomar a Presidência em 2015. Massa ganhou projeção nacional em 2003 após assumir a autarquia que comanda o setor de previdência no país. Em 2008, foi nomeado ministro-chefe de gabinete e articulador político de Cristina, com quem rompeu em 2010. (Págs. 1 e A11)
Serpro na nuvem
O Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), companhia de tecnologia da informação (TI) do governo federal, começa em setembro a oferecer serviços de computação em nuvem. (Págs. 1 e B3)
Porto Maravilha
A Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro (Cdurp) publica hoje edital para venda de três terrenos da União na zona portuária, que somam 40 mil m², com Valor Geral de Vendas estimado em R$ 600 milhões. (Págs. 1 e B10)
Itaú BBA reforça operação na Europa
À frente das operações do Itaú BBA na Ásia e na Europa, o americano Charles Stewart tem como principal missão convencer os investidores estrangeiros de que o momento atual pode reservar boas oportunidades no Brasil e na América Latina. (Págs. 1 e C18)
Menos sustos com papéis de inflação
Alta da Selic e dúvidas sobre a atuação do Fed levaram os títulos de inflação a oscilar quase como renda variável neste ano, mas para especialistas a volatilidade deve ser menor de agora em diante. (Págs. 1 e Dl)
Isenção de IR em remessa por serviço
Grandes companhias obtêm nos tribunais federais decisões que as liberam da obrigação de reter o Imposto de Renda (IR) na fonte sobre valores remetidos ao exterior para pagar prestadores de serviço sem representação no Brasil. (Págs. 1 e El)
Justiça barra queimadas
Sentença da Justiça Federal anulou todas as licenças concedidas pelo Estado de São Paulo que autorizam a queima da palha da cana na região de Piracicaba. A decisão foi dada em ação civil pública apresentada pelo Ministério Público. (Págs. 1 e El)
Ideias
Delfim Netto

O atual pessimismo não encontra correspondência nos dados da conjuntura social e econômica. (Págs. 1 e A2)


Alessandra del Drago e Luiz Figueiredo

No médio prazo, aumento moderado do desemprego trará alívio nos custos das empresas, gerando ganho de produtividade. (Págs. 1 e A13)

Projeto acaba com monopólio estatal do petróleo no México (Págs. 1 e A9)

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