PENSAR "GRANDE":

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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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segunda-feira, setembro 02, 2013

QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

02 de setembro de 2013

O Globo

Manchete: Na mira dos Estados Unidos - Dilma foi alvo direto da espionagem americana
NSA monitorou telefone e e-mails da presidente

Documentos vazados por Edward Snowden e revelados pelo 'Fantástico' mostram que a Agência Nacional de Segurança também espionou assessores diretos da presidente

A Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSA) espionou telefonemas, e-mails e mensagens de celular da presidente Dilma Rousseff e de "assessores-chave" do governo brasileiro. A revelação foi feita ontem em reportagem no "Fantástico", da TV Globo, com base em documentos vazados pelo ex-técnico da agência americana Edward Snowden. Em apresentações de slides feitas em junho de 2012, os americanos mostraram gráficos com uma teia de comunicação da presidente com assessores. No documento, não há exemplos de mensagens ou ligações. Além de Dilma, também foi espionado pelo governo dos Estados Unidos o presidente do México, Enrique Peña Nieto, quando ele era candidato ao cargo. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, classificou a ação como uma "clara violação à soberania" e levará o caso à ONU. (Págs. 1 e 3)
Transportes: Mudanças para atrair investidores
O governo federal vai reformular a área de transportes a fim de atrair investidores para leilões de ferrovias e rodovias. As mudanças preveem remodelações em estatais, como fim da Valec e do Dnit, para gerar eficiência na gestão. Mas isso pode atrasar o leilão de 18 de outubro. (Págs. 1 e 17)
Ataque adiado: Síria comemora recuo dos EUA
O governo Assad disse que o anúncio de que o Congresso dos EUA terá de aprovar o ataque à Síria é o início de um "recuo histórico" de um Obama “hesitante e confuso". John Kerry, secretário de Estado dos EUA, disse que exames provam o uso de gás sarin. (Págs. 1 e 23)
Investigação confusa - Amarildo: atraso na reconstituição
A Polícia Militar e a Delegacia de Homicídios não se entenderam sobre o horário da reconstituição do sumiço do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza. Os PMs foram liberados e tiveram que voltar à Rocinha. (Págs. 1 e 9)
Visita à História: Projeto Memória repercute no país
Representantes de diversas áreas falaram da importância do Projeto Memória e comentaram o fato de O GLOBO ter reconhecido que o apoio ao golpe militar de 1964 foi um erro editorial. (Págs. 1 e 5)
Início dos trabalhos: Mais Médicos começa hoje (Págs. 1 e 5)

Educação: Presidentes da ditadura dão nomes a 976 escolas (Págs. 1 e 4)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: EUA dizem ter provas de que Síria usou gás sarin contra civis
Secretário de Estado afirma que exames comprovaram o uso do agente químico

O secretário de Estado dos EUA, John Kerry, disse ontem que o governo tem evidências de que gás sarin foi usado no ataque do dia 21 na Síria, que deixou mais de 14 mil mortos. É a primeira vez que a substância usada no ataque é identificada. Segundo ele, amostras de cabelos e sangue de socorristas que ajudaram as vítimas deram positivo para sarin. Kerry qualificou de “corajosa” a decisão do presidente Barack Obama de buscar aval do Congresso para atacar a Síria Ontem, Le Journal du Dimanche divulgou que agentes franceses têm provas de que o regime sírio possui mil toneladas de armas químicas. (Págs. 1 e Internacional A8 e A9)

Liga fala em ‘crime de guerra'

A Liga Árabe responsabilizou o governo de Bashar Assad pelo uso de armas químicas e pediu que a comunidade internacional tome medidas para conter o que chamou de "crimes de guerra". (Págs. 1 e A8)
Estados ignoram renda adicional ao Bolsa Família
Passados dois anos do lançamento do Brasil sem Miséria, levantamento feito pelo Estado mostra que a transferência de renda - um dos três pilares do programa - ainda patina. O governo federal vem tentando costurar acordos com os Estados para que se comprometam com programas de transferência de renda regulares e complementares ao Bolsa Família. Até agora, no entanto, apenas quatro deles - Rio de Janeiro, Espírito Santo, Mato Grosso e Rio Grande do Sul - e o Distrito Federal formalizaram tais pactos de iniciativas conjuntas. (Págs. 1 e Política A4)
Alta do dólar deixa brasileiro ‘mais pobre’
Em dólar, o brasileiro já perde poder de compra. Ao final de 2013, a cota de riqueza individual será de US$ 10.920, quase 5% abaixo do valor do final do ano passado. Será a primeira vez, desde 2009, que o resultado ficará abaixo de US$ 11 mil. Como a cotação do dólar baliza o preço de uma série de produtos, o efeito do câmbio é generalizado. “Não apenas o consumidor fica mais pobre em dólar, mas também o empresário, que paga mais para importar e para investir", diz o economista da USP Juarez Rizzieri. (Págs. 1 e Economia B12)
Em 2017, haverá mais homens em idade fértil
Em quatro anos, o Brasil deverá ter mais homens que mulheres entre 15 e 49 anos - em idade fértil. Em 2060, o excedente masculino chegará a 1,2 milhão nessa faixa etária. As estatísticas foram compiladas pelo Estadão Dados, com base em projeções populacionais do IBGE divulgadas no semana passada. Na população total, haverá mais mulheres que homens ainda por muitas décadas, já que elas vivem mais. (Págs. 1 e Metrópole A14)
Mais Médicos começa hoje em 13% das cidades
O desembarque de brasileiros em 454 cidades marca hoje a estreia de fato do programa Mais Médicos. A chegada atenderá à demanda de apenas 13% dos municípios que se inscreveram na primeira etapa da iniciativa. (Págs. 1 e Metrópole A16)
Brasileiro assume OMC com desafio no G-20 (Págs. 1 e Economia B13)

Golpe no Chile atingiu 5 mil exilados brasileiros (Págs. 1 e Internacional A12)

Caso Amarildo: polícia briga em reconstituição (Págs. 1 e Metrópole A19)

Jorge J. Okubaro 
O que ameaça o crescimento

As empresas buscaram atender à demanda com a contratação de pessoal, em detrimento dos ganhos de produtividade. Esse período acabou. (Págs. 1 e Economia B2)
Lúcia Guimarães 
Palavras

No caso da Síria, o palavrório que mais desafia a credibilidade é o da missão humanitária. Os que mais têm a dizer vão sendo silenciados. (Págs. 1 e Caderno 2, C8)
Notas & Informações
Desidratação da indústria

O problema é de estagnação, em razão da falta de competitividade e da baixa produtividade. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense

Manchete: Celas reformadas para receber presos ilustres
A Secretaria de Segurança Pública apressa reforma no Centro de Progressão Penitenciária (CPP), no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), um dos prováveis destinos dos réus no processo do mensalão. No local, destinado ao cumprimento de penas em regime semiaberto, estão sendo preparadas salas para receber políticos e detentos com alto poder econômico. "Não é uma regalia. É uma questão de segurança. Quem tem notoriedade fica vulnerável e precisa ser separado da massa, sob pena de ser vítima de extorsão, por exemplo”, ressalta o subsecretário do Sistema Penitenciário do DF, Cláudio de Moura Magalhães. Atualmente, 11 dos 25 condenados na Ação Penal 470 poderiam apenas dormir na prisão, como Pedro Henry (PP-MT) José Genoino (PT-SP) e Valdemar Costa Neto (PR-SP). Outro nome ilustre que deverá ser transferido para o centro é o empresário Wagner Canhedo, condenado por sonegação fiscal e preso no último sábado em Brasília. (Págs. 1, 2 e 21)
Verbas: Onde está o dinheiro da Saúde?
Liberação de recursos em conta-gotas prejudica programas como o Mais Médicos e outros ligados à área social. De R$ 10 bilhões previstos no Orçamento deste ano para obras em hospitais e equipamentos, só R$ 1,9 bilhão saiu do papel. (Págs. 1 e 4)
Espionagem: Dilma exige explicação de embaixador
Presidente convoca reunião de emergência depois de saber que teve telefones e e-mails monitorados pela Agência Nacional de Segurança (NSA) americana. Diplomata dos EUA deve ser convocado o mais rápido possível. (Págs. 1 e 13)
O mundo espera o Congresso dos EUA
Enquanto o secretário de Estado norte-americano, John Kerry, garante que Al-Assad usou gás sarin, a opinião pública do planeta está de olho na decisão dos parlamentares, que podem aprovar o ataque imediato à Síria. (Págs. 1 e 12)
Os diversos valores de uma indenização
Justiça tem parâmetros diferentes quando analisa reparação pela morte de um trabalhador, que pode variar de R$ 15 mil a R$ 1,45 milhão. (Págs. 1 e 6)
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Valor Econômico

Manchete: Empresas têm boas defesas contra turbulência cambial
As empresas brasileiras estão preparadas para enfrentar os solavancos do câmbio. Os recursos disponíveis em caixa e aplicações financeiras são suficientes para honrar os compromissos de curto prazo - em dólares ou reais. O impacto da desvalorização será limitado. Levantamento feito pelo Valor com base nos dados de 95 companhias abertas mostra que a dívida em moeda estrangeira representa, em média, apenas 20% dos empréstimos que vencem até junho de 2014. A capacidade financeira cobre 112% de todas as dívidas do período.

O endividamento das empresas cobertas pela Fitch, agência de classificação de risco, aumentou nos últimos anos. A relação entre dívida líquida e lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) passou de uma média de 2,2 vezes em 2008 para 2,9 vezes em 2012. A expectativa é que, neste ano, impulsionada pelo câmbio, supere três vezes. (Págs. 1 e B2)
Custo da mão de obra fica mais competitivo
Por causa da desvalorização do real, os salários no Brasil deixaram de ser os mais altos em um conjunto de cinco países emergentes que inclui México, Rússia, China e Índia. Conforme levantamento do Itaú Unibanco, os salários anuais per capita pagos no Brasil estão menores do que na Rússia e mais próximos dos praticados no México, na comparação com o ano passado. O câmbio também reduziu a diferença entre a remuneração de chineses e brasileiros, que caiu de 70% para 21,8%, considerando-se a taxa de câmbio.

No entanto, quando são levados em conta benefícios trabalhistas, como plano de saúde, por exemplo, o Brasil ainda tem o maior salário entre os países analisados. (Págs. 1 e A4)
EUA confirmam uso de arma química na Síria
O secretário de Estado dos Estados Unidos, John Kerry, disse ontem que o governo americano obteve amostras de sangue e de cabelos de cidadãos na Síria, que confirmariam o uso de sarin, um poderoso gás que age sobre o sistema nervoso, pelo regime do presidente Bashar al-Assad contra civis, em ataque realizado em 21 de agosto num bairro da zona leste da capital síria, Damasco. Kerry disse acreditar que essas novas provas ajudarão a Casa Branca a conseguir apoio no Congresso e entre os países aliados na Europa e no Oriente Médio para executar ação militar contra a Síria. O Congresso dos EUA deve promover votação sobre o ataque apenas na próxima semana. (Págs. 1 e A13)
Itaú BBA dá salto com varejo do Itaú
Quando o Itaú comprou o BBA, instituição de atacado fundada por Fernão Bracher e Antonio Beltran Martinez, o banco tinha uma carteira de 450 empresas clientes e um número equivalente de funcionários. Até hoje, essa proporção se mantém. São três mil clientes e três mil funcionários, mas, a partir de 1º de outubro, o Itaú BBA dará novo salto, agregando mais mil funcionários e 20 mil clientes, com a incorporação do segmento de médias empresas que até então eram atendidas pelo varejo do Itaú.

Incorporar à base de clientes as empresas com faturamento anual superior a R$ 30 milhões (o chamado 'upper middle market') representará um marco na história do Itaú BBA. E um desafio. Trata-se de uma prestação de serviços mais massificada do que aquela à qual a equipe do BBA está acostumada. A mudança é uma aposta no potencial de crescimento dessas companhias. "São as grandes empresas do futuro", diz o presidente do banco, Candido Bracher. (Págs. 1 e C1)
Molinos quer elevar vendas ao Brasil
Convencer o brasileiro a pagar cerca de R$ 10 por um litro de concentrado de limão é a mais nova aposta do conglomerado argentino Molinos Rio de la Plata. Principal grupo de agronegócio da Argentina, o Molinos, que já vende azeite de oliva e vinhos ao Brasil, hoje está atrelado a exportações de grãos e ao mercado doméstico de produtos industrializados, que lhe renderam faturamento equivalente a US$ 3,7 bilhões no ano passado. A aposta é vender mais produtos industrializados ao Brasil. (Págs. 1 e B9)
Odebrecht deixa obra da Transnordestina
Após paralisações, greves, desacordos e um processo de arbitragem, foi rescindido o contrato entre a Construtora Norberto Odebrecht e a Transnordestina Logística (TLSA), empresa da CSN responsável pela ferrovia. A Transnordestina está consultando outras empreiteiras interessadas em dar andamento à obra, mas aguarda a oficialização de um ajuste no valor do projeto, que já monta a R$ 7,5 bilhões.

A CSN se comprometeu com o governo federal a retomar as obras em 90 dias e a aproveitar parte dos pouco mais de três mil operários que trabalhavam na ferrovia. Já a Odebrecht considera a possibilidade de concluir algumas obras em fase de acabamento. Pelo acordo de acionistas definido no lançamento do projeto, em 2005, a CSN entraria com 25% de capital próprio nos R$ 4,5 bilhões previstos à época para a estrada de ferro. O restante seria financiado pelo FDNE (50%) e o Fundo de Investimento do Nordeste (15%), além de aportes menores do Banco do Nordeste, do BNDESPar e da Valec. (Págs. 1 e B10)
Para Jim O’Neill, é exagerado o pessimismo com o Brasil (Págs. 1 e C12)

Angra, de Ricardo K, elabora plano de cem dias para EBX (Págs. 1 e B12)

Mais antenas para 4G
Para expandir a telefonia de quarta geração (4G), Telefônica/Vivo planeja instalar mais 500 antenas, 22% acima do que estava previsto para este ano, num total de 2,8 mil unidades. (Págs. 1 e B3)
Shoppings avançam no Nordeste
Impulsionado pelo aumento da população e da renda em ritmo mais acelerado do que o restante do país, o Nordeste caminha para ultrapassar a Região Sul como segundo maior mercado de shoppings no Brasil. (Págs. 1 e B4)
Infraestrutura: Energia
Dificuldades para construção de novas hidrelétricas forçam a diversificação das fontes de energia, com investimentos em usinas eólicas e térmicas. “A equação ambiental no debate sobre a matriz energética ficou mais complexa”, diz Dalton Avancini, presidente da Camargo Corrêa. (Págs. 1 e Caderno especial)
‘Depreciação’ acelerada
STJ condena a Fiat a indenizar consumidores gaúchos que compraram, em 2006, o Palio Fire modelo 2007. Naquele ano, a montadora lançou dois modelos diferentes do carro, com a mesma denominação. (Págs. 1 e E1)
Caixa fecha o cerco a sorteios
Publicada no fim de julho, a Portaria 422 do Ministério da Fazenda intensifica a fiscalização sobre concursos e sorteios com fins lucrativos realizados sem autorização do ministério e da Caixa Econômica Federal. (Págs. 1 e E1)
Ideias
Sergio Leo

A presidente se exaspera com o que considera excesso de formalidade dos diplomatas e exige resultados palpáveis. (Págs. 1 e A2)

Gustavo Loyola

Regulação é necessária e desejável em muitas atividades, mas não deve ser confundida com intervencionismo casuístico. (Págs. 1 e A15)
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