PENSAR "GRANDE":

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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

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segunda-feira, setembro 09, 2013

QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

09 de setembro de 2013

O Globo

Manchete: Brasil monitorado- Petrobras foi alvo de espionagem americana
Além da presidente Dilma, estatal aparece em slides da agência de segurança dos EUA

Documentos sigilosos obtidos pelo ex-agente da CIA Edward Snowden contradizem versão da Casa Branca de que serviço de informações não atuava na área econômica; material ensinava a espionar redes de computador

Novos documentos divulgados ontem pelo "Fantástico" revelam que a Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA) usou seu aparato para levantar informações sobre a Petrobras. Os arquivos, entregues pelo ex-agente da CIA Edward Snowden ao jornalista Glenn Greenwald, contradizem a versão da Casa Branca, divulgada na semana passada, de que ela "não se engaja em espionagem econômica em qualquer área”. A maior empresa brasileira é citada como alvo em slides, com data do ano passado, que fazem parte de um tutorial para ensinar agentes a espionar redes privadas de computador. Não é possível saber pelos documentos em que tipo de informação a NSA estava interessada ou se ela efetivamente conseguiu acesso a dados da Petrobras. Na semana passada, a presidente Dilma já havia cobrado de Barack Obama explicações sobre a espionagem a seus telefonemas e e-mails, e ele prometeu esclarecer o caso. (Págs. 1 e 3)
Em jogo, segredos estratégicos do pré-sal
Especialistas afirmam que a espionagem americana coloca em risco principalmente segredos tecnológicos da Petrobras na exploração do pré-sal. A Casa Branca pode estar interessada em saber o real potencial de reservas em alto-mar, capaz de provocar mudanças na geopolítica mundial do petróleo. (Págs. 1 e 4)
Tensão na Síria: Na TV, Assad ameaça retaliação
O presidente da Síria, Bashar al-Assad, afirmou a uma televisão americana que pode haver retaliação em caso de ataque a seu país. Na entrevista, que vai ao ar hoje, o ditador negou que tenha usado armas químicas contra a população e afirmou sobre o iminente ataque do Ocidente: “Não será uma boa experiência para eles se envolverem nas guerras do Oriente Médio." (Págs. 1 e 23)
Brasil de volta às ruas: Violência reduziu apoio a protestos
Depois de protestos tumultuados pela violência de grupos minoritários, o dia foi de limpeza em várias capitais brasileiras. No Rio, moradores não escondiam a indignação com o quebra-quebra. Pelo menos 19 pessoas permaneciam presas no país, sendo uma no Rio. (Págs. 1, 5 e 7)
5 anos de crise global: Emergentes são mais vulneráveis
Cinco anos após a crise global estourar, e com o fim dos estímulos à economia dos Estados Unidos, economistas alertam que hoje os mais vulneráveis às turbulências econômicas são os países emergentes. Entre eles estão Brasil, Índia, Rússia, Turquia e Indonésia. (Págs. 1, 17 e 18)
Estatística defasada - Desaparecidos: 60% retornam
A polícia do Rio estima que mais de 60% dos desaparecidos voltam para casa, mas as estatísticas não refletem isso porque não são atualizadas. A delegada Elen Souto, da Seção de Descoberta de Paradeiros, diz que a maioria dos parentes de vítimas não comunica o reaparecimento. Em julho, 509 desaparecimentos foram registrados no estado. (Págs. 1 e 8)
Caso Amarildo tem nova reconstituição (Págs. 1 e 9)

Olimpíadas 2016: COI cobra melhor transporte Rio (Págs. 1 e 12)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: PF já investiga mais desvio de verba pública do que tráfico
Chega a R$ 1 bi o volume de recursos sob suspeita de fraude; corrupção responde por 20,7% das ações

Pela primeira vez na história da Polícia Federal (PF), as investigações de desvio de verbas do Tesouro superaram as ações contra o tráfico de drogas e o contrabando. Entre janeiro e agosto, a caça aos malfeitos com dinheiro público totalizou 20,7% das missões desencadeadas pela PF nos Estados e em Brasília. Ações contra o narcotráfico somam 16,9% dos casos. “Temos R$ 1 bilhão sob investigação e 28 operações especiais de combate a desvios de recursos do Tesouro apenas este ano”, diz o diretor-geral da PF, delegado Leandro Daiello Coimbra. O avanço dessas ações conta com apoio da Controladoria Geral da União e do Tribunal de Contas da União. O delegado afirma, porém, que a inversão não significa diminuição na atuação no combate às drogas. (Págs. 1 e Política A6)

Colarinho branco

218 acusados de causar prejuízos aos cofres públicos foram presos até agosto.
Recursos de emendas vão só para metade dos municípios
Levantamento das 24.448 emendas parlamentares dos últimos três anos mostra que, se o Orçamento impositivo estivesse em vigor, a totalidade dos repasses seria embolsada por 2.719 prefeituras do País (49% do total), informam Daniel Bramatti e Diego Rabatone. Das 5.570 cidades, 2.851 (51%) não aparecem como beneficiárias de emendas nos Orçamentos de 2011 a 2013 por não terem “padrinhos”. (Págs. 1 e Política A4)

Frei Paulo x Campos de Brito

No sertão de Sergipe, Frei Paulo ganhou 16 emendas do “padrinho" Mendonça Prado (DEM). A vizinha Campos de Brito amarga falta de verba. (Págs. 1 e A4)
Obama ganha apoio europeu para uma ação militar na Síria
O presidente Barack Obama obteve apoio de 28 países europeus para uma ação militar na Síria. As nações pedem “resposta clara e forte” ao ataque com armas químicas ocorrido na capital síria em agosto. Obama, porém, enfrenta dificuldades para aprovar a medida no Congresso. O chanceler brasileiro, Luiz Alberto Figueiredo, defende que a análise da ONU sobre o caso seja conhecida antes de uma ação militar, informa Jamil Chade. (Págs. 1 e Internacional A9)
Para ministro, manifestações perderam o foco
O ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência) afirmou ontem que os protestos de 7 de Setembro, violentos e esvaziados, perderam o foco e abafaram as demandas dos movimentos sociais. Em São Paulo, dos 40 manifestantes detidos, quatro permaneciam na prisão. (Págs. 1 e Política A8)
Usuário dribla regra do Minha Casa Melhor
Beneficiários do programa Minha Casa Melhor dão “jeitinho” de driblar as regras rigorosas do programa, que definem o preço máximo e o que pode ser adquirido. Com a ajuda de vendedores, compram produtos que não estão de acordo com a lista do governo. (Págs. 1 e Economia B7)
Para Azevêdo, da OMC, tensão mina acordos (Págs. 1 e Economia B5)

Cidades com pior IDH não têm Mais Médicos (Págs. 1 e Metrópole A13)

USP atrasa bolsa e prejudica pesquisa (Págs. 1 e Metrópole A18)

Negócios: Do posto de gasolina a hidrelétrica
Herdeiro de um posto, Erasmo Battistella criou empresa de biodiesel e vendeu metade à Petrobrás. Agora, após outros negócios, quer construir hidrelétricas. (Págs. 1 e B1)
José Roberto de Toledo 
Emenda Black Bloc

Os políticos, com raras exceções, estão em dívida com os Black Blocs, que afastaram os pacatos marchadores de junho do palco dos protestos. (Págs. 1 e Política A6)
Lucia Guimarães 
Folhas Secas

Glenn Greenwald expõe esquema de espionagem e há quem acredite que outono no hemisfério norte, que começa dia 22, será de sombras. (Págs. 1 e Caderno 2, C8)
Notas & Informações
A crise da saúde pública

Programa Mais Médicos tem pelo menos o mérito de avivar a discussão sobre o sistema público. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense

Manchete: Entidades repudiam abuso da PM no Sete de Setembro
Instituições como a Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal (OAB-DF), a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) condenaram a violência deliberada de policiais militares contra manifestantes e profissionais de imprensa que trabalhavam no feriado. A truculência das forças de segurança repercutiu em meios de comunicação no mundo inteiro. “Houve casos de jornalistas que foram proibidos de exercer suas atividades", observou o comando da OAB-DF. “Isso deve provocar o Ministério Público e a OAB a exigirem explicações.” Na quinta-feira, ato público vai pedir o afastamento do capitão que jogou spray de pimenta e desdenhou de cidadãos que se comportavam de forma pacífica durante o protesto.

Jornalistas do Corado foram agredidos durante a manifestação

O repórter Arthur Paganini acompanhava os protestos quando foi agarrado pela camisa, empurrado e atingido por spray de pimenta jogado por policiais. Carlos Vieira e Monique Renne também foram alvo de violência. Mesmo diante de imagens comprovando os excessos, o comando da Polícia Militar acredita que a tropa nas ruas agiu de forma correta. (Págs. 1, 17 e 18)
Segurança: Petrobras também foi espionada
A Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA) invadiu a rede privada de computadores da empresa brasileira, segundo documentos secretos divulgados por Edward Snowden. Não há dados sobre que tipo de informação os americanos buscavam. (Págs. 1 e 12)
Crise: “Marolinha” de 2008 ganha força em 2013
Durante muito tempo, o Brasil se vangloriou de ter sido o primeiro país a sair da crise que varreu o mundo após a quebra do Lehman Brothers, cinco anos atrás. Hoje, está entre as nações mais vulneráveis diante dos atuais problemas econômicos. (Págs. 1 e 7)
Raad perto da cassação
Sessão que analisará processo de quebra de decoro contra o distrital será na próxima quarta. (Págs. 1 e 20)
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Valor Econômico

Manchete: Atrasos encarecem Jirau e hidrelétrica espera perdão
Paralisações, incêndios e atos de vandalismo que tomaram conta dos canteiros de obra da hidrelétrica de Jirau, no rio Madeira, tiveram consequências graves - e a fatura já chegou. O consórcio Energia Sustentável do Brasil, responsável pela construção e operação da hidrelétrica, terá de pagar uma conta extra que pode superar R$ 400 milhões, por descumprir o compromisso de entrega do volume de energia que deveria ser fornecido a partir deste mês.

Na semana passada, Jirau acionou sua primeira turbina, de 75 megawatts (MW), de um total de 50 unidades geradoras do projeto. Não houve comemorações. A usina teria de acionar 16 turbinas só neste mês para garantir a oferta de 730 megawatts médios de energia. Como o consórcio não tem condições de entregar a energia, sua única saída é buscar o mercado livre, no qual geradores vendem grandes volumes a preços bem mais altos que os do mercado regulado. Para cobrir o déficit de geração de setembro, o desembolso necessário hoje, levando-se em conta o preço médio do megawatt, chegaria a R$ 130 milhões. Esse problema também se estende para os meses seguintes, uma vez que o acionamento gradativo de Jirau estará sempre abaixo do estabelecido em contrato. (Págs. 1 e B8)
Voltam as emissões de debêntures
A alta dos juros provocada pela perspectiva do fim dos estímulos monetários nos Estados Unidos começa a se refletir no custo de captação das empresas no mercado de capitais. Depois de quase três meses, voltaram a ser feitas emissões de títulos de dívida, como debêntures, mas com taxas mais altas e prazos mais curtos. A estimativa é que as captações em andamento e em preparação nos próximos meses somem pelo menos R$ 8 bilhões. As primeiras da fila são as empresas que adiaram a captação no primeiro semestre, como a produtora de etanol Raízen e a distribuidora de gás Comgás. (Págs. 1 e C1)
Parceria tenta levar fundos a investir fora
A SulAmérica Investimentos firmou parceria com a gestora de recursos americana Pantheon para estruturar um fundo local de private equity que vai investir em participação de empresas fora do país. A intenção é captar recursos de fundos de pensão brasileiros e aplicá-los em empresas americanas, europeias e asiáticas.

A Pantheon é uma gestora especializada em private equity com US$ 24 bilhões em ativos sob gestão e 400 investidores institucionais na base de clientes. A gestora da SulAmérica tem R$ 18,8 bilhões sob gestão, sendo 70% desse volume de terceiros, e 160 fundos de pensão entre os clientes. O fundo local será criado e gerido pela SulAmérica e vai comprar cotas de fundos escolhidos pela Pantheon lá fora. (Págs. 1 e C12)
Dúvidas sobre o desemprego oculto 
Quase um milhão e meio de desempregados no Brasil estão fora das estatísticas oficiais - são principalmente aqueles que respondem aos pesquisadores do IBGE que não estão procurando emprego, mas que aceitariam um se lhes fosse oferecido. Como não procuram, não são contabilizados na População Economicamente Ativa (PEA).

Um estudo do Banco Central trouxe medições "alternativas" da desocupação, que incorporam parte desse contingente ao total de desempregados. Pelos cálculos do BC, a taxa de desemprego poderia ser quase três pontos percentuais superior à calculada pelo IBGE, o que traria alívio na pressão que o mercado de trabalho exerce sobre a economia, especialmente sobre os salários. (Pàgs. 1 e A16)
Arbitragem obtém liminar contra o Fisco
Pelo menos duas câmaras arbitrais conseguiram liminares que impedem a Receita Federal de ter acesso a informações sobre julgamentos dos últimos cinco anos. As entidades foram à Justiça depois de serem notificadas sobre a abertura de processos de fiscalização. O Fisco solicitou nomes das partes, valores envolvidos e até mesmo acesso aos processos de arbitragem - que, pelos contratos firmados pelas câmaras, são sigilosos. Uma das decisões beneficia o Centro de Arbitragem e Mediação da Câmara de Comércio Brasil-Canadá, em São Paulo. A Receita também abriu processos para fiscalizar outras três entidades. (Págs. 1 e E1)
Delfim quer regulação para trading agrícola
O salto dos preços agrícolas nos últimos anos, em função do crescimento da China, não vai se repetir. Mas não há razão para imaginar uma débâcle das cotações internacionais. "O que vai mudar, seguramente, é a estrutura da demanda. Vamos caminhar mais para produtos protéicos, porque o mundo está melhorando seu nível de renda".

A opinião é do economista Antônio Delfim Netto, cuja face mais conhecida em sua passagem pelo governo foi a de ministro da Fazenda, mas que também chefiou o Ministério da Agricultura - escreveu sobre café em sua pós-graduação. (Págs. 1 e B18)
Os bastidores do acordo que pôs fim à disputa entre Casino e Abilio Diniz (Págs. 1 e B3)

Petrobras também foi espionada por americanos (Págs. 1 e A2)

Desembaraço on-line
A Receita Federal vai permitir que importadores e exportadores acompanhem o despacho de suas mercadorias nos portos e aeroportos pelo computador ou equipamentos móveis, como tablets e até celular. O serviço deve estar disponível até o fim do ano, prevê Emani Checcucci. (Págs. 1 e A2)
Vtex compra concorrentes
A brasileira Vtex, especializada em softwares para a criação de sites de comércio eletrônico, anuncia hoje a compra das empresas Nixus e Loja Integrada, especializadas em sites para micro e pequenas empresas. (Págs. 1 e B2)
Celular pós-pago cresce mais
O número de celulares pós-pagos no país avança mais rapidamente que o de pré-pagos. Em julho, o total de linhas pós-pagas chegou a 55,4 milhões, equivalentes a 20,8% do mercado de telefonia móvel. (Págs. 1 e B2)
Recursos para estocagem de álcool
O BNDES aprovou um financiamento de R$ 500 milhões à Copersucar, maior trading de açúcar e etanol do mundo. Os recursos se destinam à estocagem de etanol combustível. (Págs. 1 e B15)
Seguro mais caro para bancos
A quebra recente de bancos de médio porte, o aumento da regulação e o cenário econômico fraco fizeram os seguros contra fraudes e de responsabilidade profissional de executivos subirem até 10% para as instituições financeiras no segundo trimestre. (Págs. 1 e C11)
Responsabilidade objetiva
Tribunal Superior do Trabalho firmou o entendimento de que é objetiva — independe de culpa — a responsabilidade de abatedouros e frigoríficos por acidentes com empregados das áreas de corte, abate e processamento de carnes. (Págs. 1 e E1)
Ideias
Antonio Anastasia

Temos de demonstrar, lá fora e aqui, onde cresce a demanda por cafés premium, a superioridade de nosso produto. (Págs. 1 e A14)

David Kupfer

A tarifa alfandegária é um potente instrumento de política industrial, mas é preciso usá-la com sabedoria. (Págs. 1 e A15)
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