PENSAR "GRANDE":

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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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quinta-feira, outubro 24, 2013

QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

24 de outubro de 2013

O Globo

Manchete: Perdão de dívidas: Renegociação de municípios e estados ameaça Lei Fiscal
Prefeitura de SP, comandada por Haddad, será a maior beneficiada com redução de débitos.

FMI critica política de gastos públicos no Brasil e prevê potencial menor de crescimento.

Por ampla maioria, a Câmara dos Deputados aprovou projeto que altera o índice de correção das dívidas de estados e municípios com a União e ainda retroage até 1997, o que, para especialistas, fere a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

No total, as dívidas de estados e municípios chegam hoje a R$ 468 bilhões. Só a prefeitura de São Paulo, comandada pelo petista Fernando Haddad, abateria R$ 24 bilhões de R$ 54 bilhões. A renegociação, que precisa passar pelo Senado, pode levar à revisão da nota de risco do Brasil. Mais cedo, o FMI divulgou relatório em que critica a política fiscal brasileira e prevê potencial menor de crescimento para o país. (Págs. 1 e 27)
EUA: maioria apoia maconha legalizada
Pela primeira vez, a maioria dos americanos — 58%, segundo o Galupp — apoia a legalização da maconha. O índice é dez pontos percentuais acima do registrado em 2011 e oito pontos maior em relação à pesquisa de 2012. O uso da droga já foi aprovado nos estados de Washington e Colorado. (Págs. 1 e 35)
Nova era do pré-sal: Petrobras diz já ter R$ 6 bi de Libra
A presidente da Petrobras, Graça Foster, disse que a estatal já tem os R$ 6 bi para pagar o bônus pelo Campo de Libra. Para isso, disse, não precisa do reajuste da gasolina. A Petrobras também ofereceu 8,56% de reajuste a petroleiros em greve. (Págs. 1 e 29, Agostinho Vieira e Carlos Alberto Sardenberg)
Privatizar ferrovias só em 2014
O TCU rejeitou estudos feitos para concessões no setor, e o governo agora corre para fechar nova proposta. (Págs. 1 e 28)

Infraero: Gleise rebate Moreira
Ministra diz que Infraero ficará com 49% de cada aeroporto a ser privatizado. (Págs. 1 e 28)
A hora da conta: PMDB discute relação com Dilma
Diretórios do PMDB em seis estados querem forçar o partido a realizar uma convenção para impor condições de apoio a Dilma na eleição de 2014. (Págs. 1 e 3)
Promessa não é meta: A matemática das creches públicas
Dilma ontem contestou a meta de construir 8.685 creches, citada pelo GLOBO. Disse que são 6 mil, embora tenha prometido 8.685 em programa de rádio em abril. (Págs. 1 e 4)
Celular vigiado: Espionada, Merkel reclama com Obama
A chanceler alemã telefonou para o presidente Obama para cobrar explicações sobre indícios de espionagem em seu celular. O governo americano nega as acusações. (Págs. 1 e 34)

Crise europeia: Espanha sai, enfim, da recessão
País registrou crescimento de 0,1% no terceiro trimestre, após dois anos no vermelho, o que se configurou na mais longa recessão em 38 anos. Desemprego persiste. (Págs. 1 e 31)
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Alstom orientou diretores a pagar propinas, diz MP suíço
Presidente da empresa no País pediu a diretores que acionassem lobista e citou ‘bom relacionamento’ com tucanos.
Documentos enviados pela Procuradoria da Suíça ao Brasil reforçam, segundo investigadores do caso Alstom, suspeitas de corrupção e pagamento de propina em contratos da empresa em São Paulo, informam Fausto Macedo c Ricardo Chapola. Em e-mail de 15 de novembro de 2004, o então presidente da Alstom no Brasil, José Luiz Alquéres, “recomenda enfaticamente” a diretores que utilizem os serviços de Arthur Gomes Teixeira, apontado pelo MP como lobista e pagador de propinas a servidores de estatais do setor metroferroviário do governo paulista, entre 1998 e 2003. Na mensagem, Alquéres destaca o “bom relacionamento” com os governantes. Na época, José Serra fora eleito prefeito de São Paulo e Geraldo Alckmin era governador. Os tucanos negam ter beneficiado a Alstom. (Págs. 1 e política A4)
Improbidade
Um dos projetos citados nos e-mails enviados pelos procuradores suíços foi alvo de ação de improbidade movida pela promotoria de SP. (Págs. 1 e A4)
BNDES deve financiar hospitais de planos de saúde
O governo estuda abrir linha de crédito do BNDES para financiar empresas de planos de saúde, segundo o presidente da ANS, André Longo. O objetivo é oferecer crédito para investimento na ampliação das redes hospitalares privadas. O pedido partiu das operadoras, que dizem não ter como bancar os investimentos. (Págs. 1 e metrópole A20)
Merkel diz que os EUA grampearam seu celular
A chanceler alemã, Angela Merkel, telefonou ontem para o presidente americano, Barack Obama, exigindo explicações após saber que seu celular pessoal teria sido grampeado pela inteligência dos EUA. Obama assegurou à líder alemã que suas comunicações não estão sendo espionadas. (Págs. 1 e internacional A14)
Setor privado contesta editais sobre portos e aeroportos
O setor privado foi à Justiça contra planos para arrendamento dos portos e concessão de aeroportos. Os editais dos portos foram questionados no Paraná, na Bahia, no Pará e em São Paulo. Nos aeroportos, foi condenada regra que limita a 15% a participação dos operadores de Guarulhos, Campinas e Brasília na disputa por Galeão (RJ) e Confins (MG). (Págs. 1 e economia B3)
Governo tem pressa para explorar Libra
Em reunião do governo, foi apresentada a ideia de a Petrobrás pagar o bônus de assinatura já em novembro, para que o consórcio possa iniciar a produção em Libra o quanto antes. (Págs. 1 e economia B5)
Renegociação de dívidas ajuda a capital paulista
A Câmara aprovou a renegociação de dívidas de Estados e municípios, o que permite aumento do endividamento da Prefeitura de São Paulo em até R$ 24 bilhões. Com isso, Fernando Haddad poderá contratar novos financiamentos. (Págs. 1 e política A12)

Contra o made in China
Entidades ligadas ao setor têxtil protestam contra 0 aumento das importações da China e da índia. (Págs. 1 e economia B8)
José Serra: Independência ou atraso
O governo deve obter pacto que restrinja as finalidades do Mercosul ao livre-comércio e adaptar seu amor ao multilateralismo à realidade mundial. (Págs. 1 e espaço aberto A2)
Dora Kramer: Parece piada
As propostas de mudanças eleitorais aprovadas pela Câmara são realmente minis, mas, diante do modelo falido, de reforma não têm nada. (Págs. 1 e política A6)
Notas & Informações: Querem cegar o eleitor
Os políticos voltam à carga e querem proibir a divulgação de pesquisas às vésperas das eleições. (Págs. 1 e A3)
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Correio Braziliense

Manchete: Voto aberto avança no Congresso. Já no DF...
A Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ) aprovou, ontem, proposta de emenda à Constituição que acaba com o voto secreto em todas as sessões do Congresso e dos legislativos nos estados, nos municípios e no Distrito Federal. Para valer, o texto precisa ainda ser aprovado em dois turnos no plenário do Senado. Enquanto o país aplaude o avanço da medida, Brasília assiste, perplexa, a um retrocesso. Aqui, a Câmara Legislativa já até aprovou o fim das sessõessecretas em processos de cassação de parlamentares. Mas, por decisão do Tribunal de Justiça, terá de julgar, em sigilo, o caso do deputado distrital Raad Massouh, acusado de desviar dinheiro destinado a evento em Sobradinho. (Págs. 1 e 4 e 21)
Câmara empurra fim da censura a biografias para STF
O projeto que regulamenta a publicação de obras sem autorização prévia deve demorar a ser votado, mesmo com as promessas de agilidade dos deputados. O Supremo pode acabar resolvendo a polêmica antes. (Págs. 1 e 10)
Lei muda e ajuda Haddad
A capital paulista é uma das maiores beneficiadas pela lei que prevê a renegociação das dívidas de estados e de municípios. (Págs. 1 e 2)

FMI diz que o Brasil piorou
Fundo Monetário faz duras críticas aos rumos da economia do país e reduz as estimativas para o crescimento. (Págs. 1 e 13)
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