PENSAR "GRANDE":

***************************************************
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
***************************************************


“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

----

''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

=========
# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
1Radio 1455824919 nhm...

valor ...ria...nine

folha gmail df1lkrha

***

quarta-feira, janeiro 15, 2014

O BONDE DO OLÉ !

***

Shoppings do país se preparam para onda de 'rolezinhos'




Os shopping centers do país estão se preparando para enfrentar uma onda de "rolezinhos", encontro de jovens marcados nos centros por meio das redes sociais.
A possível multiplicação dos encontros, que podem assumir caráter de protesto, também preocupa a presidente Dilma Rousseff. Ontem, ela surpreendeu sua equipe ao convocar uma reunião para tratar do assunto.
O maior temor da presidente é que os "rolezinhos" tenham adesão de adeptos da tática de protesto "black bloc".
Ontem, o secretário de Segurança Pública, Fernando Grella Vieira, defendeu que a PM use a força contra os "rolezinhos" se for necessário.
Antes restritos à periferia de São Paulo, os eventos ganharam apoio de movimentos sociais nos últimos dias. A tentativa dos shoppings de proibir os "rolezinhos" no fim de semana insuflou a organização de novos encontros.

Bonde do rolê

  Ver em tamanho maior »
Robson Ventura - 14.dez.13/Folhapress
AnteriorPróxima
Seguranças abordam jovens na praça de alimentação do Shopping Internacional de Guarulhos (SP)
Ao menos três shoppings da capital conseguiram liminares que proibiam encontros no último sábado. Quem participasse, poderia ser multado em até R$ 10 mil.
A Abrasce (associação que reúne 264 shoppings no país) fará uma série de reuniões de emergência com representantes dos centros comerciais.
Os shoppings não descartam entrar novamente na Justiça para impedir os "rolezinhos" e vão destacar mais seguranças nos próximos eventos, que são monitorados.
As reuniões entre os representantes do setor acontecem hoje em São Paulo e amanhã em Porto Alegre. No Rio, ainda não há data.
O fenômeno dos "rolezinhos" surgiu em 2013 como forma de jovens de periferia buscar diversão, em eventos marcados pelo Facebook. Alguns tiveram correria e furtos.
As ações judiciais para impedi-los geram polêmica.
Quem é a favor diz que a manifestação leva medo aos demais frequentadores. Quem é contra alega que a medida é discriminatória e impede o direito de ir e vir.
No último sábado, a PM usou bombas de gás para dispersar os jovens que faziam um "rolezinho" no shopping Metrô Itaquera, na capital.
Editoria de Arte/Folhapress
Agora, há "rolezinhos" marcados no Rio, Brasília, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e em Pernambuco.
Só em São Paulo, há ao menos quatro programados para o próximo fim de semana em áreas como Tatuapé e Santana. Outro deve ocorrer no Parque Ibirapuera.
"Não abrimos mão da nossa imagem de lugar seguro e confortável", afirma Luiz Fernando Veiga, presidente da Abrasce.
Além do Itaquera, conseguiram liminar os shoppings JK Iguatemi e Campo Limpo. Em Campinas, a Justiça não aceitou o pedido de dois shoppings, mas determinou que houvesse reforço policial.
As liminares que barram "rolezinhos" num determinado shopping não têm validade para outros centros e valem só para o dia do evento.
Dez jovens foram citados na liminar. Segundo o TJ, eles terão 15 dias para se defender. Após isso, o juiz dará a sentença, que pode ser a multa. Uma audiência de conciliação também pode ser marcada. 

##########


15/01/2014 - 00h30

"'Rolezinho' é eufemismo para um potencial arrastão', diz leitor

Ouvir o texto


Li os textos das colunistas Vanessa Barbara ("Em Itaquera, PM dizia a quem passava: 'Vou arrebentar você'", "Cotidiano", 13/1) e Eliane Cantanhêde ("'Rolezinho' na elite", "Opinião", ontem). Em muitos momentos, concordo que a polícia não deve agir de forma violenta para conter manifestações ou para efetuar prisões. Mas nem todo mundo compreendeu que os espaços onde os "rolezinhos" são realizados não são públicos, e sim coletivos.
Imagine se skatistas resolvem andar com os seus skates dentro dos vagões do metrô de São Paulo. Com certeza, teríamos pessoas como trabalhadores, cadeirantes ou idosos machucados.
MERCIA KOBAYASHI FARIA (São Paulo, SP)
*
'Rolezinho' é eufemismo para um potencial arrastão. Não tem nada a ver com falta de lazer ou de acesso aos produtos dos shoppings, como dizem alguns acadêmicos. Shopping é um espaço comercial público, mas com administração privada, normas e segurança fixadas e financiadas pelos proprietários das lojas.
JASON TÉRCIO (Rio de Janeiro, RJ)
*
Desta vez está difícil sustentar um argumento jurídico contra o "rolezinho". Os que temos lido constituem um amontoado de bobagens e preconceitos. O problema é que esta moçada está esfregando em nossas fuças que o Brasil é o único país onde o apartheid deu certo e os meninos pobres, em seus tênis e bonés, parecem não estar dispostos a tolerar isto por muito mais tempo. E o fazem sem nenhuma ilegalidade, o que torna mais complicado a solução policial em relação a eles. A alma de nossa classe média tem tudo para estar aflita neste ano de Copa do Mundo.
CLARITON RIBAS (Florianópolis, SC)
*
Lendo os textos de Pedro Abramovay e Mauro Rodrigues Penteado, são quase engraçados.
Se lido primeiro o de Abramovay, o de Penteado parece só confirmar a segregação quando propõe um "rolezinho" cheio de regras. Se lido primeiro o de Penteado, o de Abramovay parecerá uma resposta convincente.
ANÍSIO FRANCO CÂMARA (São Paulo, SP)
*
Não há sentido algum em tentar analisar as origens comportamentais dos integrantes dos tais rolezinhos. Está mais do que evidente que são arruaceiros e provocadores, com clara intenção de usar de violência contra pessoas ou patrimônio, semelhantes aos "black blocs", de quem provavelmente se inspiraram. É dever do Estado reprimir com veemência essas manifestações desde já, sem perder tempo com retóricas vazias.
LUCIANO HARARY (São Paulo, SP)

Nenhum comentário: