PENSAR "GRANDE":

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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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quinta-feira, fevereiro 27, 2014

MENSALÃO: ... MUITO ALÉM DE NOSSA VÃ FILOSOFIA...

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STF absolve réus de formação de quadrilha




Por seis votos a cinco, o Supremo Tribunal Federal absolveu oito réus do mensalão do crime de formação de quadrilha. Entre os absolvidos estão o ex-ministro José Dirceu e o ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares, que escapam de terem que cumprir pena em regime fechado.

Votaram pela absolvição os ministros Teori Zavascki, Rosa Weber, Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Barroso, Ricardo Lewandowski. Foram votos vencidos os ministros Luiz Fux, Gilmar Mendes, Marco Aurélio Mello, Celso de Mello e Joaquim Barbosa. 
Na sessão desta quinta-feira, o Supremo também analisou os embargos infringentes opostos por três réus (João Paulo Cunha, João Cláudio Genu e Breno Fischberg) para o crime de lavagem de dinheiro. Mas a alálise se restringiu à leitura do relatório do ministro-relator dos infringentes, Luiz Fux e a apresentação das alegações finais dos advogados de defesa e do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

A apresentação dos votos dos ministros será feita na sessão marcada para o dia 13 de março. 


MINUTO A MINUTO



  • 15h47
    De volta à presidência da sessão, ministro Joaquim Barbosa iniciou a análise de outros processos que estavam na pauta. Grupo Estado encerra aqui a cobertura da sessão de julgamento dos embargos infringentes dos réus do mensalão. Agradecemos a audiência. 


  • 15h45
    Advogado de João Paulo alega 'excesso' na acusação de lavagem de dinheiro. Confira a matéria completa
  • 15h42
    Rodrigo Janot ecerrou suas alegações finais requerendo o desprovimento dos recursos dos três réus. A votação sobre os embargos infringentes por lavagem de dinheiro ficará para depois do carnaval.
  • 15h42
    DIREITO GV: Os advogados dos réus João Paulo Cunha, João Cláudio Genu e Breno Fischberg apresentaram a suas sustentações orais, contestando a condenação pelo crime de lavagem de dinheiro. Segundo eles, os réus não ocultaram os valores recebidos e, muito menos, tinham conhecimento da origem do dinheiro. O principal argumento é o de que os fatos cometidos configuram o crime de corrupção passiva, crime pelo qual os réus já foram condenados, e não permitem a tipificação por lavagem de dinheiro.
  • 15h37
    Janot destacou que a posição ocupada por Breno Fischberg, diretor da Bonus Banval. Segundo o procurador-geral, Fischberg tinha atividades de direção na corretora que foi utilizada como intermediária pelo sistema de recebimento irregular de dinheiro, por meio de dois métodos que caracterizavam o crime de lavagem de dinheiro: os saques em espécie e as transferencias bancarias. 
  • 15h31
    Ao analisar a conduta de João Paulo Cunha, Janot afirmou que o ato de sacar R$ 50 mil no caixa, ainda que tenha sido feito pela esposa do réu, caracteriza a intenção deesconder o recebimento do dinheiro e, portanto, a lavagem de dinheriro. 
  • 15h27
    Em suas alegações finais, Janot afirmou que embora tivessem nuances próprias de cada um dos acusados, houve algumas práticas comuns que caracteriaziam o crime de lavagem, como a emissão de cheques assinados pelo próprio Banco Rural, emails com nome de pessoas autorizadas a sacarem dinheiro no caixa, saques em espécie e com recibos assinados em papéis improvisados ou registros chamados "automação de retaguarda de contabilidade". 
  • 15h20
    Estes dados não são suficientes para condenar ninguém", argumentou Pitombo. O advogado pediu provimento aos embargos opostos por Breno Fischberg. Em seguida apresentam suas argumentações o procurador-geral da República, Rodrigo Janot.
  • 15h15
    O último advogado a se manifestar é Antonio Sérgio Pitombo, em defesa de Breno Fischberg. Pitombo faz referência aos princípios da inocência e da "verdade formal". Ele tenta desconstruir os princípios utilizados pela Corte para a condenação de Fischberg: que ele era sócio da Bonus Banval, que teria participado de reuniões com Marcos Valério, que assinou docimentos para contratos da empresa Natimar. 
  • 15h03
    O advogado lembrou que os ministros absolveram a ré Anita Leocádia, secretária do deputado Paulo Rocha, justamente por ela exercer função intermediária. Ele pede que os ministros do STF sigam o mesmo raciocínio para absolver João Cláudio Genu pelo memo motivo. 


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