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quarta-feira, abril 30, 2014

ELEIÇÕES 2014: ''CAI O REI DE ESPADAS.../" (Ivan Lins)


30/04/2014
Dilma cai e vê rivais crescerem


Pesquisa CNT/MDA aponta, pela primeira vez no atual governo, a possibilidade de a disputa presidencial ser levada ao segundo turno

GRASIELLE CASTRO

Pela primeira vez no ano, uma pesquisa mostra a possibilidade de segundo turno na corrida presidencial. Levantamento do Instituto MDA encomendado pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT) e divulgado ontem aponta a presidente Dilma Rousseff, pré-candidata à reeleição pelo PT, com 36,4% das intenções de voto. Aécio Neves (PSDB) aparece logo em seguida, com 21,2%, e Eduardo Campos (PSB) tem 11,1%, em um cenário com os principais candidatos e os nanicos. 

Entre os concorrentes menos expressivos, estão Magno Malta (PR), que soma 0,6%, Pastor Everaldo (PSC), Randolfe Rodrigues (PSol) e José Eymael (PSDC), com 0,4% cada, além de Levy Fidelix (PRTB) — 0,3%. 

Considerando a soma dos votos dos oposicionistas (34,4%) e levando em conta a margem de erro, de 2,2 pontos percentuais, há empate técnico entre Dilma e os demais adversários, o que prorrogaria a eleição em mais um período. No cenário apenas com os principais candidatos, Dilma aparece com 37% das intenções de votos, acima de Aécio (21,6%) e de Campos (11,8%). Em comparação à pesquisa anterior, de fevereiro, a petista caiu 6,7 pontos percentuais, enquanto o tucano e o socialista cresceram 4,6 e 1,9, respectivamente.

Em relação ao levantamento anterior, as intenções de voto em Dilma também tiveram baixa expressiva nas simulações de segundo turno. No cenário com Aécio, o tucano subiu 5,9 pontos percentuais, enquanto a petista despencou 7,4. Contra Campos, ela sofreu redução de 7,3, e o socialista cresceu 6 pontos. No quadro em que a disputa fica entre os pré-candidatos do PSDB e do PSB, Aécio venceria com 31,3% das intenções de votos, contra 20,1% de Campos.

A rejeição à presidente Dilma aumentou 5,8 pontos e chegou a 43,1%. Para a CNT, o motivo da deterioração da imagem da petista tem outros fatores e agrega a má avaliação da população em relação aos dados sociais. O otimismo dos entrevistados para a situação do país quando o assunto é emprego, renda, saúde, educação e segurança diminuiu, e os índices, em todos esses setores, caíram.

A atuação de Dilma à frente do Executivo também sofreu impacto. A avaliação positiva do governo federal — que foi fortemente abalada com as manifestações de junho e tinha apresentado uma leve melhora no fim do ano — manteve o ritmo de queda registrado em fevereiro. No acumulado de novembro para abril, o indicador despencou 6,1 pontos e ficou em 32,9%. O desempenho pessoal de Dilma seguiu o mesmo caminho de baixa. Nos últimos dois meses, foi de 55% para 47,9%. O índice é o mais baixo da série histórica, pior que o registrado em julho (49,3%). A pesquisa aponta ainda que 50,2% dos entrevistados já ouviram falar ou têm acompanhado as notícias sobre as denúncias envolvendo a Petrobras. Entre esse público, a maioria é a favor de uma CPI por acreditar que houve irregularidades na compra da refinaria norte-americana de Pasadena. A responsabilidade sobre o negócio, segundo a pesquisa, é creditada a Dilma.

Migração dos votos
Na avaliação do diretor executivo da CNT, Bruno Batista, os dados apontam o crescimento da oposição com a migração dos votos de Dilma para os rivais. “É essa arrancada que vai definir a evolução da campanha. O cenário, hoje, é inconclusivo na questão da reeleição”, analisa. Para reverter os números, ele sugere que o governo se prepare para dar satisfações à população. “Os índices sociais estão bastante comprometidos. O governo vai ter que preparar uma resposta forte, rápida e convincente para tentar debelar essa tempestade que se aproxima com a transferência de votos”, diz.

Em Feira de Santana (BA), em tom de campanha e sem citar a pesquisa, Dilma fez um discurso firme, com ataques a governos anteriores aos petistas. “Tenho certeza de que o povo brasileiro não vai retroagir, voltar atrás, desistir disso que conquistamos: a redução da desigualdade social, da maior criação de empregos que o Brasil teve.” Segundo ela, nas gestões antes de Luiz Inácio Lula da Silva, o peso da crise recaía sobre os trabalhadores, com arrocho salarial e perda de direitos. “Passamos pela crise garantindo, por exemplo, a valorização do salário mínimo”, afirmou. A pesquisa CNT/MDA fez 2.002 entrevistas entre 20 e 25 de abril, em 137 municípios de 24 unidades da Federação, nas cinco regiões do país. O número de registro é TSE 00086/2014.

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