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sexta-feira, maio 09, 2014

''LARANJA MADURA ... TÁ BICHADA..." (Zé Keti).


Jornais
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09/05/2014
O deputado é o laranja 

:: Renato Ferraz


RENATO FERRAZ renatoferraz.df@dabr.com.br

Como o parlamentar, de vereador a senador, deve votar quando o tema for do seu interesse pessoal? Há boa dose de subjetividade aí, por razões óbvias. Mas falo daquilo que lhe traz vantagem ou lucro, do que possa tirar proveito direto. Do tipo que beneficia o financiador da campanha dele, do que possa dar lucro — mesmo que eleitoral. O político, nesse caso, deveria ter menos "cerimônia" e se abster, não?

Na quarta-feira, deputados aprovaram o projeto de lei que permite a renegociação da dívida dos clubes de futebol — que chega a valores estupendos, superiores a R$ 4 bilhões. Foram comandados por políticos, do PT ao PV ou PTB, ligados a times e federações. São, na verdade, testas de ferro, ou interessados diretos, de um segmento mal administrado, devedor do Estado e de obrigações trabalhistas. Essa turma não costuma votar pensando no cidadão, mas em quem o financia. Nesse caso, os parlamentares não se valem de laranjas; são os laranjas.

Aliás, esse é o Congresso. Recentemente, o Diap, uma ONG de assessoria parlamentar, avaliou que a renovação do parlamento em 2014 deverá ser de 60%, semelhante à registrada em 1990 — e com prejuízos à representatividade dos trabalhadores, favorecendo os "laranjas" de grandes grupos econômicos, como os ruralistas (160 parlamentares), ou evangélicos (que deve ter no ano que vem mais 140 representantes). Somente a bancada empresarial tem cerca de 280 integrantes — número suficiente para dar nó em qualquer governo. Aliás, há quem estime em, no mínimo, R$ 5 milhões o dinheiro necessário para eleger um deputado, daí a presença de tantos empresários.

Por isso, é um equívoco grave que as leis eleitorais admitam que alguns deputados, sejam marionetes de grupos e interesses setoriais. E há ainda quem ache que o Brasil tenha mudado depois do julgamento do escândalo do mensalão. Sabem de nada, inocentes.

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