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sexta-feira, junho 13, 2014

COPA DO MUNDO 2014: FESTA? PARA QUEM???

13/06/2014
Black blocs tumultuam a festa


Horas antes da cerimônia de abertura do Mundial, manifestação de mascarados termina em confusão na capital paulista. Onze pessoas se ferem, incluindo quatro jornalistas. Outras cidades sedes também enfrentam protestos

No dia em que os holofotes do mundo estavam voltados para o Brasil, São Paulo enfrentou protestos contra os elevados gastos com a Copa do Mundo e atos de vandalismo protagonizado por black blocs. Por volta das 10h, horas antes da abertura do Mundial, na Arena Corinthians — o Itaquerão — , a capital paulista registrou o primeiro foco de manifestação, em frente à Estação Carrão de metrô, nas proximidades do estádio. A mobilização foi duramente contida pela Polícia Militar. Pelo menos 11 pessoas ficaram feridas, sendo quatro jornalistas. Na confusão, a correspondente da CNN no Brasil, Shasta Darlington, e a produtora Barbara Arvanitidis foram atingidas por estilhaços de bomba. Um jovem acabou sendo detido e outro levou dois tiros de bala de borracha. Outras cidades sedes, como Rio de Janeiro e Belo Horizonte, também tiveram problemas.

Nos primeiros minutos de protesto, o comando policial deu ordem para a tropa agir e dispersar o grupo com bombas de gás lacrimogênio. O objetivo era impedir a obstrução da Radial Leste, via de acesso ao estádio. O grupo tentou resistir, e um jovem que não quis sair da rua foi detido pelos policiais. Rafael Lusvarghi levou dois tiros de bala de borracha no peito e foi arrastado pela rua. A defensores públicos o rapaz disse que foi agredido pelos policiais.

Apesar de ter reclamado da repressão, Rafael afirmou que não registrará queixa. "Vale a pena passar por isso para derrubar o governo", disse. Mesmo com a confusão, os manifestantes tentaram se reunir novamente. Os policias continuaram a jogar bombas. Foi quando Shasta Darlington e Barbara Arvanitidis se feriram. Em seguida, os PMs pediram para os jornalistas que cobriam a manifestação deixarem o local. Em nota, a CNN disse que ambas tiveram ferimentos leves. Um assistente de Câmara do SBT também foi atingido no rosto por estilhaços de bomba.

"Eu estava com capacete e máscara, mas tirei para fazer o ao vivo. Foi uma das primeiras bombas, por isso mesmo a gente não esperava", afirmou Shasta Darlington, que foi encaminhada ao Hospital da Vila Alpina com a produtora Barbara Arvanitidis. Elas deixaram o local ainda durante a tarde, após atendimento.

Truculência

Apesar de a ação ter sido considerada truculenta por quem estava no local, o comandante da PM, coronel Benedito Roberto Meira, disse que usou a força necessária para evitar o bloqueio da avenida. Segundo ele, a polícia foi atacada com paus e pedras. "Nossa determinação era não permitir que a via de acesso ao estádio fosse bloqueada." Os manifestantes não quiseram atender ao pedido. "Eu determinei que não vai ser tolerado o fechamento da Radial Leste", disse o coronel.

Após o confronto, parte dos manifestantes que tinham sido dispersados juntaram-se a cerca de 300 metroviários que se concentravam na Rua Serra de Japi. De acordo com a PM, no caminho, eles depredaram carros e atiraram pedras contra casas e telefones públicos. No ato organizado pelo Sindicato dos Metroviários, a categoria cobrava a recontratação dos grevistas demitidos na terça-feira.

Perto do meio-dia, o confronto recomeçou. Placas de sinalização foram quebradas, latas de lixo incendiadas e a tropa revidou com várias bombas. Mais um jornalista acabou ferido. O argentino Rodrigo Abd, da Associated Press, foi atingido na perna quando tentava fugir da confusão.
Minutos antes da abertura do Mundial, houve outro princípio de tumulto, próximo à Estação Tatuapé. A cavalaria da PM fechou um dos acessos ao metrô. Uma hora após o jogo começar, as estações Tatuapé, Carrão e Belém, interditadas por motivo de segurança, foram reabertas. No total, cerca de 600 policiais da Tropa de Choque e da Força Tática foram divididos para conter os vândalos.

"Nossa determinação era não permitir que a via de acesso ao estádio fosse bloqueada"
Coronel Benedito Roberto Meira, comandante-geral da PM de São Paulo
(POLÍTICA)

adicionada no sistema em: 13/06/2014 07:44

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