PENSAR "GRANDE":

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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

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segunda-feira, novembro 17, 2014

CLUBE DO BOLINHA. MENINAS ENTRAM! (11 + 2 = 13)

17/11/2014
Os 11 'sócios'

Ricardo Ribeiro Pessoa.
Presidente da UTC. Apontado como coordenador do clube. Marcava as reuniões, convocava os integrantes e negociava o pagamento de propina com diretores da Petrobras.

José Aldemário Pinheiro Filho.Presidente da OAS. Apelidado de "Leo Pinheiro", é descrito como principal representante da empresa no clube. Foi citado em quatro delações premiadas.

Agenor Franklin Magalhães Medeiros.Vice-presidente da OAS. Segundo Youssef, Agenor participava das decisões do cartel sobre quem venceria as licitações e ajudava a preparar a lista para ser enviada ao ex-diretor Paulo Roberto Costa.

Othon Zanoide de Moraes Filho.
Diretor-geral da Queiroz Galvão. Tinha canal direto com Youssef e em troca de e-mails fala com ele sobre a emissão de recibos eleitorais para doações feitas ao PP.

ildefonso Colares Filho.
Ex-presidente da Queiroz Galvão, sede de reuniões do clube. Foi apontado por Costa como seu contato. Seu nome consta em planilha de Costa como "empresa-executivo-solução".
Sérgio Cunha Mendes.

Vice-presidente da Mendes Júnior. Foi apontado por Youssef como seu contato na construtora.Aparece ainda em planilha de Costa como "está disposto a colaborar".
Gerson de Mello Almada.

Vice-presidente da Engevix. O Ministério Público Federal afirma que ele negociou comissões diretamente com Youssef.

Dalton dos Santos Avancini.

Presidente da Camargo Corrêa. Foi citado por Youssef como contato seu na empresa. Assinou contrato de fachada com a Costa Global para repassar recursos a Costa quando este já havia deixado a Petrobras.

João Ricardo Auler.

Presidente do conselho da Camargo Corrêa. Foi citado pelo delator Augusto Ribeiro de Mendonça como representante da empreiteira no "clube".

Eduardo Ermelino Leite.

Vice-presidente da Camargo Corrêa. Foi citado por Youssef como um contato seu na empresa. Em conversa telefônica, o doleiro o chama de "Leitoso" e diz que ele lhe devia R$ 2 milhões. Em outro grampo, Yousseff conta ter pago R$ 7 milhões a ele.

Valdir Lima Carreiro.

Diretor-presidente da Iesa. Foi apontado por um executivo da Toyo Setal como o representante da Iesa no "clube"


adicionada no sistema em: 17/11/2014 03:53

17/11/2014
'clube' das empreiteiras tinha vips, coordenador e reuniões periódicas

Onze empresas fornecedoras da Petrobras atuavam articuladas, diz delator

Eduardo Bresciani e
Chico de Gois
BRASÍLIA

A alta cúpula das empreiteiras tem participação direta no cartel dos fornecedores da Petrobras investigado na Operação Lava-Jato. O "clube", apelido dado pelos próprios integrantes, tinha coordenador, reuniões periódicas e até uma divisão interna, onde apenas as gigantes (Camargo Corrêa, UTC, OAS, Odebrecht e Andrade Gutierrez) eram "VIP". Segundo o executivo Julio Camargo, da Toyo Setal, que colabora com as investigações, esse grupo tinha poder sobre os demais integrantes do cartel e agia de forma conjunta "até o limite da persistência" para fazer valer suas vontades.

Para desvendar o funcionamento do cartel foram fundamentais os relatos de dois delatores que faziam parte dele. Os executivos da Toyo Setal Julio Camargo e Augusto Ribeiro de Mendonça Neto contaram como eram feitas as negociações entre os altos dirigentes das empresas e os ex-diretores da Petrobras Paulo Roberto Costa e Renato de Souza Duque, ambos presos na operação. Depoimentos de Costa, que também virou delator e está em prisão domiciliar, e do doleiro Alberto Youssef, outro em colaboração premiada, ajudaram a reforçar as acusações contra os empreiteiros. Além disso, o juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal, considerou que os pagamentos milionários a empresas de fachada do esquema corroboram o envolvimento dos altos executivos

Presidente da UTC Engenharia, Ricardo Ribeiro Pessoa era quem fazia a organização do cartel. Ele e Youssef eram próximos. Uma troca de mensagens entre ambos, em 31 de dezembro ressalta essa amizade. Às 23h01, Youssef escreve: "Amigo Ricardo que 2014 você e família realize (sic) todos os desejos e projetos com muita saúde paz amor felicidade prosperidade bjo no seu coração do seu primo". E, às 23h57, Ricardo responde: "Amigo Primo. Queria lhe agradecer pela parceria e lealdade. Desejo para você e sua família o maior sucesso e muitas felicidades e muita saude em 2014. Grande abraco. Ricardo."

reuniões na queiroz galvão

A Camargo Corrêa teve três integrantes da alta cúpula presos: o presidente, Dalton dos Santos Avancini, o presidente do conselho, João Ricardo Auler, e o vice-presidente Eduardo Ermelino Leite. O presidente da empresa assinou contrato com uma empresa de fachada para repassar R$ 2,8 milhões a Costa depois deste deixar a estatal. Auler foi citado por Youssef como um contato seu na Camargo Corrêa e assinou contrato da refinaria Abreu e Lima com indícios de superfaturamento. Leite também é mencionado como integrante do cartel.

O presidente da OAS, José Aldemário Pinheiro Filho, foi citado pelos quatro delatores como integrante do esquema. O vice-presidente da empreiteira Agenor Franklin Magalhães Medeiros teve a atuação no esquema citada por Youssef. O vice-presidentes da Mendes Júnior Sérgio Cunha Mendes, citado por Youssef, aparece numa planilha de Costa como "disposto a colaborar" e assinou um contrato pela Mendes Júnior resultante de uma licitação em que o ex-diretor da Petrobras disse ter ocorrido acerto prévio. Gerson de Mello Almada, vice-presidente da Engevix, foi citado pelos delatores como representante da empresano cartel. Valdir Lima Carreiro, diretor-presidente da Iesa assinou contrato de fachada com a Costa Global, de Paulo Roberto Costa, para repassar dinheiro ao ex-diretor.

Várias reuniões dos empreiteiros foram realizadas na sede da Queiroz Galvão, no Rio de Janeiro. Em nota, a empresa "reitera que todas as suas atividades e contratos seguem rigorosamente a legislação e está à disposição das autoridades para prestar quaisquer esclarecimentos necessários". A Andrade Gutierrez disse não ter acesso ao teor das declarações prestadas e "reafirma que não tem ou teve qualquer envolvimento com os fatos relacionados com as investigações em curso". A Camargo Corrêa "repudia acusações sem comprovação, vazadas de forma seletiva, que impedem qualquer possibilidade de defesa". A Mendes Júnior informou que não se pronuncia sobre inquéritos em andamento. A Odebrecht "nega veementemente ter feito qualquer tipo de pagamento para executivos ou políticos para obter contratos com a Petrobras" e "repudia afirmações caluniosas feitas em suposta delação premiada"
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As demais assessorias não responderam aos questionamentos.

adicionada no sistema em: 17/11/2014 03:54

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