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terça-feira, dezembro 09, 2014

ALFINETES... DE GRAVATAS


09/12/2014
Empreiteira pagou R$ 887 mil a firma do ex-ministro José Dirceu

Contrato com a Camargo Corrêa foi assinado em abril de 2010, quando petista já era réu no processo do mensalão

Entre as tarefas que Dirceu teria de executar estava a "análise de aspectos sociológicos e políticos do Brasil"

DE BRASÍLIA DE SÃO PAULO

A empresa do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu (PT-SP) recebeu R$ 886,5 mil da empreiteira Camargo Corrêa entre maio de 2010 e fevereiro de 2011 para prestar supostos serviços de consultoria.

Entre as tarefas que o ex-ministro teria de executar, cita o contrato, estão a "análise de aspectos sociológicos e políticos do Brasil", "assessoria na integração dos países da América do Sul" e "palestras internacionais".
O documento foi assinado em abril de 2010, quando o ex-ministro já era réu do mensalão, acusado de liderar um esquema de pagamento de suborno para parlamentares da base aliada do PT. Condenado a 10 anos e dez meses, ele ficou preso por cerca de um ano e desde 4 de novembro cumpre o restante da pena em casa.
A cópia do contrato e os registros dos pagamentos foram apreendidos pela Polícia Federal na sede da empreiteira em São Paulo na sétima fase da Operação Lava Jato, no último dia 14, que levou à prisão diversos empresários da construção civil.
Os pagamentos foram divulgados no site da revista "Época" nesta segunda (8). A Folha também localizou, nos autos, a cópia do contrato e dos registros de pagamento.
A primeira parcela paga foi de R$ 221 mil. As demais, de R$ 73,8 mil. Ainda de acordo com o contrato, a empresa de Dirceu deveria "permanecer à disposição" da empreiteira para "prestar quaisquer informações sobre os serviços para os quais foi contratada".
Também deveria trabalhar para a "divulgação do nome da contratante [Camargo Corrêa] dentro da comunidade internacional e nacional".
A PF apreendeu na Camargo contratos assinados entre a empreiteira e outras empresas de consultoria, dentre as quais a Treviso Empreendimentos, de R$ 18 milhões, e a Piemonte Empreendimentos, de R$ 6,1 milhões.
Segundo um dos delatores do esquema e dono dessas duas empresas, o executivo Julio Camargo, o montante era pagamento de suborno para o ex-diretor de Serviços da Petrobras, Renato Duque, e o ex-gerente de engenharia Pedro Barusco. Duque teria sido indicado ao cargo por Dirceu, o que o ex-ministro nega.
OUTRO LADO
Por meio de sua assessoria, Dirceu negou que o contrato com a Camargo tenha qualquer relação com a Petrobras. A construtora confirmou a existência do acordo, mas não quis comentá-lo.
(RUBENS VALENTE E MARIO CESAR CARVALHO)

adicionada no sistema em: 09/12/2014 02:35

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