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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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segunda-feira, março 09, 2015

MENSALÃO E PETROLÃO. O MESMO PAI. A MESMA GENÉTICA.

09/03/2015

Lava-Jato revela arquitetura similar à do mensalão

Envolvidos no esquema que abalou o país em 2005 reaparecem nos inquéritos que apuram desvios na estatal

Alexandre Rodrigues

A chegada ao Supremo Tribunal Federal (STF) dos pedidos de abertura de inquérito contra autoridades envolvidas na Operação Lava-Jato revelou semelhanças entre o escândalo de corrupção na Petrobras e o do mensalão, que abalou o país em 2005 e levou ex-parlamentares à prisão em 2012. O principal ponto em comum é a arquitetura do esquema sob investigação, descrita pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, nas petições enviadas ao STF como "complexa organização criminosa". A expressão é parecida com a usada em 2006 pelo então procurador-geral Antonio Fernando de Souza, que chamou o mensalão de "sofisticada organização criminosa" ao denunciar 40 pessoas.

Em 2012, a ideia foi seguida pelo então ministro do STF Joaquim Barbosa, relator do caso, no julgamento que condenou 25 réus. Entre eles, dez políticos. Dois deles reapareceram agora na lista de 49 políticos citados nas delações premiadas da Lava-Jato que serão investigados: os ex-deputados do PP Pedro Corrêa (PE) e Pedro Henry (MT). Eles foram condenados a sete anos de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no mensalão.

A Lava-Jato ainda chegou a outros nomes envolvidos no mensalão, como o deputado José Mentor (PT-SP). Ele chegou a enfrentar processo de cassação na Câmara por causa do mensalão, mas foi absolvido sem ser denunciado ao STF. Condenado como o líder do esquema do mensalão, o ex-ministro José Dirceu também reaparece na Lava-Jato. A força-tarefa investiga se a empresa de consultoria dele recebeu recursos da Camargo Corrêa por serviços fictícios. Dirceu nega a acusação.

Mais uma vez, um tesoureiro do PT é um dos personagens centrais do escândalo. Foi assim com Delúbio Soares, condenado a 8 anos no julgamento do mensalão. Agora, o alvo é João Vaccari Neto. Além de petistas, a Lava-Jato também atinge políticos de outros dois partidos da base governista: PP e PMDB. O PP também acompanhava o PT no mensalão, que ainda tinha o envolvimento do PTB. O partido era presidido pelo ex-deputado Roberto Jefferson (RJ), que detonou o escândalo ao revelar o pagamento de mesadas a deputados da base do governo Lula operado pelo publicitário Marcos Valério. Agora, Janot também apontou indícios de que políticos envolvidos na Lava-Jato recebiam propinas mensais, quinzenais e até semanais.

delação virou oficial

Embora não tenha firmado um acordo de delação premiada, Jefferson acabou tendo a pena reduzida em três anos no julgamento como réu colaborador. Na Lava-Jato, a colaboração em troca de redução da pena foi institucionalizada. A investigação já conta com pelo menos 12 delações, que revelaram vários operadores do estilo de Marcos Valério, como Fernando Baiano.

Em 2005, a notoriedade súbita de Valério acabou revelando que ele já havia operado esquema semelhante para abastecer o caixa dois da campanha de reeleição ao governo de Minas do ex-senador tucano Eduardo Azeredo (PSDB-MG), que renunciou ao cargo em 2014 para não ser julgado pelo STF. Agora, o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), um dos políticos mais próximos do tucano Aécio Neves, também está entre os investigados da Lava-Jato. Ele nega as acusações.


adicionada no sistema em: 09/03/2015 03:56

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