PENSAR "GRANDE":

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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

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terça-feira, março 17, 2015

QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

17 de março de 2015
O Globo

Manchete : Protestos fazem Dilma admitir erro na economia
Presidente agora fala em humildade e diz que ajuste fiscal é essencial

Petista afirma que está aberta ao diálogo e que manifestações mostraram que país está mais forte do que nunca; sobre escândalos, disse que a corrupção é ‘senhora bastante idosa ’, que não nasceu hoje e não poupa ninguém

Um dia depois de cerca de dois milhões de pessoas saírem às ruas contra o governo Dilma, o PT e a corrupção, a presidente, num tom mais brando que o habitual, saiu da defensiva, pregou humildade e até admitiu erros: “É possível que a gente tenha cometido algum erro de dosagem (na economia).” E fez defesa enfática da necessidade agora de um ajuste fiscal, que chamou de essencial, explicando detalhadamente a necessidade de cortes, já que as medidas usadas até o ano passado não fizeram a economia reagir. Perguntada sobre a condenação aos escândalos pelas ruas, disse que a corrupção é “uma senhora bastante idosa”, que não nasceu hoje. Em discurso antes da coletiva, Dilma disse que “valeu a pena lutar pela democracia” e que o Brasil está mais forte do que nunca. (Pág. 3)
Tesoureiro do PT denunciado por corrupção e quadrilha
Duque, ex-diretor da Petrobras indicado por petistas, volta a ser preso

O ex-diretor da Petrobras Renato Duque foi preso ontem em sua casa, na Barra. Ele, o tesoureiro do PT, João Vaccari, e mais 25 pessoas foram denunciados na décima etapa da Lava-Jato, batizada de “Que país é este?”. Duque e Vaccari responderão por lavagem de dinheiro, corrupção e for maçã o de quadrilha. O ex-diretor é acusado de transferir dinheiro da Suíça para Mônaco e de continuar a receber propina após a Lava-Jato. Na casa dele foram apreendidas 131 obras de arte. (Págs. 6 e 7)
Lista do HSBC tem auditores da Receita
Ao menos cinco auditores fiscais, quatro deles da Receita Federal e um da Receita Estadual do Rio, tiveram contas secretas em 2006 e 2007 no HSBC na Suíça, revelam CHICO OTAVIO, RUBEN BERTA e CRISTINA TARDÁGUILA. Entre os correntistas está Lilian Nigri, ex-superintendente de Fiscalização da Secretaria estadual de Fazenda, investigada no escândalo do propinoduto, esquema montado por fiscais para extorquir dinheiro de grandes contribuintes. Ela não comentou. Os documentos foram obtidos no Brasil pelo GLOBO e pelo portal UOL. (Pág. 8)
A culpa é da CIA
Líder do PT na Câmara, Sibá Machado disse suspeitar de ação da CIA, a agência de inteligência americana, por trás das manifestações. (Pág. 4)
Seis grupos disputarão a Ponte
Seis consórcios apresentaram propostas pela concessão da Ponte Rio-Niterói. O leilão será realizado amanhã e é considerado um termômetro do interesse por projetos de infraestrutura após o escândalo da Operação Lava-Jato. Mas não houve procura por parte de grandes grupos estrangeiros. (Pág. 23)
Sancionada lei que agiliza Justiça
A presidente Dilma sancionou ontem o novo Código de Processo Civil, que limita o número de ações e estimula a conciliação. (Pág. 9)
Espanha investiga seis chavistas
Ex-funcionários do governo Chávez ligados à petroleira PDVSA são alvo de investigação por suposta lavagem, na Espanha, de US$ 4 bilhões oriundos de propina. (Pág. 30)
Ilimar Franco
A lição das manifestações

O governo e a oposição ouviram as ruas? No Planalto, prevalece a visão, expressa pelo ministro Miguel Rossetto, no domingo, de que o protesto foi do eleitor que não tinha votado na presidente. No PSDB, muitas vozes repetem que a defesa da reforma política e do combate à corrupção não atende a ira social. Na Fiesp, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, resumiu: “Não ouvi nenhum apelo pela reforma política nos protestos”. (Pág. 2)
Merval Pereira
Cerco ao PT

O cerco ao PT se fechou ontem com a volta à prisão do ex-diretor da Petrobras Renato Duque, indicado pelo ex-ministro José Dirceu para representar os interesses do partido na estatal. A denúncia do Ministério Público Federal do Paraná de que as doações de empreiteiras ao PT eram repasses de propina disfarçados de financiamento eleitoral, como classificou o procurador da República Deltan Dallagnol em entrevista coletiva, coloca em evidência o verdadeiro significado do petrolão — financiar o PT e outros partidos aliados — e revela um novo crime, o de lavar dinheiro através do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). (Pág. 4)
Míriam Leitão
Governo Dilma ainda não entendeu a mensagem das ruas (Pág. 22)
Editoriais
Governo precisa ter discurso único sobre protestos

Depois de Rossetto desdenhar as manifestações de domingo, a presidente Dilma fala em humildade e diálogo. Precisa cuidar para que seja esta a visão oficial (Pág. 18)

Retoques finais na ditadura venezuelana

Com os superpoderes concedidos pela Assembleia, Nicolás Maduro dá mais um passo rumo à consolidação de um regime totalitário (Pág. 18)

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Zero Hora

Manchete : MPF denuncia Duque, Vaccari e mais 25
Procuradores detalham os caminhos do dinheiro desviado de obras da Petrobras destinado ao PT e ao PP

10a. fase da Lava-Jato teve cinco prisões

(Notícias | 5 a 8)
Dilma fala "corrupção não nasceu hoje"
Após delegar a ministros avaliação de manifestações de domingo, presidente comentou protestos em entrevista no Planalto, ontem

"Quando as pessoas se manifestam nas ruas, é obrigação de um governo escutar"

O perfil de quem participou da marcha na capital

Números divergentes para a mesma multidão

(Notícias | 9 a 11, 17 e 18)
Expectativas para 2015 - Mais inflação e menos atividade na produção (Notícias | 14)

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Brasil Econômico

Manchete : Dilma diz que evitou o pior, mesmo com erro na dosagem
A presidenta Dilma Rousseff voltou a se emocionar ao comentar as manifestações de 15 de março. “Valeu lutar pela democracia”. Pregando a necessidade de postura humilde, ela admitiu que pode ter errado na dosagem anticíclica. “Fizemos de tudo para a economia reagir. O que não posso é ser responsabilizada por algo que seria pior se não tivéssemos feito”. (Pág. 3)
Apoio para ajuste rápido
O ministro Joaquim Levy defende o reequilíbrio das contas públicas rapidamente: “Se fizermos ajuste rápido, as pessoas poderão sentir chão firme para começar a trabalhar”. (Pág. 8)
Lava Jato faz denúncia de 25 por corrupção
A Polícia Federal voltou a prender Renato Duque, ex-diretor da Petrobras, que também foi denunciado pelo MPF, junto com João Vaccari Neto, tesoureiro do PT, e outras 25 pessoas. (Pág. 10)
Oposição e governo perdem com protestos
A avaliação é do cientista político da UnB Ricardo Caldas, que debateu as manifestações com Murilo Aragão, da Arko Advice. No entender de Aragão, Dilma deletou o “software lulista”. (Págs. 5 a 7)
'Dilma substituiu o lulismo pelo isolacionismo' 
Cientistas políticos avaliam como histórica a manifestação que no último domingo levou cerca de 1,5 milhão de pessoas às ruas. Em debate promovido pelo Brasil Econômico, Murilo Aragão, da Arko Advice, e Ricardo Caldas, professor da Universidade de Brasília (UnB), dizem que suas expectativas eram de um volume bem menor de manifestantes. (Pág. 5)
Olhar do Planalto
José Negreiros

A REFORMA POLÍTICA DO SENADO

O primeiro a dar uma resposta concreta à voz das ruas será o presidente do Senado, Renan Calheiros. Ele pôs na pauta de votação de hoje seis propostas de reforma política. Algumas tramitam ali há pelo menos quatro anos sem chegar ao plenário. (Pág. 2)
Relatório D.C.
Rogerio Studart

A CRISE, OS ECONOMISTAS E A SORTE

É muito comum ler-se que a crise global está arrefecendo, e que as economias emergentes poderiam promover uma retomada acelerada se adotassem medidas e receituários, que variam de acordo com a persuasão de quem as propõe. (Pág. 9)
O mercado como ele é...
Luiz Sérgio Guimarães

DÓLAR JÁ ENCOMENDA NOVA ALTA

Se houver permissão de fora, o dólar retomará hoje a sua escalada. Prevaleceu ontem a máxima da "realização no fato", após confirmado o "boato" de sexta-feira de que as manifestações anti-Dilma teriam densidade numérica e territorial. (Pág. 20)
Ponto Final
Octávio Costa

A FALTA DE UM HORIZONTE

O que não falta agora são avaliações sobre as manifestações de domingo. Fazendo coro com alguns petistas mais empedernidos, o ministro Miguel Rossetto, escalado pela presidente Dilma Rousseff para defender o governo na noite de domingo, afirmou que o protesto partiu basicamente de gente que não votou em Dilma. Ou seja, perdedores que permanecem inconsoláveis. (Pág. 32)
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Folha de S. Paulo

Manchete : Após protestos, Dilma pede trégua para aprovar ajuste
Presidente exalta democracia, admite erros de dosagem na economia, mas defende medidas

No dia seguinte aos protestos em todo o país que pediram sua saída da Presidência, Dilma Rousseff (PT) pediu trégua aos críticos: “Vamos brigar depois, agora vamos fazer o que tem de ser feito pelo bem do Brasil”. Em entrevista ontem (16) em Brasília, ela admitiu erros de dosagem em seu primeiro mandato, mas defendeu as medidas econômicas adotadas. Disse ainda que o Brasil está “impermeável ao golpismo e ao retrocesso”. O Planalto tem sido pressionado a explicar medidas de arrocho lançadas após a vitória na eleição, e Dilma ensaiou um mea-culpa na condução da economia. “É possível que a gente possa ter cometido algum [erro]”. Na educação, a presidente admitiu que o governo errou ao passar “para o setor privado” o controle dos cursos do Fies, programa de crédito estudantil que está sendo reformulado para se adequar às finanças do governo. Sobre comentário do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), de que a corrupção está no Executivo, não no Legislativo, Dilma disse que “a corrupção é uma senhora idosa e não poupa ninguém”. (Poder a4)
Petrobras quer vender térmicas e postos para reduzir dívida
Envolvida em denúncias de corrupção e diante de grave crise financeira, a Petrobras definiu os ativos que colocará à venda para reduzir sua dívida e captar US$ 13,7 bilhões. No pacote, há usinas termelétricas e uma fatia da Petrobras Distribuidora, dona da marca BR, a maior rede de postos de gasolina do país. (Mercado B1)
Tesoureiro do PT e ex-diretor da estatal são denunciados
O Ministério Público denunciou à Justiça o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, e outras 26 pessoas suspeitas de participação no esquema de corrupção da Petrobras. Um dos denunciados, o ex-diretor de serviços da estatal Renato Duque voltou a ser preso, acusado de movimentar dinheiro no exterior. Segundo a Procuradoria, “não há dúvida de que Vaccari tinha ciência do esquema ilícito”. A defesa do tesoureiro do PT afirma que ele “não participou de nenhum esquema para recebimento de propina”. O advogado de Duque nega que ele tenha feito transferências para Mônaco. (Poder a8)
Presidente aprova lei que deve tornar menos lentas as ações na Justiça (Poder A10)

Incerteza no Fies faz escolas suspenderem negociação salarial (Cotidiano C1)

Planalto deve assinar medida que aperta cerco a time endividado (D1)

Mônica Bergamo
‘Nossa bandeira jamais será vermelha’, cantavam ricos em SP (Cotidiano C1)
Editoriais
Leia “Riscos futuros”, a respeito de dificuldades do governo na economia, e “Ruínas da memória”, sobre destruição provocada pelo Estado Islâmico. (Opinião A2)
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