PENSAR "GRANDE":

***************************************************
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
***************************************************


“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

----

''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

=========
# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
1Radio 1455824919 nhm...

valor ...ria...nine

folha gmail df1lkrha

***

sexta-feira, junho 26, 2015

QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?

SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS

Sinopses anteriores:  

26 de junho de 2015

O Globo


Manchete : Governo reduz teto da inflação para 6% em 2017

É a primeira vez, em dez anos, que meta para alta dos preços é alterada

Contas públicas têm o pior resultado em 17 anos, e União obtém superávit fiscal de apenas R$ 6,62 bilhões de janeiro a maio. Crise também afeta mercado de trabalho, e desemprego vai a 6,7%, com queda de 5% na renda

Depois de dez anos sem mudar o teto da meta para a inflação, o governo reduziu de 6,5% para 6% o limite para 2017, numa sinalização de que atuará mais fortemente para segurar a alta dos preços. Para este ano, a previsão do Banco Central já é que a inflação ficará em 9%, acima do teto atual. A meta central continuará 4,5%. Em maio, o governo não conseguiu economizar para pagar juros da dívida pública. Tesouro, Previdência e BC tiveram déficit de R$ 8,05 bilhões no mês passado. De janeiro a maio, a União economizou R$ 6,62 bilhões, o equivalente a só 12% de sua meta fiscal para o ano, que é de R$ 55,3 bilhões. A crise também teve impacto no mercado de trabalho, e o desemprego subiu para 6,7% nas principais regiões metropolitanas do país. A renda encolheu 5%. (Págs. 17 a 20)

PF: Pimentel é suspeito de corrupção

Alvo de operação da PF, o governador de Minas, Fernando Pimentel (PT), é acusado de corrupção por ter despesas pagas pelo empresário Benedito Oliveira, como uma viagem a um resort na Bahia. A PF apreendeu documentos num escritório usado por ele e em agência que trabalha para o PT. Para o governador, a PF age de forma arbitrária. (Pág. 3)
Lava-Jato não denunciou nem 25%, diz procurador

O procurador Carlos Fernando Lima disse que a Lava-Jato não denunciou à Justiça ainda nem 25% dos investigados. O PT atacou a operação. (Págs. 4 e 5)
Agora ‘passou do limite ’, admite Cunha

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), que comandara a sessão, disse que a aprovação do projeto que dá a aposentados reajuste pela regra do mínimo “passou do limite”. O governo vai tentar derrubar, no Senado, a medida aprovada na Câmara. (Pág. 6)
Governistas têm ‘passe livre’

Circulando livremente em Caracas, comitiva de senadores governistas propôs missão em pleito legislativo. (Pág. 2)
Mulheres vítimas de violência se calam

Mãe de três meninas, X. foi casada duas vezes. Nos dois relacionamentos, sofreu com a violência dos maridos e chegou a ter os pulsos cortados por um deles. Uma enquete feita no Rio mostra que 71% das vítimas não denunciam seus agressores. (Pág. 22)
Ilimar Franco

Não querem largar o osso

Ministros de todos os partidos têm sido chamados ao Planalto. O vice Michel Temer e o ministro Aloizio Mercadante (Casa Civil), ambos da coordenação política, querem saber por que eles não fazem as mudanças no segundo escalão. Há um estoque de mais de 80 nomeações paradas. Os ministros não fazem as substituições, mesmo depois de a coordenação ter batido o martelo. (Pág. 2)
Merval Pereira

Otimismo a longo prazo

Ontem, foi dia ser otimista a longo prazo a respeito das instituições brasileiras, no debate do seminário “Brasil, Brasis”, da Academia Brasileira de Letras, coordenado pelo acadêmico Domício Proença Filho. O tema, que coube a mim discutir, era a democracia e nossas instituições, e convidei o cientista político Carlos Pereira, da Fundação Getulio Vargas do Rio, e o constitucionalista Gustavo Binenbojm para falar em, respectivamente, da relação do Congresso com o Poder Executivo e do papel do Supremo Tribunal Federal na democracia brasileira. (Pág. 4)
Míriam Leitão

O risco da rejeição

O governo já começou a “despedalar”: tem repassado aos bancos os atrasados. Apesar de ter parado um pouco esse acerto, a dívida, que era de R$ 40 bilhões, hoje já estaria em R$ 24 bilhões. Mesmo assim, o risco de não aprovação das contas continua. O procurador Paulo Marcelo de Oliveira diz que, se as contas de 2014 for em aprovadas, é melhor abandonar a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). (Pág. 18)
Editoriais

Congresso errático aprova medidas contraditórias

Continuam a pairar sobre o país a visão de que cabe ao Estado prover o sustento de grande parte da população e ainda a ideia de que o Tesouro é inesgotável (Pág. 14)

Acordos comerciais dos EUA pressionam Brasil

Senado dá a Obama autorização para fechar acordos históricos na Ásia e na Europa. Enquanto isso, a pauta brasileira, de viés ideológico, continua travada no Mercosul (Pág. 14)



------------------------------------------------------------------------------------

O Estado de S. Paulo


Manchete : Governo reduz para 6% teto da meta de inflação em 2017

CMN decidiu baixar a margem de tolerância de 2 para 1,5 ponto porcentual

O Conselho Monetário Nacional (CMN) manteve a meta de inflação em 4,5% e decidiu reduzir de 2 para 1,5 ponto porcentual a margem de tolerância para 2017. Com isso, o teto da meta cai de 6,5% para 6%. Para o próximo ano foram mantidas a meta de 4,5%e a banda de dois pontos porcentuais, que estão em vigor desde 2006. O recado do governo foi mostrar menos tolerância com a inflação, o que exigirá maior esforço do Banco Central na condução da política monetária. A mudança não era consenso no governo, mas ao final os ministros que integram o CMN – Joaquim Levy (Fazenda), Alexandre Tombini (BC) e Nelson Barbosa (Planejamento) – decidiram pela alteração por unanimidade. Barbosa saiu antes do término da reunião para um compromisso no STF, mas deixou seu voto a favor da mudança. Levy foi um dos principais defensores da medida. Ele encomendou um estudo para mostrar os benefícios da mudança para o ajuste macroeconômico. (Economia / Pág. B1)
PT aprova resolução em defesa de empreiteiras

Em resolução aprovada pela executiva nacional, o PT saiu em defesa das empreiteiras investigadas por desvios na Petrobrás. O partido pede pressa nos acordos de leniência que permitam desbloqueio de recursos para as empresas e afirma que elas são vítimas de “prejulgamento”. O argumento é de que o bloqueio vai causar demissões e afetar a economia, mas, segundo dirigentes, a defesa é um pedido do ex-presidente Lula. (Política/Pág. A4)
PF faz busca em antigo escritóriode Pimentel

A PF deflagrou operação para investigar suspeitas de que o governador de Minas, Fernando Pimentel (PT), recebeu “vantagens indevidas” do empresário Benedito Rodrigues de Oliveira Neto, o Bené, ligado ao PT, e de empresas que mantêm relações com o BNDES. A instituição é subordinada ao Ministério do Desenvolvimento, que o petista comandou entre 2011 e 2014. Um antigo escritório de Pimentel em Belo Horizonte foi alvo de busca e apreensão. (Política/Pág. A6)
Senado pode mudar correção de aposentadoria

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), sinalizou que a Casa pode alterar o texto da MP aprovada na Câmara e que vincula todos os benefícios da Previdência à política de valorização do salário mínimo. Renan disse querer evitar “equívocos”. Ele se reuniu ontem com a presidente Dilma Rousseff. O governo é contra a mudança aprovada pela Câmara. (Economia/Pág. B3)
SP tem a menor taxa de homicídio da série histórica

O Estado de São Paulo teve, em maio, o menor número de homicídios em um mês desde 1999. Segundo a Secretaria da Segurança Pública, com 292 casos no período, a taxa do crime para cada 100 mil habitantes foi de 9,52. (Metrópole/Pág A12)
MP do Futebol passa em comissão

Comissão do Congresso aprovou o texto da medida provisória que estabelece regras de responsabilidade fiscal e de refinanciamento da dívida de clubes de futebol. (Esportes/Pág. A20)
Fies terá juro maior e limite de vagas em 2016 (Metropole/Pág. A16)


Habeas corpus por Lula

Um consultor de Campinas pediu à Justiça do PR habeas corpus preventivo para que o ex-presidente Lula não fosse preso. A liminar foi negada. (PÁG. A4)
Teori valida delação de Pessoa

Relator da Lava Jato, Teori Zavascki homologou delação de Ricardo Pessoa, dono da UTC e acusado de chefiar “clube de empreiteiras”. Ele citou políticos. (PÁG. A5)
Menor superávit em 17 ano

De janeiro a maio, Tesouro Nacional acumulou apenas R$ 6,6 bilhões. Com arrecadação fraca, governo central teve déficit de R$ 8 bilhões em maio. (PÁG. B5)
Colunas

ELIANE CANTANHÊDE

De milhos e mandiocas

O ambiente não está nada favorável para a presidente. Fica a sensação de que Obama estará pensando: será que ela manda alguma coisa? (POLÍTICA / PÁG. A7)

CELSO MING

Mais desemprego

Desemprego é como ressaca; só aparece depois do pileque. Se a recessão está aumentando é inevitável que venha mais desocupação. (ECONOMIA / PÁG. B2)

Editorial

Aperta-se o cerco a Dilma

Se Lula de fato se descolar de sua criatura, os desdobramentos da crise são imprevisíveis. (PÁG. A3)

------------------------------------------------------------------------------------

Zero Hora


Desemprego atinge 6,7% no país em maio

Queda nos rendimentos aumenta procura por vagas (Notícias|23)
Arrecadação cai, déficit aumenta

Contas públicas têm o pior desempenho em 17 anos (Notícias|24)
Prefeituras estudam ação contra o Estado

Municípios querem exigir do Piratini repasses em dia (Notícias|19)
------------------------------------------------------------------------------------

Brasil Econômico


Manchete : ‘Ressaca’ arrasta renda, emprego e arrecadação

A retração deixou marcas em maio. A taxa de desemprego chegou a 6,7%, a maior para o mês desde 2010, enquanto a renda média acumulou queda real de5% em um ano. Já a arrecadação de tributos caiu 4,03%, também descontada a inflação. Por fim, o governo central registrou um déficit primário de R$ 8,050 bilhões. (Págs. 4 e 5)
Vale muda sede para cortar custos

O Conselho de Administração da mineradora aprovou, ontem, a transferência do seu escritório central para a Barra da Tijuca. O prédio atual entrará em reforma. A diretoria terá uma base mais próxima ao Centro da cidade. (Pág. 10)

CMN reduz banda para meta de 2017

O Conselho Monetário Nacional passou para 1,5 ponto percentual a margem de tolerância para a meta da inflação. Atualmente a oscilação permitida é de 2 pontos. O CMN elevou para 6,5% a TJLP.
Plenário da Câmara aprova projeto de lei das desonerações

Deputados rejeitaram a maioria dos destaques acrescidos, mas deixaram passar duas emendas que reduzem a recomposição de receitas inicialmente previstas pelo governo de R$ 12 bilhões ao ano. Texto vai ao Senado (Pág. 3)
Petrobras pede que EUA rejeitem ação coletiva

Advogado contratado pela estatal alegou, em audiência realizada ontem, que empresa não pode ser penalizada pela ação de “alguns indivíduos”. Juiz decide em duas semanas (Pág. 9)

Olhar do Planalto

JOSÉ NEGREIROS

STANDARD & POOR'S AFASTA RISCO

Recente relatório da agência de risco Standard & Poor's (S&P) mantém a classificação “BBB-" do Brasil com tendência de estabilidade. O documento de avaliação semestral representa um alívio para o governo, que enfrenta forte onda de pessimismo do mercado. (...) (Pág. 2)
Sintonia Fina

JULIO GOMES DE ALMEIDA

A ESCALADA DO DESEMPREGO

Vem caracterizando o momento econômico brasileiro a plena convicção de que estamos em um processo de retração da economia. Mais do que isso, o contexto atual parece indicar sob muitos pontos de vista que o futuro próximo será ainda pior do que este que estamos vivenciando. (...) (Pág. 7)

O mercado como ele é...

LUIZ SÉRGIO GUIMARÃES

CRISE AMPLIA SENSAÇÃO DE RISCO

As notícias ruins de cada dia não permitem a instalação de uma trégua nos mercados financeiros. As crises política e econômica — uma municiando a outra de um vasto estoque de foguetes — não dão sinais de arrefecimento. De tão ruim, é difícil saber se o quadro está piorando. Os investidores só não entram em pânico, porque o sedativo do juro real elevado (e em alta) ainda funciona. (...) (Pág. 18)
Ponto Final

OCTÁVIO COSTA

VENDO FANTASMAS

Em meio aos comentários sobre a crescente radicalização política do país, surgem preocupações com o que pode acontecer como resultado desta tendência. (...) A primeira hipótese foi reavivada pelo jornalista Ilimar Franco, em sua coluna no “Globo”. Segundo ele, “com o governo Dilma no chão, o PT na vala comum e a oposição incapaz de empolgar o país, há o risco de um novo caçador de marajás ocupar esse vazio”. (...) (Pág 32)
------------------------------------------------------------------------------------

Folha de S. Paulo


Manchete : PF apura repasses para a mulher do governador de MG

Firma da primeira-dama obteve R$ 3,6 mi de empresas que negociam com BNDES, ligado à pasta então chefiada por Fernando Pimentel ( PT)

A Polícia Federal investiga repasses feitos a empresa da mulher do governador mineiro, Fernando Pimentel (PT), por companhias com contratos com o BNDES quando ele chefiava o Ministério do Desenvolvimento. O banco é vinculado à pasta. A Oli Comunicação e firmas parceiras levaram R$ 3, 6 milhões entre 2012 e 2014. O objetivo da PF é descobrir se o ex-ministro era o destinatário dos pagamentos feitos à empresa da mulher. A investigação aponta os grupos Marfrig e Cassino (do Pão de Açúcar ) como autores de repasses. A Polícia Federal fez busca e apreensão de documentos em um dos escritórios da campanha do governador. Não foi autorizada pelo STJ a entrada de agentes na residência oficial de Pimentel nem em seu gabinete. Segundo o governo de MG, a “investigação prossegue eivada de irregularidades”. Marfrig e Casino negam ter pago à empresa da primeira-dama. A defesa do casal diz que os repasses não foram feitos à firma dela. (Poder a4)
Governo reduz limite da meta de inflação para até 6% em 2017

O governo Dilma reduziu o limite de tolerância com a meta de inflação para 2017. A taxa de 4,5% continuará a ser perseguida, mas a margem cairá de 2 para 1, 5 ponto percentual, para cima ou para baixo. A equipe econômica tenta recuperar a imagem de compromisso do controle da inflação, já que a taxa acumulada é de 8,47% em 12 meses. (Mercado a17)
Defesa vê ‘ilações’ e pede à Justiça que liberte Odebrecht

A defesa de Marcelo Odebrecht apresentou à Justiça pedido de liberdade para o presidente da maior empreiteira do país, preso há uma semana por suspeita de participar do petrolão. Para os advogados, não há provas, só “pífias ilações”. (Poder a10)
Em cinco meses, Tesouro Nacional poupa só 10% da meta para o ano (Mercado A20)


Foto-legenda : À mesa

Senadores governistas brasileiros reúnem-se em Caracas com oposicionistas venezuelanos; eles formarão uma comitiva para acompanhar as eleições no país (Mundo a13)
Ex-presidente diz ter se excedido ao criticar petistas

Em conversas com petistas, o ex-presidente Lula admite ter se excedido nas críticas ao PT e à gestão Dilma. Ele diz saber que a fala causa prejuízo à imagem da sigla, mas reclama de exageros no relato da imprensa. (Poder a6)
Comitiva de Dilma aos EUA terá pelo menos 90 pessoas, sendo 10 ministros (Mundo a12)


Casos de sequestro-relâmpago não são divulgados pelo governo Alckmin (Cotidiano B4)


PM fecha apuração de fraude sem ter ouvido 12 oficiais

A sindicância que apurou fraudes em licitações do comando da PM paulista foi concluída sem o depoimento de 12 de 20 oficiais listados como “pessoas a serem ouvidas”. A gestão Alckmin (PSDB) disse que a investigação será reaberta. (Cotidiano B1)
Reinaldo Azevedo

Não concordo com arbitrariedades só para ‘pegar Lula’

Dizem que, pegando a Odebrecht e a Andrade Gutierrez, pega-se Lula. Não condescendo com arbitrariedades só para “pegar Lula”. As prisões são insustentáveis, como eram as dos demais empreiteiros. (Poder a11)
Editoriais

Leia “São João na Câmara”, sobre irresponsabilidade de deputados com a Previdência, e “Encalhado nas multas”, acerca de burocracia excessiva. (Opinião A2)
------------------------------------------------------------------------------------

Nenhum comentário: