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segunda-feira, fevereiro 15, 2016

Maquiagem de favela carioca durante visita de Dilma ... (Geni e o Zepelin e/ou Aedes e o Zepelin).

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Maquiagem de favela carioca durante visita de Dilma tem clima de ditadura venezuelana



__DilmaZikaRicardoBorgesFolha
Meus amigos do Rio de Janeiro que me perdoem, mas os políticos ali incrustados no poder são deploráveis em todos aspectos. Nada se salva. Praticando o babaovismo e o chupaculhonismo em tiranetes, representam o que há de pior na política. Por causa da tropa do PMDB do Rio, melhor seria se fatiassem o partido em dois. A ala bolivariana, servil à Dilma, poderia se chamar PMTB, e a outra PMDB. Gente como Luiz Fernando Pezão, Eduardo Paes, Leonardo Picciani e outras mentes abjetas podiam ficar no PMTB, acrônimo para Partido da Mobilização pela Tirania Bolivariana. E já em ritmo de bolivarianismo, a escória praticou a baixaria abaixo, conforme lemos no blog de Josias de Souza:
Na sua guerra contra o Aedes aegypti, Dilma visitou neste sábado a favela Caminho do Zepellin, no Rio de Janeiro. Em operação iniciada na véspera, militares, funcionários da Presidência da República e servidores da prefeitura carioca ‘maquiaram’ a comunidade. Grande ideia!
Numa movimentação atípica, infantaria da prefeitura, equipada com caminhão da empresa de limpeza urbana do Rio, realizou mutirão de higienização da favela. O grupo podou árvores, asseou as ruas, recolheu lixo num terreno baldio, limpou uma vala… Fez o diabo para poupar os olhos de Dilma de cenas desagradáveis.
“Começaram a fazer coisas que nunca fizeram aqui”, estranhou a dona de casa Diana Amorim Gonzalez, que contraiu zika há um mês. “Até sofá velho que estava aí largado há muito tempo eles tiraram”, disse Vani Pereira, diretora de uma escola particular de ensino fundamental.
Em conversa com os repórteres, Dilma pressionou o botão do otimismo: “No passado ganhamos a guerra contra a febre amarela, e vamos ganhar contra o zika vírus.” Em seguida, lamentou: “Estamos correndo atrás de décadas de abandono na questão do saneamento.” Absteve-se de esmiuçar as culpas acumuladas nos 13 anos de governos do PT.
Quatro dias antes, o ministro Gilberto Kassab (Cidades) reconhecera que o Brasil “ainda está aquém” do razoável no provimento de saneamento básico à população. “Por mais que nos últimos anos tivemos melhorias, ainda deixamos a desejar.” Bingo!
O governo deveria estudar a criação de um programa novo, o ‘Maquiagem sem Fronteiras’. A experiência não pode ficar restrita a uma favela carioca. Em vez de gastar dispersivamente com saúde e saneamento básico, o Tesouro aplicaria o dinheiro num grande projeto de camuflagem. Não elimina o mosquito. Mas, com uma generosa camada de blush, pode-se revolucionar a aparência dos doentes.
Numa segunda fase, o programa pode distribuir um kit de maquiagem para todos os brasileiros. Conteria base branca para tingir o rosto, batom para a pintar a boca engraçada e uma bola vermelha para realçar o nariz. Por último, o Planalto lançaria uma campanha na internet: #somostodospalhacos.
Maquiar a situação da favela para a visita da chefa é sacanagem em nível hardcore. Vergonha na cara é um item definitivamente em falta ali.
Aliás, já que existe esse frisson todo por Jair Bolsonaro (nas redes sociais, diga-se), uma ideia inicial, como teste de sua aderência, poderia ser tentar colocá-lo como candidato à prefeito do Rio de Janeiro já para 2016. Que tal? Se ele não conseguir derrotar essas escórias no poder carioca, aí já podia desencanar das eleições para presidente em 2018.

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