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sábado, junho 11, 2016

EDITORIAL II. GRUPO PROTESTA CONTRA GOVERNO TEMER ...

Grupo protesta contra governo Temer na Esplanada, em Brasília

Ato reuniu 1,5 mil pessoas, segundo a PM, e 3 mil, segundo organizadores.
Protesto pede retorno de Dilma e critica 'agenda de retirada de direitos'.

Do G1 DF
Manifestantes contrários ao governo do presidente em exercício, Michel Temer, se reuniram em um protesto nesta sexta-feira (10) em frente à Biblioteca Nacional na Esplanada dos Ministérios em Brasília. Até as 20h, a Polícia Militar monitorava o ato e estimava a presença de 1,5 mil pessoas. Segundo lideranças políticas presentes, o ato reuniu entre 2 e 3 mil pessoas.
Uma faixa do Eixo Monumental foi interditada por volta das 17h para trios elétricos convocados pelo grupo. A caminhada rumo ao gramado do Congresso Nacional começou por volta das 18h40, ampliando a interdição para três das seis faixas.
Manifestantes projetam Fora Temer no prédio do Congresso Nacional, em Brasília (Foto: Pedro Borges/G1)Manifestantes projetam Fora Temer no prédio do Congresso Nacional, em Brasília (Foto: Pedro Borges/G1)
O grupo chegou ao espelho d'água por volta das 19h40. Em frente ao Palácio do Itamaraty, os manifestantes pararam e gritaram em oposição ao ministro das Relações Exteriores, José Serra. Um cordão de isolamento da Polícia Legislativa Federal foi montado em frente ao Congresso Nacional para barrar a aproximação do ato.
No gramado em frente ao Congresso, os manifestantes gritaram palavras de ordem como "fascistas, machistas, não passarão" e "não tem arrego". Cerca de 15 membros do protesto abaixaram as calças, voltados com as costas para o prédio da Câmara e do Senado. A todo tempo, organizadores diziam que "a conversa de hoje era com os senadores", que analisam o processo de impeachment da presidente Dilma.
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Manifestantes fazem ato contra Temer em frente ao Congresso Nacional, em Brasília (Foto: Pedro Borges/G1)Manifestantes fazem ato contra Temer em frente ao Congresso Nacional, em Brasília (Foto: Pedro Borges/G1)
Entre os grupos representados na manifestação estavam o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), a Central Única dos Trabalhadores (CUT), o movimento Frente Brasil Popular, o Movimento de Luta pela Terra (MLT), além de integrantes do PT e membros da União Nacional dos Estudantes (UNE).
Os integrantes do protesto carregavam bandeiras vermelhas e de movimentos sociais, além de balões na cor preta com os dizeres "Fora Temer". A frase também foi projetada na cúpula do Museu Nacional com equipamentos de laser, junto com mensagens como "não ao golpe".
Equipamento projeta frase Fora Temer na cúpula do Museu Nacional Honestino Guimarães, em Brasília (Foto: Pedro Borges/G1)Equipamento projeta frase 'Fora Temer' na cúpula do Museu Nacional Honestino Guimarães, em Brasília (Foto: Pedro Borges/G1)
O presidente do PT no DF e ex-deputado Policarpo diz que o grupo não vai aceitar a perda de direitos imposta pelo governo Temer. "Esse governo vem em uma linha de retirada de direitos conquistados ao longo dos anos de governo Lula e Dilma", afirma.
"Hoje a população está enxergando a retirada de direitos a partir das medidas do governo. E ficou comprovado que esse governo quer parar a Lava Jato", declarou Policarpo.
O gestor público Saulo Dias, de 28 anos, levou camisetas com estampas do ex-presidente Lula para vender aos integrantes do ato. Ele disse que também foi ao local para fazer "resistência contra o golpe".
Protesto contra o governo Michel Temer em frente à Biblioteca Nacional na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (Foto: Ingrid Borges/G1)Protesto contra o governo Michel Temer em frente à Biblioteca Nacional na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (Foto: Ingrid Borges/G1)
"Viemos mostrar nosso apoio ao Lula. O grupo que saiu às ruas era burguesia e classe média. Nós somos as primeiras pessoas de nossas famílias a ter um diploma, pensamos diferente. Somos a própria história real do que ele fez. Sou jovem, negro e da periferia. Sou formado em gestão pública, pós-graduado em economia e especializado em políticas públicas por uma fundação da Alemanha. Tudo isso, graças às políticas do governo dele", disse.
O deputado distrital Chico Vigilante (PT) afirmou ao G1 que defende reforma política e eleições gerais. "Não é o posicionamento do meu partido, mas eu acho que devem ser convocadas eleições gerais de vereador a presidente do Brasil para resolver esse impasse que o país está vivendo. A classe política virou pó."
Um grupo de mulheres pedia a volta da presidente afastada Dilma Rousseff, com gritos de "volta, querida" e "se cuida, seu machista, a América Latina vai ser toda feminista". Faixas identificavam o grupo como "Mulheres pela democracia". Bandeiras do movimento LGBTT e do Brasil também foram usadas durante o ato.

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