PENSAR "GRANDE":

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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

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quinta-feira, novembro 07, 2013

... E QUE TUDO MAIS/ VÁ PRÔ INFERNO... (R. Carlos)

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Crise no Procure Saber foi causada por liderança de Kakay

Paula Lavigne, presidente do grupo, diz que não precisa de 'lobista em Brasília nem de advogado criminalista'



O “ponto de divergência” que levou à desistência de Roberto Carlos em participar do grupo Procure Saber foi a liderança “imposta” do advogado do cantor, Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay. 
Ao menos foi esta a bola levantada ontem pela empresária Paula Lavigne, em entrevista ao site do jornal O Globo. “Não precisamos de lobista em Brasília e muito menos de advogado criminalista. Não cometemos crime algum”, disse. “Quando foi imposta a entrada de Kakay, o tom mudou demais. O ponto de divergência (não de discórdia) foi apenas a forma de se trabalhar com as questões, inclusive publicamente. 
O Procure Saber funciona através desse debate livre e democrático, conseguindo os resultados pelo trabalho de todos.” O curioso é que Dodi Sirena, empresário de Roberto, usou o mesmo discurso para justificar a saída de seu artista em carta que enviou à imprensa. “Não é bem assim o nosso jeito de trabalhar (disse, depois de Caetano escrever sobre sua desaprovação com relação a Kakay), somos mais discretos, afinal, defendemos também a privacidade no sentido profissional.”
A empresária Paula Lavigne - Denise Andrade/Estadão
Denise Andrade/Estadão
A empresária Paula Lavigne
Questionada a respeito da possibilidade de o Procure Saber, sem Roberto, recuar na questão das biografias, reconsiderando a postura de exigir autorização prévia, Paula respondeu: “Podemos tudo, tudo o que os artistas quiserem e que beneficie a classe. Mas, como disse, ainda não conversamos. Estamos cansados, tivemos uma disputa interna, de empresários e advogados querendo falar por todos, e nem respiramos. Temos muitas outras pautas, como a questão do Ecad, que tem uma lei a ser implementada.”
Kakay enviou uma carta ao Procure Saber, que reencaminhou ao Estado: “Toda essa discussão publica que se agigantou nos últimos dias tem um efeito imediato nas tratativas que estavam sendo levadas junto ao Congresso Nacional”, começa o advogado. “Apenas recapitulando e, para não deixar dúvidas, eu fui ao Congresso tratar deste assunto a pedido do Dody e do Marco Antonio (outro advogado de Roberto), que se sentiram habilitados para tal, depois daquela reunião no estúdio do RC.”
Mais para frente, fala de suas preocupações. “O importante é não perder espaço e não deixar que as forças contrárias se aproveitem destes desencontros. Eu continuarei aqui à disposição do RC, se ele julgar que posso ajudar, mas quero distância de embates públicos, para não prejudicar a causa, embora goste dos embates, pois neles fui forjado. Sempre acreditei que é entre a náusea e a rosa que a ostra faz a pérola. Mas também penso que tem hora para ouvir e hora para falar. Reservo-me o direito de ficar na torcida para que tudo seja resolvido da melhor maneira.”

http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,crise-no-procure-saber-foi-causada-por-lideranca-de-kakay,1093879,0.htm

quinta-feira, julho 12, 2012

HORA EXTRA [In:] BINGO

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COMO? REPETE!



DEMÓSTENES PERDE MANDATO E DIZ QUE RECORRE AO SUPREMO



EX-SÍMBOLO DA ÉTICA, DEMÓSTENES TORRES É CASSADO EM VOTAÇÃO SECRETA NO SENADO
Autor(es): RICARDO BRITO , EUGÊNIA LOPES
O Estado de S. Paulo - 12/07/2012
 

Três meses após dizer que era só "amigo do empresário" Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, o senador Demóstenes Torres (ex-DEM, sem partido-GO) foi cassado ontem sob a acusação de mentir a colegas, receber vantagens indevidas e usar o mandato para defender interesses do contraventor. Em votação secreta de três minutos, após quase três horas de sessão de julgamento, o painel do plenário apresentou o placar: 56 votos favoráveis à perda de mandato, 19 contrários e 5 abstenções. Apenas o senador Clóvis Fecury (DEM-MA) não estava presente, por motivo de licença.
Demóstenes fica agora proibido de disputar cargos públicos até 2027, pena imposta pela Lei da Ficha Limpa, da qual foi o relator.
O ex-líder do DEM, que se notabilizou pelo discurso em defesa da ética e chegou a sonhar com voos presidenciais em 2014, entrará para a história como o segundo senador a ter o mandato cassado por quebra de decoro no País - Luiz Estevão (PMDB-DF) perdeu o mandato em 2000, acusado de mentir sobre seu envolvimento em desvios da obra do Fórum Trabalhista de São Paulo.
No oitavo discurso que fez em plenário desde a semana passada, o senador cassado chegou a pedir clemência. "Quem cassa senador é senador, não é a imprensa. Por favor, me deem a oportunidade de provar minha inocência. Não acabem com a minha vida, nem me deixem disputar outra eleição em 2030", afirmou.
No momento mais ousado do pronunciamento, de 35 minutos, alegou inocência e investiu contra o relator de seu processo no Conselho de Ética, Humberto Costa (PT-PE). Ele lembrou que Costa foi absolvido pela Justiça no caso da chamada máfia dos sanguessugas, um esquema de desvio de recursos da época em que comandou o Ministério da Saúde. "Ele provou que era um homem honrado; por que a minha cabeça tem que rolar?", questionou.
Isolado. Primeiro a chegar ao plenário, Demóstenes permaneceu isolado praticamente durante toda a sessão que culminou com a cassação de seu mandato.
Uma espécie de "cordão de isolamento" foi formado, deixando-o afastado dos demais senadores. Apenas seu advogado, Antonio Carlos de Almeida Castro, conhecido como Kakay, ficou todo o tempo a seu lado. Poucos senadores se aventuraram a cumprimentá-lo - um deles foi Jader Barbalho (PMDB-PA). Apesar de o plenário estar cheio, o silêncio imperou na maior parte das três horas da sessão de cassação.
Conhecido na maior parte dos seus nove anos e meio de mandato por ser implacável na cobrança aos pares, Demóstenes chegou a pedir perdão, no discurso, a quem "levianamente" agrediu.
O senador Renan Calheiros (AL), líder do PMDB, permaneceu de braços cruzados durante o pronunciamento - Demóstenes havia pedido sua cassação em 2007 pela suspeita de ter contas pagas por um lobista de uma empreiteira. À imprensa Renan disse que o momento era "difícil". "É um constrangimento ter que julgar um colega", afirmou.
Credibilidade. Coube ao senador Randolfe Rodrigues (AP), do PSOL, partido que entrou com pedido de quebra de decoro contra Demóstenes em março, fazer uma das defesas mais enfáticas da cassação dele durante os debates. "O que está em jogo não é a condenação de conduta errônea. A votação de hoje é um sinal a milhões de brasileiros sobre a credibilidade de uma instituição centenária, fundamental para a democracia em nosso País."
Após a cassação, Demóstenes deixou rapidamente o plenário. Ele dará lugar ao engenheiro Wilder Pedro de Morais (DEM-GO), 44 anos. Ex-marido de Andressa Mendonça, atual mulher de Cachoeira, Morais tem até 90 dias para tomar posse, a partir da publicação do decreto de perda de mandato de Demóstenes, previsto para sair na quinta.