A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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sexta-feira, outubro 04, 2013
GODIVA DO IRAJÁ
| 04/10/2013 | |
sexta-feira, março 08, 2013
"QUEQUÉ ISSU CUMPANHÊRA? SEMOS DA BASE!''
| 08/03/2013 | |
MST invade fazenda de senadora no TO
Em um ato declarado de sabotagem, 500 manifestantes do MST invadiram a Fazenda Aliança, da senadora Kátia Abreu (PSD-TO). A ação durou 1 hora, não houve confronto, mas canteiros foram destruídos. Invasões ocorreram em outros Estados.
Senadora vira alvo de invasão do MST
Vannildo Mendes Débora Bergamasco / Brasília Num ato declarado de sabotagem, cerca de 500 manifestantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) - a maioria mulheres - invadiram ontem a Fazenda Aliança, propriedade da família da senadora Kátia Abreu (PSD-TO).
Encapuzados e munidos de foices, eles destruíram o canteiro de mudas de eucaliptos. Os seguranças e empregados da fazenda se recolheram aos alojamentos e não houve confronto.
O MST afirmou que a ocupação visava a marcar posição política contra o agronegócio e em defesa da reforma agrária. “A ruralista e senadora Kátia Abreu é símbolo do agronegócio e dos interesses da elite agrária do Brasil, além de ser contra a reforma agrária e cometer crimes ambientais em suas fazendas”, afirmou Mariana Silva, dirigente do movimento em Tocantins. “Nosso objetivo foi mostrar a essa senadora que, em vez de destruir o meio ambiente, o melhor caminho é diversificar a produção de alimentos para o povo.” A invasão da propriedade da senadora faz parte da Jornada Nacional de Lutas das Mulheres Camponesas, que está em andamento desde segunda-feira, com a participação da Via Campesina e do Movimento Camponês Popular (MCP). A ocupação da fazenda, que está registrada no nome do filho da senadora, o deputado federal Ira- já Abreu (PSD-TO), durou cerca de uma hora. No lugar do canteiro de eucaliptos, os ativistas deitaram sementes de arroz e feijão, além de mudas. Entre as justificativas para a sabotagem, Mariana disse que a fazenda já foi multada duas vezes por crimes ambientais. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) confirmou as punições, em 2011 e 2012, por desmatamento em Área de Preservação Permanente (APP). Assustada com a ocupação, a senadora disse ontem que vai contratar segurança armada para proteger a propriedade. “Eu, que sempre dormi sozinha na fazenda com meus filhos pequenos, sem nunca andar armada, agora não vou deixar meus filhos e meus funcionários correndo risco de vida. Imagine se resolvessem colocar fogo nas dezenas de máquinas que tenho lá?” Ação política. A integrante da bancada ruralista classificou a ação dos sem-terra como um ato político, com o intuito de inibir sua atuação como defensora do direito à propriedade privada. Ela se qualifica como “combatente dos crimes de invasão”. De acordo com o Ministério da Justiça, a apuração de eventuais excessos nas manifestações é de responsabilidade das polícias de cada unidade da federação. A Polícia Federal informou que acompanha a movimentação das mulheres. Um dos principais alvos da jornada de luta em andamento é a indústria de papel e celulose. Em Itabela, no sul da Bahia, militantes do MST ocupam desde segunda-feira uma fazenda de eucalipto da Veracel Celulose. Outras duas fazendas da Suzano Celulo se foram invadidas na cidade de Teixeira de Freitas. A coordenação do movimento estima que quase 1,2 mil mulheres participam das ações. De acordo com Evanildo Costa, da direção estadual do MST, as terras serão desocupadas quando as empresas se sentarem à mesa para negociar a liberação de áreas para assentamento. “As companhias estão adquirindo terra de forma muito rápida e inviabilizando a reforma agrária”, disse. Por meio de nota, a Veracel informou que a invasão contraria compromisso firmado com os movimentos sociais, com mediação do governo estadual, para a criação de assentamentos sustentáveis na região. No Rio Grande do Sul, as mulheres se concentraram diante de uma unidade da empresa Milenia, em Taquari, no interior do Estado, para protestar contra o uso de agrotóxicos na agricultura. / Colaboraram Heliana Frazão, especial para o Estado, e Elder Ogliari. Dois lados Mariana Silva Dirigente do MST em Tocantins “A ruralista e senadora Kátia Abreu é símbolo do agronegócio e dos interesses da elite agrária do Brasil, além de ser contra a reforma agrária e cometer crimes ambientais em suas fazendas. Nosso objetivo foi mostrar a essa senadora que, em vez de destruir o meio ambiente, o melhor caminho é diversificar a produção de alimentos para o povo.” Kátia Abreu Senadora (PSD- TO) “Eu, que sempre dormi sozinha na fazenda com meus filhos pequenos, sem nunca andar armada, agora não vou deixar meus filhos e meus funcionários correndo risco de vida. Imagine se resolvessem colocar fogo nas dezenas de máquinas que tenho lá?. |
segunda-feira, julho 16, 2012
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''
SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS
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Investigações da Secretaria de Segurança do Rio já identificaram a atuação de milicianos para se beneficiarem dos seus domínios territoriais na recém-iniciada campanha eleitoral. As ações vão de cobrança de pedágio aos que querem fazer campanha nessas áreas à proibição do ingresso de determinados candidatos. As denúncias sobre a atuação desses grupos criminosos, principalmente na Zona Oeste e na Baixada Fluminense, já começam a chegar ao Tribunal Regional Eleitoral. Para combater a ação das milícias em currais eleitorais, o presidente do TRE-RJ, Luiz Zveiter, criou uma força-tarefa, composta por representantes da Secretaria de Segurança, da Polícia Federal, do Comando Militar do Leste e da Polícia Rodoviária Federal. A primeira reunião do grupo acontece amanhã e, em pauta, estarão as ameaças relatadas por candidatos a prefeito e a vereador. (Págs. 1 e 3)
Em meio a protestos de funcionários, o estado começou a transferir, no fim da noite de sábado, 43 dos 54 pacientes internados no Hospital Central do Instituto de Assistência aos Servidores do Estado do Rio de Janeiro (Iaserj), no Centro. O prédio que abrigou o Iaserj será demolido para permitir a construção do novo centro de pesquisas do Instituto Nacional do Câncer (Inca), que fica ao lado. A operação de transferência dos pacientes, que envolveu até policiais do Batalhão de Choque, estendeu-se até a manhã de ontem. (Págs. 1 e 10)
A extrema-direita francesa anunciou que vai processar Madonna. Em show em Paris, a cantora sobrepôs a imagem de Marine Le Pen à de uma suástica. (Págs. 1 e 22)
A cobrança eletrônica de pedágio que deve ser implantada nas rodovias estaduais privatizadas até 2014 levará motoristas a pagar para circular até nas regiões em que estradas são usadas como vias urbanas, informa José Benedito da Silva.
Entre os trechos tarifados estão, por exemplo, aqueles que ligam São Paulo ao aeroporto de Cumbica (rodovia Ayrton Senna) e a São Bernardo (Anchieta). No novo sistema, pórticos nas estradas farão a cobrança ao ler chips instalados nos carros. (Págs. 1 e Cotidiano C1)
As declarações vieram após o crescimento da economia apresentar, no último trimestre, o pior resultado em três anos. (Págs. 1 e Mundo A10)
Protagonista da primeira crise do PSD, a senadora Kátia Abreu (TO) acusa o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, de autoritarismo na intervenção em Belo Horizonte para que o partido apoie o PT. “Se esse centralismo não for superado, sinto dificuldade em ficar.”
Cortejada pelo PMDB de Michel Temer, a senadora elogia Dilma Rousseff. “Ela tem se mostrado isenta e com práticas de estadista”, diz. “A oposição precisa ser feita naquilo que for correto se opor, e não de forma sistemática, como uma empresa de demolição.” (Págs. 1 e A14)
A presidente Dilma Rousseff estuda tirar um pedaço da Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim de até três vezes o tamanho da cidade de São Paulo para resolver a disputa de terras na região. Criada em 2006, a área de 1,3 milhões de hectares é a maior de um conjunto de unidades de conservação no sul do Pará que ajudaria a conter o avanço das motoserras na Amazônia. Ambientalistas veem na proposta o início do desmanche das unidades de conservação, cujo ritmo de criação despencou desde o início do governo Dilma. A Flona do Jamanxim abriga pastagens degradadas, além da produção de café, milho e arroz, onde, por lei, a única atividade econômica deveria ser o uso sustentável de produtos da floresta. (Págs. 1 e Vida A16)
1,3 milhão de hectares, é a área total da reserva Floresta Nacional de Jamanxim, no Sul do Pará, criada em fevereiro de 2006.
Bancos médios
O BC estuda medidas para destravar crédito de bancos pequenos e médios. (Págs. 1 e Economia B6)
Tem arte, mas tem muita ciência - e muita matemática - na elaboração das análises econômicas. E, sim, há boas e más análises, mais ou menos competentes. (Págs. 1 e Economia B2)
Com o devido respeito, sra.presidente, se o PIB não cresce, ou decresce, fica difícil para a Nação fazer mais por suas crianças, adolescentes, adultos e idosos. (Págs. 1 e Economia B2)
O trabalho competente e sério realizado por uma instituição cuja missão não é tocar canteiros de obras. (Págs. 1 e A3)
O “Refis da Crise” teve a adesão de 561.915 contribuintes, com 387.550 pessoas jurídicas e 174.365 pessoas físicas. Como se tornou praxe, a maioria dos interessados deixou de pagar os débitos e hoje um pouco mais de 200 mil permanecem no programa. A Receita prepara uma nova rodada de exclusão. (Págs. 1 e A5)
O segundo semestre pode ser melhor. A Pimco, uma das maiores gestoras de ativos do mundo, estima a emissão de US$ 150 bilhões em papéis de países emergentes. Do total latino-americano, espera-se que 50% venham para o Brasil. (Págs. 1 e C1)
Na quarta-feira, Waldec Nogueira, diretor da Petra, viveu uma situação kafkiana. Ele fugiu do país após ter conhecimento de que poderia ser preso, mesmo sem saber do que estava sendo acusado. “Eu comecei a receber telefonemas estranhos, de pessoas do governo querendo saber onde eu estaria nos próximos dias e o que iria fazer”, contou. (Págs. 1 e A8)
Os bancos estrangeiros já trabalharam com folga bem maior. Em dezembro de 2008, por exemplo, a diferença era de cerca de 51%. Alvir Hoffmann, ex-diretor de fiscalização do Banco Central, acha que a explicação mais plausível é a crise mundial. Bancos estrangeiros passaram a fazer menos provisões não obrigatórias para enviar mais lucros a suas matrizes. (Págs. 1 e C11)
O processo está carregado de pesadas acusações de lado a lado. A Monsanto, que desenvolveu a tecnologia, acusa a rival de infringir a patente que protege a soja RR e pede uma indenização estimada em mais de US$ 1 bilhão. A DuPont questiona a validade da patente e acusa a concorrente de enganar o Escritório de Patentes e Marcas dos EUA durante o processo de registro. (Págs. 1 e B12)
Ex-advogado da campanha que levou Lula à Presidência, Toffoli sente-se “absolutamente isento para julgar”. “Vai ser minha decisão, minha consciência”, diz. Ele chegou ao STF sem tese de pós-graduação ou uma grande obra acadêmica e com duas reprovações em concursos para juiz de primeira instância. Tem se mostrado um ministro mais apegado à letra da lei, sem se afastar da jurisprudência do Tribunal. É o chamado juiz legalista, relativamente previsível, segundo advogados que atuam na Corte. (Págs. 1 e A12)
Questionar o Legislativo e a Suprema Corte paraguaia é um passo novo para a diplomacia brasileira. (Págs. 1 e A2)
Luiz Carlos Mendonça de Barros
Quando o pesadelo que vivemos hoje passar, os analistas e os investidores vão acordar para um mundo diferente. (Págs. 1 e A11)