A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
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sexta-feira, julho 19, 2013
ALIADO. O TEMPO E O VENTO...
| 19/07/2013 | |
sexta-feira, maio 10, 2013
(...) BRINCANDO NOS CAMPOS DO SENHOR (título de filme, 1991)
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PT vê articulação política frágil e entrada de Campos como obstáculos para 2014
Dilma e o antecessor almoçaram juntos nesta quinta no Palácio da Alvorada para avaliar o cenário da sucessão
quarta-feira, abril 24, 2013
CAMPOS: ''AQUELLOS OJOS VERDES''
24/04/2013 - 08h26
Provável candidato em 2014, Campos aumenta gastos com publicidade em PE
Eduardo Campos cobra Planalto e pede 'SUS' para segurança pública
segunda-feira, março 25, 2013
PRESIDENCIÁVEIS: ''AQUELLOS OJOS VERDES''
| 25/03/2013 | |
segunda-feira, março 18, 2013
sábado, março 16, 2013
EDITORIAL [In:] PLANTANDO NOS CAMPOS, DO SENHOR!
mônica bergamo
Dá para fazer muito mais que Dilma, diz Eduardo Campos em jantar com empresários
Eduardo Campos em jantar com empresários na casa de Flávio Rocha
Ver em tamanho maior »quarta-feira, março 13, 2013
ELEIÇÕES 2014: ''NA NOSSA FESTA VALE TUDO..." (As Frenéticas)
| 13/03/2013 | |
Contra seca, Dilma promete 'vale-bode'
Presidente quer ajudar agricultor a recuperar rebanho
Eduardo Bresciani
Enviado especial
Água Branca (AL)
Em sua segunda visita ao Nordeste em menos de oito dias, a presidente Dilma Rousseff inaugurou ontem em Alagoas trecho de uma obra que leva água ao sertão e prometeu até cabras e vacas para agricultores que sofrem com a seca. A região costuma ter um eleitorado tradicionalmente petista, mas há o temor de que esses votos migrem para o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), caso ele concorra ao Planalto em 2014.
A inauguração pela presidente dos dois primeiros trechos da obra do Canal do Sertão visa a minimizar os efeitos dos atrasos no cronograma da transposição do Rio São Francisco, que beneficiará quatro Estados e tem como prazo de entrega o ano de 2015. O projeto do Canal do Sertão prevê 250 quilômetros de extensão dentro de Alagoas. Até agora, 65 quilômetros foram entregues.
No evento, Dilma destacou ações emergenciais do governo para minimizar os efeitos de uma das secas mais rigorosas dos últimos anos e prometeu recompor o rebanho perdido por agricultores por causa da estiagem dentro de um programa que j será implementado após o fim da seca.
"É um programa de retomada. Quando a seca passar, não basta chover, vai ter de recuperar rebanho, bode, cabra, bovino, galinhas. O governo federal está atento a isso. Não posso recuperar quando tem seca, porque vai morrer outra vez, mas quero assegurar ao pequeno produtor que teve sua cabrinha morta, seu boizinho, que o governo federal vai recompor isso", disse Dilma.
O modelo para financiar o rebanho não está definido. Também não se sabe de onde virá o dinheiro, podendo ser do Banco do Brasil. Na semana passada, Dilma já tinha falado, para os integrantes da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), da necessidade de recuperação das criações de galinha, cabras e bois, mortos por causa da seca.
Ela destacou ainda a compra de milho subsidiado durante a seca, o repasse de recursos por meio de dois programas federais e a contratação de carros-pipa para atender às áreas mais afetadas.União.
/ Colaborou Tânia.
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segunda-feira, março 11, 2013
ELEIÇÕES 2014: PROMESSAS DE PALANQUE (ELETRÔNICO) *
| 11/03/2013 | |
José Roberto de Toledo
"Queridos", pero no mucho
Queridos e queridas" é o novo "companheiros e companheiras". Dilma Rousseff voltou a soar seu bordão ao conjurar eleitores na sexta-feira à noite, no seu pronunciamento em rede de rádio e TV.
"Meus queridos brasileiros e, muito especialmente, minhas queridas brasileiras" - começou a presidente, antes de anunciar a desoneração da cesta básica, no Dia Internacional da Mulher. Não foi por acaso.
"Queridos e queridas" são a chave para identificar quando Dilma esta em campanha.
Ao contrário de Lula, que conclamava os "companheiros" em qualquer discurso, ela faz uso seletivo do bordão. Parece até que a evocação depende de quem escreve o texto, se o ghost-writer palaciano ou o marqueteiro da reeleição. Mas importa menos o "quem" do que o "quando".
Em quase 400 manifestações públicas desde que tomou posse da Presidência, Dilma fez uso de "queridos" (no plural) em apenas 58 ocasiões.
A referência a "queridas" foi duas vezes mais rara: só em 31 vezes. Juntos, "queridos" e "queridas" só saíram da boca de Dilma em 696 de suas falas. Foram poucas e boas, porém.
Os pronunciamentos presidenciais em rede de TV, quando a audiência é potencialmente de dezenas de milhões de pessoas começam invariavelmente por "Queridas e queridos". Foram cinco vezes em 2011, quatro em 2012 e duas até agora em 2013.
Dilma tem usado efemérides para monopolizar a TV: Natal, Dia do Trabalho, 7 de Setembro. Vale observar se a regra se repetirá até 2014 ou se o calendário eleitoral se imporá ao cronológico.
Na sexta-feira, as brasileiras foram "queridas" duas vezes e as mães, uma.
Foi uma rara - senão única - demonstração de afetividade. Dilma costuma ser econômica nos adjetivos que dirige ao público. Fala uma vez "queridos e queridas" na abertura - ou quando se dirige diretamente a audiência - e basta. A repetição adjetiva de sexta-feira sugere um esforço extra para criar empatia.
O bordão é pouco espontâneo, mas maleável. Pode ser adaptado ao alvo, como em "queridas prefeitas e queridos prefeitos", usado por Dilma durante seu encontro com os novos chefes do Executivo municipal - e potenciais cabos eleitorais - em janeiro passado. Pode virar "queridos formandos" (formatura do Instituto Rio Branco) ou "queridos mineiros" (entrega do Mineirão).
Mas "queridos brasileiros" Dilma usa apenas nos pronunciamentos em rede de TV e rádio - ou em ocasiões solenes,, como durante seu discurso de posse no Congresso Nacional.
O "querido" perde a solenidade, porém, se é dirigido a repórteres. Quando a presidente ouve uma pergunta de que não gosta, o interlocutor logo descobre porque a resposta vem precedida de um enfático e irônico "Meu querido...". Por exemplo, em "Meu querido, não respondo a essa pergunta" ou em "Meu querido, eu não vou ficar me atendo à pauta do adversário".
Poucas palavras revelam mais o estado de espírito presidencial do que "querido" - seja pela pronúncia ou pela omissão.
Em 2011, Eduardo Campos ouviu vários "querido", ditos em público pela presidente durante cerimônias em Brasília e no Nordeste. Em 2012 e 2013, nenhum (mesmo quando sua mulher, Renata, foi saudada com um "querida" por Dilma em dezembro, no Ceará). Ao contrário, desde o ano passado que os repasses federais para Pernambuco, o Estado governado por Campos, diminuíram a patamares não d. "querido", mas de oposicionista.
Levantamento feito pelos repórteres Julia Duailibi e Bruno Boghossian, do Estado, mostra que a proporção de repasses voluntários da União a Pernambuco caíram quase pela metade entre o primeiro e o segundo anos do governo Dilma - indo na direção oposta do que ocorreu no governo Lula, quando só cresceram.
Não terá sido coincidência a escassez tanto de investimentos quanto de "queridos" no relacionamento de Dilma com Campos desde que o governador se tornou presidenciável. Daqui até 2014, "queridos" devem sair cada vez com mais frequência da boca de Dilma. Se forem incluídos nas referências ao governador pernambucano, será sinal de que 0 PSB e seu presidente decidiram adiar para 2018 o projeto de concorrer à Presidência.
"Queridos" e "palhaços". Antes "querido" do que "palhaço". Quando mandou um repórter "chafurdar" no lixo e o chamou de "palhaço", o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, demonstrou o seu equilíbrio.
Ao não pedir desculpas de viva voz e usar o texto de um subalterno para tentar se redimir, o ministro provou o seu caráter.
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(*)
Darling
'' Darling
sei da sua historia,
a mesma historia antiga e repetida Oh Darling a sua vida tem sido ruim eu sei, sempre passando dias iguais A sua noite acabou, mais um amor Oh, oh, oh Darling é um falso nome, aonde esconde todo passado...''
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quinta-feira, março 07, 2013
"EDUARDO e MÔNICA'' (Legião Urbana)
| 07/03/2013 | |
Eduardo reúne-se com tucanos e Cid critica Lula
Por Murillo Camarotto, Bruno Peres e Daniel Rittner | Do Recife e de Brasília
O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), aproveitou o evento realizado ontem no Palácio do Planalto para fazer articulações políticas em Brasília.
Trabalhando para viabilizar sua candidatura à Presidência da República em 2014, Eduardo conversou com opositores do governo.
Segundo apurou o Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor, o pernambucano se reuniu, separadamente, com os prefeitos de Manaus, Arthur Virgílio, e de Teresina, Firmino Filho, ambos do PSDB.
O governador não conversou com a presidente Dilma Rousseff, como era esperado. O que houve, segundo uma pessoa próxima a Eduardo, foi apenas um "cumprimento entre dois companheiros".
O governador está irritado com a Medida Provisória 595, que regulamenta a operação dos portos no país, e pretendia levar seus questionamentos ao conhecimento de Dilma.
O que se deu, entretanto, foi uma reunião entre o ministro da Secretaria Especial dos Portos, Leônidas Cristino, e os deputados federais Márcio França (PSB-SP), Beto Albuquerque (PSB-RS) e Glauber Rocha (PSB-RJ).
França, que é aliado do PSDB em São Paulo, disse que foram apresentadas ao ministro oito propostas de alteração da MP. Segundo ele, Cristino, que também é do PSB, teria reconhecido algumas "brechas" na medida. "As ideias foram bem recebidas pelo ministro, o que abre boas expectativas de revisões no texto", disse França.
Indicado pelo governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), o ministro dos Portos é acusado por aliados de Eduardo de "corpo mole" na questão da MP, já que o porto do Pecém, no Ceará, não será afetado significativamente pela medida.
Leônidas Cristino foi o sucessor de Cid na Prefeitura de Sobral, berço político dos Gomes. O governador do Ceará é contra a candidatura de Eduardo ao Planalto em 2014. Mas ontem em Brasília Cid negou que esteja atuando contrariamente aos interesses de seu partido.
"Não é nada contra o meu partido. Eu acho que é estrategicamente melhor para o meu partido se fortalecer no âmbito regional e nos prepararmos para no projeto nacional", disse o governador depois participar de evento no Palácio do Planalto.
Cid disse, porém, que "obviamente" apoiaria uma eventual candidatura presidencial do PSB em 2014.
"Quem achar que eu sou quinta coluna, que eu estou querendo sabotar o meu partido, alguém do meu partido ou o presidente do meu partido, está redondamente enganado, vai quebrar a cara. Eu estarei com o meu partido", disse o governador. "Eu não estou dando recado a ninguém. Se eu estou falando para alguém é para o meu partido", completou.
Gomes também fez críticas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela antecipação do debate eleitoral. "Lula agiu errado", disse o governador.
Referiu-se ao lançamento, por Lula, à candidatura da presidente à reeleição em 2014.
"Dilma não precisa disso. Ela já é conhecida. E já é mais popular do que Lula", provocou o cearense. De acordo com o governador, a atitude de Lula prejudica o próprio governo com a instalação de um ambiente negativo no Congresso Nacional.
Para ele, Lula também inverteu a lógica do processo eleitoral. "Quem precipita a disputa é sempre a oposição", disse Cid Gomes. "A meu juízo, não precisa antecipar o debate eleitoral(...). Nós estamos no meio do ciclo [do governo] Dilma", completou.
As criticas do governador se estenderam também ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Na avaliação dele, os dois ex-presidentes deveriam divulgar o Brasil "mundo afora". "Acho que os dois tem retaguarda para isso e essa eu acho genericamente que deve ser a posição de um ex-governante", afirmou.
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