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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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sexta-feira, julho 19, 2013

ALIADO. O TEMPO E O VENTO...

19/07/2013
PMDB tenta expor governo com pegadinha, diz Campos


Governador e presidente do PSB sai em defesa de Dilma e critica proposta dos peemedebistas de reduzir número de pastas

Angela Lacerda
Recife


O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), disse ontem que o PMDB "tenta se aproveitar da fragilidade de um momento delicado como o que passa o País para expor ainda mais um governo que ajudou a construir e do qual é aliado".

"Tem gente que prefere expor ainda mais, fragilizar ainda mais quando tem uma oportunidade", afirmou Campos, depois de uma reunião de três horas com a bancada do PSB, no Recife. Presidente nacional do partido, que também é aliado do governo, ele criticou a proposta peemedebista de reduzir o número de ministérios de 39 para 25, "Não precisamos deste tipo de observações para nos aproximar do que preocupa as ruas", afirmou. "Preferimos ficar com questões de conteúdo, como preocupações com a economia", disse.

"Não queremos 2013 perdido, isso não serve ao povo brasileiro", afirmou. "Não vamos fazer a velha política, da pegadinha, do constrangimento."

Em agosto, o PSB deve entregar ao governo federal propostas de mudanças na política econômica. Conforme o líder da legenda PSB na Câmara, Beto Albuquerque (RS), "a economia brasileira está afundando".


Possível candidato à Presidência no ano que vem, Campos disse que o PSB vai continuar apoiando o governo. Campos considerou cedo para se avaliar quem sai fortalecido com os protestos nas ruas.


adicionada no sistema em: 19/07/2013 04:03

sexta-feira, maio 10, 2013

(...) BRINCANDO NOS CAMPOS DO SENHOR (título de filme, 1991)


...

PT vê articulação política frágil e entrada de Campos como obstáculos para 2014

Dilma e o antecessor almoçaram juntos nesta quinta no Palácio da Alvorada para avaliar o cenário da sucessão

10 de maio de 2013 | 0h 30


Tania Monteiro - O Estado de S. Paulo
BRASÍLIA - 

A presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva almoçaram nesta quinta-feira, 9, juntos, no Palácio da Alvorada, para discutir o cenário de 2014 já considerando a candidatura do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB). 
A ordem é tentar pacificar o quanto antes disputas locais com o PT e aliados que possam ter implicações nacionais e melhorar a articulação política com parlamentares que serão potenciais candidatos.
Veja também:
Foi feito um diagnóstico de que a articulação política da presidente com o Congresso segue frágil e o relacionamento com os parlamentares, considerados correia de transmissão de popularidade da presidente nos grotões, precisa melhorar.
O almoço contou com a presença do presidente nacional do PT, Rui Falcão, e do ministro Aloizio Mercadante (Educação), cotado para coordenar a próxima disputa presidencial.
Dilma, que desde o início do ano passou a se relacionar diretamente com prefeitos, na tentativa de se livrar de chantagens e pressões dos parlamentares a cada votação, foi advertida de que a estratégia não deu certo.
Por isso, a partir de agora a presidente passará a agradar aos parlamentares com convites para viagens às suas bases eleitorais, informações sobre liberação de recursos para prefeituras, permitindo que eles possam também capitalizar politicamente benefícios para os municípios. Será feito ainda um levantamento sobre as emendas que poderão ser liberadas.
Campos. 
A candidatura de Eduardo Campos foi um dos principais temas do almoço. Há uma divisão na cúpula petista sobre o que fazer em relação aos cargos que o PSB detém no governo. Lula defende que o ônus de permanecer como aliado do governo federal é de Campos e, por isso, prega a "conciliação", lembrando que cabe ao governador demonstrar coerência política. O governo federal não teria nada a perder.
No Planalto, no entanto, há quem defenda que os cargos de Campos sejam retirados desde já, levando o partido para a oposição, a fim de atender a demandas de aliados sedentos por cargos para continuar apoiando o governo e a reeleição.
Discórdia.
 O PT está preocupado com palanques da eleição do ano que vem em vários Estados e, apesar dos problemas no Congresso, quer tentar usar os parlamentares e os prefeitos para darem capilaridade ao projeto da reeleição. Um dos dados avaliados pelos petistas, com base em uma pesquisa qualitativa realizada pelo partido recentemente, mostrou que apesar de a oposição ter aproveitado o 1.º de Maio para abordar o aumento da inflação e criticar o governo, os adversários políticos ainda estão sem discurso.
Os petistas estão convencidos de que, apesar da subida da inflação, a percepção da população é de que há uma sensação de bem estar nas famílias e que o lento ritmo do crescimento econômico ainda não os afetou. No programa do PT veiculado nesta quinta em rádio e TV, o ministro Guido Mantega (Fazenda) foi encarregado de enfatizar que o governo "continua a baixar a inflação de forma implacável".
Prefeitos. 
Estratégias já adotadas por Dilma foram reavaliadas pelo núcleo político do PT ontem. Uma delas é a articulação pessoal com prefeitos. Em eventos recentes, Dilma passou a entregar ônibus escolares e retroescavadeiras aos prefeitos. Isso irritou congressistas que vão se candidatar em 2014. Dilma também distribuiu "mimos" no Nordeste para golpear prováveis rivais. O gesto foi considerado contraproducente. 

quarta-feira, abril 24, 2013

CAMPOS: ''AQUELLOS OJOS VERDES''

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24/04/2013 - 08h26

Provável candidato em 2014, Campos aumenta gastos com publicidade em PE


DANIEL CARVALHO/FOLHA
DE SÃO PAULO


O governador Eduardo Campos (PSB-PE) aumentou em R$ 7 milhões os gastos com publicidade do governo em 2012, alta de 11% em relação ao ano anterior.

Foram R$ 70,7 milhões na "divulgação governamental em todos os meios de comunicação" ante R$ 63,5 milhões em 2011 (já corrigidos pelo IPCA).


Campos investiu mais em propaganda em 2012 do que, por exemplo, em "fornecimento de transporte escolar" (R$ 42,5 milhões) e em "manutenção dos imóveis da rede estadual de ensino" (R$ 37,5 milhões).

Sob responsabilidade da Secretaria da Casa Civil, os gastos com publicidade representaram 0,3% de todas as despesas do governo de Pernambuco em 2012.

VÍDEOS

A publicidade do governo incluiu campanhas de combate à violência contra a mulher e de incentivo à leitura, mas também peças de promoção da gestão, como o vídeo "Governo de Pernambuco: Um novo jeito de governar".

O aumento dos gastos se deu a dois anos da provável candidatura do governador pernambucano à Presidência e no ano em que apoiou a candidatura vitoriosa de Geraldo Julio (PSB) à Prefeitura do Recife.

"Esse gasto não foi feito para informar a população sobre o que aconteceu no Estado. Ele foi abertamente feito para influenciar nas eleições que estavam em curso", disse o líder da oposição na Assembleia, Daniel Coelho (PSDB), derrotado no pleito do Recife por Geraldo Julio.

A Casa Civil de Pernambuco atribuiu o aumento dos gastos em 2012 à alta de preços da atividade publicitária.

RECORDE

Este ano, segundo o Portal da Transparência estadual, publicidade e propaganda institucional já custaram quase R$ 8 milhões, 0,1% das despesas liquidadas.

O gasto recorde do governo Campos foi em 2009, um ano antes da reeleição. Foram R$ 79,8 milhões, em valores atualizados.

A Folha solicitou ao governo do Estado, via Lei de Acesso à Informação, o detalhamento das despesas com publicidade desde 2006.

A Casa Civil recusou o pedido sob justificativa de que a solicitação "foi feita sem qualquer justificativa plausível, nem tampouco demonstração específica da necessidade da informação".

Para solicitar informações pela Lei de Acesso não é necessário apresentar justificativa, mas o órgão deve justificar uma possível recusa de acesso aos dados.

OUTRO LADO

A Secretaria da Casa Civil de Pernambuco atribuiu o aumento de 11% nos gastos com publicidade aos maiores custos relacionados à atividade.

"Além disso, a consolidação das políticas públicas que norteiam o trabalho do governo trouxe a necessidade de novas abordagens de comunicação", informou a pasta.

O governo diz que as peças publicitárias servem para informar, promover o turismo e atrair investimentos.

Também avaliou a elevação como "inteiramente necessária" por considerar que o Estado "gasta pouco com publicidade" e nunca ultrapassou, na atual gestão, limites de gastos previstos em lei.
+ CANAIS

segunda-feira, março 25, 2013

PRESIDENCIÁVEIS: ''AQUELLOS OJOS VERDES''

25/03/2013
No sertão, Dilma divide palanque com Campos


A presidente Dilma Rousseff e o governador Eduardo Campos (PSB) estarão juntos hoje num palanque pela primeira vez des­de que o pernambucano intensi­ficou suas movimentações para fortalecer sua possível candida­tura presidencial em 2014.

Pela manhã, os dois vão inaugu­rar um trecho de um sistema de abastecimento de água em Serra Talhada, no sertão pernambuca­no. O trecho que será inaugurado custou R$ 118 milhões. Dilma tam­bém entregará 22 retro escavadeiras para municípios pernam­bucanos e deve apresentar um pacote de medidas do governo federal contra a seca.

A presidente e o governador ti­nham um almoço marcado para o início da tarde no Recife, além de outra cerimônia oficial na ca­pital pernambucana. Os eventos foram desmarcados, pois Dilma agendou presença em uma missa em homenagem às vítimas das chuvas em Petrópolis (RJ).

Ontem, na véspera do encontro com Dilma, Campos não quis co­mentar a afirmação feita pelo seu novo aliado, senador Jarbas Vas­concelos (PMDB), que o conside­rou "dissidente" da base aliada ao governo. Esta será a quarta visita da presidente a Pernambuco. A última foi em fevereiro de 2012.

Em ritmo de campanha, o go­vernador participou pela manhã de passeio ciclístico com a famí­lia, inaugurando ciclofaixas mó­veis no Recife. À tarde, presti­giou evento no bairro do Recife Antigo. 

/ B.B. e ANGELA LACERDA

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25/03/2013
De olho na reeleição, Dilma acelera as alianças locais

Presidente tem corrido para definir a reforma na Esplanada dos Ministérios e amarrar, assim, prováveis aliados. Cenários estaduais deverão ter peso decisivo no pleito de 2014.

Hora das alianças estaduais

Cenários locais terão um peso decisivo no momento de os presidenciáveis fecharem os arranjos políticos nacionais de 2014»
PAULO DE TARSO LYRA

A divulgação das primeiras pesquisas de intenção de voto das eleições de 2014 dará um novo combustível para a corrida dos presidenciáveis em busca de apoios de aliados na disputa pelo Planalto no ano que vem. Apesar dos números iniciais apresentarem uma ampla vantagem da presidente Dilma Rousseff, as negociações com os partidos não devem ser tão simples assim. 

Até o momento, as realidades locais ainda têm falado mais alto em comparação com as combinações nacionais.

Dona da caneta, Dilma tem corrido para acertar o novo desenho da Esplanada e amarrar prováveis aliados. Definiu o Ministério da Agricultura para o PMDB mineiro e quer trazer ainda o PR e o PSD para seu lado. As novas conversas estão marcadas para depois da Páscoa. O partido do senador Alfredo Nascimento (PR-AM) quer retomar o controle do Ministério dos Transportes, mas não seria improvável se acabasse sobrando para os republicanos o Turismo, com o deslocamento de Gastão Vieira para a  Ciência e Tecnologia.

Nascimento é categórico ao afirmar que, se a legenda voltar ao governo, fará uma aliança com Dilma de ponta a ponta no país.

"Não faz sentido termos um cargo no governo e não estarmos com a presidente nos palanques estaduais", disse ele ao Correio. O Planalto acha que pode fazer o mesmo com o PSD. "Depois da Semana Santa, vamos insistir em oferecer o Ministério da Micro e Pequena Empresa para Afif (Guilherme Afif Domingos, atual vice-governador de São Paulo). Com um ministério e uma presidente com 70% da aprovação, vamos ver se eles continuam a negar uma união formal conosco", declarou um aliado da presidente.

O PSD, contudo, segue fazendo charme. Seus dirigentes, como o ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, juram que a legenda apoiará Dilma. Mas os dois governadores da legenda apontam para outro rumo. Raimundo Colombo, de Santa Catarina, influenciado pelo ex-senador Jorge Bornhausen, está totalmente aberto a conversar com Eduardo Campos (PSB). "Bornhausen sempre vai querer afastar seu partido do PT. Mas os dirigentes do PSD juram que ele não tem voz ativa", espera o secretário de organização do PT, Paulo Frateschi.

Recomposição

No Amazonas, Omar Aziz não poderá concorrer a mais um mandato, mas é a principal voz do PSD no estado e foi isolado — pelo menos por enquanto — por um acordo envolvendo justamente Alfredo Nascimento e o atual líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM). "A recomposição está difícil, mas vamos lutar para ter o PSD ao lado de Dilma no Amazonas", assegurou um integrante da burocracia partidária.

Em outro casos, nem sequer a presença em um ministério com orçamento robusto, como é o caso de Cidades, garante alianças estaduais para Dilma. Na maioria dos locais onde o PP deve lançar candidatos a governador, o palanque deve estar aberto para o PSDB de Aécio Neves. Em todos eles, os pepistas são inimigos diretos do PT. Isso ocorre no Rio Grande do Sul com a senadora Ana Amélia; no Paraná, onde o partido está umbilicalmente ligado ao governador tucano Beto Richa; em Minas, já que o PP tem o vice-governador do tucano Antonio Anastasia. E em Alagoas, eles ajudaram a reeleger Teotônio Vilela Filho para o comando estadual. 

"O PP não vai obrigar ninguém a nada. Nossa tradição sempre foi deixar os diretórios estaduais livres para escolher seus caminhos", afirmou o vice-presidente do PP, Ricardo Barros (PR).

Escolhas

Até mesmo dentro da própria legenda corre-se o risco de estar dormindo com o inimigo. O PSB do Paraná, por exemplo, embora não tenha candidato próprio ao governo em 2014, está inserido na administração de Beto Richa (PSDB) e, com isso, deve subir no palanque de Aécio. Em Minas, a situação se assemelha com o atual prefeito, Márcio Lacerda, aliado de primeira hora de Aécio Neves, mas filiado ao PSB de Eduardo Campos. Até o momento, ele garante que o partido não tomou uma decisão. "Estou concentrado no trabalho na prefeitura. Lançamos algumas sementes de trabalho que precisam ser bem conduzidas", disse Lacerda ao Correio.

Tradicional aliado do PSDB desde 1994, quando Fernando Henrique Cardoso escolheu Marco Maciel como vice provocando estupefação em parte do próprio partido — exceção feita em 2002, quando o candidato a vice de José Serra foi a peemedebista Rita Camata (ES) — o DEM sinaliza que em 2014 não será um parceiro tão fácil. "O PSD nos quebrou, levando parlamentares e tempo de televisão. 

Precisamos garantir a nossa sobrevivência", admitiu o líder do DEM na Câmara, Ronaldo Caiado (GO). "Se para a realidade local for necessário abrir palanque para Eduardo Campos, tudo bem. Se o melhor for apoiar Aécio, ótimo. É improvável, mas se houver algum estado em que estejamos próximos do PT, precisaremos pensar", brincou ele. Presidente do PSDB até maio, o deputado Sérgio Guerra (PE) admite que o cenário está em aberto. "PR, PDT, PTB, PP e PPS. Todas essas legendas estão abertas às conversas. Vamos conversar", completou ele.

Articulações

Confira a situação dos partidos pelos estados

PTB
Roberto Jefferson conversa com Eduardo Campos, o partido em São Paulo é próximo do PSDB e o senador Gim Argello (DF) quer a legenda ao lado de Dilma Rousseff.

PDT
A legenda recuperou o Ministério do Trabalho, mas o presidente Carlos Lupi admitiu ao Correio que está livre para conversar com todos os presidenciáveis.

PP
O partido tem o Ministério das Cidades, mas nos principais locais em que deve lançar candidatos ao governo estadual — Rio Grande do Sul, Alagoas e Minas Gerais — o palanque presidencial deve ser para Aécio Neves.

PMDB
Dilma conseguiu resolver o problema com o PMDB mineiro ao dar o Ministério da Agricultura para Antônio Andrade. Mas enfrenta problemas no Rio Grande do Sul, Bahia, Mato Grosso do Sul e Pernambuco.

PSD
Dilma quer o partido na Esplanada, Gilberto Kassab promete apoio à reeleição da presidente, mas os dois governadores do partido simpatizam com Eduardo Campos.

PPS
O presidente Roberto Freire quer uma fusão com o PMN, conversa escondido com Eduardo Campos e aparece em eventos do PSDB ao lado de Aécio Neves.

PSB
O partido apoia Eduardo Campos, mas poderá enfrentar dificuldades para se posicionar no Paraná e em Minas Gerais, por sua ligação forte com o PSDB.

PR
Se receber de volta o Ministério dos Transportes, embarca na nau dilmista de olhos fechados.

Longo caminho
559
dias

Tempo que falta até o primeiro turno das eleições presidenciais, marcado para 5 de outubro de 2014.
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sábado, março 16, 2013

EDITORIAL [In:] PLANTANDO NOS CAMPOS, DO SENHOR!


mônica bergamo

 

16/03/2013 - 03h00

Dá para fazer muito mais que Dilma, diz Eduardo Campos em jantar com empresários

"Dá para fazer muito mais" que a presidente Dilma Rousseff. Com esse, digamos, slogan, o governador Eduardo Campos (PSB-PE), de Pernambuco, passou seu recado a um grupo de 60 empresários que se reuniram na quinta-feira (14) em SP, num jantar, para conhecê-lo melhor --e descobrir se ele é, mesmo, candidato à presidência. Boa parte saiu de lá com a certeza de que Campos vai, sim, se lançar contra Dilma em 2014.
*
O encontro foi na casa do empresário Flávio Rocha, da Riachuelo. E Campos soltou o verbo.
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Começou dizendo que o Brasil teve grandes conquistas nas últimas décadas --e logo engatou crítica que a oposição sempre fez a Lula, a Dilma e ao PT: "O Brasil não começou ontem. Não começou com o partido A, B ou C".

Eduardo Campos em jantar com empresários na casa de Flávio Rocha

 Ver em tamanho maior »
Zanone Fraissat/Folhapress
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Eduardo Campos gesticula durante seu discurso na casa do empresário Flávio Rocha
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Na sequência, engrossou o coro dos que dizem que as coisas no país vão bem --mas podem piorar. "Não há grande incômodo nas grandes massas. Não há na classe média esse sentimento, nem de forma generalizada no empresariado. Mas há, nesse instante, nas elites, grande preocupação com o futuro. Há o sentimento de que as coisas podem piorar."
*
Os "florais aplicados em todas as crises" não funcionaram desta vez, diz Campos. "E mais do que de repente começa uma série de medidas, em série, em relação a vários setores, sobretudo, no início, na área do petróleo", segue, referindo-se aos pacotes lançados por Dilma. "Há um sobressalto daqueles que foram atingidos e daqueles que não foram atingidos por medidas." Para ele, "se estabelece uma ansiedade total".
*
"E a tudo isso se somou a antecipação do debate eleitoral", segue o governador, referindo-se, sem citar o nome de Lula, ao fato de o ex-presidente ter lançado Dilma à sucessão presidencial. "Um debate maniqueísta, eu sou o bem, você é o mal."
*
Na sequência, Campos passa a criticar a campanha presidencial de 2010, quando Dilma Rousseff disputou com José Serra (PSDB-SP). "Nós tivemos uma campanha das mais pobres do ponto de vista do conteúdo. Acusação de lá, defesa de cá. Acusação de cá, defesa de lá. Sinceramente, não dá para respeitar como um debate à altura dos desafios do Brasil. E isso deixou as coisas desamarradas para o futuro."
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"Um monte de político se junta e diz: 'Olha, a gente precisa ganhar a Presidência da República'. É como dizia o meu avô [Miguel Arraes]: na política, você encontra 90% dos políticos atrás de ser alguma coisa. Dificilmente eles sabem para que."
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É chegada a hora, portanto, de debater. E é o que o governador está fazendo, ainda que desperte a ira de Lula, de Dilma e do PT --até então seus aliados. "Esse é o momento para que o Brasil aprenda a viver com diversidade. Fazer crítica não é ser contra, não é ser inimigo."
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E crítica é o que não falta. "O estado que está aí, as políticas, as normas como são feitas, precisam evoluir."
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"Dá para ser melhor. E não é uma ofensa para quem está aí você dizer que dá para ser melhor. Nós queremos mais. E que bom que queremos mais, né? Isso deveria desafiar as pessoas a fazer, a quebrar o velho costume e afirmar novos valores."
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"Dá pra fazer muito mais", repete Campos. Para, então, disparar o torpedo: "E isso não vai ser feito se a gente não renovar a política. O pacto político que hoje está no centro do governo que eu defendo, que ajudei a eleger, a meu ver, não terá a condição de fazer esse passo adiante. Não vai fazer. As últimas eleições no parlamento brasileiro [em que Renan Calheiros foi eleito presidente do Senado com o apoio de Dilma e do PT] são uma indicação. É ficar de costas para tudo isso."
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O governo, além de tudo, "às vezes não dialoga". A solução "é falar com o governo pela imprensa. Não quer me receber? Você pode tuitar. Eu, por exemplo, tive a oportunidade de dar a minha opinião sobre a Medida Provisória dos Portos pela imprensa, porque não tive a oportunidade de discutir [com Dilma] antes. Apesar de o meu estado ter o porto público mais eficiente do Brasil. Eu podia até ser convencido de que estava certo. Mas não custava nada ouvir a mim e a outros."
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"Quanto mais popularidade o governo tiver, mais paciência e diálogo deve ter", afirma. "E popularidade vai e vem. Popularidade é uma coisa. Voto é outra coisa.
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O ano, afirma ele, deveria ser o da construção de "convergências políticas". "E nós corremos um sério risco de botarmos 2013 fora."
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"Enquanto o Brasil diz que tem o petróleo do pré-sal, importa gasolina. A Petrobras, que já foi 'case' de sucesso lá fora, tá cheia de problema. E aí? Vamos ficar discutindo a eleição que vai ter em 2014 ou o país? Porque daqui a pouco a gente não sabe nem o que vai encontrar em 2014, entendeu? Precisamos encontrar em 2014 um país em que seja possível fazer algo para ele melhorar. E, sinceramente, a gente não pode ficar pelos cantos, constrangido em fazer o debate."
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Campos diz que a presidente Dilma conhece suas críticas. E mais: sabe também que seu partido, o PSB, o pressiona para se lançar candidato à presidência. "Quem disse a ela não foram terceiros, fui eu mesmo", afirma. "Ela sabe o que o meu partido pensa e sabe os sonhos que meu partido tem. Se esses sonhos vão ser realizados ou não, é outra coisa."
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Ele então faz uma ressalva: "Só não vamos nos meter em aventura. E não vamos ajudar a destruir o que nós construímos. Nós queremos é seguir adiante, não é desmanchar as coisas boas que foram feitas. Nós queremos fazer mais coisas boas". Continuidade, mas com liderança renovada.
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Campos finaliza a conversa da noite sem assumir que é candidato. "Não vamos entrar num debate eleitoral. Cada um tem seu relógio. Ninguém é obrigado a andar no fuso horário dos outros.

quarta-feira, março 13, 2013

ELEIÇÕES 2014: ''NA NOSSA FESTA VALE TUDO..." (As Frenéticas)

13/03/2013
Contra seca, Dilma promete 'vale-bode'

Presidente quer ajudar agricultor a recuperar rebanho

Eduardo Bresciani
Enviado especial
Água Branca (AL)


Em sua segunda visita ao Nordeste em menos de oito dias, a presidente Dilma Rousseff inaugurou ontem em Alagoas trecho de uma obra que leva água ao sertão e prometeu até cabras e vacas para agricultores que sofrem com a seca. A região costuma ter um eleitorado tradicionalmente petista, mas há o temor de que esses votos migrem para o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), caso ele concorra ao Planalto em 2014.

A inauguração pela presidente dos dois primeiros trechos da obra do Canal do Sertão visa a minimizar os efeitos dos atrasos no cronograma da transposição do Rio São Francisco, que beneficiará quatro Estados e tem como prazo de entrega o ano de 2015. O projeto do Canal do Sertão prevê 250 quilômetros de extensão dentro de Alagoas. Até agora, 65 quilômetros foram entregues.

No evento, Dilma destacou ações emergenciais do governo para minimizar os efeitos de uma das secas mais rigorosas dos últimos anos e prometeu recompor o rebanho perdido por agricultores por causa da estiagem dentro de um programa que j será implementado após o fim da seca.

"É um programa de retomada. Quando a seca passar, não basta chover, vai ter de recuperar rebanho, bode, cabra, bovino, galinhas. O governo federal está atento a isso. Não posso recuperar quando tem seca, porque vai morrer outra vez, mas quero assegurar ao pequeno produtor que teve sua cabrinha morta, seu boizinho, que o governo federal vai recompor isso", disse Dilma.

O modelo para financiar o rebanho não está definido. Também não se sabe de onde virá o dinheiro, podendo ser do Banco do Brasil. Na semana passada, Dilma já tinha falado, para os integrantes da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), da necessidade de recuperação das criações de galinha, cabras e bois, mortos por causa da seca. 

Ela destacou ainda a compra de milho subsidiado durante a seca, o repasse de recursos por meio de dois programas federais e a contratação de carros-pipa para atender às áreas mais afetadas.União. 

O ministro Fernando Bezerra Coelho (Integração Nacional), correligionário e aliado próximo de Eduardo Campos, fez um discurso recheado de elogios à presidente e, antes de passar a palavra a Dilma, defendeu a unidade dos partidos que compõem a base aliada do governo federal. 

/ Colaborou Tânia.

segunda-feira, março 11, 2013

ELEIÇÕES 2014: PROMESSAS DE PALANQUE (ELETRÔNICO) *

11/03/2013
José Roberto de Toledo


"Queridos", pero no mucho


Queridos e queridas" é  o novo "companheiros e companheiras". Dilma Rousseff voltou a soar seu bordão ao conjurar eleitores na sexta-feira à noite, no seu pronunciamento em rede de rádio e TV. 

"Meus queridos brasileiros e, muito especialmente, minhas queridas brasileiras" - começou a presidente, antes de anunciar a desoneração da cesta básica, no Dia Internacional da Mulher. Não foi por acaso.

"Queridos e queridas" são a chave para identificar quando Dilma esta em campanha. 

Ao contrário de Lula, que conclamava os "companheiros" em qualquer discurso, ela faz uso seletivo do bordão. Parece até que a evocação depende de quem escreve o texto, se o ghost-writer palaciano ou o marqueteiro da reeleição. Mas importa menos o "quem" do que o "quando".

Em quase 400 manifestações públicas desde que tomou posse da Presidência, Dilma fez uso de "queridos" (no plural) em apenas 58 ocasiões. 

A referência a "queridas" foi duas vezes mais rara: só em 31 vezes. Juntos, "queridos" e "queridas" só saíram da boca de Dilma em 696 de suas falas. Foram poucas e boas, porém.

Os pronunciamentos presidenciais em rede de TV, quando a audiência é potencialmente de dezenas de milhões de pessoas  começam invariavelmente por "Queridas e queridos". Foram cinco vezes em 2011, quatro em 2012 e duas até agora em 2013. 

Dilma tem usado efemérides para monopolizar a TV: Natal, Dia do Trabalho, 7 de Setembro. Vale observar se a regra se repetirá até 2014 ou se o calendário eleitoral se imporá ao cronológico.

Na sexta-feira, as brasileiras foram "queridas" duas vezes e as mães, uma. 

Foi uma rara - senão única - demonstração de afetividade. Dilma costuma ser econômica nos adjetivos que dirige ao público. Fala uma vez "queridos e queridas" na abertura - ou quando se dirige diretamente a audiência - e basta. A repetição adjetiva de sexta-feira sugere um esforço extra para criar empatia.

O bordão é pouco espontâneo, mas maleável. Pode ser adaptado ao alvo, como em "queridas prefeitas e queridos prefeitos", usado por Dilma durante seu encontro com os novos chefes do Executivo municipal - e potenciais cabos eleitorais - em janeiro passado. Pode virar "queridos formandos" (formatura do Instituto Rio Branco) ou "queridos mineiros" (entrega do Mineirão).

Mas "queridos brasileiros" Dilma usa apenas nos pronunciamentos em rede de TV e rádio - ou em ocasiões solenes,, como durante seu discurso de posse no Congresso Nacional.

O "querido" perde a solenidade, porém, se é dirigido a repórteres. Quando a presidente ouve uma pergunta de que não gosta, o interlocutor logo descobre porque a resposta vem precedida de um enfático e irônico "Meu querido...". Por exemplo, em "Meu querido, não respondo a essa pergunta" ou em "Meu querido, eu não vou ficar me atendo à pauta do adversário".

Poucas palavras revelam mais o estado de espírito presidencial do que "querido" - seja pela pronúncia ou pela omissão.

Em 2011, Eduardo Campos ouviu vários "querido", ditos em público pela presidente durante cerimônias em Brasília e no Nordeste. Em 2012 e 2013, nenhum (mesmo quando sua mulher, Renata, foi saudada com um "querida" por Dilma em dezembro, no Ceará). Ao contrário, desde o ano passado que os repasses federais para Pernambuco, o Estado governado por Campos, diminuíram a patamares não d. "querido", mas de oposicionista.

Levantamento feito pelos repórteres Julia Duailibi e Bruno Boghossian, do Estado, mostra que a proporção de repasses voluntários da União a Pernambuco caíram quase pela metade entre o primeiro e o segundo anos do governo Dilma - indo na direção oposta do que ocorreu no governo Lula, quando só cresceram.

Não terá sido coincidência a escassez tanto de investimentos quanto de "queridos" no relacionamento de Dilma com Campos desde que o governador se tornou presidenciável. Daqui até 2014, "queridos" devem sair cada vez com mais frequência da boca de Dilma. Se forem incluídos nas referências ao governador pernambucano, será sinal de que 0 PSB e seu presidente decidiram adiar para 2018 o projeto de concorrer à Presidência.

"Queridos" e "palhaços". Antes "querido" do que "palhaço". Quando mandou um repórter "chafurdar" no lixo e o chamou de "palhaço", o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, demonstrou o seu equilíbrio.

Ao não pedir desculpas de viva voz e usar o texto de um subalterno para tentar se redimir, o ministro provou o seu caráter.
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(*)

Darling
'' Darling sei da sua historia,
a mesma historia antiga e repetida
Oh Darling a sua vida tem sido ruim eu sei,
sempre passando dias iguais
A sua noite acabou, mais um amor
Oh, oh, oh Darling é um falso nome,
aonde esconde todo passado...'
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quinta-feira, março 07, 2013

"EDUARDO e MÔNICA'' (Legião Urbana)

07/03/2013
Eduardo reúne-se com tucanos e Cid critica Lula

Por Murillo Camarotto, Bruno Peres e Daniel Rittner | Do Recife e de Brasília


O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), aproveitou o evento realizado ontem no Palácio do Planalto para fazer articulações políticas em Brasília. 

Trabalhando para viabilizar sua candidatura à Presidência da República em 2014, Eduardo conversou com opositores do governo.

Segundo apurou o Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor, o pernambucano se reuniu, separadamente, com os prefeitos de Manaus, Arthur Virgílio, e de Teresina, Firmino Filho, ambos do PSDB.

O governador não conversou com a presidente Dilma Rousseff, como era esperado. O que houve, segundo uma pessoa próxima a Eduardo, foi apenas um "cumprimento entre dois companheiros".

O governador está irritado com a Medida Provisória 595, que regulamenta a operação dos portos no país, e pretendia levar seus questionamentos ao conhecimento de Dilma.

O que se deu, entretanto, foi uma reunião entre o ministro da Secretaria Especial dos Portos, Leônidas Cristino, e os deputados federais Márcio França (PSB-SP), Beto Albuquerque (PSB-RS) e Glauber Rocha (PSB-RJ).

França, que é aliado do PSDB em São Paulo, disse que foram apresentadas ao ministro oito propostas de alteração da MP. Segundo ele, Cristino, que também é do PSB, teria reconhecido algumas "brechas" na medida. "As ideias foram bem recebidas pelo ministro, o que abre boas expectativas de revisões no texto", disse França.

Indicado pelo governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), o ministro dos Portos é acusado por aliados de Eduardo de "corpo mole" na questão da MP, já que o porto do Pecém, no Ceará, não será afetado significativamente pela medida.

Leônidas Cristino foi o sucessor de Cid na Prefeitura de Sobral, berço político dos Gomes. O governador do Ceará é contra a candidatura de Eduardo ao Planalto em 2014. Mas ontem em Brasília Cid negou que esteja atuando contrariamente aos interesses de seu partido.

"Não é nada contra o meu partido. Eu acho que é estrategicamente melhor para o meu partido se fortalecer no âmbito regional e nos prepararmos para no projeto nacional", disse o governador depois participar de evento no Palácio do Planalto.

Cid disse, porém, que "obviamente" apoiaria uma eventual candidatura presidencial do PSB em 2014.

 "Quem achar que eu sou quinta coluna, que eu estou querendo sabotar o meu partido, alguém do meu partido ou o presidente do meu partido, está redondamente enganado, vai quebrar a cara. Eu estarei com o meu partido", disse o governador. "Eu não estou dando recado a ninguém. Se eu estou falando para alguém é para o meu partido", completou.

Gomes também fez críticas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pela antecipação do debate eleitoral. "Lula agiu errado", disse o governador. 
Referiu-se ao lançamento, por Lula, à candidatura da presidente à reeleição em 2014.

"Dilma não precisa disso. Ela já é conhecida. E já é mais popular do que Lula", provocou o cearense. De acordo com o governador, a atitude de Lula prejudica o próprio governo com a instalação de um ambiente negativo no Congresso Nacional.

Para ele, Lula também inverteu a lógica do processo eleitoral. "Quem precipita a disputa é sempre a oposição", disse Cid Gomes. "A meu juízo, não precisa antecipar o debate eleitoral(...). Nós estamos no meio do ciclo [do governo] Dilma", completou.

As criticas do governador se estenderam também ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Na avaliação dele, os dois ex-presidentes deveriam divulgar o Brasil "mundo afora". "Acho que os dois tem retaguarda para isso e essa eu acho genericamente que deve ser a posição de um ex-governante", afirmou.
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