A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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quinta-feira, novembro 04, 2010
ELEIÇÕES 2010/EMPREITEIRAS [In:] UMA ''EMPREITADA'' E TANTO ...
Grupo Camargo Corrêa triplica doações nesta campanha
FLÁVIO FERREIRA
BRENO COSTA
folha DE SÃO PAULO
Após ter executivos acusados em 2009 pela Polícia Federal de abastecer o caixa 2 de campanhas e pagar propina a políticos, o grupo da empreiteira Camargo Corrêa mais que triplicou as doações eleitorais legais neste ano, na comparação com o pleito do mesmo tipo de 2006.
As prestações de contas apresentadas por políticos ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) até agora já apontam que as contribuições do grupo a candidatos, comitês e diretórios nacionais totalizam R$ 79,1 milhões.
Em 2006, considerando as prestações de contas dos dois turnos das eleições, as contribuições desse tipo somaram R$ 22,5 milhões.
O grupo nega qualquer relação entre o aumento nas doações e as acusações da PF, que deram origem à Operação Castelo de Areia da PF. De acordo com a companhia a elevação reflete um aumento no faturamento da empresa (leia texto nesta página).
Atualmente a Camargo Corrêa busca no STJ (Superior Tribunal de Justiça) a anulação da operação da PF.
O levantamento feito pela Folha também indica um aumento significativo nas contribuições de outras grandes empreiteiras em 2010, em comparação às eleições de 2006.
Neste ano as companhias do grupo da construtora Andrade Gutierrez fizeram doações que totalizaram R$ 58,3 milhões a candidatos, comitês financeiros de campanha e diretórios nacionais.
Nas eleições de quatro anos atrás, as contribuições da Andrade Gutierrez somaram R$18 milhões.
Também foi grande a elevação das doações da construtora OAS em 2010.
Na comparação com 2006, o valor de contribuições da empreiteira quase triplicou --saltou do total de R$ 11,9 milhão para R$ 34,3 milhão.
A totalização de prestação de contas já disponível no site do TSE indica ainda que a construtora Odebrecht também elevou o valor de suas doações. O montante de contribuições foi de R$ 7,8 milhão, em 2006, para R$10,8 nas eleições deste ano.
Todos os valores relativos às doações de 2006 mencionados na reportagem foram corrigidos pelo índice IPCA.
Os números sobre as doações para diretórios nacionais de partidos em 2010 referem-se somente ao período eleitoral iniciado em julho.
Já os dados relativos às receitas dos diretórios nacionais em 2006 abrangem as contribuições feitas durante todo aquele ano.
Os registros do TSE sobre montantes desembolsados pelas empreiteiras ainda subirá até o final do mês, quando serão divulgadas as prestações de contas dos candidatos que disputaram cargos no segundo turno das eleições, entre eles a presidente eleita, Dilma Rousseff (PT), e José Serra (PSDB).
A maioria dessas empresas recebe recursos públicos de diferentes esferas (federal e estadual) e disputa concorrências do bilionário canteiro de obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
+ Notícias sobre eleições
quinta-feira, outubro 28, 2010
ELEIÇÕES 2O1O[In:] ... UM GURU CANSADO
O voto da mágoa
Brasília-DF |
| Autor(es): Luiz Carlos Azedo |
| Correio Braziliense - 28/10/2010 |
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sexta-feira, dezembro 04, 2009
DOAÇÕES: ''É DANDO QUE SE RECEBE...'
Planilha detalha doações para caixa 2 de Arruda
| Arquivo indica US$ 1,37 mi para TCE |
Autor(es): Fausto Macedo |
| O Estado de S. Paulo - 04/12/2009 |
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sexta-feira, novembro 27, 2009
EMPREITEIRAS E ''EMPREITADAS''
Empreiteira pagou ‘mesada’ para políticos, aponta PF
| Documentos indicam suposta mesada de empreiteira a políticos e partidos |
Autor(es): Fausto Macedo |
| O Estado de S. Paulo - 27/11/2009 |
Thomaz Bastos, que defende a Camargo Corrêa, diz que doações identificadas pela PF foram declaradas legais A Polícia Federal concluiu a Operação Castelo de Areia - investigação sobre evasão de divisas e lavagem de dinheiro envolvendo executivos da Construtora Camargo Corrêa - e anexou ao relatório documento que pode indicar suposto esquema de pagamentos mensais a parlamentares e administradores públicos e doações "por fora" para partidos políticos. O dossiê é formado por 54 planilhas que sugerem provável contabilidade paralela da empreiteira. Elas registram dados sobre 208 obras e contratos da Camargo Corrêa entre 1995 e 1998, espalhados por quase todo o País e também no exterior - Bolívia e Peru. Os repasses teriam ocorrido naquele período em favor de deputados federais, senadores, prefeitos e servidores municipais e estaduais. Em quatro anos a empreiteira desembolsou R$ 178,16 milhões. Em 1995, segundo os registros, ela pagou R$ 17,3 milhões. Em 1996, R$ 50,54 milhões. Em 1997, R$ 41,13 milhões. No ano de 1998, R$ 69,14 milhões. O Ministério Público Federal poderá requisitar à Justiça o envio à Procuradoria-Geral da República dos dados referentes a autoridades que detêm prerrogativa de foro perante o Supremo Tribunal Federal (STF). Outra medida será a abertura de vários inquéritos para investigar as obras. Ano a ano, mês a mês, as planilhas são um histórico de relações da construtora, alvo maior da Castelo de Areia - missão integrada que a PF e a Procuradoria da República deflagraram na manhã de 25 de abril, ocasião em que foram capturados quatro dirigentes da Camargo Corrêa. Na residência de Pietro Bianchi, executivo da empreiteira, a PF recolheu a papelada. As anotações são datilografadas e não têm assinatura. "Eu não conheço o documento, portanto não posso me pronunciar", disse o criminalista Marcio Thomaz Bastos, que coordena a defesa da Camargo Corrêa. Ele observou que o processo e o inquérito correm em segredo de Justiça. "É preciso lembrar que nessa mesma operação já foram divulgadas listas de nomes que depois se verificou dizerem respeito a doações absolutamente legais, declaradas à Justiça Eleitoral." PLANILHAS Desde junho, uma equipe da Delegacia de Repressão a Crimes Financeiros da Polícia Federal analisa as planilhas. O trabalho foi encerrado na semana passada e entregue ao Ministério Público Federal. A PF não se manifesta sobre a investigação. O que reforça a suspeita de caixa 2 é o fato de que os números alinhados aos nomes dos supostos beneficiários estão grafados em dólares, com a taxa do dia e a conversão para reais. Na página 54, há quatro lançamentos em nome do deputado Walter Feldman (PSDB-SP). Cada registro tem o valor de US$ 5 mil, somando US$ 20 mil entre 13 de janeiro e 14 de abril de 1998. À página 21, outros 12 lançamentos associados ao nome Feldman, entre 26 de janeiro e 23 de dezembro de 1996 - US$ 5 mil por mês. O deputado indignou-se com a citação a seu nome. Em outro arquivo, página 18, valores ao lado da expressão "Palácio Band" - 4 anotações, entre 8 de fevereiro e 30 de setembro de 1996, somando US$ 45 mil, ou R$ 46.165. Na última planilha, página 54, na coluna "Diversos" constam nove registros, um assim descrito: "14 de setembro de 1998, campanha política, Aloísio Nunes, US$ 15.780." Em 10 de novembro de 1995 o então senador Gilberto Miranda teria recebido US$ 50 mil. Na página 25, 29 lançamentos que somam US$ 2.389.927 relativos a obra da Companhia Energética de São Paulo (Cesp), em 1997. Cinco vezes surge a expressão "presidente" acompanhada de quantias em dólar - 9 de maio, US$ 88,3 mil; 9 de julho, US$ 203,6 mil; 14 de agosto, US$ 202,5 mil; 9 de setembro, US$ 60 mil; 4 de dezembro, US$ 390,71 mil. Cada página é dividida em 11 colunas, com dia, mês e ano dos pagamentos e a obra. Uma coluna, intitulada "cliente/órgão", identifica prováveis recebedores, entre autoridades e agremiações políticas. Outra cita nomes ou apelidos. "Turco", da obra "JK", em São Paulo, surge ao lado de oito lançamentos que somam US$ 3,7 milhões, entre 17 de agosto e 31 de dezembro de 1995 - a parcela maior, US$ 1,1 milhão, é de 27 de dezembro. Quatro dias mais tarde, "Turco" levou mais US$ 446,4 mil. A planilha "CPA", página 14, revela quatro pagamentos em 1996, todos supostamente destinados a partidos, denominados "clientes". Os destaques são de 21 de março, US$ 20 mil para "líder do PMDB, Milton Montes"; 19 de julho, US$ 200 mil para PMDB-PFL; 24 de julho, US$ 200 mil para PSDB-SP; 13 de setembro, US$ 270 mil para PSDB/PMDB/PFL/PPB. Em 1998, mostra outra planilha "CPA", foram pagos US$ 1,52 milhão em 10 parcelas a PSDB, PFL, PMDB, PPB e PTB. "Pelas notícias que eu tenho é material apócrifo, sem assinatura e indicação de autoria", reagiu o criminalista Celso Villardi, defensor dos executivos da Camargo Corrêa. "Lamento que uma vez mais material confidencial seja entregue à imprensa antes mesmo que os advogados constituídos nos autos tenham ciência dele." "Quando da deflagração da Castelo de Areia ficou comprovada a precipitada divulgação de listas e nomes", ressaltou Villardi. "Mostrou-se temerária a divulgação porque depois restou comprovado que nenhuma ilicitude havia em relação àquelas pessoas citadas." -------------
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sexta-feira, março 27, 2009
CAMARGO CORRÊA [In:] "ALÔ, ALÔ!! RESPONDA. RESPONDA COM TODA SINCERIDADE..." *
| “Por dentro e por fora” | ||||||||
Autor(es): Lúcio Vaz | ||||||||
| Correio Braziliense - 27/03/2009 | ||||||||
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quinta-feira, março 26, 2009
CAMARGO CORRÊA [In:] "O MEU CASTELO DE AREIA A ONDA LEVOU..." (*)
| PF INVESTIGA DOAÇÕES ILEGAIS DA CAMARGO CORRÊA A POLÍTICOS | ||
Autor(es): LILIAN CHRISTOFOLETTI e MARIO CESAR CARVALHO | ||
| Folha de S. Paulo - 26/03/2009 | ||
A Polícia Federal deflagrou ontem a Operação Castelo de Areia, que atingiu a direção da empreiteira Camargo Corrêa, investigada por supostos crimes de remessa ilegal de dólares, superfaturamento de obras públicas e doações ilegais para partidos políticos. O relatório da PF cita o PSDB, DEM, PPS, PSB, PDT e PP. Foram presos quatro diretores e duas secretárias da Camargo Corrêa. Cerca de 40 policiais federais fizeram buscas na sede da empresa, na Vila Olímpia (zona sul de São Paulo), e levaram documentos, computadores e um cofre. A busca durou cerca de dez horas. Três supostos doleiros e um suspeito de ser o articulador das remessas ilegais também foram detidos. Todos continuam presos até ontem à noite. Na casa de um dos diretores presos, chamado Dárcio Brunato, delegados da PF afirmam ter encontrado uma lista com os nomes de políticos e funcionários públicos que teriam recebido valores da empreiteira. Na mencionada lista, há referências ainda ao Tribunal de Contas da União, o que criou um constrangimento durante a operação, já que membros do tribunal acompanharam as prisões e buscas. A presença deles foi solicitada pela própria PF, diante dos indícios de superfaturamento de obras públicas. A obra citada na investigação é a Refinaria Abreu de Lima, conhecida também como Refinaria do Nordeste. O TCU apontou em 2008 um superfaturamento de cerca de R$ 72 milhões na obra da Petrobras, feita por um consórcio que inclui a Camargo Corrêa. As conversas gravadas pela PF sobre remessas ilegais aconteceram na mesma época do ano passado em que TCU apontava problemas de superfaturamento na construção da refinaria. Por isso os policiais federais suspeitam que o superfaturamento e as remessas tenham alguma ligação. Foram presos os diretores da construtora Pietro Francesco Giavina Bianchi, Fernando Dias Gomes, Dárcio Brunato e Raggi Badra Neto, além das secretárias Darcy Flores Alvarenga e Marisa Berti Iaquinto. Skaf Durante as interceptações telefônicas, a polícia gravou uma conversa entre o vice-presidente da Camargo Corrêa, Fernando Botelho, com um dos diretores presos, Bianchi. . No diálogo, de setembro do ano passado, Botelho afirma ter sido procurado pelo presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, que se queixava da demora do repasse de verbas da empreiteira. Por causa do contexto, Skaf é apresentado pela PF como o suposto intermediário da Camargo Corrêa com os partidos políticos. Ele é apontado como eventual candidato ao governo de São Paulo em 2010. . Noutra conversa, Bianchi telefona para outro diretor, Brunato, e diz, segundo a transcrição do diálogo, que o pagamento já havia sido feito. "Foram R$ 300 mil para Agripino e partido", diz, e "outros 200 para Flexa Ribeiro". Agripino seria o senador José Agripino Maia (DEM-RN); Ribeiro é senador paraense do PSDB. Botelho também relata numa conversa telefônica a remessa de R$ 300 mil para o PMDB do Pará. A PF encontrou ainda indícios de que a empreiteira enviava dólares em notas para o Peru. A empresa faz duas estradas no Peru, uma das quais parte do Acre -a Transoceânica. Durante as conversas, os diretores demonstraram preocupação com eventual escuta telefônica. Um dos diretores só usava telefone criptografado -com códigos que evitariam as gravações. Outro, só falava de telefone público. Houve orientação ainda para "limpeza" dos HDs (discos de memória) de computadores. Um dos motivos da busca e apreensão realizada ontem era o aprofundamento das investigações sobre essas supostas doações aos partidos. Exterior A investigação da PF começou em janeiro do ano passado, após uma denúncia anônima que apontou o suposto doleiro suíço Kurt Paul Pickel, naturalizado brasileiro, como suspeito de ser intermediador de ações ilícitas praticadas pela empresa. A PF obteve autorização judicial para realizar escutas telefônicas e interceptações de e-mails. Na casa de Pickel, foi colocada uma escuta ambiental. Ele passou a ser vigiado por agentes, que fotografaram dezenas de idas dele à sede da construtora, em São Paulo. A polícia aponta que as remessas eram feitas por empresas fantasmas brasileiras e passavam por "offshores" no Uruguai, nas Ilhas Cayman e na Suíça. Duas empresas fantasmas de Saquarema, no interior do Rio de Janeiro, fizeram remessas de US$ 810 mil, US$ 600 mil e US$ 200 mil. O Ministério Público Federal diz que foram realizadas remessas que somam R$ 20 milhões no período de um ano. As sedes dessas empresas, chamadas Admaster Serviços e Instituto Pirâmides, ficam em ruas de terra num bairro de baixa renda. Segundo a PF, as empresas não têm negócio algum. José Alberto Iegas, delegado regional da PF de Combate ao Crime Organizado, diz que não há comprovação de que o dinheiro retornava ao Brasil -um dos caminhos já conhecidos pela PF para o pagamento de comissões a políticos. Empreiteira nega acusações; doação é legal, dizem políticos A construtora Camargo Corrêa negou ontem, por meio de nota, as irregularidades das quais é acusada pela Polícia Federal. Os senadores citados na investigação -Agripino Maia (DEM-RN) e Flexa Ribeiro (PSDB-PA)- afirmaram que as doações recebidas foram transparentes, legais e registradas conforme determina a lei.
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(*) MEU CASTELO DE AREIA (Nenéo). Antonio Marcos (cantor).
"Sim, estou vendo se perder /Tudo que eu tinha./Sim, o meu castelo de areia, /A onda levou!/
Um dia, eu criei/O meu castelo de ilusões,/Feito de sonhos /E envolvido na esperança..."
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http://vagalume.uol.com.br/antonio-marcos/meu-castelo-de-areia.html
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