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segunda-feira, março 11, 2013
PMDB: NADA A TEMER
| 11/03/2013 | |
Dilma discute reforma ministerial com Temer
Por Bruno Peres | De Brasília
A presidente Dilma Rousseff deve avançar nas mudanças no primeiro escalão do governo aguardadas desde o rearranjo político resultante das eleições municipais, depois de uma agenda intensa de conversas com lideranças aliadas.
A expectativa é que amanhã Dilma discuta a cota do PMDB na reforma ministerial, em encontro com o vice-presidente, Michel Temer.
O cenário proposto pelo PMDB - e que o partido considera mais provável de anuência da presidente - contempla ampliação de espaço na Esplanada dos Ministérios. O atual secretário de Assuntos Estratégicos (SAE), Wellington Moreira Franco, iria para a Secretaria de Aviação Civil (SAC), pasta em evidência com a realização de grandes eventos no país e de concessões de aeroportos.
Moreira Franco seria substituído por Mendes Ribeiro, que cederia a Agricultura para o presidente do PMDB mineiro e deputado federal Antônio Andrade.
O PMDB abriu mão de candidatura própria em Belo Horizonte para apoiar Patrus Ananias, do PT, derrotada pelo atual prefeito Márcio Lacerda, do PSB, em um dos embates mais emblemáticos entre os dois partidos. Em tratamento de saúde, Mendes Ribeiro, por sua vez, seria menos demandado na SAE, avaliam interlocutores do partido.
O PMDB foi avisado da inviabilidade de entregar o Ministério da Ciência e Tecnologia ao deputado Gabriel Chalita (PMDB-SP), após vir à tona uma série de acusações referentes à época em que o pemedebista integrou a gestão tucana de Geraldo Alckmin (2003-2006).
Chalita era dado como certo para o lugar do atual ministro de Ciência e Tecnologia, Marco Antonio Raupp, em razão do apoio à candidatura do prefeito eleito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), no segundo turno.
Entre as várias discussões na reforma ministerial, a pasta dos Transportes, também alvo do PMDB, poderia voltar ao PR com um outro nome do partido, que não vê o ministro Paulo Sérgio Passos como uma indicação política da legenda.
Um nome cotado era o do deputado Leonardo Quintão (PMDB-MG). Dilma, entretanto, foi alertada de que o deputado poderia se fortalecer e por em risco as pretensões do PT em Minas. Além disso, há a cobrança do PR para manter a Pasta.
Com a aprovação da Secretaria da Micro e Pequena Empresa pelo Congresso, Dilma poderá finalmente abrir espaço para o PSD e formalizar sua adesão ao governo. O nome mais cotado é o do vice-governador paulista, Guilherme Afif Domingos.
É ainda considerada incerta a permanência de Brizola Neto (PDT) à frente do Ministério do Trabalho.
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quinta-feira, março 07, 2013
''... E FOI POR ELA QUE O GALO COCorocô'' (Caetano Veloso)
Amigo de Chalita trabalhou para o governo sem deixar grupo privado
JOSÉ ERNESTO CREDENDIO
DE SÃO PAULO
| Editoria de Arte/Folhapress | ||
Chalita contratou outro amigão que não deixou setor privado. Seria um método?
(…)
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sexta-feira, fevereiro 08, 2013
NADA A TEMER...
PMDB e PT de SP rejeitam saída de Temer da vice em 2014
Especulações de que cúpula nacional petista daria lugar para Eduardo Campos (PSB) na chapa presidencial desagrada direções estaduais
segunda-feira, novembro 12, 2012
GOVERNO DILMA: A FESTA DO ESTICA E PUXA
Dilma prepara reforma ministerial enxuta para afagar PMDB e PSD
A presidente Dilma Rousseff pretende fazer uma reforma ministerial enxuta, depois da eleição que renovará o comando da Câmara e do Senado, em 1.º de fevereiro de 2013. Até agora, Dilma avalia que é mais conveniente esperar a acomodação da base aliada no Congresso, antes de promover as trocas na equipe. A estratégia foi traçada para evitar o costumeiro jogo de intrigas e pressões, além de ruídos na dobradinha entre o PT e o PMDB.
terça-feira, outubro 30, 2012
''MALANDRO É MALANDRO..." (Salvados de campanha)
DILMA FARÁ MUDANÇAS NO MINISTÉRIO
| AJUSTE NA ESPLANADA |
Autor(es): PAULO DE TARSO LYRA J ULIANA BRAGA LEANDRO KLEBER |
| Correio Braziliense - 30/10/2012 |
Pelo menos duas mexidas são dadas como certas. De olho na reeleição, a presidente deve entregar uma pasta para o PMDB abrigar Gabriel Chalita e outra para o PSD de Gilberto Kassab
Concluída a disputa nas urnas, Dilma prepara o terreno para a reforma ministerial. PMDB de Gabriel Chalita e PSD de Kassab serão agraciados com uma pasta cada um. Gleisi e Padilha aparecem como as apostas de 2014
A presidente Dilma Rousseff vai promover duas mudanças na Esplanada dos Ministérios para reacomodar a base após as eleições municipais e iniciar a caminhada rumo à reeleição em 2014.
Os dois novos espaços serão ocupados pelo PMDB de Gabriel Chalita (SP) e pela adesão do PSD ao governo federal. No caso de Chalita, os peemedebistas ouviram a sinalização de que ele iria para o Ministério da Ciência e Tecnologia, uma pasta ligada à área de educação e ocupada atualmente por um técnico, Marco Antonio Raupp. Para o PSD, o espaço será definido em uma conversa da presidente com o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab.
Uma das grandes vitoriosas nas urnas com a eleição de Gustavo Fruet (PDT) para a prefeitura de Curitiba, a chefe da Casa Civil, ministra Gleisi Hoffmann, permanecerá na Esplanada até 2014, quando deve retomar o mandato de senadora para concorrer ao governo do Paraná contra o tucano Beto Richa. Ela deixará o governo ao lado do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, nome cada vez mais forte no PT e no Planalto para concorrer ao governo de São Paulo.
A adesão do PSD ao governo, apesar de ser um desejo da presidente, ainda precisa ser mais bem articulada. Não existe uma pasta na Esplanada pronta para receber o partido de Kassab. Pelos corredores palacianos especula-se que a legenda poderia ocupar o ainda inexistente Ministério da Micro e Pequena Empresa, cuja criação tramita no Congresso. Três nomes são cotados: o vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos; o presidente da Confederação Brasileira da Indústria da Construção, Paulo Safady Simão; e a senadora Kátia Abreu (PSD-TO).
Nenhum dos três nomes é de fácil viabilização. Afif é o vice do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Ele sempre defendeu a manutenção da aliança com o PSDB paulista, mas Kassab já avisou que essa parceria não se repetirá em 2014. O prefeito demonstrou seu total descontentamento com o uso da máquina estadual em Ribeirão Preto para tentar eleger o deputado Duarte Nogueira (PSDB) contra a pessedista Dárcy Vera, que acabou garantindo mais um mandato. Kassab já afirmou que o PSD estará ao lado do PT em 2014 em São Paulo.
Reaproximação
A senadora Kátia Abreu é amiga de Dilma, mas expôs uma divergência com Kassab ao criticar a intervenção do diretório nacional do partido a favor da candidatura de Patrus Ananias (PT-MG) em Belo Horizonte. Mesmo que esse episódio seja superado com a reaproximação entre a senadora e o presidente do PSD, ela ainda terá que renovar o mandato em 2014, o que faria com que permanecesse na Esplanada pouco mais de um ano. "A presidente Dilma, quando escolhe um ministro, não escolhe para ser temporário, escolhe para passar um tempo e resolver os problemas", disse ao Correio um assessor palaciano.
Paulo Safady Simão também é próximo da presidente, especialmente pela atuação na implantação do Programa Minha Casa, Minha Vida. Mas como a intenção do Planalto é compensar o partido pelo "bom comportamento" no Congresso, existem dúvidas se ele seria um bom nome, pois tem um perfil mais técnico do que político.
O pós-eleição também mantém o tradicional pranto e ranger de dentes de aliados insatisfeitos. Como disse uma vez o ex-ministro de Relações Institucionais José Múcio Monteiro, "só os insatisfeitos e derrotados retornam para Brasília após as eleições para prefeito". Tanto o PMDB quanto o PT mineiro querem ser recompensados, apesar da derrota para o PSB de Márcio Lacerda. Existe uma boa vontade com Patrus Ananias, mas precisaria ser criado um espaço para ele. Ele não sofreria vetos de Fernando Pimentel (MDIC), já que Dilma selou uma paz entre ambos, promovendo a candidatura de Patrus a prefeito de Belo Horizonte e amarrando com a nome de Pimentel para o governo de Minas em 2014.
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segunda-feira, setembro 24, 2012
O PRIMEIRO ELEMENTO
PAULO GAMA
DE SÃO PAULO
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/68063-elemento-surpresa.shtml
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