A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
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quarta-feira, novembro 13, 2013
É UM PÁSSARO? UM AVIÃO?
| 13/11/2013 | |
terça-feira, novembro 20, 2012
BRASIL e PCC [In:] A PAZ BEM DISTANTE
Enquanto isso, na guerra brasileira...
| Em 72 horas, SP tem média de oito homicídios por dia |
O Globo - 20/11/2012 |
SÃO PAULO e rio São Paulo teve, nas 72 horas deste fim de semana, 24 homicídios contabilizados pelo GLOBO na Região Metropolitana. São oito homicídios por dia, mesma média de setembro deste ano, segundo a Secretaria de Segurança Pública. No mesmo mês do ano passado, a média diária era de 5,7. O fim de semana de São Paulo foi mais violento na comparação com o Rio. Mesmo na relação proporcional com a população, a Grande São Paulo se mostrou mais violenta do que a capital carioca.
Com 20 milhões de moradores, a Grande São Paulo apresentou nessas 72 horas relação de 1,2 homicídio para 1 milhão de habitantes. No Rio, onde o número de homicídios foi de 12 neste final de semana, essa relação seria de 1 por 1 milhão. Salvador, nesta comparação, no entanto, é a mais violenta entre as três capitais: foram 25 homicídios, quase o mesmo número de São Paulo, para uma população bem menor na Região Metropolitana (3,67 milhões), uma relação de 6,8 assassinatos para um milhão de habitantes.
Essas índices, no entanto, não são oficiais, e se referem a um período de apenas 72 horas de homicídios registrados na Região Metropolitana dessas capitais. A comparação oficial de regiões leva em conta um período maior.
Ainda assim, o levantamento mostra o grau de violência das capitais brasileiras. Em Nova York, no fim de semana de 26 a 28 de outubro, foi registrado um único assassinato para uma população de 8,2 milhões de habitantes, em uma relação de 0,1 homicídio para um milhão de habitantes. Até 11 de novembro, a cidade havia registrado 356 homicídios, número dez vezes menor que o total de assassinatos registrados em São Paulo (3.536) e no Rio (3.028) neste ano, até setembro.
Uma análise dos homicídios em São Paulo nas últimas horas mostra as características da violência que vem assustando a cidade. Só na sexta-feira foram nove assassinatos; no domingo, outros 13 crimes (além de outros dois no sábado). No fim da noite de sexta, cinco jovens foram mortos em uma chacina em Cidade Ademar, Zona Sul da capital paulista. Outras três pessoas ficaram feridas.
O domingo viu outras duas chacinas. Uma aconteceu em Taboão da Serra, quando seis jovens foram atingidos por disparos e três morreram. Outro ataque contra um grupo de pessoas ocorreu em uma comunidade conhecida como Favela da Minhoca, na Zona Sul de SP. Um homem e uma mulher morreram.
- São crimes com caraterísticas de execução, que envolvem grupos ou só uma pessoa. Mas são execuções planejadas, não crimes do calor do momento - diz Guaracy Mingardi, ex-subsecretário nacional de Segurança Pública.
As execuções desse tipo na cidade se tornaram uma constante há pelo menos dois meses. Para Guaraci, trata-se de um confronto "noturno" que ocorre principalmente nos bairros periféricos e tem relação com a principal facção criminosa que atua em São Paulo.
- Está havendo enfrentamento do crime organizado com o Estado. E o Estado tem duas alternativas. Ou se omite ou enfrenta. Não digo que esse enfrentamento precisa ser violento, mas é preciso enfrentar - explica Júlio Jacobo Waiselfisz, sociólogo e autor do Mapa da Violência.
A realidade vivida por São Paulo guarda semelhanças com a do Rio, onde a ação de bandos ligados ao tráfico de drogas ainda é responsável pela maioria dos assassinatos no Rio e na Região Metropolitana. A análise dos 12 homicídios registrados nestas regiões no período de 72 horas, entre a sexta-feira e o último domingo, indica que em dez casos teria havido participação de traficantes nas mortes. Um dos exemplos mais emblemáticos é o de Rafaela Ferreira de Azevedo, de 15 anos, atingida às 2h de sábado por um tiro no tórax em meio a um confronto entre traficantes rivais na favela do Muquiço, em Guadalupe, na Zona Oeste.
A maior parte dos assassinatos no Rio foi em comunidades não pacificadas, com exceção do caso de João Carlos da Silva, de 32 anos, morto a tiros no início da madrugada de sábado na Avenida Leopoldo Bulhões, em Manguinhos, ocupada por foças de segurança em outubro passado.
Apesar de viverem momentos diferentes - São Paulo vive uma escalada de violência, o Rio registrou menos mortes em 2012 em relação a 2011 -, as duas cidades estão inseridas dentro do mesmo contexto nacional de violência.
- São Paulo vive uma crise, sem dúvida. Mas os números mostram que a violência é um problema nacional. Olhe Alagoas (estado mais violento do Brasil). Os números não justificam essa percepção de que São Paulo é o lugar mais violento - disse Júlio Jacobo. ( Colaborou Biaggio Talento, da Agência A Tarde )
BLOQUEIO AO CAMINHO DE ARMAS E DROGAS
-SÃO PAULO- As rodovias que ligam a Região Oeste de São Paulo ao Paraná e ao Mato Grosso do Sul, principais rotas usadas por facções criminosas para transportar drogas e armas vindas da Bolívia e do Paraguai, passaram a ser monitoradas ontem pelos setores de inteligência tanto da Polícia Federal quanto da Polícia Militar, numa ação conjunta do Ministério da Justiça, com o governo estadual. Os bloqueios foram feitos em pontos usados por criminosos para o tráfico e contrabando, atividades que alimentam financeiramente a facção responsável pela onda de violência. A maior parte dos bloqueios foi promovida na Região Oeste, como no trecho da Rodovia Raposo Tavares (SP-270), próximo ao município de Ourinhos (SP), na fronteira com o Paraná; e no trecho da Rodovia Marechal Rondon (SP-300) próximo a Andradina, na fronteira com o Mato Grosso do Sul. A ponte rodoferroviária do Rio Paraná, que liga São Paulo a Mato Grosso do Sul, também foi alvo da operação. Em 2008, a PF fez a apreensão de 735 quilos de cocaína na ponte, conteúdo que seria entregue a facções criminosas. Por motivos "estratégicos", o governo não divulgou o saldo de prisões e apreensões do primeiro dia de ação.
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segunda-feira, novembro 19, 2012
HORA EXTRA [In:] FAIXAS e GAZES
segunda-feira, abril 30, 2007
GOVERNOS & GOVERNANTES [In:] O TREM (BALA) DA ALEGRIA ["O PODER EMANA DO POVO..." **
Os governadores da Bahia, Jaques Wagner (PT), de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), do Pará, Ana Júlia (PT), do Piauí, Wellington Dias (PT), e de Santa Catarina, Luiz Henrique da Silveira (PMDB), foram os que mais incharam a estrutura de seus governos em relação ao governo anterior.
A governadora petista Ana Júlia Carepa, do Pará, criou as secretarias de Pesca e Aqüicultura, Integração Regional, Governo, Direitos Humanos e Justiça e Projetos Estratégicos. A petista também desmembrou outras duas pastas. A Secretaria do Trabalho e Promoção Social deu origem às secretarias do Trabalho e de Desenvolvimento Social. Já a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente foi desmembrada nas pastas de Ciência e Tecnologia e do Meio Ambiente. Entre os chamados pela petista para compor o secretariado estão seu ex-marido, Marcílio Monteiro, que comanda a secretaria de Projetos Estratégicos, e o ex-cunhado Maurílio Monteiro, secretário de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia. Recentemente, ao rebater as acusações da oposição de que há práticas de nepotismo em seu governo, a governadora afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que “a competência profissional está acima das relações pessoais”.
BAHIA. O governador Jaques Wagner criou as secretarias de Desenvolvimento e Integração Regional, Promoção da Igualdade Racial e Políticas para as Mulheres. Além disso, Wagner desmembrou a secretaria de Cultura e Turismo em duas e a de Governo em três. Para o líder da oposição na Bahia, deputado Gildásio Penedo Filho (DEM), “o governador seguiu a linha do governo Lula”. “É um inchaço que serviu para acomodar aliados políticos do governador”, afirmou Penedo ao G1. “É uma prática que se viu no governo Lula, com o aumento exagerado de ministérios, e na Bahia se repete essa política de aparelhamento fisiológico do governo. Inclusive, foram chamados deputados para acomodar suplentes na assembléia”, contou. Segundo o líder do governo na Assembléia, deputado Waldenor Pereira (PT), "as críticas da oposição não procedem". "Na verdade, nós criamos três secretarias, pois as outras surgiram do desmembramento de pastas já existentes", afirmou. "O número de secretarias existentes na Bahia ainda é bastante inferior à maioria dos estados brasileiros. É uma estrutura administrativa perfeitamente compatível com a dimensão do nosso estado e com a organização do governo federal", acrescentou Pereira ao G1.
PIAUÍ. O governador Wellington Dias (PT) criou as secretarias de Cidades, Defesa Civil, Trabalho, Transportes e Turismo. Segundo a assessoria do governo piauiense, o estado conta com 18 secretarias e mais três gestores com status de secretário. Ao G1, o secretário de estado do Governo, Kleber Eulálio, disse que "o governador quis criar uma estrutura administrativa no estado buscando uma correspondência com a administração federal". "O objetivo foi dar mais racionalidade para tornar o governo mais ágil e eficiente." "Na administração federal, nós temos o Ministério dos Transportes, do Turismo, das Cidades, por exemplo. Mas, dentro da estrutura do estado, nós não tínhamos uma secretaria correspondente. O governador decidiu deixar cada secretaria com sua especificidade", destacou Eulálio. No entanto, para o deputado da oposição Roncalli Paulo (PSDB), "o governador quis agradar a gregos e troianos" com a reforma do secretariado. "Ele fez uma verdadeira salada, aliando-se a quase todos os partidos. Só não participou o PSDB", afirmou o tucano ao G1. "Em sua reforma, Wellington Dias chamou para o secretariado até deputados do Democratas (ex-PFL). Ele fez um leque de alianças, um rateio com quase todos os partidos. Ele rateou diretoria, secretaria, dando para cada legenda um pedaço do governo do estado", disse Roncalli.
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