A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
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quarta-feira, março 27, 2013
XÔ! ESTRESSE [In:] AMOR FIEL E CARA DE PAU
quinta-feira, dezembro 13, 2012
quarta-feira, novembro 28, 2012
OPERAÇÃO PORTO SEGURO [In:] A HORA DA XEPA (Fim de feira)*
HÁ 16 HORAS E 58 MINUTOS
Premiado no Rio em meio a operação da PF, Lula
evita imprensa
(*) (XE.PA) [ch, ê]
Read more: http://aulete.uol.com.br/xepa#ixzz2DXuJ4DjF
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Leia mais em:
OPERAÇÃO PORTO SEGURO [In:] QUEBRA-CABEÇAS
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DOMINGO, 25 DE NOVEMBRO DE 2012
Polícia Federal tem 122 gravações que revelam como Rose discutia negócios com “Tio” Lula e Dirceu
terça-feira, novembro 27, 2012
OPERAÇÃO PORTO SEGURO [In:] POR QUE A SURPRESA ? (2)
O dono do escândalo
O Estado de S. Paulo - 27/11/2012 |
Recém-desembarcado de um voo decerto turbulento para ele, depois de uma viagem à África e à Índia, o ex-presidente Lula teria dito a pessoas de sua confiança que se sentia "apunhalado pelas costas" por outra pessoa de sua confiança, a então chefe do escritório da Presidência da República em São Paulo, Rosemary Nóvoa de Noronha, a Rose. Secretária do companheiro José Dirceu durante 12 anos, da década de 1990 até a ascensão do PT ao Planalto, Lula a empregou na representação do governo federal na capital paulista. Dois anos depois, em 2005, entregou-lhe a chefia da repartição. Na sexta-feira passada, ela e José Weber Holanda, o sub do advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, foram indiciados pela Polícia Federal (PF), no curso da Operação Porto Seguro, pela participação em um esquema de venda de facilidades instalado em sete órgãos federais.
O indiciamento alcançou 11 outros ocupantes de cargos públicos, além do notório ex-senador Gilberto Miranda. Cinco pessoas foram presas, entre as quais três irmãos, o empresário Marcelo Rodrigues Vieira, um diretor da agência reguladora da aviação civil (Anac), Rubens Carlos Vieira, e outro da agência de águas (ANA), Paulo Rodrigues Vieira - ambos patrocinados pela amiga de Lula. A PF devassou o apartamento de Rose e o gabinete de Holanda. No dia seguinte, a presidente Dilma Rousseff afastou de suas funções os diretores das agências (tendo mandato aprovado pelo Senado, eles não podem ser demitidos sumariamente) e mandou abrir processo disciplinar contra eles. O caso da nomeação de Paulo Rodrigues, tido como chefe da gangue e também chegado a Lula e a Dirceu, é um capítulo de livro de texto sobre a esbórnia no Estado sob o governo petista e a serventia de seus aliados nos altos círculos do poder nacional.
Submetida ao Senado, como requerido, a indicação começou mal e seguiu pior. A primeira votação terminou empatada. Na segunda, o nome foi rejeitado por um voto de diferença. Se os mandachuvas da República se pautassem pela decência, a história terminaria por aí. Não terminou porque, contrariando até mesmo um parecer da Comissão de Constituição e Justiça da Casa, o seu presidente José Sarney ordenou uma terceira votação da qual o afilhado de Rose saiu vencedor por confortável maioria. A essa altura, 2010, estava para mudar a sorte da madrinha - cuja influência derivava diretamente de sua intimidade com Lula, a quem, aliás, acompanhava nas viagens ao exterior, não se sabe bem para fazer o que eleita Dilma, que só a manteria no posto em São Paulo para não criar caso com o padrinho, Rose tentou em vão conseguir uma boquinha em Brasília. O imponderável fez o resto.
Em um dia de março do ano passado, um servidor do Tribunal de Contas da União (TCU) procurou a Polícia Federal para se confessar. Contou que aceitara uma propina de R$ 300 mil, dos quais já havia recebido um adiantamento de R$ 100 mil, para produzir um parecer técnico sob medida para uma empresa que atua no Porto de Santos. Além disso, Paulo Rodrigues Vieira falsificou um documento acadêmico para beneficiar o funcionário. Mas este se arrependeu, devolveu o dinheiro e revelou aos federais o que sabia. A PF abriu inquérito, obteve autorização judicial para grampear telefonemas e interceptar e-mails. Do material, emergiu uma Rose que lembra a personagem do samba de Chico Buarque que pedia apenas "uma coisa à toa" - no caso, um cruzeiro de Santos a Ilha Grande animado por uma dupla sertaneja, um serviço de marcenaria, uma pequena operação... Claro que ela também empregou uma filha na Anac e o marido na Infraero. Tinha fama de mandona e jeito de alpinista social.
Mas o dono do escândalo é quem deu a Rose o aparentemente inexplicável poder de que desfrutava, a ponto de o Senado de Sarney inovar em matéria de homologação de um futuro diretor de agência reguladora. Ao se declarar "apunhalado pelas costas", Lula faz como fez quando o mensalão veio à tona, e ele, fingindo ignorar a lambança, se disse "traído". Resta saber se, desta vez, tornará a repetir mais adiante que tudo não passou de uma "farsa" - quem sabe, uma conspiração da Polícia Federal com a mídia conservadora, a que a sua sucessora no Planalto afinal sucumbiu.
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quarta-feira, maio 04, 2011
BRASIL [In:] ESSE É O ''TAL'' DO ABRIL VERMELHO...
Um mês cinzento para a ética na política
| Valor Econômico - 04/05/2011 |
Para o leitor atento, certamente não passou despercebido que a mudança de governo em Brasília em nada contribuiu para o aperfeiçoamento dos bons costumes na política nacional. Pelo menos três episódios sucessivos saltam aos olhos e têm muito mais em comum do que parece à primeira vista, apesar da diferença dos atores envolvidos. Começando pelo fim, o PT reabilitou com honra, no fim de semana, o ex-tesoureiro de campanha do partido, Delúbio Soares. Difícil medir a indignação da sociedade, aparentemente resignada ou sentindo-se impotente para reagir à sucessão de escândalos que gradativamente mina a base moral da política brasileira, em todos os três níveis do poder federal. Afinal, o que mudou entre 2005, quando o PT julgou que havia razões mais que suficientes para expulsar Delúbio do partido, inclusive com alguma dose de humilhação, e 2011, quando Delúbio ainda responde pelos crimes de corrupção e formação de quadrilha em processo no Supremo Tribunal Federal (STF)? Como ex-tesoureiro do partido nas campanhas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o companheiro Delúbio atravessou esses anos todos fazendo questão de lembrar aos camaradas petistas que é um profundo conhecedor das entranhas partidárias. E, no entanto, cumprira obsequioso silêncio tanto na campanha da reeleição de Lula, em 2006, quanto na eleição de Dilma, em 2010. Para voltar, Delúbio fez chantagem. Ele voltou, no entanto dificilmente recuperará o prestígio de que dispunha quando passava o chapéu entre o empresariado, mas é perturbador que o PT, um partido que na oposição ajudou muito a melhorar a ética na política, cada vez mais se pareça com as siglas do passado, que combatia com fervor religioso. À exceção de José Dirceu, é bom lembrar, o partido absolveu todos os outros camaradas relacionados no escândalo do mensalão, o suposto esquema de compra de votos em troca de apoio ao governo. A senha para o mau comportamento, a bem da verdade, partiu do próprio Lula. Quem não se lembra das palavras do presidente, em Paris: "O que o PT fez do ponto de vista eleitoral é o que é feito no Brasil sistematicamente. Eu acho que as pessoas não pensaram direito no que estavam fazendo, porque o PT tem na ética uma das suas marcas mais extraordinárias, e não é por causa do erro de um dirigente ou de outro que você pode dizer que o PT está envolvido em corrupção". Literalmente. Com a decisão tomada no fim de semana, o PT deu razão ao ex-presidente da República. Mas a reentronização de Delúbio no universo petista não foi o único episódio a deixar um pouco mais cinzento o mês de abril, quando se fala de moral e ética na política. O autoritarismo do senador Roberto Requião (PMDB-PR) ao avançar sobre um repórter que lhe tomara declarações gravadas é apenas reflexo da conduta desregrada que há anos tomou conta do Senado e atingiu o clímax na semana passada com a indicação dos novos integrantes do Conselho de Ética da Casa. Não importam os argumentos dos partidos, segundo os quais, há falta de disposição dos senadores em geral para compor o Conselho de Ética. Fossem um pouco maiores as preocupações com os bons exemplos, os partidos certamente encontrariam nomes que não passaram como réus pelo conselho, caso de Renan Calheiros (PMDB-AL), que recorria a uma empreiteira a fim de pagar contas pessoais. O que dizer do novo presidente do conselho, João Alberto Souza (PMDB-MA), também ele autor de decretos secretos que tantos aborrecimentos causaram a seu amigo José Sarney, então presidente da Casa, em 2009. Um pouco antes, o mau exemplo coubera ao senador Aécio Neves (MG), o nome mais forte hoje do PSDB para uma disputa presidencial. Aécio foi pilhado dirigindo sem carteira - sua habilitação estava vencida -, algo a que qualquer mortal está sujeito, e se recusou a fazer o teste do bafômetro, direito que a lei lhe assegura. O mau exemplo de Aécio foi sua primeira versão do incidente à imprensa, em nota contaminada pelo subterfúgio. Esperava-se mais em termos éticos e morais com a mudança de governo, torcida que esvaneceu já com a manutenção do convite a Pedro Novais (MA), o deputado que pregava suas contas num motel de São Luís no cofre da Câmara, para o Ministério do Turismo. |
quarta-feira, fevereiro 18, 2009
XÔ! ESTRESSE [In:] "adaPTe-me, CAMALEOA..." *


[Homenagem aos chargistas brasileiros].
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(*) RAPTE-ME, CAMALEOA (Caetano Veloso). Rapte-me camaleoa/Adapte-me a uma cama boa/Capte-me uma mensagem à toa/De um quasar pulsando lôa/Interestelar canoa.../Leitos perfeitos/Seus peitos direitos/Me olham assim/Fino menino me inclino/Pro lado do sim.../Rapte-me/Me adapte-me/Me capte-me/It's up to me/Coração/Ser querer ser/Merecer ser/Um camaleão.../Rapte-me camaleoa/Adapte-me ao seu/Ne me quitte pas.../
http://letras.terra.com.br/caetano-veloso/44768/
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terça-feira, fevereiro 03, 2009
CONGRESSO/PMDB: ALIANÇAS, ELOS, ''RING" (ringue?)
O voto, por secreto, não é admitido por todos os senadores
Candidato derrotado do PT à presidência do Senado, Tião Viana (AC) obteve 32 votos. Nove a menos do que precisava para mudar a crônica da eleição.
A planilha de votos do alto comando da vitoriosa campanha de José Sarney (PMDB-AP) indica que Tião foi apunhalado por Silvérios de aparência insuspeita.
Numa sessão à qual compareceram todos os 81 senadores, quem obtivesse 41 votos estaria eleito. Sarney amealhou 49.
O blog teve acesso ao mapa de votação elaborado pelo comando da campanha de Sarney. O voto foi secreto. Nem todos os senadores revelam a opção que fizeram.
Portanto, o repórter não pode atestar a fidelidade da lista. Afirma apenas que ela retrata a aferição feita pela equipe de Sarney.
A relação contém nomes surpreendentes. Um exemplo: Delcídio Amaral (PT-MS). Outro: Inácio Arruda (PCdoB-CE).
A suposta traição de um petista era coisa inimaginável nos arredores da campanha de Tião.
Agora, o petismo mostra-se surpreso com o interesse do PMDB em acomodar Delcídio na segunda vice-presidência do Senado.
Quanto ao comunista Inácio, sabia-se que flertava com Sarney. Mas Renato Rabelo, presidente do PCdoB, dissera a líderes do PT que ele votaria em Tião.
O quadro com os supostos votos de Sarney anota também os nomes de dois senadores do PSDB: Papaleo Paes (AP) e Marconi Perillo (GO).
A traição de Papaleo, por anunciada, era previsível. A de Perillo, nem tanto. Apostava-se muito mais noutra infidelidade tucana, a de Álvaro Dias (PR), que não se materializou.
Sarney teria amealhado também os sete votos do PTB. Tião esperava colecionar pelo menos três: João Claudino (RR), Mozarildo Cavalcanti (RR) e Sérgio Zambiazi (RR).
No PR, Sarney teria feito, segundo a planilha de sua equipe, outro arrastão: levou todos os quatro votos da bancada.
Exceto por Magno Malta (ES), fechado com Sarney desde sempre, Tião esperava que os outros senadores do PR fossem atraídos pelo ministro Alfredo Nascimento (Transportes).
Filiado ao PR, Nascimento chegou a reunir a bancada no domingo (1), véspera da eleição.
Antes, Renan Calheiros acenara com a hipótese de entregar à legenda do ministro a quarta secretaria do Senado. Parece ter soado mais sedutor.
No PMDB, a equipe de Sarney contabilizou duas escassas baixas. Dos 20 senadores, apenas Jarbas Vasconcelos (PE) e Pedro Simon (RS) teriam votado em Tião.
No DEM, Tião esperava beliscar ao menos dois votos: Jayme Campos (MT) e Adelmir Santana (DF). Apertada pelo líder José Agripino Maia (RN), a dupla refluiu.
Vão abaixo os nomes dos supostos eleitores de Sarney:
PMDB (18 votos): Almeida Lima (PB), Garibaldi Alves (RN), Geraldo Mesquita (AC), Gerson Camata (ES), Gilvam Borges (AP), José Maranhão (PB), José Sarney (AP), Leomar Quintanilha (TO), Lobão Filho (MA), Mão Santa (PI), Neuto de Conto (SC), Paulo Duque (RJ), Renan Calheiros (AL), Romero Jucá (RR), Rosena Sarney (MA), Valdir Raupp (RO), Valter Pereira (MS) e Wellington Salgado (MG).
DEM (14 votos): Adelmir Santana (DF), ACM Jr. (BA), Demóstenes Torres (GO), Efraim Morais (PB), Eliseu Resende (MG), Gilberto Goellner (MT), Heráclito Fortes (PI), Jayme Campos (MT), José Agripino Maia (RN), Kátia Abreu (TO), Marco Maicel (PE), Maria do Carmo (SE), Raimundo Colombo (SC) e Rosalba Ciarlini (RN).
PC do B (um voto): Inácio Arruda (CE).
PP (um voto): Francisco Dornelles (RJ);
PR (quatro votos): César Borges (BA), Expedito Jr. (RO), João Ribeiro (TO), Magno Malta (ES).
PSB: (um voto): Antonio Carlos Valadares (SE).
PSDB (dois votos): Papaleo Paes (AP) e Marconi Perillo (GO).
PT (um voto): Delcídio Amaral (MS).
PTB: (sete votos): Epitácio Cafeteira (MA), Fernando Collor (AL), Gim Argello (DF), João Claudino (RR), Mozarildo Cavalcanti (RR), Romeu Tuma (SP) e Sérgio Zambiazi (RS).
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http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/
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