A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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quarta-feira, maio 29, 2013
HAITI/BRASIL - YUNUS/BRF. NOVO PORTO DE GALINHAS
| 29/05/2013 | |
quinta-feira, dezembro 27, 2012
AGRICULTURA: EM SE PLANTANDO (QUASE) TUDO DÁ
Commodities Agrícolas
Valor Econômico - 27/12/2012 |
Negociações lentas
O café arábica registrou ontem a terceira alta seguida na bolsa de Nova York. Os papéis com entrega em maio encerraram com ganho de 125 pontos, a US$ 1,5095 por libra-peso. No entanto, a ausência das negociações com café robusta em Londres (a bolsa estava fechada por conta do feriado) deixou o mercado nova-iorquino com pouca liquidez. Márcio Bernardo, da Newedge USA, disse à Dow Jones Newswires que há poucas chances de o preço do grão avançar de forma sustentada, tendo em vista que as torrefadoras não estão com pressa de se abastecer. Para ele, o café seguirá a oscilar entre US$ 1,40 e US$ 1,60 por libra-peso no próximo ano, em função da ampla oferta. No mercado interno, a saca de 60,5 quilos do café de boa qualidade oscilou entre R$ 330 e R$ 340, segundo o Escritório Carvalhaes.
Clima amistoso
O clima favorável na Flórida (que detém o segundo maior pomar de citros do mundo, atrás do Brasil) voltou a puxar para baixo as cotações do suco de laranja congelado e concentrado na bolsa de Nova York. Os contratos para entrega em março (a segunda posição de entrega) encerraram com uma desvalorização de 160 pontos ontem, a US$ 1,3180 por libra-peso. Segundo a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA, na sigla em inglês), há chances de o Estado americano enfrentar temperaturas abaixo da média na próxima semana, mas a queda não será suficiente para confirmar os temores de geada. No mercado spot de São Paulo, a caixa de 40,8 quilos da laranja destinada às indústrias está negociada a R$ 5,80, de acordo com levantamento do Cepea/Esalq.
Vendas especulativas
As vendas por parte dos especuladores para realização de lucros e redução da exposição ao risco, em função da proximidade do fim de ano, pressionaram os preços da soja no mercado futuro de Chicago, ontem. Os contratos com vencimento em março (a segunda posição de entrega, normalmente a mais negociada) fecharam com desvalorização de 17,25 centavos, cotados a US$ 14,1850 por bushel. Pesa sobre os preços da commodity a expectativa de clima favorável no Brasil, onde as lavouras estão em desenvolvimento. "A previsão de chuvas para essa semana é muito boa, o que deve direcionar bem a nossa safra", afirma Vinicius Xavier, consultor da FCStone. No noroeste do Paraná, a saca da oleaginosa foi negociada a R$ 65,50, segundo a Cocamar.
Na esteira da soja
O recuo da soja puxou o milho para baixo em Chicago. Os papéis para maio encerraram em queda de 10,25 centavos ontem, a US$ 6,9650 por bushel. A redução nos embarques dos EUA foi fator adicional de pressão: na semana até 20 de dezembro, o país enviou ao exterior 342 toneladas, ante 418 toneladas da semana anterior. Segundo Vinicius Xavier, da FCStone, o clima na América do Sul não tem tanta influência sobre os preços no momento. "Se tudo correr bem, Brasil e Argentina colherão 63,5 milhões de toneladas, com uma produção mundial beirando as 849 milhões de toneladas. Se quebrar 10% aqui, não muda muita coisa em termos de mundo", diz. No oeste da Bahia, a saca saiu por R$ 33 ontem, segundo a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba).
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sexta-feira, novembro 16, 2012
OS NOVOS COLOMBOS
Corrida acelerada por terras agrícolas
Autor(es): Por Assis Moreira | De Cádiz (Espanha) |
| Valor Econômico - 16/11/2012 |
Maior parte dos aportes é na África; no Sudão (foto), há apostas brasileiras
A corrida por terras agrícolas levou investidores estrangeiros a adquirir pelo menos 83 milhões de hectares em países em desenvolvimento de 2000 a 2010, de acordo com análise do Deutsche Bank baseada em dados do Land Matrix, uma base pública de dados sobre negócios do gênero.
O total calculado equivale a 1,7% da área agricultável global. Para efeito de comparação, o plantio de grãos no Brasil, um dos principais exportadores mundiais do setor, tende a ocupar pouco mais de 50 milhões de hectares na safra 2012/13, que está sendo semeada.
O próprio Brasil é um dos alvos da cobiça estrangeira, liderada especialmente por países com problemas de oferta de água como China, Arábia Saudita, Kuait, Qatar e Bahrein, ou por investidores privados dos EUA. Segundo o estudo, as compras de terras brasileiras, que passaram a ser limitadas nos últimos anos, somaram 2,6 milhões de hectares na década passada.
Mas, ao mesmo tempo, investidores do Brasil engrossam os aportes. Estão entre os que adquiriram terras na África, com destaque para o Sudão, visando ao plantio de soja, algodão e outras commodities agrícolas, mas a preferência continua ser apostar as fichas em países vizinhos, como Paraguai e Bolívia.
Os investimentos globais são guiados por tendências de longo prazo, como o crescente consumo de alimentos e biocombustíveis num cenário de disponibilidade limitada de terras aráveis, água e energia. De acordo com o banco alemão, o objetivo desses investidores é justamente assegurar acesso a alimentos e água, além de obter retorno financeiro como um ativo alternativo. Boa parte da produção nessas terras é para exportação.
Dois terços dos países-alvo das transações terão um aumento no consumo de água estimado em mais de 12% como resultado dessas grandes aquisições de terras.
Diante da falta de transparência nesse tipo de investimento, o banco considera "confiável" pelo menos metade das transações relatadas - o que significa a compra por estrangeiros de 32,7 milhões de hectares, o equivalente aos territórios de Alemanha, Bélgica e Holanda juntos, ou 0,7% das terras agrícolas do planeta.
O estudo mostra que, se entre os investidores privados destacam-se os americanos, entre os estatais são os do Golfo Pérsico que despontam. Mais recentemente é que se fortaleceram os aportes no exterior de investidores de países como China (boa parte estatais), Brasil, África do Sul, China e Índia, entre outros emergentes da Ásia. O amplo envolvimento de emergentes é também considerado sintomático das novas tendências nas relações Sul-Sul.
Para o Deutsche Bank, investimentos privados na agricultura em outros países fazem sentido, já que até 2050 serão necessários aportes de US$ 83 bilhões ao ano, em média, para incrementar a produção, 50% maior que montante atual.
Na África, as aquisições por estrangeiros entre 2000 e 2010 representaram 4,8% das terras agrícolas do continente, ou uma área equivalente à do Quênia. Na América Latina, os estrangeiros compraram, segundo o estudo, 1,2% das terras agrícolas, enquanto na Ásia o percentual ficou em 1,1%.
A maioria dos alvos dessas transações são países exportadores líquidos de alimentos, com frágil governança no setor de terras e outros problemas, como a corrupção.
O banco aponta "riscos significativos" associados a investimentos em terras agrícolas. O principal desafio é o respeito aos direitos econômicos e sociais das populações locais, além da preservação da sustentabilidade ambiental.
Mas, para o Deutsche, há evidências de que modelos de cooperação entre investidores e pequenos agricultores também podem funcionar - um exemplo é a garantia da compra da produção. Conforme a instituição, parcerias como essas podem beneficiar a produtividade e reduzir a pobreza sem necessariamente envolver transferência de terra.
Para os "financistas", diz o banco, investimentos em terras agrícolas são atraentes por várias motivos. A começar pela boa perspectiva de lucros no longo prazo, diante do previsto aumento da demanda por alimentos, que deve elevar os preços. O retorno varia dependendo da região e do tipo da terra, e pode chegar a 20% na África e a até 30% no Brasil.
Em consequência da escassez de terras - e apesar dos limites às aquisições por estrangeiros em países como o Brasil -, os preços estão em ascensão (ver Contexto ao lado). Negócios como sequestro de carbono e outros serviços ambientais (diversidade, disponibilidade e qualidade de água, etc.) podem elevar ainda mais os valores.
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segunda-feira, outubro 29, 2012
SUCO DE LARANJA. O MIX AGRÍCOLA
Integrada, do Paraná, estreia no mercado de suco de laranja
Autor(es): Por Marli Lima | De Curitiba |
| Valor Econômico - 29/10/2012 |
"Fizemos estudos e a citricultura apareceu como uma boa opção de diversificação", afirma o diretor Katsumi Otaguiri
No mesmo ano em que a Cocamar, cooperativa de Maringá, vendeu sua indústria de suco de laranja para a Louis Dreyfus, a Integrada, de Londrina, norte do Paraná, está estreando no segmento. Os primeiros testes de esmagamento começaram na sexta-feira e, após ajustes finais, 250 mil caixas de 40,8 quilos cada da fruta devem ser processadas em 2012. O número poderá subir para 800 mil caixas em 2013 e para 2 milhões em 2015.
Os investimentos na fábrica, que foi erguida em Uraí, distante 50 quilômetros da sede, somaram R$ 15 milhões. Katsumi Sergio Otaguiri, diretor da área industrial, lembra que o projeto foi iniciado em 2007, quando produtores de grãos enfrentavam problemas de preço e quebras por problemas climáticos.
"Fizemos estudos e a citricultura apareceu como uma boa opção de diversificação", conta. O plantio começou em 2008 e hoje há 2 mil hectares com laranja na área da cooperativa. A intenção era ter 5 mil hectares, o que não aconteceu ainda devido à forte alta das cotações dos grãos.
Otaguiri diz que a construção da indústria de sucos estava prevista para 2013 e os esmagamentos deveriam começar em 2014, mas no ano passado a Integrada teve dificuldade para processar laranjas produzidas por associados. Das 120 mil caixas colhidas, 20 mil foram vendidas no varejo e 100 mil foram esmagadas na indústria que era da Cocamar. Como havia a previsão de chegar a 350 mil caixas em 2012, a fábrica foi antecipada e as obras duraram 135 dias. Mesmo assim, 100 mil caixas da fruta tiveram de ser vendidas. E o mercado não está bom para o produtor.
Se, no ano passado, o preço da caixa ficou perto de R$ 15, caiu pela metade em 2012. A Integrada vai adiantar R$ 5 ao produtor e, no encerramento do ano, pagará a diferença. No começo, a fábrica vai gerar 25 empregos e funcionará em um turno. A produção será exportada e os contratos estão em negociação. O faturamento previsto no segmento é de R$ 13 milhões em 2013. A Integrada tem 6,7 mil associados e faturou R$ 1,3 bilhão em 2011. Ela já tem fábrica de fiação de algodão e de ração e está investindo também em uma nova indústria de derivados de milho, orçada em R$ 50 milhões, no município de Andirá, que deve entrar em operação em agosto de 2013.
A Integrada possui duas unidades arrendadas para processamento de milho para a indústria de alimentos (como cereais matinais) e bebidas (cervejas). Hoje, envia para essas indústrias 12 mil toneladas do grão por mês, volume que vai saltar para 25 mil toneladas. Otaguiri explica que atualmente a indústria responde por 15% a 18% do faturamento da cooperativa e, com os investimentos em andamento, a intenção é chegar 25%. Sobre a laranja, ele avisa que se trata de um projeto de longo prazo. "Deve haver mais adesão de produtores", diz. Atualmente, 112 associados da cooperativa cultivam a fruta. Feita em módulos, a fábrica poderá ser ampliada.
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quinta-feira, outubro 25, 2012
AVICULTURA. MEU PINTINHO AMARELINHO...
Coopavel reduz alojamento de aves
Autor(es): Por Marli Lima | De Curitiba |
| Valor Econômico - 25/10/2012 |
A Coopavel, cooperativa de Cascavel, no oeste do Paraná, diminuiu o alojamento de aves em 10% a partir de julho e, embora sua direção afirme que "o pior já passou", a volta ao volume anterior, de 220 mil pintinhos por dia, deve demorar. "Vai depender do mercado, mas a estratégia deve ser mantida em 2013", prevê o presidente da cooperativa, Dilvo Grolli. "Vamos ter de enfrentar essa turbulência", acrescentou, sobre o aumento nos custos de produção.
Pelas contas de Grolli, os custos com ração, transporte, energia e mão de obra subiram 43% em 2012 e, num esforço conjunto de diminuição da produção, o aumento no preço da carne foi de 22%. O executivo comenta que, como as exportações nos últimos dois anos cresceram menos que a produção, o mercado interno está bem abastecido, o que dificulta mais repasses.
Ele cita que o preço da soja teve redução nos últimos 40 dias e não cogita adotar outras estratégias para diminuir os abates, como aumentar o tempo para recebimento das aves que estão com os associados. "Nossos frangos são de 46 a 48 dias, se passar disso em um ou outro caso é por alguma questão técnica, ou porque o prazo caiu no fim de semana, para evitar hora extra", diz.
O aumento nos custos do segmento avícola já levou a um pedido de recuperação judicial no Paraná, da Diplomata, também de Cascavel. No começo do mês, foi fechado um contrato que pode resultar em uma fusão, envolvendo a BR Frango, de Santo Inácio, e a Averama, de Umuarama, ambos do noroeste do Estado.
No começo de outubro, produtores de aves do Paraná e de Santa Catarina, que representam cerca de 60% da avicultura nacional, tiveram reunião em Curitiba com representantes do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). Na ocasião, o secretário de Agricultura do Paraná, Norberto Ortigara, pediu para que a crise do segmento fosse tratada como prioridade, para evitar problemas sociais no Sul. "As medidas que pedimos não saíram, mas o setor está se ajustando", disse ele. "Tenho ouvido que o problema foi dominado", acrescentou.
Ortigara havia defendido um esforço integrado até a definição do tamanho da próxima safra de milho nos Estados Unidos. Também pediu para o governo federal bancar a diferença no custo do frete do grão a ser removido do Centro-Oeste para o Sul por mecanismos já existentes, como Prêmio de Escoamento de Produto (PEP), e a abertura de linha de crédito para dar fôlego às indústrias.
O secretário comentou que medidas adotadas pelas indústrias, como redução no alojamento e espaçamento maior entre os lotes, somadas a quedas nas cotações dos grãos, ajudaram a avicultura, mas "a volta ao normal deve demorar um pouco", opinou. Em setembro, o abate no Paraná foi 8,8% menor que em agosto.
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sexta-feira, setembro 21, 2012
TRANSGÊNICOS: ARTIGO CIENTÍFICO
Long term toxicity of a Roundup herbicide and a Roundup-tolerant genetically modified maize
- Gilles-Eric Séralinia,
,
,
- Emilie Claira,
- Robin Mesnagea,
- Steeve Gressa,
- Nicolas Defargea,
- Manuela Malatestab,
- Didier Hennequinc,
- Joël Spiroux de Vendômoisa
- a University of Caen, Institute of Biology, CRIIGEN and Risk Pole, MRSH-CNRS, EA 2608, Esplanade de la Paix, Caen Cedex 14032, France
- b University of Verona, Department of Neurological, Neuropsychological, Morphological and Motor Sciences, Verona 37134, Italy
- c University of Caen, UR ABTE, EA 4651, Bd Maréchal Juin, Caen Cedex 14032, France
- Received 11 April 2012
- Accepted 2 August 2012
- Available online 19 September 2012
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---------------http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0278691512005637------------------Long term toxicity of a Roundup herbicide and a Roundup-tolerantgenetically modified maizeGilles-Eric Séralini a,!, Emilie Clair a, Robin Mesnage a, Steeve Gress a, Nicolas Defarge a,Manuela Malatesta b, Didier Hennequin c, Joël Spiroux de Vendômois aa University of Caen, Institute of Biology, CRIIGEN and Risk Pole, MRSH-CNRS, EA 2608, Esplanade de la Paix, Caen Cedex 14032, Franceb University of Verona, Department of Neurological, Neuropsychological, Morphological and Motor Sciences, Verona 37134, Italyc University of Caen, UR ABTE, EA 4651, Bd Maréchal Juin, Caen Cedex 14032, FranceABSTRACTThe health effects of a Roundup-tolerant genetically modified maize (from 11% in the diet), cultivated with or without Roundup, and Roundup alone (from 0.1 ppb in water), were studied 2 years in rats. In females, all treated groups died 2–3 times more than controls, and more rapidly. This difference was visible in 3 male groups fed GMOs. All results were hormone and sex dependent, and the pathological profiles were comparable. Females developed large mammary tumors almost always more often than and before controls, the pituitary was the second most disabled organ; the sex hormonal balance was modified by GMO and Roundup treatments. In treated males, liver congestions and necrosis were 2.5–5.5 times higher. This pathology was confirmed by optic and transmission electron microscopy. Marked and severe kidney nephropathies were also generally 1.3–2.3 greater. Males presented 4 times more large palpable tumors than controls which occurred up to 600 days earlier. Biochemistry data confirmed very significant kidney chronic deficiencies; for all treatments and both sexes, 76% of the altered parameters were kidney related. These results can be explained by the non linear endocrine-disrupting effects of Roundup, but also by the overexpression of the transgene in the GMO and its metabolic consequences.! 2012 Elsevier Ltd. All rights reserved.
quinta-feira, setembro 20, 2012
MEU PINTINHO AMARELINHO...
Produção de carne de frango vai encolher no país em 2012
Autor(es): Por Sérgio Ruck Bueno | De Porto Alegre |
| Valor Econômico - 20/09/2012 |
A crise enfrentada pela avicultura brasileira devido à escassez de oferta de grãos, à disparada nos preços de milho e soja e à falta de crédito para produtores e indústrias deverá provocar em 2012 a primeira queda da produção do segmento pelo menos desde 2000. Segundo o presidente da União Brasileira de Avicultura (Ubabef), Francisco Turra, o volume deverá ficar 1 milhão de toneladas abaixo das 13,1 milhões de toneladas de carne de frango produzidas em 2011. As exportações também deverão cair, 10%, na primeira retração desde 2006, acrescentou o dirigente, que fez palestra ontem na Federação das Associações Comerciais do Rio Grande do Sul (Federasul).
Ressaltando que não prega restrições às exportações de milho, Turra disse que o país poderá ter de estabelecer alguma "regulação" sobre os embarques do grão - que compõe dois terços da ração usada na alimentação das aves - para "manter a indústria funcionando e preservar empregos", numa referência às mais de 5,7 mil demissões registradas no segmento nos últimos quatro meses. Segundo ele, a desoneração da folha de pagamentos estendida para o ramo na semana passada "ajuda", mas a "sobrevivência" dos frigoríficos depende de ração e crédito.
Provocada pela quebra da safra americana, a corrida de importadores pelo milho brasileiro deve reduzir os estoques de passagem no país a 4,4 milhões de toneladas no início de 2013, um nível "perigoso" em comparação com as 14,2 milhões de toneladas do começo de 2012, disse Turra. Por conta disto, o Ministério da Agricultura e a Conab já começaram a "monitorar" os embarques de milho e também de soja, explicou.
Segundo o presidente da Ubabef, o sinal vermelho acendeu em agosto, quando as vendas externas de milho cresceram 81,1% sobre o mesmo mês de 2011, para quase 2,8 milhões de toneladas. Depois disso, as exportações já atingiram 1,5 milhão de toneladas nas duas primeiras semanas de setembro e deverão manter uma média mensal de 3,8 milhões no quarto trimestre, prevê o dirigente.
Com a demanda externa aquecida, Turra reforçou o pedido para que o governo amplie os leilões de Prêmio de Escoamento da Produção (PEP) para levar o milho do Centro-Oeste até a região Sul, que foi mais atingida pela estiagem na última safra e onde se concentra a maior parte da indústria avícola brasileira. "Se não houver agilidade o destino deste milho será o porto".
Outra reivindicação do segmento é pela liberação de crédito para capital de giro para pequenas e médias empresas, que enfrentam dificuldades para financiar a aquisição de insumos, além da extensão, para os criadores integrados, da prorrogação dos empréstimos concedidos aos não integrados pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Segundo Turra, a exclusão dos produtores vinculados às indústrias, que representam 90% do segmento no país, foi um "equívoco" e deve ser corrigido.
Conforme o presidente da Ubabef, sem apoio oficial o milho que custa R$ 18 a saca no Centro-Oeste chega ao Sul entre R$ 32 e R$ 34, o que representa uma alta de 44% desde o início do ano. No caso do farelo de soja, os preços passaram de R$ 600 para quase R$ 1,4 mil a tonelada no período. Segundo ele, pelo menos 18 empresas da área no país estão "em situação de dificuldade", incluindo a paranaense Diplomata, que já pediu recuperação judicial.
Além disto, segundo Turra, com os custos em alta os preços da carne de frango no mercado interno já subiram 25% desde janeiro e deverão ser elevados em mais 10% a 15% até o fim do ano. O mesmo vale para o preço médio dos produtos exportados, que foi de US$ 1,9 mil a tonelada em agosto, mas deve chegar à faixa dos US$ 2,2 mil em dezembro, influenciado pela redução da oferta dos Estados Unidos, o maior concorrente do Brasil no mercado externo.
Com isso, apesar da queda projetada de 10% no volume das exportações brasileiras neste ano em comparação com as 3,9 milhões de toneladas de 2011, a retração nas receitas deverá ser de 7% ante os US$ 8,2 bilhões de 2011. De janeiro a agosto, o volume cresceu 0,94%, para 2,6 milhões de toneladas. Se o recuo das vendas físicas ao exterior se confirmar no acumulado do ano, será a primeira queda desde 2006, quando o surto de gripe aviária reduziu o consumo mundial do produto.
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quinta-feira, novembro 25, 2010
PARANÁ/GRÃOS [In:] PRODUÇÃO, PRODUTIVIDADE, RENTABILIDADE
Paraná espera safra menor, mas rentável
| Autor(es): Fernando Lopes | De São Paulo |
| Valor Econômico - 25/11/2010 |
Maior Estado produtor de grãos do país na safra 2009/10, o Paraná deverá perder novamente o posto para Mato Grosso neste ciclo 2010/11, que está em fase de plantio. Isso não significa, entretanto, que a vida dos agricultores paranaenses vai piorar. Ao contrário. Se o clima não comprometer demais as lavouras - e há esse risco, por causa do fenômeno La Niña -, a maior parte deles terá rentabilidade maior que na temporada passada, em razão da queda de custos e dos melhores preços sobretudo de soja e milho. "Os produtores estão animados com as duas grandes culturas de verão, e esse otimismo está diretamente relacionado aos preços", diz Flávio Turra, analista técnico e econômico da Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar). Grande parte da última safra estadual de soja, diz ele, foi vendida por R$ 33 ou R$ 34 a saca de 60 quilos, valor que hoje está em R$ 45, segundo o Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura. No mercado de milho, os R$ 13 ou R$ 14 por saca de parte do primeiro semestre, que levaram o governo federal a apoiar o escoamento da produção, agora se tornaram cerca de R$ 20. E como a tendência de escassez hídrica do La Niña alimenta incertezas, os produtores creem que as cotações poderão subir mais. A colheita ganha ritmo no Paraná em fevereiro, e as vendas antecipadas estão paradas muito por conta disso. A Ocepar é um bom termômetro para medir o ânimo dos agricultores do Paraná porque reúne 82 cooperativas agropecuárias, responsáveis por mais da metade da produção de soja e milho no Estado. Na soja, o percentual chega a 72%; no milho, atinge 52%. Estimativas da entidade apontam que os associados estão plantando uma área de soja 4,5% maior em 2010/11, enquanto a safra de milho de verão terá área 15% menor. É mais ou menos o movimento captado pela Conab para o Paraná como um todo, apesar das pequenas diferenças nos percentuais. Se o La Niña permitir, prevê a Conab, a produção estadual total de soja deverá atingir até 14,067 milhões de toneladas, mesmo volume de 2009/10 - quando o clima foi quase perfeito -, e a safra de verão de milho deverá render até 5,544 milhões de toneladas, queda de 20%, determinada pelos baixos preços entre janeiro e julho. Se somada a safrinha de inverno de milho, ainda passível de todas as incertezas, o Paraná poderá colher 11,239 milhões de toneladas de milho no total, baixa superior a 16%. A produção paranaense de grãos como um todo deverá chegar a praticamente 30 milhões de toneladas em 2010/11, ante 31,4 milhões em 2009/10. Em Mato Grosso, serão, agora, 32 milhões. Apesar de boa parte da produção deste ano ter sido comercializada com preços abaixo dos níveis observados a partir de julho, quando soja e milho voltaram a disparar nos mercados internacional e doméstico, o grande volume colhido colaborará para que o faturamento conjunto das cooperativas do Paraná alcance R$ 28,5 bilhões em 2010, 15% mais que em 2009. Mesmo com o dólar fraco, as exportações deverão representar US$ 1,7 bilhão do faturamento neste ano, ante US$ 1,5 bilhão em 2009, conforme Turra. "Só para se ter uma ideia", diz ele, "em 1970 o faturamento foi de R$ 22 milhões, em valores corrigidos". Como já informou o Valor, os investimentos das cooperativas, por sua vez, deverão chegar a R$ 1 bilhão em 2010, aplicados principalmente nas áreas de carnes de frango e suína e em armazenagem. Em 2009, foram R$ 1,2 bilhão. "A queda se explica pela crise financeira global. Cerca de 50% dos investimentos deste ano foram em agroindustrialização, incluindo os segmento de carnes. A armazenagem deverá representar 35%", afirma Turra. Hoje, a capacidade de armazenagem das cooperativas paranaenses é de 14,5 milhões de toneladas; em todo o Estado, é de 25 milhões de toneladas. |
terça-feira, agosto 24, 2010
MATO GROSSO [In:] ... EM SE PLANTANDO...
Concentração da soja no MT
| Valor Econômico - 24/08/2010 |
Na safra 2009/10, os 20 maiores produtores de soja do Mato Grosso foram responsáveis por 20% da área plantada com a cultura no Estado. Na safra 2004/5, esse percentual foi de 9%. Grandes produtores de soja ampliam domínios em MT
Levantamento divulgado ontem pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) confirma a aceleração do movimento de concentração na produção de soja do Estado nos últimos anos. Os novos dados mostram que, na última safra (2009/10), os 20 maiores sojicultores radicados em Mato Grosso semearam 1,2 milhão de hectares, ou 20% de uma área total estimada pela entidade em 6 milhões de hectares. Em 2004/05, os gigantes da soja ocuparam 533,7 mil hectares, ou 9% da área total da cultura no Estado. Na análise que divulgou, o Imea - instituto privado sem fins lucrativos vinculado à associações que representam agricultores - credita a tendência aos ganhos de escala obtidos com a expansão das áreas de plantio e à entrada de grupos estrangeiros no Estado. E mesmo os estrangeiros "profissionais", aqueles que investem no Brasil realmente para produzir e exportar, também precisam dessa escala, já que um dos principais problemas enfrentados pelos agricultores de Mato Grosso é a logística deficiente. No total, o Estado tem, hoje, cerca de 4,6 mil produtores de soja; há cinco anos, eram 6 mil. Conforme Otávio Celidonio, superintendente do Imea, o movimento de concentração na soja é mais intenso em áreas de exploração mais recente no oeste, como nos arredores do município de Sapezal, e menos significativo em polos como o de Sorriso, no médio-norte mato-grossense. Em Sapezal, informou ao Valor, uma propriedade "típica" já tem cerca de 2,5 mil hectares; em Sorriso, fica em torno de 1 mil, ainda que existam propriedades bem maiores. Neste oeste de grandes produtores, lembrou Celidonio, os incrementos se dão por meio de aquisições e arrendamentos, e muitas vezes envolvem áreas de outros grandes com problemas. Há casos na região, atualmente, de produtores com dívidas da ordem de R$ 600 por hectare. Em fronteiras como Sorriso, onde a ocupação da terra pelos agricultores já é mais antiga, a organização entre eles também é maior. Há, por exemplo, pools bem estabelecidos para comprar insumos e comercializar a produção. Ao norte de Sorriso, já no bioma amazônico, questões ambientais também freiam negócios. De qualquer forma, diz Celidonio, a estrutura financeira ainda é um gargalo para muitos agricultores do maior Estado produtor de soja do país. "A eficiência não pode estar só no campo. O associativismo, o cooperativismo e a formação de condomínios podem ajudar. Mas a concentração deve continuar". |
terça-feira, julho 22, 2008
REPORTAGEM ESPECIAL. REVISTA ''VEJA''
Sorriso/MT
De grão em grão
Em trinta anos, o mato, a poeira e a escuridãoderam lugar à capital mundial da soja
A prosperidade de Sorriso sintetiza o progresso que a soja semeou pelo Centro-Oeste brasileiro. No fim dos anos 70, o lugar era coberto pelo cerrado. O único vestígio de civilização era uma rodovia recém-construída que ligava Cuiabá a Santarém. O governo colonizara a região com agricultores pobres do Sul do país. Lá, os desbravadores só encontraram onças, cobras, mosquitos e doenças. Sua situação era tão desalentadora que eles passaram a repetir como um mantra o ditado "é melhor sorrir do que chorar". Foi daí, e não de qualquer alusão alvissareira, que saiu o nome Sorriso. Apesar das dificuldades, o povoado foi instalado em uma região com sol abundante, chuvas regulares e terreno plano, perfeitos para as lavouras mecanizadas. Essas condições permitem que fazendas como as do gaúcho Darcy Ferrarin produzam o ano inteiro. Nas entressafras da soja, ele planta milho ou capim para a engorda de gado. A tecnologia avançada permite que ele fature vinte vezes mais do que há dez anos plantando na mesma área.

Graças à expansão das lavouras de soja e às centenas de empresas que se estabeleceram na cidade em função delas, a economia municipal cresceu 64% nesta década. A receita da prefeitura atingiu 77 milhões de reais, dez vezes mais do que quando o município foi emancipado, em 1986. Esse salto possibilitou, entre outros avanços, o fornecimento de água tratada e de energia elétrica para 100% das residências. Quase todas as ruas foram pavimentadas. As dezenove escolas da rede municipal dispõem de laboratório de informática com internet de banda larga. A prefeitura montou uma frota de 36 ônibus para servir aos alunos que moram na zona rural. Esses benefícios estão explicitados nos indicadores sociais locais. VEJA listou os municípios que melhor mesclaram o crescimento com desenvolvimento da educação, da saúde e da tecnologia. Sorriso aparece em 12º lugar nessa lista. Por essa conjunção de fatores, tornou-se uma das cidades cuja população mais cresceu nesta década: 55%.
O lado nefasto da bonança apareceu no aumento da criminalidade, que é maior do que a média brasileira. Combater esse mal deveria ser uma das prioridades de Sorriso. Mas, por enquanto, a prioridade da cidade ainda é acelerar seu processo de enriquecimento. Para isso, pretende reduzir sua dependência da soja. A prefeitura dá incentivos à industrialização. Já atraiu um frigorífico de aves e outro de peixes, que se estabeleceram na cidade para aproveitar a proximidade das fábricas de farelo de soja, matéria-prima da ração desses animais. Agora, tenta conquistar um terceiro, de carne bovina, e um centro de pesquisas da Embrapa. A crença em um futuro promissor é tamanha que a prefeitura está construindo um centro de convenções para 1 700 pessoas em um dos novos bairros da cidade. Os migrantes que desbravaram o cerrado mato-grossense não encontram mais motivos para chorar.
http://veja.abril.com.br/230708/p_078.shtml
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quinta-feira, maio 15, 2008
MINC-MEIO AMBIENTE-MAGGI-LULA: UM BOM CALDO!
Secretário de Meio Ambiente do governo Sérgio Cabral, Minc disse que não aceitaria ser ministro. Chegou mesmo a apresentar uma boa razão: “O Rio de Janeiro eu conheço muito bem, o Brasil eu conheço muito mal". Enquanto o futuro ministro falava na capital parisiense, Lula ouvia, em Brasília, um “não” do petista Jorge Viana (AC), preferido do PT para a vaga de Marina. Imaginando-se fora do páreo, Minc animou-se a descer a lenha no governador de Mato Grosso, o mega-sojicultor Blairo Maggi, aliado do presidente da República. “Você pega o governador do Mato Grosso, ele próprio o maior produtor de soja do mundo, com a polícia na mão dele. E, se deixar, ele planta soja até nos Andes. Então, não é mole”. De fato, é acerba, sob Lula, a vida do responsável pela gestão do meio ambiente. Marina Silva que o diga! Pedreira maior ainda para um ministro que já chega comprando as brigas da antecessora e esclarecendo que conhece “muito mal” o Brasil. Duro, muito duro, duríssimo.
Escrito por Josias de Souza, Folha Online, 1505.
quinta-feira, maio 08, 2008
CONAB/SAFRA DE GRÃOS-2008: RECORDE
Conforme os técnicos da estatal, as boas condições climáticas registradas nos últimos meses, com melhor distribuição das chuvas em todo o País, além de mais investimentos e melhor tecnologia no campo, continuam elevando a produção nacional.
O maior destaque continua com a soja, que participa com 41,89% do total (59,50 milhões de t) e 1,9% superior à produção passada, de 58,39 milhões de t. Em seguida vem o milho, com 40,69% da safra (57,80 milhões de t). Isso representa 6,43 milhões de t a mais que o do período anterior. Juntas, essas culturas são responsáveis por 82,59% da produção nacional.
Para realizar este levantamento, os técnicos da Conab consultaram, no período de 22 a 25 de abril, 1.053 representantes de cooperativas e órgãos públicos federais, estaduais e municipais, de 350 municípios de todo o País.
quarta-feira, fevereiro 14, 2007
PARANÁ: SEMENTES TRANSGÊNICAS [ ! ]


Foi realizada ontem, na sede do Ministério Público do Paraná, uma reunião com dez cooperativas e empresas que comercializam produtos agrícolas e sementes, para discutir a separação entre sementes transgênicas e convencionais, vendidas aos agricultores do Estado. A reunião também contou com a presença de representantes das Secretarias Estaduais da Agricultura, Saúde, Indústria e Comércio, da Claspar (Empresa Paranaense de Classificação de Produtos), do Tecpar (Instituto de Tecnologia do Paraná) e da Casa Civil.
O objetivo do Ministério Público era propor um termo de ajustamento de conduta que garantisse a pureza das sementes aos agricultores que compram a espécie comum, e que garantisse a esses produtores a compra da safra como produto integralmente convencional. “Não podemos aceitar que as empresas vendam sementes convencionais que contenham porcentagem de sementes geneticamente modificadas e que, depois, na hora de comprar a safra do produtor, a considerem transgênica e queiram cobrar royalties por isso”, afirma o promotor de Justiça Edson Luiz Peters, que conduziu a reunião.
As dez empresas que participaram da audiência, juntamente com mais uma, que não pôde estar representada na reunião, tiveram amostras de suas sementes convencionais analisadas pela Claspar, e nelas foi encontrada percentagem de produto transgênico. As empresas argumentam que deve haver certa tolerância, já que seria tecnicamente impossível separar completamente as sementes convencionais, e que haveria fundamentação legal que permitiria um certo grau de mistura entre os grãos.
Ao final da reunião foi estabelecido prazo de 30 dias para que as empresas analisassem a proposta de ajustamento de conduta do MP, e encaminhassem novos documentos e fundamentações ao órgão, que abriu procedimento específico para tratar do assunto. (Fonte: O Estado do Paraná).
quinta-feira, fevereiro 08, 2007
SOJA: "NEM SÓ DE PÃO VIVE O HOMEM..."

O gerente do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), Neuton Alves Rocha, disse que a alta na cotação dos preços dos produtos agrícolas no mercado internacional, aliada às boas condições climáticas, deverá garantir uma recuperação do setor no País em 2007, com melhoria na renda dos produtores.