PENSAR "GRANDE":

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[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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quinta-feira, novembro 07, 2013

''SE ALGUÉM PERGUNTAR POR MIM/ DIZ QUE FUI POR AÍ...'' (Jair Rodrigues)

07/11/2013
A vida na corte: Presidente fujona


Aprender a guiar moto é um dos desejos que a presidente Dilma gostaria de realizai: Em entrevista ao sistema RBS, ela contou que dribla a segurança quando pode e foge. Perguntada se era para namorar, respondeu: "Infelizmente, não. Seria bom, um momento de relaxamento." Dilma disse que teria remarcado a ida aos EUA se Obama tivesse pedido desculpas pela espionagem.


Vida Normal: Escapulidas presidenciais
Dilma conta que tem fugido bastante da segurança para evitar as limitações impostas pelo cargo, mas que, "infelizmente, as fugas não têm sido para namorar, o que seria relaxante


-Porto Alegre- 

As limitações impostas pelo cargo incomodam a presidente Dilma Rousseff, que gostaria de ter mais liberdade para caminhar sozinha pela rua sem ser incomodada. A presidente conta, no entanto, que tem driblado a segurança do Planalto, sempre que possível, para relaxar, como no passeio de moto com o ex-ministro-adjunto da Previdência Carlos Gabas, em agosto.

— Reclamo de não poder andar na rua. Porque vamos eu e a segurança, né? E todo o incômodo que cerca a segurança — disse Dilma, acrescentando que a capital federal ainda traz problemas específicos a possíveis escapulidas: — Brasília tem um inconveniente porque não tem esquina, como nas outras cidades. Não tem como eu caminhar até ali e comer uma coisa. Mas eu ando fugindo bastante, sabe? Uma pessoa que foge não fica contando que foge, mas é fácil fugir.

Perguntada na entrevista à RBS se fugia para namorar, a presidente não se mostrou incomodada com a indiscrição:

— Infelizmente, não é para namorar. Seria muito bom que eu estivesse fugindo para isso, pois seria assim um momento de grande relaxamento. Mas não é para isso, não — respondeu.

Dilma narrou um episódio, em Belo Horizonte, em que sugeriu ao general responsável por sua segurança uma caminhada pela Praça da Liberdade.


— Eu olhei para a Praça da Liberdade, onde aprendi a andar. Estava entrando no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) e disse para o general que era responsável pela segurança: "General, vamos ali naquela praça, sem gente?" Aí eu andei (com ele). Mas não durou muito, não. 

Vinha assim uma barreira, uma coluna de câmeras, aí não pude andar (mais) — contou.

Dilma disse também que nunca mais dirigiu seu carro, que está parado desde o início do mandato, em 2011, e revelou que, se tivesse tempo, gostaria de tirar habilitação para guiar motos.

— Se tivesse tempo, ia fazer, sim. Ainda não descartei essa hipótese, deve ser muito interessante, uma emoção grande. Agora eu entendo por que tem tanto motoqueiro. É uma grande sensação de liberdade — descreveu sobre o passeio com Gabas.

A presidente contou que o momento mais difícil de seu mandato foi enfrentar os familiares das vítimas do incêndio da boate Kiss, em Santa Maria, ocorrido em janeiro:

— Do ponto de vista pessoal, o momento mais dramático foi em Santa Maria, porque ali você enfrentava a dor humana sem nenhum bloqueio. É muito difícil isso. Momentos de comoção de comunidades são momentos muito fortes. A dor é muito tangível. (Flávio Ilha)


adicionada no sistema em: 07/11/2013 03:48

segunda-feira, agosto 26, 2013

''EASY RIDER'' or ''FREE RIDER'' ?

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Dilma driblou seguranças e saiu de moto pelas ruas de Brasília, diz ministro

“Coloquei o capacete e saí andando de moto pelas ruas de Brasília.” A revelação, com ares de felicidade, foi feita de forma absolutamente casual pela presidente Dilma Rousseff a um incrédulo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB-MA).
“Eu também não acreditei na hora, mas, quando encontramos o Amaro no elevador, passei a acreditar”, disse o ministro, ao perceber a reação dos repórteres à história. A conversa, segundo Lobão, ocorreu durante um encontro na semana passada.
Lobão se referia ao chefe da Segurança Presidencial, general Marcos Antônio Amaro, com quem ele e Dilma esbarraram ao final da conversa. Dilma foi logo se gabando: “Nem ele ficou sabendo”, disse, confiante de que sua escapada havia sido sigilosa.
O general surpreendeu a presidente. “Fiquei sabendo, sim, mandei acompanhar a senhora”, foi logo dizendo o chefe da segurança de Dilma, informando que havia orientado uma equipe a segui-la à distância para não acabar com o sentimento de que estava fazendo uma aventura às escondidas.
Como se queixam alguns ex-presidentes, no Brasil o governante acaba desaprendendo a abrir portas com a própria mão.

Jean Galvão/Editoria de Arte/Folhapress

Ao relatar sua experiência, cuja data não foi revelada, Dilma contou ao ministro sua sensação de andar de moto pela capital: “Senti melhor os ares de Brasília”.
Foi um elogio poético, dado que a cidade passa pelo seu tradicional período de seca, quando a umidade do ar chega a níveis saarianos.
É incerto se Dilma estava na garupa de alguém ou se arriscou-se a pilotar. Segundo o Palácio do Planalto, que não comentou a estripulia, a presidente não tem carteira de habilitação nem sabe dirigir motocicletas.
Ainda surpreso pela revelação, Lobão cobrou da presidente os riscos de segurança envolvidos no hobby: “A senhora não tem de se preocupar só com você e a Paula [filha da presidente], tem de se preocupar também com 200 milhões de brasileiros”.
Dilma sorriu, agradeceu a preocupação do ministro, mas disse: “A vida é cheia de riscos. Tudo que se faz na vida importa riscos”.
Ao ouvir da Folha o relato de Lobão, um ministro próximo de Dilma mostrou-se descrente. “A presidente, andando de moto? Não acredito”, disse. Mas há precedente na relação da mandatária com as máquinas.
O secretário-executivo do Ministério da Previdência Social, Carlos Gabas, é um apaixonado por motos. Dono de uma Harley-Davidson, marca mítica norte-americana, ele conta que Dilma não só pediu para subir no modelo como posou para fotografia.
A fuga não é inédita. Como lembrou Lobão, o general João Batista Figueiredo (1918-1999) costumava deixar os seguranças loucos ao escapar para voltinhas de motocicleta durante sua Presidência (1979-1985).
“Foi uma aventura da presidente. Ela merece. O cargo limita muito as opções de lazer dela. Não dá para frequentar normalmente teatro, cinema, restaurantes”, disse.
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sexta-feira, abril 05, 2013

INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA: O IPI COMO ''MÃO ÚNICA''

05/04/2013
Montadoras dependem do anabolizante tributário


A indústria automobilística mostrou resultados expressivos em março e espera um crescimento da produção de 4,5% em 2013, segundo o presidente da associação das montadoras (Anfavea), Cledorvino Belini. O que está em questão é se o quarto maior mercado do setor no mundo precisa de estímulos tributários para continuar produzindo, vendendo seus produtos e abarrotando o sistema viário.

Os números de março, distribuídos ontem pela Anfavea, são indicativos de uma distorção. A produção aumentou 39,2%, em relação a fevereiro, e 3,4%, em relação a março de 2012, mas os licenciamentos (ou seja, as vendas para os consumidores finais) evoluíram bem menos (respectivamente, +20,8% e -5,5%).

O resultado foi um aumento dos estoques nas montadoras e concessionárias, que passaram de 310,3 mil veículos, em fevereiro, para 330,5 mil, em março. Isso se explica por que, enquanto havia dúvida sobre a alíquota de IPI (que deveria aumentar), a indústria produziu mais. Mas no final do mês, quando já se prenunciava a prorrogação da redução do IPI (anunciada pelo ministro da Fazenda dia 30/3), consumidores adiaram a decisão de compra. A Anfavea admitiu que esperava um comportamento melhor das vendas de veículos em março. A entidade parecia prever que a regra do IPI fosse mantida.

Os argumentos do governo para manter os privilégios tributários são o peso do setor automobilístico na produção industrial e a geração de empregos. Entre fevereiro e março houve um pequeno recuo no número de empregados nas montadoras, de 152 mil para 151,9 mil, mas, em relação a março de 2012, esse número aumentou 4,8%. O benefício do IPI de fato fortalece o emprego nas montadoras. Os empregados do setor conquistaram situação de privilégio em relação aos das indústrias que não recebem incentivos fiscais.

O comportamento do mercado automotivo sugere a existência de outras distorções. Por exemplo, na comparação entre os meses de março de 2013 e 2012, houve uma queda de 26,9% na produção de motocicletas, segundo a entidade dos fabricantes (Abraciclo). A retração foi de 25,1% entre os primeiros trimestres do ano passado e deste ano.

Mais do que flutuações mensais do mercado de veículos leves, o aumento das vendas internas no atacado de máquinas agrícolas e automotrizes - de 18% entre fevereiro e março e de 29,6% entre os primeiros trimestres de 2012 e 2013 - é um fato positivo, indicando a disposição de investir.
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