A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
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quarta-feira, novembro 13, 2013
A CAIR DE MADURO
| 13/11/2013 | |
quinta-feira, novembro 07, 2013
BRASIL! QUAL O TEU NEGÓCIO? O NOME DO TEU SÓCIO? (Cazuza)
| 07/11/2013 | |
quarta-feira, novembro 06, 2013
A CAIR DE MADURO...
| 06/11/2013 | |
quarta-feira, outubro 16, 2013
''QUEM DÁ MAIS???''
| 16/10/2013 | |
segunda-feira, agosto 26, 2013
''O MEU PAPEL/ MEU CANUDO DE PAPEL/ ..." (Martinho da Vila)
| 26/08/2013 | |
quarta-feira, maio 29, 2013
LEI SECA. "CARACAS'' !!!
| 29/05/2013 | |
terça-feira, maio 07, 2013
MADURO/VENEZUELA: ''EL CONDOR PASA'' (?)
| 07/05/2013 | |
sexta-feira, maio 03, 2013
PODRES PODERES (Caetano Veloso).
| 03/05/2013 | |
terça-feira, abril 23, 2013
''MIS HERMANOS SON POCOS''
| 23/04/2013 | |
Contrastes latinos
:: Carlos Alexandre
A vitória do colorado Horacio Cartes nas eleições presidenciais do Paraguai constitui um capítulo importante na conjuntura latino-americana.
Ainda é prematuro formar algum prognóstico sobre o novo mandatário, egresso do partido que governou Assunção durante décadas, sustentou o lastro político do ditador Stroessner e acumula um histórico de corrupção.
A volta do conservadorismo após a malfadada experiência esquerdista de Fernando Lugo e a transcorrência do pleito sem incidentes demonstram, entretanto, que o eleitor paraguaio parece convencido de que é preciso buscar novo caminho, tentar uma mudança.
Passado o período obscuro dos regimes ditatoriais com forte participação dos militares, o caudilhismo permanece uma sombra constante nas democracias do subcontinente. Mas parece sensato dar um crédito de confiança ao novo ocupante do Palácio de López.
O bem-sucedido processo eleitoral paraguaio contrasta com a conturbada ascensão de Nicolás Maduro.
De comportamento histriônico, o novo presidente venezuelano repete o estilo teatral do ex-presidente: não tolera manifestações da oposição, sataniza os Estados Unidos sem abrir mão dos petrodólares e acredita ser vítima de uma conspiração.
O resultado das urnas em Caracas indica que, se não existiu fraude, há uma concreta divergência da “revolução bolivariana” adotada como um mantra por Hugo Chávez e asseclas.
Do ponto de vista político, o Paraguai revela uma aproximação com o Chile, ao passo que a Venezuela caminha a passos seguros no populismo, assim como a Argentina.
A questão mais relevante nesse contexto, porém, não são as desgastadas classificações de conservadores e liberais, direita ou esquerda, reacionários ou revolucionários. Especialmente ao sul do Equador — e o Brasil não foge à regra —, está provado que o discurso político se adequa às circunstâncias, não havendo, portanto, muito escrúpulo em dispensar a coerência entre atos e palavras. Permanece útil, assim, identificar as necessidades econômicas e sociais dos países em novo mandato presidencial. Como costuma ser a tônica latino-americana, Paraguai e Venezuela precisam com urgência aplicar políticas para dirimir a pobreza, promover o ajuste fiscal, manter o funcionamento das instituições e assegurar a plena democracia. Quanto ao Brasil, como já mencionei neste espaço em outras ocasiões, o país perde excelente oportunidade de aprofundar a liderança regional. Exerce um papel protocolar, quando não equivocado, para o desenvolvimento do subcontinente. Lamentável. |
sexta-feira, abril 19, 2013
''YO TENGO TANTOS HERMANOS'' (pt saudações)
| 19/04/2013 | |
O apoio de Dilma a Maduro
Quando estiver hoje na Venezuela para prestigiar a posse do presidente eleito Nicolás Maduro, a presidente Dilma Rousseff estará dando apoio formal, pretensamente em nome de todos os brasileiros, a um governo cuja legitimidade é, no mínimo, controversa.
O modelo de democracia que subsiste na Venezuela à custa de sucessivas vitórias eleitorais perdeu o viço com o "empate" do último pleito, expondo, sem mentiras e meias palavras, o caráter autoritário da "revolução bolivariana".
Não há mais uma figura carismática como a de Hugo Chávez, nem mesmo na forma de um passarinho, capaz de fazer os venezuelanos acreditarem que o país em que vivem, com toda a sua violência, corrupção e carestia, é o paraíso socialista na Terra.
Restaram apenas os medíocres lugar-tenentes do falecido caudilho, que só se garantem no poder graças ao aparelhamento governista de todas as instituições da república, uma máquina ubíqua montada para intimidar qualquer forma de oposição.
É por isso que, a despeito das justificadas desconfianças oposicionistas sobre a lisura da eleição de Maduro, o herdeiro de Chávez assume o poder sem que se lhe oponha qualquer resistência jurídica. Quando a presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Luisa Mo- rales, acusa o candidato derrotado Henrique Capriles de "enganar" os venezuelanos, por exercer seu direito de pedir a recontagem dos votos, é porque não há mais uma verdadeira democracia - se é que, sob o chavismo, algum dia houve.
No Conselho Nacional Eleitoral (CNE), a farsa foi completa. Em tempo recorde, proclamou-se Maduro vencedor, mesmo com a reticência do único de seus integrantes que não é chavista, Vicente Díaz, que defendera a recontagem. É esse mesmo CNE que não apurou nenhuma das denúncias sobre o uso ilegal, à luz do dia, da estrutura do Estado para favorecer o candidato oficialista; que não se incomodou com a exposição permanente desse mesmo candidato em todas as emissoras de TV, fazendo campanha explícita inclusive no período em que isso era expressamente ilegal, num favorecimento flagrante; e que não investigou as centenas de denúncias de intimidação de eleitores, de urnas fraudadas e de propaganda governista ilegal.
Como Dilma deveria saber, democracia não se torna autêntica apenas pelo ato de depositar um voto numa urna.
Os chavistas, cada vez que se expõe o autoritarismo de seu governo, enfileiram como argumentos para provar seu caráter democrático as tantas eleições que Chávez venceu, cuja lisura foi atestada por observadores internacionais. Como toda malandragem retórica, esta ignora o fato de que eleições são apenas um dos instrumentos da democracia, que só funciona se houver instituições sólidas e independentes e estiverem garantidas a liberdade de expressão e a alternância no poder.
Nada disso há na Venezuela, como acaba de provar o presidente da Assembleia Nacional, Diosdado Cabello, que mandou destituir os oposicionistas das comissões parlamentares. "Deputado opositor que não reconhecer Nicolás Maduro presidente não será reconhecido pela Assembleia Nacional", anunciou Cabello, mui democraticamente.
Diante dos mortos em confrontos de manhã e das incertezas sobre os resultados da eleição, diversos países adiaram o reconhecimento da vitória de Maduro. Para os EUA e a União Europeia, a recontagem pedida por Capriles seria importante para conferir ao eleito a legitimidade que está sob suspeição.
Mas o governo de Dilma, alinhado a bolivarianos de carteirinha como Argentina, Bolívia e Equador, tratou rapidamente de endossar Maduro e, por tabela, criar um clima de confronto com os EUA - que Maduro tratará de explorar ao máximo, para ganhar legitimidade no grito.
Ao manifestar apoio integral a Maduro, o ex-presidente Lula, chefe de Dilma, escancarou essa estratégia; "De vez em quando, os americanos se dedicam a pôr em dúvida a eleição alheia. Deveriam se preocupar consigo mesmos e deixar que nós elejamos o nosso destino". O problema é que, na Venezuela, esse "nós" não inclui a oposição.
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quarta-feira, abril 17, 2013
VENEZUELA: O "DAY AFTER"
| 17/04/2013 | |
Visão do Correio
:: Vitória frágil
Assim como o dinheiro não aceita desaforos, a democracia costuma castigar quem dela desdenha, ou pensa poder lançar mão de seus princípios com propósitos totalitários. Mais dia menos dia, a conta da economia não fecha e o palanque da ditadura disfarçada de democracia simplesmente desaba. É o que acabam de comprovar as urnas da Venezuela. Depois de recorrer a tudo para legitimar a condição de herdeiro de Hugo Chávez, o candidato do anacrônico socialismo bolivariano, Nicolás Maduro, indicado meses antes pelo próprio criador do chavismo, obteve constrangedora vitória de Pirro.
O uso abusivo da máquina pública e das redes de TV a serviço do governo — pouco restou, aliás, da mídia privada ante toda sorte de perseguição oficial —, sem contar o desdobramento exagerado da comoção natural gerada pelo falecimento de Chávez, fazia parecer verdadeiras as bravatas de que os venezuelanos descontentes eram ínfima minoria "comprada" por antiga elite exploradora do povo.
Não foi o que emergiu das urnas. O chavismo venceu, mas não conseguiu diferença superior a 1,77%, o que seria natural em disputa em que os candidatos pudessem contar com os mesmos aparatos e condições.
Maduro não foi além de 50,66% dos votos, resultado constrangedor para a expectativa que sua campanha criou e revelador de até uma então insuspeita decadência do regime.
Henrique Capriles, que no ano passado tinha sido derrotado por Chávez por mais de 11 pontos percentuais de diferença, cresceu mais de cinco pontos este ano ao receber 49,07% dos votos válidos. Mais importante: o crescimento não se concentrou em regiões mais prósperas, mas espalhou-se por quase todo o país. Boa parte do eleitorado pobre, apesar de ser atendido por programas sociais do governo, preferiu não votar no chavismo sem Chávez.
A verdade é que não deu mais para esconder a difícil situação da economia, deixada em segundo plano pelo projeto bolivariano.
Conduzindo o país com mão de ferro, sufocando a imprensa, dominando o Legislativo e submetendo o Judiciário, Chávez moldou a Constituição a seus propósitos.
Obteve avanços no campo social, mas não percebeu que um fracasso na economia poderia pôr tudo a perder. Confiou na capacidade do petróleo para financiar os programas sociais e descuidou da infraestrutura econômica.
A Venezuela importa, hoje, 70% do que come e tornou-se o país mais violento e inseguro do continente.
Maduro não terá vida fácil pela frente. Não dá mais para tocar o projeto bolivariano sem remédios amargos e impopulares a fim de trazer a economia de volta à produção e à competitividade. E o "filho de Chávez", como ele mesmo se autodenomina, não terá como fazer tudo isso sem reconhecer a oposição. As urnas obrigaram o chavismo a cumprir, pela primeira vez desde que o coronel chegou ao poder em 1999, um dos mais elementares rituais da democracia, regime em que a minoria tem de ser ouvida, mais ainda quando trouxe das urnas quase metade dos votos.
E a oposição terá agora a chance de se redimir de erros e omissões, que permitiram que o povo venezuelano fosse submetido a ultrapassado caudilhismo em pleno século 21.
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segunda-feira, abril 15, 2013
quinta-feira, abril 11, 2013
QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?
SINOPSES - RESUMO DOS JORNAIS
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Em 12 meses, taxa oficial fica em 6,59%, e mercado aposta em alta da Selic na semana que vem.
Em março, o custo de vida subiu 0,47%, puxado pela alta de alimentos. Ficaram mais caros cebola, tomate, açaí, cenoura, feijão-carioca e batata-inglesa. Devido ao aumento do salário mínimo, o item empregado doméstico passou de 1,12% para 1,53%, na maior contribuição para o índice. Em 12 meses, o tomate subiu 122%. O custo de vida furou o teto da meta (6,5%) pela primeira vez desde novembro de 2011. Para os mais pobres, que ganham até cinco salários mínimos, a taxa foi ainda maior: 7,22%. O mercado aposta em alta de juros já na semana que vem. (Págs. 1 e 19 e 20, Míriam Leitão e Editorial “País precisa ser convencido de que a inflação cairá”)
A inflação acumulada em 12 meses medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) atingiu 6,59% em março, a maior desde novembro de 2011, e superou o teto da meta do governo (6,5%). O indicador, divulgado ontem pelo IBGE, faz aumentar a pressão de economistas e do mercado por uma resposta do Banco Central, com a elevação da taxa básica de juros, atualmente em 7,25%. A próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) está marcada para a semana que vem. Apesar disso, a alta de preços recuou em março, ficando em 0,47%, em relação a fevereiro (0,60%). Os alimentos foram os principais responsáveis pelo estouro da meta, respondendo por cerca de 50% da inflação em 12 meses. O índice também foi puxado pelo setor de serviços, que, com alta de 8,37%, tem quatro itens entre os dez de maior impacto: refeição fora de casa, aluguel residencial, cursos regulares e lanches fora de casa. No primeiro trimestre, só investimentos arrojados superaram a inflação. (Págs. 1 e Economia B1 a B5)
Análises
Celso Ming: Teto perfurado
Está claro que a terapia de panos quentes não funcionou. Segurar a inflação com desonerações tributárias e com adiamento de remarcações criou mais distorções do que controle. (Págs. 1 e B2)
José Paulo Kupfer: Viés político
A decisão do Copom, na próxima semana, está marcada por nítido viés político. Uma pequena alta da Selic é menos improvável do que a real marcha da inflação faria supor. (Págs. 1 e B4)
O projeto do PT era continuísta e buscava fortalecer apenas a si mesmo, golpeando, assim, as possibilidades de alternância de poder. (Págs. 1 e Espaço Aberto A2)
Nós não aprendemos a andar; isso faz parte de uma sequência de eventos que ocorrem de modo semelhante nos seres vivos de uma espécie. (Págs. 1 e Vida A22)
Caiu o risco de um choque nuclear entre Rússia e EUA, mas ainda há o cuidado para se cruzar a rua. E aí aparece Kim Jong-un e sua carrocinha. (Págs. 1 e Caderno 2, D10)
É chocante a despudorada voracidade com que se comportam certos “ministeriáveis”. (Págs. 1 e A3)
Inconformados, familiares, amigos e vizinhos acompanharam o enterro de Isaque Nilton Alves Boschini. Casado, pai de uma menina de 7 anos, o designer gráfico viu quando quatro viciados acendiam pedras de crack na porta do edifício onde morava no Guará 2. Ameaçou chamar a polícia e acabou assassinado a socos e pontapés. Da janela, a mulher dele assistiu a tudo impotente. Jean Carlos Nascimento, 18, e o ex-lutador de muay thai e kickboxing Moisés Maciel Pinto, 41, apontado como o principal agressor, foram presos pela polícia. (Págs. 1, 21 e 22)
As decisões judiciais foram, até aqui, favoráveis aos chineses. Nos dois casos, a Justiça ainda não viu provas inequívocas de violação de direitos de marca, patente ou desenho industrial. No início do mês, a Honda teve mais uma vez rejeitada sua tentativa de impedir a Shineray de vender as duas motos acusadas de plágio. (Págs. 1 e B11)
Para economistas consultados pelo Valor, a combinação de fatores que explica a inflação de março reforça a expectativa de que o Banco Central eleve os juros em breve, mas também dá certa folga para que a alta possa ser adiada até maio ou até evitada, se os dados de abril forem muito melhores. (Págs. 1 e A5)
Uma característica nova no financiamento é que parte do dinheiro deve ser repassada para os franqueados, para construção e modernização de lojas, em condições semelhantes às que o banco empresta para micro, pequenas e médias empresas — TJLP (hoje de 5% ao ano) mais 0,9% ao ano, além do spread de risco. Como o Boticário é bem avaliado, segundo Ana Costa, do BNDES, o spread é baixo. Com isso, os franqueados terão acesso a recursos mais baratos do que conseguiriam nos bancos comerciais. (Págs.1 e B1)
A Vale teve uma boa notícia ontem: conseguiu no Supremo Tribunal Federal (STF) manter liminar que suspendia cobrança fiscal de RS 31 bilhões. Na prática, a Fazenda Nacional não pode executar o débito antes de o Judiciário decidir se a mineradora deve recolher Imposto de Renda e CSLL sobre lucros obtidos no exterior. A decisão foi unânime. (Págs. 1, B11 e E1)
Apesar de anos de cortes orçamentários e de uma profunda reestruturação do setor bancário, a tarefa da Espanha está “incompleta”, disse o relatório. Para a CE, “mesmo as reformas já adotadas nem sempre tiveram efeito completo, devido a atrasos na implementação”. A capacidade de ajuste da economia “continua insatisfatória, com o ônus pesando muito sobre o emprego”. (Págs. 1 e A9)
Sem dólares para importar automóveis ou comprar peças para montá-los no país, as empresas viram desabar sua produção nos últimos anos e as filas nas concessionárias duram de seis a oito meses. As dificuldades iniciaram em 2008, quando os dólares, cujo câmbio é controlado no país, começaram a faltar no mercado. E se agravou em 2009, quando a crise econômica internacional derrubou o preço do petróleo, que representa 96% das exportações venezuelanas, e afetou economia local. Naquele ano, o barril recuou para um preço médio de US$ 61,80 e o PIB caiu 3,2%. (Págs. 1 e A8)
Governo já aceita duas alíquotas interestaduais para o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, de 4% e 7%. (Págs. 1 e A2)
Mário Mesquita
Mudança no discurso das autoridades é um primeiro passo no combate à inflação, mas insuficiente e reversível. (Págs. 1 e A11)
O índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), inflação oficial do país, teve aumento de 0,47% em março. O resultado ficou abaixo dos de fevereiro (0,60%) e de janeiro (0,86%), mas não evitou que no acumulado em 12 meses o indicador atingisse 6,59%, superando o teto da meta estipulado pelo governo (6,5%). A última vez que isso aconteceu foi em novembro de 2011.
Apesar da desaceleração, especialistas acreditam que já possa haver elevação da taxa básica de juro (Selic) na próxima reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central, em 16 e 17 deste mês. A dificuldade de domar o dragão se deve sobretudo à disparada de preços dos alimentos, responsável por 60% do IPCA do mês passado. A maior alta foi a da cebola, que ficou 21,43% mais cara do que em fevereiro. (Págs. 1, 11 a 13)
No sul do Brasil, o número de mulheres que bebem pelo menos uma vez por semana aumentou 52% em seis anos. (Págs. 1 e 36)


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