A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
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quinta-feira, setembro 26, 2013
QUAL O TEU NEGÓCIO?/O NOME DO TEU SÓCIO? (4)
| 26/09/2013 | |
quarta-feira, setembro 18, 2013
BASE GOVERNISTA: UM A MENOS?
Jornais O GLOBO
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| 18/09/2013 | ||
PSB sairá do governo hoje
Após pressão do Planalto, partido oficializa saída do governo federal, no qual ocupa dois ministérios, consolidando a candidatura à Presidência de Eduardo Campos.
PSB oficializa hoje entrega de cargos no governo federal
Decisão consolida candidatura presidencial de Eduardo Campos em 2014
Fernanda Krakovics e Maria Lima
Brasília-
Com um empurrãozinho de PT e PMDB, o presidente do PSB e pré-candidato à Presidência da República, governador Eduardo Campos (PE), precipitou uma decisão adiada até agora. Convocou reunião extraordinária da Executiva Nacional do partido para oficializar decisão preliminar tomada ontem por unanimidade pela cúpula socialista: a entrega dos cargos no governo Dilma Rousseff.
O PSB tem dois ministérios, Integração Regional e Portos, além de cargos no segundo escalão. Com isso, Campos, incomodado com acusações de fisiologismo e com a pressão alimentada pelo Planalto, dá hoje o primeiro passo para consolidar sua candidatura a presidente.
Apesar disso, o discurso é que o partido continuará na base e só baterá o martelo quanto à candidatura presidencial no ano ique vem. O assunto foi discutido ontem em reunião de Campos com a cúpula nacional do PSB. A avaliação foi que a presidente Dilma estaria tentando constrangê-los ao mandar recados, pela imprensa, de que pretendia tirar do govemo o ministro Fernando Bezerra (Integração Nacional), ligado a Campos, por causa das críticas feitas pelo presidenciável do PSB à gestão petista e por causa de sua aproximação com o pré-candidato do PSDB ao Palácio do Planalto, senador Aécio Neves (MG). Campos mostrou irritação com as cobranças e disse que o PSB não entraria num balcão por cargos no govemo:
— Nosso debate não é sobre cargos, é sobre o país. A relação do PSB com a frente política que compõe há mais de dez anos é para ajudar a população, jamais foi presidida por interesses fisiológicos.
Sobre a irritação de Dilma com o apoio ao diplomata Eduardo Saboia, que resgatou para o Brasil o senador boliviano Roger Pinto Molina, e com seu encontro com Aécio, Campos desabafou com interlocutores que o avô Miguel Arraes tinha sofrido com o confinamento em embaixadas. E que entendia muito bem o que se passou em La Paz. Também lembrou que no auge da crise do mensalão, petistas pediram que procurasse Aécio e tucanos para pedir ajuda. E não reclamaram naquela época do encontro.
—Na época da crise do mensalão, o Eduardo Campos foi lá conversar com o Aécio e o PSDB com o Mercadante. Mesmo agora, depois de todo o achincalhe que o PT fez com o PSB nas eleições municipais, o Eduardo não se negou a apoiar : Dilma, a pedido de Lula. Se solidariedade faltou, não foi do PSB —disse um dos participantes da reunião.
Na reunião de ontem, apenas o governador Renato Casagrande (ES) ponderou que talvez fosse melhor esperar mais, porque o desembarque do govemo precipitaria a candidatura de Campos. Embora o socialista já esteja percorrendo o país em campanha, o PSB quer avaliar o cenário, principalmente as pesquisas de intenção de voto, e confirmar sua candidatura.
— Há um incômodo com esse tratamento. Nunca condicionamos o apoio ao governo a cargos. Temos tido postura muito leal em todos os momentos difíceis, ao contrário de outros partidos. Não colocamos a faca no pescoço do governo e expressamos críticas com lealdade. Uma parcela do partido está muito constrangida com esse tipo de situação e quer deixar a presidente Dilma à vontade — afirmou o líder do PSB no Senado, Rodrigo Rollemberg (DF).
— Não somos o partido da boquinha — afirmou Albuquerque, ao deixar a reunião, defendendo a entrega dos cargos.
O governador do Piauí, Wilson Martins, confirmou que o PSB vai entregar hoje os cargos, inclusive os dos ministros Fernando Bezerra Coelho (Integração Nacional) e Leônidas Cristino (Secretaria de Portos):
— Pode apostar na notícia do rompimento.
Hoje, na reunião da Executiva Nacional, o governador Cid Gomes (CE) deve se posicionar contra o desembarque do governo federal. Campos conversou ontem com Leônidas, que é da cota dos irmãos Ferreira Gomes. E deveria ligar para Lula.
Apesar da irritação de Dilma e do PT com os movimentos de Campos, o ex-presidente Lula estava tentando contemporizar, defendendo que o socialista fosse tratado como um aliado, de olho em uma aliança no provável segundo turno das eleições do ano que vem. Para Lula, Dilma só deveria mexer em sua equipe em janeiro.
Colaborou: Efrém Ribeiro; de Teresina
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segunda-feira, junho 03, 2013
... A BOMBORDO
Titanic do Planalto
Autor(es): Paulo Pereira da Silva |
| O Globo - 03/06/2013 |
Tema em discussão : Modernização dos Portos
A MP dos Portos é um Titanic brasileiro. A medida irá destruir nosso sistema portuário, precarizar as condições de trabalho nos portos e ampliar o processo de privatização de um setor estratégico, beneficiando grandes empresários e resultando em enormes prejuízos para o país.
Um dos mecanismos mais perversos da MP impacta diretamente no trabalho portuário e prejudica os trabalhadores, já que portos privados não serão obrigados a contratar os trabalhadores inscritos no OGMO (Órgão Gestor de Mão de Obra), o que vai resultar em perdas de direitos, desemprego e prejuízos para as cidades portuárias.
Para evitar esse desastre, propus nas reuniões com o relator da MP, senador Eduardo Braga - que acolheu, mas estranhamente não incluiu no texto final -, a obrigação de utilização dos trabalhadores registrados nos OGMOs nos portos privados. Com a rejeição da medida no texto, os portuários ficaram prejudicados. E mais. Não há dúvidas: os portos públicos vão quebrar, não terão como competir com os privados, que contarão com uma série de benefícios - não pagarão outorga e não terão a burocracia dos estados -, e os trabalhadores vão perder muitos direitos. É um verdadeiro jogo de cartas marcadas!
Infelizmente, todo o processo da MP foi marcado pela intransigência do governo, que evitou dialogar e estabelecer um debate democrático com as entidades do setor. Nossa luta incluiu mobilizações, panfletagens e greves. Tivemos que invadir um navio chinês para mostrar ao país que chineses estão ilegalmente ocupando trabalho dos nossos portuários. E foi com esta luta e pressão que conseguimos algumas conquistas, como a manutenção da guarda portuária, o estabelecimento de uma renda mínima e uma aposentadoria especial para os trabalhadores em portos.
Mas também chegamos ao ponto de ser tratados como adversários do governo a serem fulminados. Só para lembrar, como fomos críticos ao modelo proposto na MP dos Portos, sofremos espionagem da Abin (Agência Brasileira de Inteligência), realizada com objetivo de nos intimidar e amordaçar o movimento sindical.
O governo usou a máquina para divulgar a falácia de que o atual modelo de portos estava alavancando o chamado "custo Brasil". Ora, vamos aos fatos. Só para citar um exemplo, nossos portuários de Paranaguá (PR) recebem apenas 17 centavos para embarcar carros que valem R$ 200 mil. Isso mesmo, 17 centavos por carro embarcado! E o sistema funciona desta forma: o portuário pega o veículo, dirige cerca de um quilômetro, embarca, sobe as escadas do navio de volta, caminha o mesmo quilômetro e começa tudo de novo. Pense: 17 centavos, no valor de um bem de R$ 200 mil.
Enfim, podemos definir a MP dos Portos como um Titanic porque é algo grandioso lançado com estardalhaço e que deixará muitas vítimas pelo caminho - no caso, a sociedade brasileira, especialmente os trabalhadores portuários.
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quinta-feira, dezembro 20, 2012
PIB, PIBINHO, PIBÃO * ('A huge PIB')
...
Dilma diz esperar um
'pibão grandão' para o próximo ano
(*) 'Meu pintinho amarelinho/
Cabe aqui na minha mão/
Na minha mão...' (Gugu Liberato).
Leia mais em:
segunda-feira, março 05, 2007
REFORMA MINISTERIAL: A HORA E A VEZ DOS "PUXADINHOS" *

LULA COGITA EM CRIAR UMA NOVA PASTA: PORTOS E AEROPORTOS.
Às voltas com dificuldades para acomodar no governo representantes de todos os partidos que o apóiam, Lula já cogita criar uma nova pasta. Batizou-a de Secretaria de Portos e Aeroportos. O titular teria status de ministro de Estado. Recebeu a sugestão da ministra Dilma Roussef (Casa Civil). E gostou da idéia. Há quatro dias, Lula ofereceu o novo cargo ao PSB. Seria uma compensação pela perda do ministério da Integração Nacional, hoje gerido por Pedro Brito, homem de confiança do deputado Ciro Gomes (PSB-CE). Neste domingo (4), Lula voltou a mencionar, dessa vez em diálogo com um auxiliar, a possibilidade de esticar a Esplanada. Na conversa com o dirigente socialista, o presidente informou que deve mesmo nomear para a Integração Nacional o deputado Geddel Vieira Lima (BA), do PMDB. Apresentou duas alternativas ao interlocutor. Poderia compensar o PSB com a pasta do Turismo ou com a nova secretaria de Portos e Aeroportos. Chegaram a discutir nomes para a nova pasta. Fixaram-se em dois: os deputados Márcio França (SP), líder do PSB na Câmara; e Beto Albuquerque (PSB-RS), líder interino do governo. Nesta segunda ou terça-feira, França e Albuquerque serão consultados pela direção do partido sobre o interesse de assumir a nova secretaria. Lula foi informado, uma vez mais, de que Ciro Gomes, ministro da Integração no primeiro mandato, não quer voltar ao primeiro escalão do governo. Desistiu de insistir. A despeito disso, afirmou que vai prestigiar Ciro nomeando Pedro Brito, o atual titular da Integração, para um cargo de relevo. Mencionou Sudene, Banco do Nordeste ou uma diretoria do BNDES. Como alternativa a Ciro, o PSB pretendia sugerir a Lula a nomeação de Renato Casagrande (SE), líder do partido no Senado. Mas Casagrande, recém-eleito senador, informou que prefere ficar no Legislativo. Daí as cogitações em torno de Márcio França e Beto Albuquerque. Se levar adiante a idéia de criar a nova secretaria, Lula passará a dispor de 35 subordinados com o título de ministro. São ocupantes de ministérios e de cargos com status ministerial. Nunca na história desse país um governo teve tantos ministros. Ao assumir a presidência, em 1985, José Sarney nomeou 24. Fernando Collor encolheu a Esplanada para 12 ministérios. Itamar Franco esticou-a para 22. Fernando Henrique Cardoso teve 24 ministros no primeiro mandato e 30 no segundo. Lula aproveitou o domingo para avançar na costura do ministério. No diálogo privado que manteve com seu auxiliar, tornou a dizer que não sabe como encaixar Marta Suplicy (PT-SP) na nova equipe. Repetiu que vai manter na Educação o ministro Fernando Haddad. E disse que não vê razões para desalojar Márcio Fortes, do PP, da pasta das Cidades. O que fazer com a Marta Suplicy? Lula dá a entender que preferiria não nomear Marta. Admite oferecer-lhe o Turismo. Mas rumina a esperança de que ela não aceite. Elogia a ex-prefeita. Chama-a de “companheira”. Porém, diz que ela se tornou um problema. Impacienta-se com a insistência do PT reivindicar que seja alojada preferencialmente no ministério das Cidades. De resto, o presidente diz recear que, nomeada, Marta deixe o governo em 2008, para concorrer à prefeitura de São Paulo. Teme também que, tornando-se ministra, ela vire um “alvo” da oposição e mesmo dos partidos governistas, causando-lhe dissabores. Vai discutir o assunto com a direção do PT, que pretende receber nesta semana. Antes de conceder audiência à cúpula petista, Lula pretende ouvir os seus “amigos” do PT. Chamou para uma conversa, nesta segunda-feira (5), o governador da Bahia, Jaques Wagner. Afora o desassossego proporcionado pelo “problema” Marta, o presidente revela-se disposto a nomear o deputado Walter Pinheiro (PT-BA) para o ministério do Desenvolvimento Agrário e a deputada Iriny Lopes (PT-ES) para a secretaria de Direitos Humanos da presidência. (Fonte: Blog do Josias, Folha Online).
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(*) Puxadinho, de "puxar", "esticar"; (v.t., 7. Michaelis, UOL). A expressão "puxadinho", no jargão popular (vox populi), refere-se a pequenas adaptações que vão se agregando ao projeto original da casa para acomodar, por exemplo, "garagem", "área-de-serviço", "quartinho-de-despejo", "canil", entre outros. O dicionário não considerou ainda esta expressão popular.