PENSAR "GRANDE":

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[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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terça-feira, maio 14, 2013

A SERVIR A DOIS OU MAIS SENHORES...

14/05/2013
No ministério, agenda dedicada a reuniões com políticos


BRASÍLIA 

Se o governo é intensamente criticado no Congresso pelo fato de ministros não receberem deputados e senadores, isso não se deve à agenda de Marcelo Crivella. Ele dedica parte significativa de sua agenda a atender deputados e prefeitos, sem distinguir partido ou importância política.

Em algumas audiências, o ministro aproveita para tratar de projetos particulares. Há pouco tempo, mostrou-se animado com a possibilidade de construir torres eólicas de energia na sua Fazenda Nova Canaã, interior da Bahia. A propriedade, mantida pela Igreja Universal, é sempre citada nas campanhas de Crivella como referência de educação infantil.

O ministro é bem cotado pela presidente Dilma Rousseff. Já teve pelo menos duas audiências formais com ela, o que é muito em um ano, para os padrões de Dilma. A última foi dia 17 de abril. Ela também já fez elogios a Crivella, como no lançamento do Plano Safra, quando destacou que ele sempre lhe traz números do setor:

- Tenho me impressionado muito com o empenho do senador Crivella na direção da Pesca.

SERVIR A DOIS SENHORES

14/05/2013
Crivella usa cargo para atrair aliados


Há um ano ministro da Pesca, Marcello Crivella atrai para o PRB líderes sindicais ligados ao setor pesqueiro. Entre eles, o presidente da Confederação Nacional dos Pescadores, entidade pela qual passa o cadastro do Bolsa Pesca. Crivella não deixou também o Cimento Social


Pescaria política

Crivella usa cargo de ministro da Pesca para atrair líderes sindicais e fatura com Cimento Social

Alessandra Duarte

Multiplicação de aliados


Ministro da Pesca há um ano, Marcelo Crivella (PRB) está unindo o pescado à política. 


Depois que assumiu o cargo, dirigentes de entidades sindicais de pescadores passaram a integrar seu partido. No último dia 20, o presidente da Confederação Nacional dos Pescadores e Aquicultores (CNPA) - órgão que este ano, por parceria com o ministério, passou a acompanhar o cadastramento dos pescadores em todo o país, primeiro passo para o recebimento do benefício do seguro-defeso, o chamado Bolsa Pesca - virou também presidente do PRB do Rio Grande do Norte. 

A vida de ministro também se cruza com a de político quando Crivella vem ao Rio entregar casas do seu projeto Cimento Social, de habitação popular. 


Numa delas, em março, em Teresópolis, a entrega foi no mesmo dia de ato da pasta na cidade serrana. Além disso, o militante do PRB que coordena o Cimento Social já acompanhou Crivella em eventos do setor pesqueiro.


Enquanto isso, irregularidades no Bolsa Pesca - pago a pescadores artesanais na época de procriação de algumas espécies, quando não podem pescar, e que só em 2012 teve orçamento previsto de R$ 1,6 bilhão - continuam a ser investigadas. Só no Pará, o estado que mais recebe recursos do Bolsa Pesca (quase R$ 1 bilhão até agora), o Ministério Público Federal instaurou 25 ações judiciais e 86 investigações desde 2012, ano em que Crivella assumiu como ministro.

Na gestão de Crivella no ministério, a medida tomada pela pasta para melhorar o controle do registro dos pescadores, essencial para saber se há falsos pescadores recebendo o seguro-defeso, foi distribuir este ano um novo modelo para as carteiras da categoria; até agora, 0,01% das novas carteiras foi distribuída. Além disso, a pasta determinou que quem deve acompanhar esses registros em todo o país é a CNPA - entidade cujo presidente, Abraão Lincoln, foi empossado no dia 20 de abril presidente do diretório do Rio Grande do Norte do PRB, num evento com a participação do ministro.

"Lincoln tem agora a responsabilidade de levar o PRB a figurar entre os maiores partidos do Rio Grande do Norte, com os pés no chão e com responsabilidade", discursou Crivella no evento, segundo o site do PRB.
No fim de 2012, o presidente da Federação de Pescadores de Rondônia, Hélio Braga, filiou-se ao PRB. E nos próximos dias deve também se filiar à sigla a presidente da Federação de Pesca de Alagoas, segundo o presidente do PRB, Marcos Pereira. Em janeiro, Crivella entregou a pescadores em Alagoas casas do Programa Nacional de Habitação Rural da Caixa.

No Estado do Rio, o ministro participou em dia útil da entrega de casas do Cimento Social - em 2008, a Justiça Eleitoral chegou a embargar obras do projeto no Morro da Providência, acusando Crivella de usar o seu programa com finalidade eleitoral. Fotos de 1º de novembro de 2012 no Facebook de Marcos Luciano, que se identifica como coordenador do projeto, mostram-no ao lado de Crivella. Nelas, Luciano diz: "Estive com o ministro Crivella na prefeitura de Maricá participando de ato de assinatura de apoio e incentivo a pesca e aquicultura com a entrega de uma retroescavadeira".

Em 13 de novembro, Luciano, em nova foto, escreve sobre outro evento ligado à pesca do qual ele participou: "Visitei a Associação de Pescadores do Recreio dos Bandeirantes no Posto 12. Vamos lutar juntamente com o ministro Crivella."

Candidato a vereador nas últimas eleições, com apoio do ministro - propagandas identificavam-no como "Marcos Luciano do Crivella" -, Luciano foi missionário na África, com Crivella, além de ter participado de outro projeto social do hoje ministro, o Projeto Nordeste, na Fazenda Nova Canaã, na Bahia.

Luciano também esteve no Morro do Salgueiro, no Rio, quando o ministro entregou uma casa no último dia 14 de abril. Desde 2012, a prefeitura do Rio passou a investir em obras de casas em locais onde há o Cimento Social, como o Salgueiro.

- Ele (Crivella) veio aqui dar a chave de uma casa e disse que voltava para entregar as outras - conta Júlia Rodrigues, de 60 anos, cadastrada para receber uma das 23 casas do projeto no Salgueiro.

Antes, no dia 1º de março, uma sexta-feira, o ministro foi a Teresópolis, Região Serrana do Rio, entregar outra casa do Cimento Social; no mesmo dia, Crivella teve na cidade um ato como ministro, a apresentação do Plano Safra. Em abril e junho de 2012, numa segunda e numa quinta-feira, respectivamente, ele foi a Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, também entregar casas do projeto.

Já no setor do qual Crivella é ministro, uma das principais fragilidades, o acompanhamento do seguro-defeso, continua a ser investigada em inquéritos instaurados desde 2012. A pasta afirma que a responsabilidade pelo pagamento é do Ministério do Trabalho. No entanto, em boa parte dos casos, para que o seguro-defeso seja pago de forma indevida, precisa ser fraudado, primeiro, o Registro Geral da Pesca, que atesta que alguém é pescador artesanal, e que é concedido pela pasta da Pesca. Justamente devido à importância desse registro, foi para o Ministério da Pesca, e não para o do Trabalho, que o Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou uma auditoria no começo do ano. O valor dos benefícios pagos já soma mais de R$ 3 bilhões.

investigações do mpf nos estados

Nos cinco estados que mais recebem recursos do seguro-defeso - Pará, Maranhão, Bahia, Amazonas e Piauí -, há inquéritos do MPF. No Piauí, que já recebeu R$ 178,9 milhões do seguro-defeso, o procurador da República Leonardo Carvalho Cavalcante de Oliveira investiga se o presidente de uma colônia estaria cadastrando falsos pescadores:
- É prática recorrente. A colônia prepara a documentação para a pessoa obter o registro de pescador e depois o seguro-defeso. Mas, na verdade, as pessoas são comerciantes, trabalhadores rurais.

No Amazonas, que já recebeu R$ 395,5 milhões do benefício, pelo menos 50 cidades teriam duas colônias - uma delas criada especificamente para fraudar o benefício, denuncia a procuradora do Trabalho no estado Fabíola Bessa Salmito Lima:

- Como a colônia é equivalente a um sindicato, haver duas colônias para a mesma classe fere a unicidade sindical. Fomos apurar e vimos que a segunda colônia tem esse propósito.

No estado com maior volume de recursos do Bolsa Pesca, o Pará, as operações Tétis e Proteu, do MPF e da PF, feitas no último dia 25 em conjunto com o Ministério do Trabalho, apontaram a existência de fraudes que podem ter desviado R$ 18 milhões desde 2010. Além de Belém, o esquema ocorreria nas cidades de Breves, Curralinho, Salvaterra e Soure. Nessas duas últimas, segundo o MPF, foram abertos, de 2011 até este ano, 23 inquéritos para apurar supostos desvios do Bolsa Pesca, com o objetivo de comprar votos, por vereador identificado nas denúncias como "Macedo". Agora, um dos alvos dos mandados de busca e apreensão das operações foi a residência do vereador Ademar Macedo (PR), presidente da Câmara de Soure.

Outra investigação da PF no estado, em Marabá, apura a existência de "pescadores-fantasmas". Procuradora da República, Maria Clara Barros Noleto diz que declarações de colônias sobre falsos pescadores são talvez a principal brecha:

- Na cidade de Ponta de Pedras, estamos apurando a suspeita de que praticamente a população inteira do município estaria cadastrada. Também já houve caso de troca de dinheiro do seguro por voto.

O envolvimento de políticos é investigado, ainda, no Maranhão, que já recebeu R$ 672,7 milhões do benefício. E a colônia de pescadores seria, novamente, chave para isso: políticos colocariam, em colônias, não pescadores que conseguem o registro para receber o seguro-defeso. Em troca, eles elegeriam diretorias de colônias que apoiam esses políticos, diz a procuradora do Trabalho Anya Gadelha.

Segundo acórdão do TCU deste ano, que determinou auditoria na Pesca, o número de inscritos no Registro Geral da Pesca foi de 85.018, em 2003, para mais de um milhão, em 2012, variação de 1.125%.

segunda-feira, março 04, 2013

''QUEM QUER DINHEIROOOOOO?"


Atualizado: 04/03/2013 | Por Redação- Forbes Brasil

Número de brasileiros na lista de bilionários do mundo da FORBES aumenta para 46

No ano passado, eram 36 empresários nacionais; Silvio Santos estreia no ranking.





Divulgação
Divulgação































São 46 os brasileiros que somam em seus cofres fortunas acima de US$ 1 bilhão, segundo a lista dos bilionários da FORBES, divulgada nesta segunda-feira (4/3).

No último ano, foram 36 empresários do Brasil. Diferentemente de 2012, o mais bem colocado do ranking não é o empresário Eike Batista. Na lista de 2013, ele caiu incríveis 93 posições, passando do sétimo para o 100º lugar.


Desta vez, o brasileiro mais rico é Jorge Paulo Lemann, na 33ª posição. A revista estima a fortuna do acionista da InBev, a maior fabricante de cervejas do mundo, em US$ 17,8 bilhões. Ele é seguido pelo banqueiro Joseph Safra, na 46ª colocação, com fortuna avaliada em US$ 15,9 bilhões. Completam o top 5 nacional Antonio Ermírio de Moraes e família (74º, US$ 12,7 bilhões), Dirce Navarro de Camargo e família (87º, US$ 11,5 bilhões) e Eike Batista (100º, US$ 10,6 bilhões).

As lista inclui alguns nomes bem familiares aos brasileiros, como o apresentador Silvio Santos (1.107º) e o bispo Edir Macedo (1.268º). De acordo com a FORBES, os dois têm fortunas estimadas em US$ 1,3 bilhão e US$ 1,1 bilhão, respectivamente. Além deles, os irmãos João Roberto (123º), Roberto Irineu (123º) e José Roberto Marinho (128º), da Rede Globo, marcam presença.

Veja a seguir os 46 brasileiros da lista:

1º) Jorge Paulo Lemann (33º no ranking geral)
US$ 17,8 bilhões
73 anos
Brasileiro acionista da InBev, maior companhia da cervejas do mundo.
2º) Joseph Safra (46º no ranking geral)
US$ 15,9 bilhões
74 anos
Banqueiro do Banco Safra.
3º) Antonio Ermírio de Moraes e família (74º no ranking geral)
US$ 12,7 bilhões
84 anos
Dono do conglomerado Grupo Votorantim.
4º) Dirce Navarro de Camargo e família (87º no ranking geral)
US$ 11,5 bilhões
Idade não divulgada
Viúva do cofundador do Grupo Camargo Corrêa.
5º) Eike Batista (100º no ranking geral)
US$ 10,6 bilhões
56 anos
Dono de seis conglomerados.
6º) Marcel Herrmann Telles (119º no ranking geral)
US$ 9,1 bilhões
63 anos
Acionista da Inbev, maior empresa de cerveja do mundo.
7º) João Roberto Marinho (123º no ranking geral)
US$ 8,7 bilhões
59 anos
Dono da Rede Globo, com os irmãos.
7º) Roberto Irineu Marinho (123º no ranking geral)
US$ 8,7 bilhões
65 anos
Dono da Rede Globo, com os irmãos.
9º) José Roberto Marinho (128º no ranking geral)
US$ 8,6 bilhões
57 anos
Dono da Rede Globo, com os irmãos.
10º) Carlos Alberto Sicupira (150º no ranking geral)
US$ 7,9 bilhões
65 anos
Acionista da InBev, maior empresa de cerveja do mundo.
11º) Roberto Civita e família (258º no ranking geral)
US$ 4,9 bilhões
76 anos
Presidente do conselho administrativo do Grupo Abril.
12º) Walter Faria (272º no ranking geral)
US$ 4,6 bilhões
57 anos
Dono do Grupo Petrópolis, de bebidas.
13º) Francisco Ivens de Sá Dias Branco (286º no ranking geral)
US$ 4,4 bilhões
78 anos
CEO da fabricante de alimentos M. Dias Branco S.A.
14º) André Esteves (329º no ranking geral)
US$ 4 bilhões
44 anos
Principal acionista do banco de investimentos BTG Pactual.
15º) Aloysio de Andrade Faria (353º no ranking geral)
US$ 3,8 bilhões
92 anos
Antigo dono do Banco Real e fundador do Conglomerado Alfa.
16º) Abílio dos Santos Diniz (363º no ranking geral)
US$ 3,7 bilhões
76 anos
Presidente do Pão de Açúcar.
17º)Antonio Luiz Seabra (423º no ranking geral)
US$ 3,2 bilhões
70 anos
Fundador da Natura.
18º) Nevaldo Rocha e família (458º no ranking geral)
US$ 3 bilhões
84 anos
Dono da Guararapes Confecções.
19º) Edson de Godoy Bueno (554º no ranking geral)
US$ 2,6 bilhões
69 anos
Fundador da Amil.
19º) Ana Maria Marcondes Penido Sant’Anna (554º no ranking geral)
US$ 2,6 bilhões
57 anos
Acionista do Grupo CCR.
19º) Rubens Ometto Silveira Mello (554º no ranking geral)
US$ 2,6 bilhões
63 anos
Primeiro bilionário do etanol no mundo.
22º) Dulce Pugliese de Godoy Bueno (613º no ranking geral)
US$ 2,4 bilhões
65 anos
Acionista da Amil e ex-mulher do fundador.
22º) Moisés Safra (613º no ranking geral)
US$ 2,4 bilhões
78 anos
Ex-dono do Banco Safra ao lado do irmão.
24º) Eduardo Saverin (670º no ranking geral)
US$ 2,2 bilhões
30 anos
Cofundador do Facebook.
25º) João Alves da Queiroz Filho (704º no ranking geral)
US4 2,1 bilhões
60 anos
Controla a Hypermarcas S.A.
26º) Lirio Parisotto (736º no ranking geral)
US$ 2 bilhões
59 anos
Investidor e fundador da produtora de vídeos Videolar.
27º) Elie Horn (792º no ranking geral)
US$ 1,9 bilhão
69 anos
Fundador da imobiliária Cyrela Brazil Realty.
28º) José Isaac Peres (792º no ranking geral)
US$ 1,9 bilhão
72 anos
Fundador da Multiplan, administradora de shoppings.
29º) Guilherme Peirão Leal (831º no ranking geral)
US$ 1,8 bilhão
63 anos
Vice-presidente da Natura.
30º) Jayme Garfinkel e família (868º no ranking geral)
US$ 1,75 bilhão
66 anos
Dono da seguradora Porto Seguro.
31º) Rubens Menin Teixeira de Souza (882º no ranking geral)
US$ 1,7 bilhão
56 anos
Dono da construtora MRV Engenharia.
32º) Lina Maria Aguiar (931º no ranking geral)
US$ 1,6 bilhão
75 anos
Herdeira do Banco Bradesco.
33º) Victor Gradin e família (974º no ranking geral)
US$ 1,5 bilhão
80 anos
Acionista da Odebretch, com 20,6%.
34º) Júlio Bozano (1.031º no ranking geral)
US$ 1,4 bilhão
77 anos
Ex-dono do Banco Bozano & Simonsen.
35º) Silvio Santos (1.107º no ranking geral)
US$ 1,3 bilhão
82 anos
Dono do Grupo Silvio Santos.
35º) Lia Maria Aguiar (1.107º no ranking geral)
US$ 1,3 bilhão
75 anos
Herdeira do Banco Bradesco.
37º) Antônio José Carneiro (1.175º no ranking geral)
US$ 1,2 bilhão
70 anos
Acionista da Energisa, empresa de energia.
38º) Ana Lúcia de Mattos Barretto Villela (1.250º no ranking geral)
US$ 1,15 bilhão
39 anos
Uma das maiores acionistas do banco Itaú.
38º) Alfredo Egydio Arruda Villela Filho (1.250º no ranking geral)
US$ 1,15 bilhão
43 anos
CEO da Itaú S.A.
38º) Rosa Evangelina Marcondes Penido Dalla Vecchia (1.250º no ranking geral)
US$ 1,15 bilhão
63 anos
Acionista do Grupo CCR.
41º) Daisy Igel (1.268º no ranking geral)
US$ 1,1 bilhão
85 anos
Acionista do grupo empresarial Ultrapar.
41º) Liu Ming Chung (1.268º no ranking geral)
US$ 1,1 bilhão
50 anos
CEO da Nine Dragon Paper, uma das maiores produtoras de papel da Ásia.
41º) Edir Macedo (1.268º no ranking geral)
US$ 1,1 bilhão
68 anos
Pastor fundador da Igreja Universal do Reino de Deus.
41º) Guilherme Paulus (1.268º no ranking geral)
US$ 1,1 bilhão
63 anos
Cofundador da CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens.
41º) Dorothea Steinbruch (1.268º no ranking geral)
US$ 1,1 bilhão
Idade não divulgada
Acionista da produtora de aço CSN.
46º) Marcos Antônio Molina dos Santos (1.342º no ranking geral)
US$ 1 bilhão
43 anos
Presidente do conselho de diretores do alimentício MarfrigGroup.


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segunda-feira, outubro 15, 2012

UFA! ATÉ QUE ENFIM, A LUCIDEZ !!!


Mensalão golpista



Autor(es): Rubem Azevedo Lima
Correio Braziliense - 15/10/2012
 
No último número de Babelia (1089), suplemento literário de El País, a jornalista Rosa Montero comenta Escritores delinquentes, obra do jovem espanhol José Ovejero, sobre os escritores de mãos sujas. Em tempo: eles não têm nada com nossos mensaleiros, embora todos hajam cometido crimes. Ele cita Jean Genet, que, abandonado pela mãe, roubou aos 10 anos de idade, e André Malraux, que tentou roubar templos religiosos em Angkor. 
A obra de Ovejero, (Alfaguara, Madri, 18,50 euros) compara-se, a meu ver, às investigações do Supremo, sobre o mensalão. Ele concluiu que os escritores, por vezes, são tocados pela loucura. 
A conclusão do Supremo foi que o PT, com os mensaleiros, queria a ditadura do partido único no país. 
Não é nada, não é nada, foi esse o golpe que Hitler deu no Parlamento alemão e levou a Alemanha, após criar empregos, à derrota em guerra crudelíssima, antijudaica, contra intelectuais e socialistas. Talvez por isso, fala-se, em Brasília, que a Abin, dirigida por militares, dará proteção ao ministro Joaquim Barbosa, do STF, relator do processo do mensalão, para nada lhe acontecer nem ao país. A Abin teme reações violentas, de vingança contra os ministros que condenaram os mensaleiros. Joaquim é um dos ministros do Supremo que os brasileiros mais admiraram e, por isso, é alvo principal da intolerância do fanatismo político. Mas os colegas que apoiaram o voto do relator serão protegidos. Brasília é uma cidade fervilhante de satisfação, com o Supremo, de um lado, e do outro, com a frustração dos petistas. A paixão popular sobre esse processo tem duas vertentes: a dos que apoiam a limpeza da política nacional, feita pelo Supremo; e a dos que teimam em não acreditar em mensalão. Compara-se esse processo ao de Dreyfus, na França. Condenado por traição, ele foi preso na Ilha do Diabo, Guiana Francesa. O país dividiu-se em dreifusistas (esquerda) e antidreifusistas (direita). Entre aqueles, no PT, estão Maluf, o bispo Macedo e outros mais. Nenhum, porém, tem pinta de esquerdista, a começar por Lula, que continua descrente do mensalão. Explica-se: ele parece viver bem na Ilha dos Anjos.

quarta-feira, setembro 26, 2012

O CÉU É O LIMITE

...

26/09/2012 - 07h00

PRB quer Lula, Dilma e PT no palanque de Russomanno no 2º turno


FERNANDO RODRIGUES
DE BRASÍLIA


O presidente nacional do PRB, Marcos Pereira, disse considerar "natural" que o PT, a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva apoiem o candidato Celso Russomanno num eventual segundo turno pela Prefeitura de São Paulo se o adversário for José Serra (PSDB).
Em entrevista ao Poder e Política, projeto da Folha e do UOL, ele disse: "Nós temos essa expectativa. Acho que é muito mais do que justo, porque o PRB já nasceu aliado com o presidente Lula, com o PT, elegendo o José Alencar vice-presidente no segundo mandato do presidente Lula".

Licenciado de suas funções de pastor (desde 1994) e de bispo (desde 1999) da Igreja Universal do Reino de Deus, Marcos Pereira é o principal operador político do Partido Republicano Brasileiro.
O "bispo licenciado" é uma categoria de religiosos da Iurd para trabalhos externos em áreas de interesse da organização. De licença, Marcos Pereira não exerce atividades religiosas em tempo integral, mas mantém o vínculo com a igreja.
No caso de Fernando Haddad (PT) passar ao segundo turno na eleição paulistana, o dirigente do PRB dá um sorriso. Sugere uma fórmula para a presidente Dilma:
"Eu imagino que ela deverá, obviamente, apoiar o Fernando Haddad. Mas sem críticas e sem tons agressivos ao outro candidato, que a apoiou na sua eleição em 2010 e o partido que a apoiou e hoje faz base do governo dela".

Marcos Pereira relatou também como foi o processo que levou o PRB a assinar um manifesto de partidos governistas em defesa de Lula, insinuando que a oposição estaria preparando um golpe.

Segundo o dirigente do PRB, coube ao ministro Marcelo Crivella (Pesca), que é do seu partido, analisar o documento a pedido do presidente do PT, Rui Falcão. "Eu não tive participação nenhuma na construção do texto, nem sequer li o texto", afirma Pereira.
Ele não diz que discorda, mas faz uma ressalva sobre o trecho que fala em golpe: "Eu teria discutido um pouco mais com eles o conteúdo da carta. Não há que se falar em golpe, na minha opinião".

Conciliador, Marcos Pereira retirou nesta semana de seu blog um texto escrito há um ano e meio e considerado ofensivo pela Igreja Católica. O líder do PRB sugeria ligação de católicos à proposta de distribuir um kit anti-homofobia em escolas. O caso agora ficou para trás: "Eu não estou aqui para julgar o que a Igreja Católica faz e deixa de fazer. Nós não devemos ficar discutindo religião [na campanha] porque isso é muito ruim para o fortalecimento e amadurecimento da democracia brasileira".

PERFIL

O advogado Marcos Antonio Pereira, de 40 anos, pode ser encaixado dentro do grupo de brasileiros emergentes dos quais tanto se fala neste início de século 21. De origem humilde, ascendeu a postos de direção na Igreja Universal do Reino de Deus e na TV Record. Hoje, é o presidente nacional do PRB (Partido Republicano Brasileiro).

Logo ao nascer, Marcos conta ter sido entregue para uma família de um mecânico de automóveis em Linhares, no interior do Espírito Santo. Nunca conheceu a mãe biológica. "Procurei, mas não achei. Agora, só se eu fosse no Programa do Ratinho, mas não acho que seja o caso", diz, bem humorado. Ele se diz resolvido sobre esse assunto e mostra, espontaneamente, um documento no qual só aparece o nome da mãe e não o do pai.
"Minha mãe era empregada doméstica em São Paulo. A história que me contam é que ela engravidou do patrão. Voltou para o Espírito Santo. Depois que eu nasci, foi embora e ninguém mais teve contato com ela".
Aos cinco anos, Marcos Pereira foi morar com a mãe de seu padrasto, em São Mateus, outra cidade do interior capixaba. Estudou em escolas públicas. Formou-se em 1989 como técnico em contabilidade após ter cursado o antigo segundo grau (hoje ensino médio) profissionalizante.
Tinha 17 anos e havia sido educado na fé católica. Chegou a pensar em ser padre. Mas acabou mesmo entrando para a Igreja Universal do Reino de Deus, em São Mateus. O templo funcionava na casa de sua futura (e até hoje) mulher. Aos 20 anos, já era pastor e tinha um escritório próprio de contabilidade.
Loquaz e com raciocínio organizado em suas apresentações, passou dois anos em Colatina, uma cidade média do Espírito Santo. Em 1994, a Universal o chamou para o Rio, onde passou a desempenhar funções administrativas na organização religiosa.
Em 1999, foi promovido a bispo. Em outubro do mesmo ano, foi transferido para São Paulo para ser o segundo homem na hierarquia administrativa da igreja no Brasil.
Sua capacidade organizacional o catapultou em 2002 para a TV Record, emissora ligada à Igreja Universal. Lá, foi diretor de rede, vice-presidente ("quando só havia um vice-presidente"), vice-presidente executivo e de relações institucionais.
Todas essas atribuições fizeram com que Marcos Pereira atrasasse suas pretensões acadêmicas e políticas. Só em 2005 formou-se em direito pela Unip. No ano seguinte, matriculou-se num mestrado na PUC, mas cursou só um semestre.
Preferiu se dedicar a uma maratona de aulas diárias no Instituto Berlitz em 2006. Hoje, é fluente em inglês. "Falo inclusive inglês jurídico. Falo com advogados internacionais em inglês", afirma. Em 2009, fez uma especialização em direito e processo penal no Mackenzie.
O curso no Mackenzie o animou a fazer carreira fora da Igreja Universal e fora da Record. Ele havia montado LM Consultoria em 2003, para prestar assessoria contábil e jurídica. Resolveu então deixar em 2010 o cargo de direção que ocupava na emissora de TV do bispo Edir Macedo.
Durou pouco tempo esse afastamento. Em 9 de maio de 2011, Marcos Pereira foi aclamado presidente nacional do PRB. Ele nem havia participado da montagem da legenda nos anos de 2004 e 2005. Mas o partido que passou a ser o braço político da Universal e da TV Record precisava dele para uma nova fase de crescimento.
"Quando eu tinha 18 anos, cheguei a pensar em me candidatar a vereador em São Mateus. Mas não deu. Eu passei muitos anos filiado ao PT do B. Depois, no início dos anos 2000, estive no PSB", relata.
Com 1m62 de altura e 60 quilos, o presidente do PRB é crítico com sua forma: "Estou precisando emagrecer. Mas de esporte eu não gosto muito. Torço para o Vasco, só que acompanho futebol mesmo durante a Copa do Mundo", diz. Vai se candidatar? "Não posso descartar. Só que 2014 talvez ainda seja cedo para mim".






Trechos da entrevista com Marcos Pereira - 11 vídeos

Dilma apoia PRB contra Serra no 2º turno (3:26)
Se o adversário for Haddad (PT), presidente do PRB disse esperar poucas críticas por parte dos petistas. Ele falou ao UOL e à Folha em 25 de setembro de 2012.

terça-feira, setembro 18, 2012

PRATICAMENTE ''UM CRUZADO'' !



Russomanno, o católico



Autor(es): Cláujdio Gonçalves Couto
O Estado de S. Paulo - 18/09/2012
 

Diante do questionamento sobre seus vínculos com a Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd), o candidato do PRB à Prefeitura de São Paulo, Celso Russomanno, replica ser católico fervoroso. Diz que católico é não apenas ele, mas 80% de seu partido, que teria apenas 6% de membros da Igreja Universal. Não informa a fonte dos números, mas, mesmo admitindo sua correção, ainda é o caso de questionar sua relevância.
Afinal, as características do conjunto de filiados de um partido diz pouco sobre seus rumos ou propósitos gerais. Agremiações partidárias são organizações de poder concentrado, decisões centralizadas e relações hierárquicas. Isso não é característica do PRB, mas de quaisquer partidos políticos relevantes, mundo afora. Mesmo agremiações originalmente abertas à participação da base militante, como PT e PSDB, se tornaram partidos de poder concentrado.
A concentração decorre da profissionalização da política em geral e dos partidos, em especial. Tal como as empresas, agremiações não profissionalizadas não prosperam: não vencem eleições, não gerem bem suas finanças, não elaboram estratégias vitoriosas de conquista e manutenção do poder. E é para isso que os partidos servem - ainda que acalentemos fins mais nobres para eles.
É fundamental compreender o que realmente importa no funcionamento dos partidos e na definição dos reais interesses por eles defendidos, a saber: a composição de seu grupo dirigente. Logo, tanto faz se de fato houver 80% de católicos entre os filiados do PRB, pois o que, na verdade, conta é a composição dos ocupantes dos cargos de comando na organização.
Levantei estes dados do partido de Russomanno, observando dois tipos de informação: 1) a composição da Executiva Nacional e 2) a presidência dos órgãos estaduais. Ressalte-se ainda que, no que concerne aos Estados, o PRB está organizado (sem nenhuma exceção) em "Comissões Provisórias", um tipo de estrutura que priva os órgãos estaduais de autonomia em relação à direção nacional (como poderia haver no caso de diretórios); assim, pode-se afirmar que os presidentes estaduais são prepostos da Executiva Nacional. Em alguns Estados, como Roraima, tal "provisoriedade" dura desde 2007 e em todos os casos seu prazo de vigência é indeterminado. Assim, o partido reflete nos Estados a diretriz dada pelo centro.
A Executiva Nacional é composta por 18 membros, sendo dez deles (55%) oriundos da Igreja Universal do Reino de Deus ou da Record (em alguns casos, de ambas). No caso dos sete cargos hierarquicamente mais importantes na Executiva, todos os membros são igualmente oriundos da Iurd ou da Record. É bom frisar que essa é uma estimativa modesta, pois não foi possível obter informações sobre sete dos membros (que, aparentemente, não têm uma vida pública de relevo).
Nos órgãos estaduais os números são mais impressionantes. Dos 27 presidentes, só quatro (15%) não têm ou não tiveram vínculo formal aparente com a Igreja Universal ou a Record. Todos os demais ou são eclesiásticos da Iurd ou foram funcionários da Record, ou ambas as coisas. Se Russomanno considera que um partido com 80% de católicos não é vinculado a uma denominação neopentecostal específica, o que dizer de uma agremiação em que nada menos que 85% dos dirigentes estaduais são não apenas fiéis de uma igreja, mas seus funcionários e dirigentes?
Não há como ignorar os vínculos orgânicos entre a igreja, o grupo de comunicação e o partido. A presença simultânea e/ou a circulação de dirigentes nas três organizações evidenciam haver um mesmo grande empreendimento. Iniciado nos anos 70 por Edir Macedo, teve tanto sucesso no acúmulo de recursos que logrou comprar a Rede Record no início dos anos 90 e, após a eleição esparsa de parlamentares por diversos partidos, encampar uma agremiação própria nos anos 2000.
A presença de não membros da Iurd tanto na Record como no partido não desmente a lógica de conglomerado empresarial. Ora, por que motivo uma emissora vinculada a uma igreja evangélica tem em sua grade de programação um programa de forte apelo erótico como A Fazenda? Simples: porque dá audiência e, consequentemente, lucro. E por que um partido controlado por essa igreja evangélica tem como candidato na maior cidade do País um "católico fervoroso"? Simples: porque viu nele a opção mais competitiva para disputar (e, talvez, ganhar) a eleição. Nos dois casos, trata-se de lançar mão do melhor instrumento disponível para alavancar o empreendimento. É de negócios que se trata.
Para que ninguém se iluda, a própria Igreja Universal, por meio de seu veículo próprio de imprensa, a Folha Universal, deu boa mostra de como operam as relações de lealdade entre a direção da organização e seu corpo de funcionários. Desde 30 de agosto, em diferentes cidades do País, foi lançado um livro que traz a autobiografia do bispo Edir Macedo - com o sugestivo título Nada a Perder. Ao lançamento compareceram e adquiriram a obra, prestigiando o patrão, leais funcionários cuja trajetória não tem nada de fidelidade religiosa à Iurd: os jornalistas Paulo Henrique Amorim e Jorge Pontual, a modelo e apresentadora Ana Hickmann - para quem "o bispo Edir Macedo é uma inspiração pelas lutas que enfrentou e venceu" - e a atriz Bianca Rinaldi.
Celso Russomanno é também empregado da Record, cujos funcionários demonstraram sua lealdade ao bispo, chefe maior da igreja, que controla o grupo de comunicação. Tendo em vista que vínculo equivalente há entre igreja e partido, que conduta se pode esperar dos membros da agremiação que forem eleitos? Certamente, mandatários em cargos importantes, como o prefeito de São Paulo, podem gozar de autonomia política considerável. Desde que, claro, estejam dispostos a exercê-la. Será o caso aqui?

quarta-feira, junho 20, 2012

IMAGENS NO TEMPO

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19/06/2012
 às 15:15 \ Política & Cia

Lula com Maluf – e a galeria de fotos em má companhia ficou completa. Bem…. Será?

Já comentei suficientemente, em outro post, o significado da histórica visita de Lula ao político que o PT considerou, a vida toda, Belzebu em pessoa — o deputado Paulo Maluf, a quem o ex-presidente e todo um séquito petista foram agradecer o apoio ao candidato do partido à Prefeitura de São Paulo, o ex-ministro Fernando Haddad.
Hoje, acho conveniente rememorar, com este acréscimo e mais um (a última foto), uma galeria de fotos em que a divindade do lulalato, às vezes por distração, outras por obrigação do cargo e em várias outras denotando evidente prazer, foi clicado ao lado de pessoas de quem, nos velhos tempos do Lula e do PT fora do poder, não chegaria nem perto, nem amarrado.
A foto com Maluf, símbolo de tudo o que o PT sempre afirmou combater na vida pública, completa a galeria.
Completa a galeria… Será? Não sei, não. É sempre possível que Lula, uma hora dessas, abrace afetuosamente um Bolsonaro da vida.
Aguardem, porque a galeria vai crescer.

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O aperto de mãos antes inimaginável, e agora histórico: Lula com o Demônio em pessoa, ambos felizes e sorridentes -- e Haddad no meio (Foto: Folhapress)
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Lula é abraçado pelo presidente da Gaviões da Fiel (o terceiro, da esquerda para a direita), Antônio Alan Souza Silva (o Donizete), que tinha contra si prisão preventiva decretada pela Justiça. Também na foto, à esquerda, Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians, e o deputado estadual e presidente do PT de São Paulo, Edinho Silva (Foto: Cesar Ogata)
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Lula, de chapéu, brinca com bola de futebol americano e posa ao do ator pornô Alexandre Frota, em foto em que aparece um atleta da equipe de futebol americano do Corinthians e o ex-lateral Vladimir (Foto: Ricardo Stuckert / Instituto Lula)
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Rivais na eleição de 1989, o senador Fernando Collor (PTB-AL) e o presidente Lula se abraçam em evento em Alagoas (Foto: Ailton Cruz / Gazeta de Alagoas)
Rivais ferozes na eleição de 1989 -- Collor trouxe de forma ignóbil, e mentirosa, a vida pessoal de Lula ao horário eleitoral --, o hoje senador Fernando Collor (PTB-AL) e o então presidente Lula se abraçam em evento em Alagoas (Foto: Ailton Cruz / Gazeta de Alagoas)
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Ricardo Teixeira ao lado de Lula, em 2006 (Foto: Ricardo Stuckert)
Lula com o cartola que, de tão assediado por acusações, se auto-imolou da entidade que comandou como bem entendeu por 23 anos e se mandou para os Estados Unidos: Ricardo Teixeira, então presidente da CBF (Foto: Ricardo Stuckert)
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Lula sorridente ao lado do também sorridente governador do DF, José Roberto Arruda, posteriormente à foto cassado por corrupção (Foto: veja.abril.com.br)
Lula sorridente ao lado do também sorridente governador do DF, José Roberto Arruda, posteriormente à foto cassado por corrupção (Foto: veja.abril.com.br)
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Lula gostaria que o “amigo” Renan Calheiros saísse ileso da tormenta que o enredou (Foto: Antônio Cruz / ABr)
Lula com o senador Renan Calheiros, que renunciou à presidência do Senado em 2007 para não ser cassado. Na ocasião, o presidente disse torcer para que o "amigo" saísse ileso da tormenta que o enredou (Foto: Antônio Cruz / ABr)
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Lula com o senador e ex-presidente José Sarney, seu firme aliado, e a quem o antigo Lula criticou e combateu durante a maior parte de sua vida política (Foto: Folhapress)
Lula com o senador e ex-presidente José Sarney, seu firme aliado, e a quem o antigo Lula criticou e combateu durante a maior parte de sua vida política (Foto: Folhapress)
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Lula e o tirano que governa o Irã, Mahmoud Ahmadinejad, que quer destruir o Estado de Israel e defende a tese de que o Holocausto dos judeus na II Guerra Mundial é uma invenção. Lula foi visitar em Teerã este pária internacional e, depois, recebeu-o em Brasília com todas as honras (Foto: AFP)
Lula e o tirano que governa o Irã, Mahmoud Ahmadinejad, que quer destruir o Estado de Israel e defende a tese de que o Holocausto dos judeus na II Guerra Mundial é uma invenção. Lula foi visitar em Teerã este pária internacional e, depois, recebeu-o em Brasília com todas as honras (Foto: AFP)
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Lula cumprimenta com efusão ao deposto e assassinado ditador Muamar Kadafi, da Líbia. Na foto, outra companhia significativa: o presidente Evo Morales, que mandou o Exército da Bolívia ocupar instalações da Petrobras e obteve a "compreensão" do então presidente brasileiro (Foto: AFP)
Lula cumprimenta com efusão o deposto e assassinado ditador Muamar Kadafi, da Líbia. Na foto, outra companhia significativa: o presidente Evo Morales, que mandou o Exército da Bolívia ocupar instalações da Petrobras e obteve a "compreensão" do então presidente brasileiro (Foto: AFP)
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Lula com um amigão: o ditador bufão da Venezuela, Hugo Chávez (Foto: David Fernandez / Agência EFE))
Lula com um amigão: o ditador bufão da Venezuela, Hugo Chávez (Foto: Ed Ferreira / AE)
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Lula e Evo Morales, com colar de coca, na Bolívia (Foto: Reprodução / VEJA.com)
Lula e Evo Morales, com colar de coca, na Bolívia (Foto: VEJA.com)
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Lula, em Cuba, com os irmãos ditadores Castro, e o ministro que sempre quis controlar a imprensa, Franklin Martins (Foto: Dedoc)
Lula, em Cuba, com os irmãos ditadores Castro, e o ministro que sempre quis controlar a imprensa, Franklin Martins (Foto: Dedoc)
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Lula e um campeão da moralidade pública: Jader Barbalho, que renunciou ao mandato de senador para não ser cassado por corrupção e já sentiu nos pulsos o aço das algemas da Polícia Federal (Foto: Dedoc / Editora Abril)
Lula e um campeão da moralidade pública: Jader Barbalho, que renunciou ao mandato de senador para não ser cassado por corrupção e já sentiu nos pulsos o aço das algemas da Polícia Federal (Foto: Dedoc / Editora Abril)
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Lula e o multimilionário "bispo" da Igreja Universal, Edir Macedo
Lula e o multimilionário "bispo" da Igreja Universal, Edir Macedo
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Tendo Aloizio Mercadante entre os dois, Lula com outro baluarte da moralidade pública, senador Romero Jucá (PMDB-RR)
Tendo Aloizio Mercadante entre os dois, Lula com outro baluarte da moralidade pública, senador Romero Jucá (PMDB-RR)

Lula com Severino Cavalcanti, que renunciou à presidência da Câmara e ao mandato de deputado, em 2005, para não ser cassado por corrupção