PENSAR "GRANDE":

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[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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quinta-feira, outubro 02, 2008

''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"

02 de outubro de 2008
O Globo
Manchete: EUA: Senado aprova socorro mas custo vai a US$ 850 bi
O Senado americano aprovou ontem, por 74 votos a favor e 25 contra, o pacote de socorro de US$ 700 bilhões a instituições financeiras. O texto deve ser votado amanhã na Câmara. De olho na eleição, os senadores cederam, no entanto, a ação de lobistas que conseguiram incluir várias propostas elevam o custo para US$ 850 bilhões. Entre as mudanças, está a prorrogação de benefícios para a indústria de cinema e donos de autódromos, além de isenção de impostos para vítimas de furacões. O plano manteve o teto de salários para executivo de instituições que receberem ajuda. O mercado financeiro passou o dia à espera da votação, que só aconteceu à noite. O Índice Dow Jones caiu 0,18% e a Bovespa subiu 0,52%. O dólar fechou cotado a R$ 1,925, com alta de 1,1%. Pesquisa mostra que George W. Bush é o presidente mais impopular da história americana, com 70% de desaprovação. (págs. 1, 27 a 33 e 36, Miriam Leitão e editorial “Plano de vôo”)
Lula: ‘Cuidem do crédito que o Natal ta aí’
O presidente Lula cobrou de seus ministros que não falte crédito para os consumidores: “Cuidem do crédito. O Natal está aí”. O Banco do Brasil dará R$ 5 bi a agricultores para compensar a falta de crédito. (págs. 1, 29 e Negócios & Cia)
Eleições 2008
Fanfarra eleitoral: o Exército entra no Complexo do Alemão tocando hinos dos clubes cariocas. A ocupação mobilizou o maior contingente da Operação Eleições, com 3.500 soldados. Uma Bandeira do Brasil foi fincada no ponto mais alto do conjunto de favelas. (págs. 1 e 9)
Marinha ameaça interromper patrulhas navais
Depois do Exército, agora é a vez de a Marinha avisar que pode interromper atividades por falta de dinheiro. As patrulhas navais correm risco de suspensão, o que afetaria a segurança das plataformas de petróleo. (págs. 1 e 9)
Segundo Caderno O ex-ministro Gilberto Gil volta à música e diz não sentir saudades da política. (pág. 1)
Caracas à frente entre as mais violentas
A capital da Venezuela está entre as cidades mais violentas do mundo e tem a maior taxa de homicídios da América do Sul, segundo a revista “Foreign Policy”. Desde que Chávez assumiu, a taxa de homicídios do país subiu 67%. (págs. 1 e 37)
Apac não impede demolições no Leblon
Apontada pelo prefeito César Maia como instrumento para deter a especulação imobiliária, a Área de Proteção do Ambiente Cultural (Apac) não está impedindo nova leva de demolições no Leblon. Dezenove pequenos prédios já foram derrubados desde que o prefeito publicou o primeiro decreto de proteção, em junho de 2001. (págs. 1 e 16)
Esforço final de Gabeira e Crivella pelo 2º turno
A mais recente pesquisa Datafolha mostra Marcelo Crivella (PRB), com 19% e Fernando Gabeira (PV) com 17%, em empate técnico, brigando voto a voto por uma vaga no segundo turno contra Eduardo Paes (PMDB), que se manteve com 29%. Nos três últimos dias de campanha, Crivella investirá no eleitorado mais pobre e Gabeira, na classe média. (págs. 1, 3 e 5)
SP: Kassab abre oito pontos sobre Alckmin O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), subiu para 27% na última pesquisa Datafolha e abriu oito pontos de vantagem sobre o tucano Geraldo Alckmin. Ele polariza com Marta Suplicy (PT), que aparece com 35%. (págs. 1 e 13)
Em BH, 2º turno surge no cenário Pesquisa Datafolha abriu possibilidade de segundo turno em Belo Horizonte, com o candidato do PMDB, Leonardo Quintão, subindo para 23% nos últimos dias. Márcio Lacerda, do PSB com apoio do PT e PSDB, chegou a 45%. (págs. 1 e 15)
BA: João Henrique lidera em Salvador O prefeito de Salvador, João Henrique (PMDB), apareceu pela primeira vez à frente na pesquisa Datafolha, com 25%, em empate técnico com ACM Neto (DEM), com 24%. O candidato do PT, Walter Pinheiro, tem 22%. (págs. 1 e 11)
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Folha de S. Paulo
Manchete: Senado dos EUA aprova megapacote
O Senado dos EUA aprovou, por votos 74 votos a 25, um pacote de socorro financeiro de US$ 850 bilhões. O valor é US$ 150 bilhões superior ao da proposta original do governo. O aumento ocorreu com as mudanças acrescentou pelos políticos para facilitar a aprovação do plano no Congresso. Uma das mudanças é um corte generalizado nos impostos da classe média, de pequenos empresário e de famílias vítimas de acidentes naturais – mais de 25 milhões de beneficiados. No custo adicional do pacote também estão previstos incentivos fiscais para empresas que investirem em energia alternativa e em pesquisa e desenvolvimento na próxima década. Outra medida é a elevação de US$ 100 mil para US$ 250 mil da garantia de depósitos individuais, para evitar corrida bancária e transferência de valores de pequenos para grandes bancos. Dos cem senadores, só o democrata Ted Kennedy, em tratamento de saúde não votou. O pacote volta agora à Câmara dos Representantes, que já o rejeitou. A votação é amanhã. (págs. 1 e B1)
Lula libera R$ 5 bi para agricultura
Para tentar amenizar a escassez de linhas de financiamento externas para o setor agrícola, gerada pala crise dos EUA, o governo decidiu antecipar a liberação de R$ 5 bilhões que o Banco do Brasil previa usar só em 2009. O Planalto estuda redução dos depósitos compulsórios para elevar o volume de dinheiro destinado ao crédito. O presidente Lula descartou um pacote: “Não tem pacote. (A situação) está mais tranqüila”. (págs. 1, B6 e B7)
Foto: Cidade Maravilhosa Banda da Brigada Pára-Quedista toca no Complexo do Alemão (Rio) durante a maior ação das Forças Armadas para dar segurança ao processo eleitoral no Rio; traficantes monitoraram de perto e por rádio os 4.300 militares e debocham dos soldados. (págs. 1 e A8)
Editoriais Leia "Eleições tuteladas" sobre a restrição a debates; e "Ibama versus Incra", acerca de relatório de desmatamento. (págs; 1 e A2)
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Governo tenta garantir o crédito de final de ano
O presidente Lula pediu aos ministro da área econômica que “não deixem faltar crédito” para nenhum setor da economia brasileira, diante da turbulência internacional. “O presidente disse que não se pode fingir que não tem crise”, relatou Paulo Bernardo (Planejamento). “Ele afirmou: ‘Olha, o Natal está chegando’.” Para dar mais fôlego aos financiamentos, discutiu-se a hipótese de redução dos depósitos que os bancos têm de fazer no Banco Central. Além disso, deverão ter ajuda o agronegócio, o setor de infra-estrutura e os exportadores – segundo o BC, o crédito para a exportação caiu à metade desde meados de setembro. Lula negou que as medidas sejam “pacote”. “Tem pacote sim, mas é nos EUA”, disse Guido Mantega (Fazenda). O Senado americano votaria o plano de ajuda financeira ontem à noite. Os candidatos à Casa Branca, Barack Obama (democrata) e John McCain (republicano), passaram o dia fazendo apelos por sua aprovação. “Aos (congressistas) que se opuseram ao plano, peço o seguinte: mãos à obra. Façam o que é correto para o país porque agora é o momento de agir”, disse Obama. (págs. 1, B1 a B13)
FrasePaulo Bernardo – Ministro do Planejamento: “O presidente disse que não se pode fingir que não há crise e pediu que cuidássemos do crédito” (pág. 1)
Lula vai reforçar campanha em SP O presidente Lula vai reforçar as campanhas do PT em São Paulo. No sábado, véspera da eleição municipal, ele vai se reunir com candidatos petistas e prefeituras da Grande SP, entre eles Marta Suplicy. O encontro será durante almoço em São Bernardo do Campo, berço do PT. Na capital, o comitê de Marta já discute a estratégia de segundo turno e pretende “nacionalizar” ainda mais a campanha. A idéia é ampliar a presença de Lula na propaganda e mostrar os benefícios que programas do governo federal trazem à cidade. (págs. 1, A4 e A8)
Notas e informações: Perguntem a Lula Lula se recusava a falar seriamente sobre a crise. “Pergunte ao Bush” era sua resposta-padrão. O governo parece ter entendido, afinal, que a turbulência é problema também do Brasil. (págs. 1 e A3)
Fuga dos fundos de alto risco
Investidores brasileiros estão fugindo dos fundos hedge, os mais arriscados – e badalados – do mercado. As perdas desse tipo de fundo já somam R$ 17,8 bilhões e atingem estréias do setor, como Luiz Carlos Mendonça de Barros, da Quest investimentos, e Ilan Goldfajn, da Claro Investimentos. (págs. 1 e B4)
4.500 soldados ocupam Complexo do Alemão.
Com o maior contingente já usado pelas Forças Armadas na segurança das eleições, 4.500 homens do Exército e da Marinha ocuparam o Complexo do Alemão, conjunto de favelas em uma das áreas mais violentas do Rio. Parte da tropa permanecerá o tempo todo no local, onde foi hasteada uma bandeira do Brasil. A operação mobilizou ainda 20 blindados. (págs. 1 e A11)
Eleições 2008 Camuflados – Crianças observam soldados que montam guarda em meio a rochas no Complexo do Alemão: tropa na favela até a eleição. (pág. 1)
Espanha recebe ajuda brasileira e prende 121 por pedofilia
A polícia espanhola deteve ontem 121 pessoas na maior operação já feita no país contra pedofilia na internet. Dados da Polícia Federal brasileira foram usados na ação. As investigações da Operação Carrossel, que contou com 800 agentes, começaram em julho de 2007 e permitiram localizar rede de troca de arquivos com 18 mil conexões em 75 países. (págs. 1 e C8)
Equador: Odebrecht aceita termos de Correa
Empresa cede ao presidente equatoriano para voltar ao país. (págs. 1 e A18)
Educação – Resolução limita idade em supletivo Se aprovada, medida vetará ingresso de menores de 18 anos. (págs. 1 e A21)
Lixões em 67 municípios paulistas serão interditados
A Cetesb vai interditar lixões em 67 municípios de São Paulo. Os aterros funcionam sob as mesmas condições desde os anos 80, contaminando áreas de mananciais, como a Represa Billings. Os prefeitos de cidades com aterros irregulares se dizem perseguidos e afirmam que a Cetesb favorece os lixões particulares. O governo paulista nega. (págs. 1, C1, C3 e C4)
Artigo: Liberdade de informarDemétrio Magnoli: Não seria tempo de uma Primeira Emenda à Constituição? (págs. 1 e A2)
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Jornal do Brasil
Manchete: Brasil prepara pacote
O presidente Lula evita rotular de pacote, mas o governo está costurando medidas para se prevenir contra a crise. Prepara ações para diferentes possibilidades de intensidade de turbulência internacional. Formulado pelo Banco Central e ministérios do Desenvolvimento e Fazenda, o plano é ampliar linhas de crédito para financiar as exportações. Cerca de R$ 5 bilhões de antecipação para a agricultura e desburocratização para pequenas e médias empresas estão entre as providências.(págs. 1 e Tema do Dia, A2)
Festa para uns, cobranças para outros
Medalhista: Presidente Lula recebe campeões olímpicos e paraolímpicos em Brasília, e cobra do presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman, e do ministro dos Esportes, Orlando Silva, melhor preparação dos atletas brasileiros. (págs. 1 e Esportes D8)
Rio resiste à lei e crescem acidentes
Pesquisa do Núcleo de Atenção ao Acidentado de Trânsito da UFRJ aponta o Rio como um dos Estados com menor redução, no Brasil, no número de atendimentos à vítimas de acidentes de trânsito, após a entrada em vigor da Lei Seca. (págs. 1 e A15)
Hinos contra a barricada
Para dar segurança às eleições, os homens das Forças Armadas se apresentaram ontem, no Complexo do Alemão, ao som do hino do Flamengo e de outros clubes. A aparente tranqüilidade foi interrompida pela derrubada de uma barricada de metal. (págs. 1 e A6)
Morre empresário Baby de Carvalho Morreu ontem, aos 95 anos, Joaquim Monteiro de Carvalho, o baby, empresário responsável pela vinda de várias grandes empresas para o Brasil, como a Volkswagen e a Peugeot. (págs. 1 e A15)
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Correio Braziliense
Manchete: Senado dá nova chance ao superpacote de Bush
Barack Obama votou sim. John McCain votou sim. Outros 72 senadores fizeram o mesmo. E o pacote de US$ 700 bilhões para socorrer os falidos bancos americanos, mandado pela Casa Branca, foi aprovado no Senado dos EUA. Com isso, o texto volta à Casa dos Representantes — como eles chamam a Câmara dos Deputados de lá — e deve ser submetido à nova votação, prevista para amanhã. Para resgatar o plano, rejeitado pelos deputados dois dias antes, o governo Bush foi obrigado a alterar o texto em vários pontos, cortando US$ 150 bilhões em impostos e elevando o valor do seguro para correntistas das instituições financeiras em apuros. Apesar do suspiro de esperança, não há certeza de que a câmara baixa mude a posição quanto às medidas. “O que o Senado está mandando de volta é um gêmeo fraterno daquele que eu votei contra na segunda-feira”, reclamou o deputado texano Joe Barton, republicano como George W. Bush. (págs. 1, Tema do dia, 22 a 27)
Sobrepreço de 10% pára obra em Guarulhos
A Infraero cancelou a licitação das obras do terceiro terminal do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. Presente na lista do PAC como um dos itens para construção da infra-estrutura do país, o projeto havia sido orçado em R$ 1,12 bilhão, mas, segundo o TCU, tal valor está superestimado em pelo menos R$ 100 milhões. (págs. 1 e 2)
Pesquisa terá R$ 21 milhões ainda este ano
Verbas do governo federal serão liberadas por meio de dois editais a cientistas que desenvolvem projetos de terapia celular. Governo quer criar uma rede virtual englobando todos eles. Movimentos que lutaram pela aprovação das pesquisas no STF comemoraram a descoberta da primeira linhagem nacional de células-tronco embrionárias. (págs. 1 e 17)
Tropa na rua tenta garantir eleição no Rio
O Exército reproduziu nas ruas do Rio de Janeiro o que já havia feito no Haiti. Um contingente de 3,5 mil homens entrou no Complexo do Alemão para assegurar aos cidadãos cariocas o direito ao voto. Além de promessas para reduzir a violência, plataforma eleitoral dos candidatos inclui a construção de um superaquário. (págs. 1 e 6)
O inimigo da Lei Seca
Remédio contra alcoolismo é a nova arma de motoristas para escapar do bafômetro. Mas o medicamento não é eficaz em blitz e traz riscos à saúde se tomado sem indicação médica. (págs. 1 e 39)
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Valor Econômico
Manchete: Brasil e Argentina se armam para conter ‘invasão chinesa’
Brasil e Argentina já se preparam para enfrentar uma provável invasão de produtos chineses e de outros países no Mercosul. A preocupação dos dois governos decorre de previsões de que os exportadores, principalmente da China, deverão buscar de forma agressiva mercados alternativos ao americano e de outras nações ricas que estão prestes a entrar em recessão.O assunto foi discutido com o presidente Lula na reunião ministerial de segunda-feira. O governo acredita ser possível lidar com a invasão chinesa usando os mecanismos tradicionais de defesa comercial, como sobretaxas. Muitos empresários não sabem usar esses mecanismos e o governo vai fazer um esforço para divulga-los. “Existe uma preocupação muito grande porque os chineses são fornecedores importantes dos EUA”, disse ao Valor o ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge. “O Brasil é um alvo previsível”.No entanto, o governo quer evitar medidas que possam ser interpretadas como discriminatórias, como seria o caso da imposição de salvaguardas. “O governo tem evitado recorrer à salvaguarda prevista na OMC contra os chineses, mas é possível usar a salvaguarda geral, não específica contra a China”, diz Ivan Ramalho, secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento. Há grande preocupação dos empresários com a entrada de brinquedos para o Natal. Nesse segmento, o governo espera obter, em novembro, um compromisso da China de conter voluntariamente suas exportações.Na Argentina, o Ministério da Economia pretende colocar em vigor um sistema regulamentado há um mês que reduz de 24 para 12 meses o prazo médio para análise de processos antidumping. Além de proteger a indústria local, a medida responde a uma demanda interna do empresariado, que pede desvalorização do peso frente ao dólar e estímulos à produção.Afastada do mercado internacional de crédito desde a moratória, a Argentina não está sofrendo impactos da crise, a não ser pelos mercados de ações e bônus, que despencaram como um todo o mundo. Mas o secretário de Finanças do Ministério da Economia, Hernan Lorenzino, previu no Congresso que a desaceleração econômica também vai atingir o país. (págs. 1, A6 e A11)
Fim da euforia nos imóveis comerciais
O mercado de imóveis comerciais começa a sentir os efeitos da crise financeira. A euforia e a corrida desenfreadas por terrenos e edifícios prontos, que dominaram o mercado até o início do ano, deram lugar à cautela. Com forte presença de investidores estrangeiros, as decisões que envolvem grandes negócios começam a ser reavaliadas e até adiadas.O mercado de locação continua aquecido, mas a compra de ativos está mais lenta. “Com uma crise desse tamanho não há quem não pare para pensar. Metade dos compradores desistiu das propostas”, afirma Walter Cardoso, presidente da CB Richard Ellis. No auge do aquecimento do mercado, uma licitação para venda de imóvel chegava a ter de dez a 15 propostas. Agora, são de três a seis. Segundo o executivo, parte dos investidores se retraiu, apostando na queda dos preços. (págs. 1 e B8)
Ação defensivaGestores que participam da Carteira Valor recomendam papéis defensivos para enfrentar as turbulências da crise financeira internacional. Entre os destaques estão as ações de empresas do setor elétrico, que têm fluxo de caixa estável, e também de grandes bancos. (págs. 1 e D1)
Fluxo cambial e especulações
O fluxo cambial em setembro, até o dia 26, foi positivo em US$ 2,75 bilhões. O déficit financeiro, de US$ 3,52 bilhões, foi coberto pelo saldo comercial de US$ 6,26 bilhões. Os dados mostram que a alta do dólar no mercado interno é resultado de especulação. (págs. 1 e C2)
Russos fora da venda de caças à FABA Força Aérea Brasileira (FAB) eliminou metade das propostas e selecionou três fornecedores para a última fase do projeto F-X2, que resultará em uma encomenda inicial de 36 caças de múltiplo emprego, com entregas a partir de 2014. Passaram à etapa final o F-18 Super Hornet (da americana Boeing), Rafale (da francesa Dassault) e Gripen New Generation (da sueca Saab).Em uma postura rara, os americanos enviaram cartas à FAB em que acenam com transferência de tecnologia e abertura do código-fonte de componentes de seus aviões. Ficaram de fora da lista o caça russo Sukhoi Su-35, o americano F-16 (da Lockheed Martin) e o Eurofighter Typhoon (de um consórcio europeu). A ausência da Sukhoi surpreendeu, já que a aeronave russa era considerada uma das favoritas. (págs. 1 e A7)
Brasil tende a ser um importante competidor no mercado de leite, diz Carletti, do Rabobank (págs. 1 e B10)
Propostas de orçamento dos Estados ignoram crise
O agravamento da crise financeira internacional nas últimas semanas não modificou as propostas de orçamento estaduais para o próximo ano. Pelo menos seis Estados – São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Piauí – prevêem crescimento de receitas maior do que os 13% estimados pela União para 2009. Alguns projetam elevação em torno de 20%.Estados como São Paulo e Paraná consideraram prematuro rever as premissas de crescimento do PIB e da inflação levadas em consideração para a elaboração das propostas e mantiveram os números com os quais vinham trabalhando nos últimos dois ou três meses. O bom desempenho das contas neste ano colaborou para a decisão.Segundo o secretário da Economia e Planejamento de São Paulo, Francisco Vidal Luna, a projeção de inflação deve se cumprir em 2009. “Talvez o crescimento do PIB fique um pouco abaixo do esperado, mas o ‘colchão’ de 2008, deve compensar os resultados de 2009”. (págs. 1 e A3)
Um estilo tucano que dá certo
Um lidera com muita folga as pesquisas em Curitiba e talvez seja o melhor representante de um PSDB sem crise nas eleições de domingo. O outro nem é do partido, mas deve levar o estilo tucano de gestão para a prefeitura de Belo Horizonte, num reflexo do que o governador Aécio Neves, este sim do PSDB, faz no governo estadual.Beto Richa, de 43 anos, aparece em todas as pesquisas com mais de 68% das intenções de voto, mas dispensa o rótulo que vem recebendo. “Estou longe de ser um fenômeno”, seu desempenho na prefeitura e na campanha tornaram inevitáveis as especulações sobre suas possibilidades de suceder o governador Roberto Requião (PMDB) em 2010.Márcio Lacerda (PSB), de 62 anos, comunista na juventude e empresário bem-sucedido, pretende implementar uma diretriz política distinta da que prevaleceu nos últimos 16 anos de gestão do PT à frente da prefeitura de Belo Horizonte, caso seu favoritismo nas pesquisas seja confirmado no domingo. Ele quer não só trazer os tucanos de volta como também replicar, em âmbito local, o “choque de gestão”, difundido por Aécio. (págs. 1 e A14)
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Gazeta Mercantil
Manchete: Senado americano aprova plano de socorro financeirO
O Senado dos Estados Unidos aprovou ontem à noite o pacote de resgate que prevê o uso de até US$ 700 bilhões para comprar títulos podres das instituições financeiras. Foram 74 votos a favor e 25 contra.O pacote também precisa de aprovação na Câmara para ser implementado. A votação pode acontecer amanhã. Na segunda-feira, a Câmara rejeitou uma versão anterior do plano.A aprovação do Senado ocorreu depois de intensas negociações e a inclusão de novos pontos no plano (ver quadro). Na tarde de ontem, o presidente George W. Bush fez novo pronunciamento apelando pela aprovação do plano. Os dois candidatos à presidência, o democrata Barack Obama e o republicano John McCain, votaram a favor do pacote de socorro, que, de acordo com acerto feito entre os parlamentares, para passar no Senado o projeto teria de ter aceitação de 60 dos 100 senadores.No início da noite, a brigada pró-pacote já dizia contar com o mínimo de 60 votos para a aprovação das medidas. “Desejamos dar uma demonstração substantiva de apoio ao Senado, para servir de exemplo à Câmara”, disse o congressista Joe Lieberman. (págs. 1 e A16)
Governo libera US$ 5 bi ao campo
Os ministérios do Desenvolvimento, da Fazenda e o Banco Central preparam um conjunto de medidas para proteger o País dos efeitos da crise. O governo pretende ampliar as linhas de crédito para as exportações e para dar liquidez ao mercado. “Os dois ministérios e o Banco Central estão preparando medidas de precaução. A determinação do presidente Lula é a de que nos antecipássemos para qualquer situação”, disse o secretário de comércio exterior, Welber Barral.O presidente Lula quer evitar chamar de pacote as medidas em estudo devido ao peso negativo que a palavra tem na história econômica do país. Entre as medidas estão a antecipação de R$ 5 bilhões para a agricultura, sanando a falta de crédito que atinge o setor desde o agravamento da crise financeira.Segundo dados do Banco do Brasil (BB), 25% dos produtores rurais têm alguma restrição de crédito por comprometimento total ou parcial dos seus limites com renegociação de dívidas. A situação deve refletir em queda na área plantada nesta safra. Se não fossem as exportações do agronegócio, o Brasil teria, no primeiro semestre, saldo negativo de US$ 16,7 bilhões na balança comercial.Outro ponto do pacote é a desburocratização do crédito para pequenas e médias empresas, além de medidas já anunciadas, como a nova regulamentação do compulsório para o leasing e o leilão de venda de dólares para elevar a liquidez. (págs. 1 e B10)
Moody’s prevê menor liquidez
A crise de crédito já impacta a capacidade de financiamento de dívidas e investimentos de empresas da América Latina. De acordo com relatório que a agência internacional de classificação de risco Moody’s divulga hoje, companhias da economia real apresentam maior risco de liquidez. (págs. 1 e B3)
Agronegócio perde US$ 21 bi na Bovesp
aAs 14 principais companhias do agronegócio listadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) perderam R$ 21 bilhões até 30 de setembro na comparação com seu valor estimado em 20 de maio, antes do agravamento da crise internacional. Algumas delas podem ter dificuldade para retornar à posição anterior, sobretudo porque devem ser mais atingidas pela crise nos próximos meses ou simplesmente porque têm como negócio a venda de commodities agrícolas, cujos preços estão baixos e não devem recuperar patamares altos no curto prazo. A maior parte dessas empresas teve perdas superiores às do Ibovespa, que se desvalorizou 32,6%. (págs. 1 e B10)
Balança comercial: País exportou US$ 150,8 bi até setembro (págs. 1 e A5)
Volatilidade do dólar faz EDP desistir de usinaA Energias do Brasil, do grupo português EDP, sentiu o impacto da crise financeira mundial e desistiu de investir em uma usina térmica a carvão no Ceará, orçada em cerca de US$ 600 milhões. “Tivemos uma segunda-feira negra”, disse ontem António Pita de Abreu, presidente da empresa, que atribuiu o fracasso do plano americano de US$ 700 bilhões e a grande volatilidade do dólar à decisão do grupo de não participar do leilão de energia realizado na terça-feira, quando a usina cearense foi colocada à venda pelo sócio do projeto, a MPX. Representantes do governo, porém, ressaltaram o sucesso do leilão, que irá resultar em aportes de R$ 11 bilhões. (págs. 1 e C2)
Imóveis: Incorporadoras começam a rever lançamentos (págs. 1 e C1)
Impactos da crise só em 2009Os impactos da crise serão sentidos pelo comércio exterior ao longo de 2009. A avaliação é de José Augusto de Castro, vice-presidente da AEB. (págs. 1 e INVESTNEWS.COM.BR)
Opinião Thomas L. Friedman: Reconheço momentos sem precedentes quando vejo um. Senti medo pelo meu país poucas vezes na vida. Uma delas, na segunda-feira. (págs. 1 e A16)
Opinião Rodrigo da Rocha Loures: O Copom deve baixar a taxa Selic. Se isso não acontecer, corremos o risco de abortar outro ciclo de crescimento da economia brasileira. (págs. 1 e A3)
Caos e riscos na duplicação da BR-101Principal ligação rodoviária entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, a BR-101 convive com caos, transtornos e riscos, acentuados pelos desvios criados nas obras de duplicação. No total, 348 quilômetros estão sendo duplicados, entre os municípios de Palhoça, na região metropolitana de Florianópolis, e Osório, a cerca de 100 quilômetros de Porto Alegre.A reportagem da Gazeta Mercantil percorreu o trecho e mostra os principais problemas da estrada. Além dos desvios e da sinalização confusa, há partes esburacadas e sem acostamento. E, embora o prazo previsto inicialmente para a conclusão das obras fosse dezembro de 2008, há trechos cuja construção da segunda pista sequer começou.E os transtornos podem se estender por mais tempo. O Tribunal de Contas da União (TCU) pediu o embargo de 48 obras em todo o país, entre elas um túnel da BR-101, em Maquiné (RS). (págs. 1, C4 e C5)
DEM, PSDB e PT estão otimistas Três dos principais partidos políticos do País — DEM, PSDB e PT — acreditam que vão colher bons resultados nas eleições municipais de domingo. (págs. 1, A9 e A10)
Opinião Sandra Nascimento: Na legislação passada foram apresentados apenas dois projetos contra “crimes do colarinho-branco”. Um deles já foi arquivado. (págs. 1 e A2)

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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir
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quarta-feira, outubro 01, 2008

XÔ! ESTRESSE [In:] QUEM TEM MEDO DE VIRGINIA WOOLF ?

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[Homenagem aos chargistas brasileiros].
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ELEIÇÕES 2008: A BOLSA É ''FASHION"

Bolsa Família sustenta novo voto de cabresto no Nordeste
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Principal programa social do país, o Bolsa Família tem sido utilizado nesta campanha municipal como uma nova modalidade de cabresto eleitoral, informa nesta quarta-feira reportagem de Eduardo Scolese, publicada pela Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
Candidatos a prefeito e a vereador usam o programa federal de transferência de renda tanto para agradar o eleitor, oferecendo a ele um cartão de beneficiário em troca do voto, como para ameaçá-lo caso vote em algum candidato da oposição.
Nas últimas três semanas, a Folha encontrou casos de uso eleitoral do programa no interior de Ceará e Piauí e ouviu denúncias informais em Paraíba, Bahia e Rio Grande do Norte. Promotores dizem que o principal obstáculo à fiscalização é o medo dos eleitores de serem perseguidos após a denúncia.
As eleições deste ano são, na prática, a primeira grande experiência municipal do uso do Bolsa Família para arregimentar votos. Neste ano, o governo reajustou em 8% o valor do benefício, anunciou um programa de qualificação de profissionais específico aos beneficiários e estendeu o benefício a jovens de 16 e 17 anos --iniciativas tidas como eleitoreiras pela oposição.
Outro lado
Segundo a secretária de Renda da Cidadania do Ministério do Desenvolvimento Social, Rosani Cunha, se as famílias souberem que a concessão do benefício é feita pelo governo federal, ficam menos expostas a ameaças nas eleições.
Cunha afirmou ainda que o programa não é "infalível", mas que os mecanismos de controle estão muito mais apurados.
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Folha Online, em 24092008.
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''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"

01 de outubro de 2008
O Globo
Manchete: Governo abandona otimismo e decide mudar Orçamento
O presidente Lula, que chegou a dizer que a crise financeira era um problema do seu colega americano George W. Bush, admitiu ontem que ela "é muito séria e profunda". E resolveu agir: a equipe do governo já trabalha na revisão do Orçamento de 2009, levando em conta que mudaram as projeções para a economia no ano que vem, informa Gustavo Paul. O Orçamento já fechado previa alta do Produto Interno Bruto (PIB) de 4,5%, dólar a R$ 1,71 e inflação em 4,5%. No entanto, as estimativas agora são que o crescimento pode ficar entre 3% e 3,5%, o dólar já está acima de R$ 1,90 e a inflação deve subir pressionada pela taxa de câmbio. Para equilibrar a receita menor com impostos o governo deve cortar despesas. Em Recife, o governador José Serra fez duras críticas à postura do governo Lula de criar uma "imagem falsa" de tranqüilidade diante da crise, semelhante à dos militares no choque do petróleo. "Temos reservas, mas infelizmente o governo começou a torrá-las para manter o real claramente supervalorizado", atacou Serra. (págs. 1, 29 e 30)
Dólar em setembro tem a maior alta em seis anos
As bolsas no Brasil e no mundo tiveram altas ontem, com exceção da Ásia. No dia, o dólar caiu 3,15% - fechando a R$ 1,904 - mas em setembro subiu 16,54%, a maior valorização mensal desde de 2002. (págs. 1, 32 e 33)
ArtigoJoseph Stiglitz - Pacote terá pouco efeito sobre a economia (págs. 1 e Economia 32)
Artigo Richard Cohen: BC dos EUA sabem bem o que temer (págs. 1 e 31)
Minc admite rever lista que publicou sem ler
Diante da reação causada dentro do próprio governo pela lista que aponta assentamentos do Incra como os maiores desmatadores da Amazônia, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, admitiu que ela pode ser revista e deu prazo para o Ibama analisar recursos. Ele disse que não leu o documento antes de publicá-lo. A ex-,ministra Marina Silva chamou a divulgação de pirotecnia. (págs. 1, 14 e 15)
Exército dispensa recrutas por falta de verbas
O comandante do Exército, Enzo Peri, avisou que vai dispensar recrutas por falta de dinheiro. Ele cobra do governo a liberação de R$ 445 milhões, afirmando que não há dinheiro para gastos com alimentação da tropa e com a segurança das eleições, informa Ilimar Franco. (págs. 1 e Panorama Político)
Brasil já faz célula-tronco de embrião
Cientistas da UFRJ e da USP anunciaram ontem a criação da primeira linhagem nacional de células-tronco de embriões humanos. Com isso, o país ganha autonomia para desenvolver terapias contra doenças como mal de Parkinson, câncer e lesões na coluna. (págs. 1 e 41)
Paquetá já tem violência e facçõesCercada pela paisagem mais bucólica da Baía e com pouco mais de 3 mil moradores, a Ilha de Paquetá já está sendo alvo da disputa de facções criminosas comandadas por traficantes do Rio. Ao investigar um assalto na ilha, a polícia achou ontem 40 bombas de fabricação artesanal. (págs. 1 e 16)
Eleições 2008 - Vans desafiam a lei e atacam Eduardo Paes
Cerca de 500 motoristas de vans e Kombis credenciadas pela prefeitura participaram de carreata contra o candidato do PMDB, Eduardo Paes. A lei eleitoral proíbe qualquer transporte público que precise de autorização da prefeitura de fazer propaganda, seja contra ou a favor. Fiscais do TRE apreenderam bandeiras e panfletos. Alguns participantes admitiram trabalhar nas campanhas de Solange Amaral (DEM), Crivella (PRB), Jandira (PCdoB) e Molon (PT). (págs. 1 e 8)
Eleições 2008 - Cesar explode gasto com pessoal
No orçamento para 2009, o prefeito Cesar Maia (DEM) aumentou os gastos com pessoal para 51,09% do total, só 0,21% abaixo do limite da lei. (págs. 1 e 10)
Eleições 2008 - Paulo Ramos, 1%, inviabiliza debate O candidato Paulo Ramos (PDT), com 1% das intenções de voto, inviabilizou acordo para debate na TV Globo, aceito por outros nove concorrentes. (págs. 1 e 4)
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Folha de S. Paulo
Manchete: Kassab abre 8 pontos sobre Alckmin
Gilberto Kassab (DEM) subiu mais três pontos percentuais no Data Folha, foi a 27 % e aumentou para oito a vantagem sobre Geraldo Alckmin (PSDB) na corrida à prefeitura de SP. Alckmin oscilou negativamente um ponto, para 19%. Marta Suplicy (PT) variou dois para baixo, no limite da margem de erro, e tem 35%. O primeiro turno é no domingo. Na simulação de segundo turno, Kassab ultrapassou Marta e venceria hoje por 49% a 44%. Na pesquisa anterior, havia empate técnico (47% a 46% para o prefeito). A petista também perderia de Alckmin, por 49% a 44%. A campanha de Alckmin reagiu com indignação ao cancelamento do último debate do primeiro turno, que a TV Globo faria amanhã. Os tucanos acusam o candidato Ciro Moura (PTC) de forçar a decisão e beneficiar Kassab ao insistir em participar do programa. “Quem bateu o pé contra foi o Ciro Moura, que todo mundo sabe a serviço de quem está”, disse o coordenador da campanha, Edson Aparecido. Kassab negou o acerto. Moura disse que só exigiu o cumprimento da lei. (Págs.1 e Brasil)
Brasil estuda ajuda do Tesouro a exportadores
O governo deve usar recursos do Tesouro para bancar parte da alta de custo dos exportadores provocada pela crise nos EUA, relatam Valdo Cruz e Sheila D’Amorim. OBNDES também poderá reforçar suas linhas de crédito destinadas a financiar exportações. (Págs. 1 e B5)
Protógenes fala que Presidência deu ordem para investigar DantasO delegado Protógenes Queiroz declarou ao Ministério Público Federal que a investigação que culminou na Operação Satiagraha foi aberta por determinação do Planalto ao então diretor-geral da PF, Paulo Lacerda, informa Alan Gripp. Em 2004, quando começou a apuração, o banqueiro Daniel Dantas, maior alvo da Satiagraha, disputava o controle da Brasil Telecom. Lacerda negou a versão. O Planalto não falou. (Págs. 1 e A12)
Minc agora diz que não checou lista de desmate que inclui Incra
Um dia após divulgar que assentamentos da reforma agrária estavam no topo da lista dos cem maiores desmatadores da Amazônia, o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente) afirmou não ter produzido nem checado os dados antes de anunciá-los. O ministério do Desenvolvimento Agrário e o Incra, responsável pelos assentamentos, ficaram contrariados com a lista. Minc culpou o Ibama e deu ao órgão 20 dias para checagem. (Págs. 1 e A13)
EUA votam pacote no Senado hoje
Após o pânico de anteontem, quando o veto da Câmara dos EUA ao plano econômico do governo Bush derrubou as Bolsas do mundo, lideres do Congresso anunciaram que ele será votado no Senado hoje à noite. Estima-se que a chance de aprovação nessa Casa seja maior. Os dois principais candidatos à Presidência, os senadores Barack Obama (democrata) e John McCain (republicano), disseram que vão participar da votação. O pacote prevê gastar até US$ 700 bilhões em ajuda a instituições com problemas. Sugestões como a ampliação da garantia a depósitos bancários foram bem recebidas, e os mercados recuperaram parte de suas perdas: a Bolsa de Nova York subiu 4,68%, e a de São Paulo, 7,6%, com queda de 3,15% no dólar. A crise nos EUA já atinge a economia não-financeira, relata Fernando Canzian. Empresas fazem ajustes na produção, e o número de bancos que adotaram políticas de crédito mais restritivas duplicou. (Págs. 1, B1 e B9)
‘Sacralização’ do mercado acabou, diz Elio Gaspari (Págs. 1 e A12)
Para Delfim Neto, Câmara rejeitou papel coadjuvante (Págs. 1 e A2)
Plano original era ineficiente, afirma Fernando Cardim (Págs, 1 e B8)
Martin Wolf vê possibilidade de desfecho calamitoso (Págs. 1 e B8)
Financiamento fica mais caro e prazos diminuem
Dados da Anefac (associação de executivos de finanças) mostram que o juro médio para o consumidor subiu de 7,39% para 7,45% e os prazos de financiamento caíram para 24 ou 12 meses. A Anefac já vê reflexos da turbulência nos EUA. (Págs. 1 e B6)
Editoriais Leia “O Brasil no vendaval”, sobre escassez do crédito; e “Mais poder a Correa”, acerca de referendo no Equador. (Págs. 1 e A2)
ciência Brasil produz sua 1ª linhagem de célula-tronco embrionária (Págs. 1 A18)
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Safra, exportação e BNDES terão mais verbas, diz governo
A possível interrupção do crédito externo por conta da crise internacional levou o Planalto a tomar medidas para financiar o agronegócio, o setor exportador e a área de infra-estrutura. No caso da safra de 2009, estuda-se a liberação de parte dos depósitos compulsórios recolhidos pelos bancos. Para o BNDES, a idéia é injetar R$ 7 bilhões do Fundo de Investimentos do FGTS, adicionais aos R$ 15 bilhões que o Tesouro vem entregando em parcelas. Em relação aos exportadores, o cenário já aponta retração dos empréstimos - a queda foi de 6,6% em agosto sobre julho - e o governo confirmou medidas para garantir crédito, conforme revelou o Estado ontem. Após um dia de pânico, a Bovespa disparou 7,63%; em Nova York, a alta foi de 4,68%. (págs. 1, B4, B6 e B10)
Os quatro amigos: encontro em Manaus
Lula cumprimenta Hugo Chávez (Venezuela), Evo Morales (Bolívia) e Rafel Correa (Equador), em Manaus; após articulação do presidente brasileiro, Chávez elogiou a Odebrecht, pivô da crise com Correa, aliado do venezuelano. A empreiteira, disse ele, "comportou-se muito bem" em seu país, com "confiança e transparência absoluta". (págs. 1 e A16)
Lista que cita Incra como desmatador abre crise
O presidente Lula mandou auditar as multas ao Incra por desmatamento. O Ministério do Meio Ambiente listara o órgão como o maior desmatador do País, abrindo crise com a pasta de Desenvolvimento Agrário. (págs. 1 e A18)
Meirelles: "Crise exige serenidade"
Em evento promovido pelo Estado, Henrique Meirelles, do Banco Central, disse que "a crise é séria", mas que o BC a observa "com serenidade". (págs. 1 e B7)
Notas e Informações - Levando a crise a sério
Enquanto Bush negocia um novo pacote de ajuda financeira, o governo brasileiro deveria tomar duas atitudes: primeiro, torcer pelo êxito da negociação; segundo, deixar de lado a oratória de palanque e estudar como enfrentar as dificuldades sem desarranjar a economia. O mais prudente é esquecer o otimismo. (págs. 1 e A3)
Relatório aponta fraude em fundos de 3 Estados e 112 municípios
Relatório do Ministério da Previdência e do BC aponta operações financeiras suspeitas em fundos de pensões de 3 Estados e 112 prefeituras, informa a repórter Sônia Filgueiras. O total de prejuízos é estimado em quase R$ 200 milhões. (págs. 1 e A4)
USP reproduz células de embrião
Cientistas da USP produziram a primeira linhagem de células-tronco embrionárias humanas do Brasil, relata o repórter Herton Escobar. As células foram obtidas a partir do descongelamento de 250 embriões vindos de clínicas de fertilização. É o primeiro resultado prático obtido no País desde que o STF liberou, em maio, pesquisas desse tipo. O experimento abre caminho para a busca de tratamentos terapêuticos. (págs. 1 e A17)
Suspensão de debate frustra Alckmin e anima Kassab
Por falta de acordo com candidatos de pequenos partidos, a TV Globo cancelou o debate marcado para amanhã em São Paulo. O programa era a última esperança de reação do tucano Geraldo Alckmin ante Gilberto Kassab (DEM). (págs. 1 e A6)
Internet está deixando de ser "terra sem lei", diz estudo
As decisões judiciais envolvendo a internet no Brasil saltaram de 400 para 17 mil de 2002 a 2008, diz estudo de Renato Opice Blum, especialista em direito na web. Para ele, a rede está deixando de ser "terra sem lei". (págs.1 e C1)
Artigo - Ameaça ao Mercosul
Mário Cesar Flores: Ingresso da Venezuela representa risco para projeto saudável. (págs. 1 e A2)
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Jornal do Brasil
Manchete: Natal sem crise
Enquanto a crise americana torna nebuloso o horizonte nas bolsas, no varejo, grandes redes de supermercado apostam no consumo aquecido: o Wal-Mart projeta o melhor Natal da sua história no país e o Pão de Açúcar mantém metas de crescimento. O governo lembra, porém, que está pronto para agir se necessário. (págs. 1 e Tema do dia A4)
Investidores reagem, mas prejuízos são maiores que socorro
Depois do pânico, um dia de alívio: os investidores voltaram às compras ontem em busca de ações que ficaram baratas demais. A Bovespa acompanhou o otimismo mundial e fechou em alta de 7,6%. Os prejuízos nas bolsas, no entanto, já somaram US$ 1 trilhão. (págs. 1, Tema do dia A2 e A3)
Superávit do Brasil já supera o de todo o ano passado
O bom desempenho da economia da União, Estados e municípios produziu um superávit recorde no Brasil nos últimos oito meses. O total acumulado chegou a R$ 108,4 bilhões, superando o total economizado pelo setor público em 2007. É o melhor resultado desde 1991. (págs. 1 e Economia A20)
TCU suspende 48 obras irregulares
O Tribunal de Contas da União recomendou a paralisação de 48 obras por apresentarem indícios de irregularidades graves. Estão incluídas 13 obras do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), como a usina nuclear de Angra 3, a ferrovia Norte-Sul e o Rodoanel paulista. (págs. 1 e País A15)
Brasil-Venezuela terão petrolífera
O Brasil e a Venezuela firmaram, ontem, em Manaus, sete acordos de cooperação, a exemplo de uma petrolífera binacional (60% da Petrobras). Os dois países construirão também uma siderúrgica para produzir 1 milhão de toneladas de aço por ano. (págs. 1 e Internacional A21)
Esquema polêmico em torno das pesquisas eleitorais
Candidato a prefeito do Rio, o senador Marcelo Crivella (PRB) anunciou que vai apresentar projeto no Congresso para obrigar a mídia a divulgar todas as pesquisas de intenção de voto registradas no Tribunal Regional Eleitoral, a despeito de quem as encomendou. (págs. 1 e Eleições A6)
Corrupção no coração do Rio
Ousadia: Imagens gravadas por um leitor do JB revelam o esquema de um fiscal da CET-Rio para cobrar propina de flanelinhas que loteiam a Avenida Rio Branco aos sábados. O prefeito César Maia classificou o ato de bandidagem. (págs. 1 e Cidade A16)
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Correio Braziliense
Manchete: Bush se ajoelha...Um dia depois do desastre causado pela rejeição dos deputados ao pacote de socorro de US$ 700 bilhões, o presidente dos EUA faz novo pronunciamento implorando aos políticos que reavaliem o caso. O projeto será mandado hoje ao Senado. Se aprovado, poderá voltar para mais uma votação na câmara baixa....O Mercado reza...Diante da possibilidade de ressurreição do plano de salvamento, as bolsas de valores refletiram algum otimismo, coisa rara nos últimos dias. Em Nova York, o índice Dow Jones fechou em alta de 4,6%. Os negócios também foram bem em Londres (+1,7%), Paris (+1,9%) e Frankfurt (+0,4%). A Bovespa subiu 7,6%. Ainda assim, a praça paulista teve o pior setembro dos últimos quatro anos. ...E o Brasil pagaO dilema dos juros — aumentá-los ou não em meio à crise? — cria fraturas no Banco Central e traz problemas ao presidente da instituição, Henrique Meirelles. Ao mesmo tempo, as exportações brasileiras estão caindo por falta de crédito no exterior. Prêmio Nobel em 2001, o economista Joseph Stiglitz concede entrevista ao Correio e manda um recado ao Brasil: “Ninguém está a salvo”.(págs. 1, Tema do dia, 13, 14, 15, 16 e 17)
Papai Noel chega antes na Câmara
Os 1.731 funcionários da Câmara Legislativa terão, a partir de hoje, 10% de aumento salarial. Mas não só isso. O valor do vale-alimentação, atualmente em R$ 620, será acrescido de R$ 50. E os anuênios, congelados há um ano, voltam a existir. As bondades custarão R$ 1,5 milhão mensais aos contribuintes do Distrito Federal. A conta ainda pode crescer. A mesa diretora estuda a concessão de outros 10% de reajuste adicional aos servidores da Casa. (págs. 1 e 7)
Judiciário age contra exploração infantilConselho Nacional de Justiça monta comitê para auxiliar o GDF no combate à prostituição de crianças. Vara da Infância vai funcionar no prédio do Touring. (págs. 1 e 25)
O país mais perto da célula-tronco
Cientistas da Universidade de São Paulo deram o passo que faltava para o êxito do Brasil nas pesquisas destinadas à terapia com células-tronco em seres humanos. Eles conseguiram a primeira linhagem embrionária puramente nacional, 10 anos depois dos EUA, primeiros a obter o material próprio. “Temos gente capacitada para avançar”, comemora a cientista Lygia da Veiga Pereira. “Basta que o governo invista na área.” (págs. 1 e 10)
Bancários e professores prejudicam brasiliense
Paralisações atingem mais de 70% das agências e deixam 500 mil alunos sem aula na rede pública.GDF propõe reajuste de 9,9% a profissionais da educação. (págs. 1, 18 e 29)
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Valor Econômico
Manchete: Empresas pagam caro por recursos escassos
A falta de dinheiro na praça, em meio à crise de crédito internacional, forçou as companhias brasileiras a buscar alternativas para escapar do aperto ou cancelar suas operações.A Lojas Renner, uma das maiores varejistas de vestuário do país, desistiu da emissão de debêntures que havia sido anunciada no início do mês para bancar a aquisição da Leader, do Rio. Com o aumento brusco dos custos de captação, a empresa negociou com os controladores da rede fluminense o pagamento de R$ 440 milhões em seis parcelas, a primeira no fechamento da operação e a última em 31 de janeiro de 2011.A Localiza Rent a Car, maior locadora de automóveis da América Latina, adiou ontem uma emissão de debêntures de R$ 300 milhões. Já a Sabesp resolveu captar até R$ 300 milhões oferecendo uma das maiores remunerações já vistas pelo mercado nos últimos anos. Está disposta a pagar até 120% do CDI.A Visanet suspendeu temporariamente sua oferta inicial de ações, que seria a maior da história. O pedido de análise da colocação foi feito há um mês e as reuniões iniciais de apresentação da operação para os grandes investidores, que chegaram a ser agendadas, foram canceladas.A Vivo, no ano de maior investimento de sua história, optou por instrumento de curto prazo para reduzir o custo. Emitiu R$ 550 milhões em notas promissórias de um ano, pagando 110,2% do CDI. O dinheiro será usado para quitar notas que vencem em novembro, pelas quais a empresa pagava 104% do CDI.Banco do Brasil e HSBC aparecem como tomadores tanto da emissão da Vivo como das debêntures da Sabesp, que contou ainda com participação do Citigroup e da Nossa Caixa.A Localiza, que ofereceu papéis no ano passado, antes do início da crise, pagou 104% do CDI. Na atual emissão, a taxa bateu 114%, o que a levou a desistir da captação. A avaliação de risco das duas debêntures não foi alterada.De acordo com Jorge Simino, diretor de investimento da Fundação Cesp, com o mercado externo fechado, as empresas se voltam para o mercado local de empréstimos em reais e têm a opção de emitir títulos como as debêntures. "Vemos claramente que o mercado está um pouco mais movimentado". Segundo ele, a fundação tem recebido muitas consultas de companhias sobre preços e prazos. (págs. 1, C8 e D9)
Se necessário, BC reduzirá mais o compulsório
Se for necessário, o governo via usar o arsenal à disposição do Banco central para enfrentar os efeitos da crise externa no país. Esse arsenal inclui leilões de câmbio, redução do compulsório dos bancos e oferta de linhas de redesconto. A tônica da gestão da crise dentro do governo é dar liquidez aos mercados para que continuem funcionando.O compulsório abre ampla margem para ação do BC. No Brasil, ao contrário da maioria dos países, ainda se exige dos bancos o recolhimento obrigatório de R$ 53 para cada R$ 100 em depósitos à vista nos bancos. Nos depósitos a prazo, o recolhimento é de 23%. A idéia é usar esses instrumentos de liquidez sem atrapalhar a política monetária.A maior preocupação do governo é com a paralisação da oferta de crédito ao comércio exterior. A notícia de que uma grande exportadora pediu US$ 100 milhões a um banco e só conseguiu US$ 5 milhões dá uma idéia do tamanho do problema. O temor não diz respeito apenas ao crédito das exportações, mas também ao das importações, que ajudam a conter a inflação. Apesar disso, não se cogita usar dinheiro das reservas cambiais para financiar exportadores. (págs. 1 e A2)
Commodities em baixa
Crise nos mercados financeiros internacionais em setembro provocou a redução das cotações médias mensais dos principais produtos agrícolas negociados pelo Brasil no exterior. Na bolsa de Chicago, os grãos recuaram às menores médias em pelo menos seis meses. (págs. 1 e B11)
Planejamento tributárioA valorização do dólar em relação ao real abre oportunidade para subsidiárias brasileiras de grupos internacionais liquidarem empréstimos estrangeiros intercompanhias sem pagar Imposto de Renda nem CSLL. (págs. 1 e A2)
Candidatos do NE copiam o Bolsa Família
A popularidade do Bolsa Família dá origem nestas eleições a versões municipais do programa federal. No Nordeste, que abriga quase metade das famílias contempladas com a ajuda de Brasília, proliferam promessas de transferências de renda. As propostas - que prevêem de depósitos mensais a partir de R$ 100 a parcela única de até R$ 2 mil - são as mais variadas. Há o Bolsa Saúde, para comprar remédios; o Bolsa Aprendiz, para quem faz cursos profissionalizantes; o Bolsa Cotista, para os universitários; e até o Retorna para Casa, para famílias que acolham parentes menores de idade que estejam em abrigos públicos. A diversidade de propostas é acompanhada pela pluralidade partidária. (págs. 1 e A16)
Para crescer, Copersucar agora é uma empresa
A Copersucar, maior cooperativa de açúcar e álcool do mundo, passa a ser, a partir de hoje, a Copersucar S.A., a maior empresa sucroalcooleira do país. As 33 usinas associadas à cooperativa são agora acionistas da holding que controla a companhia, que nasce com um faturamento de R$ 5,7 bilhões e investimentos de US$ 2 bilhão para os próximos três anos, sobretudo em logística.A decisão faz parte do projeto de expansão do grupo. “Nosso principal desafio é crescer. O modelo de cooperativa tem a excelência operacional, mas cria restrições para a expansão”, disse ao Valor Luís Roberto Pogetti, CEO da Copersucar. “Por lei, uma cooperativa não pode ser dona de ativos, o que traz dificuldades para o crescimento”. Segundo Pogetti, a meta da Copersucar é abocanhar 30% do mercado nacional de açúcar e álcool em dez anos.Como empresa, poderá fechar alianças estratégicas e atrair novos acionistas e investidores. Embora a Copersucar não confirme, uma das parcerias que poderá ser feita é na área de distribuição de combustíveis. Mas não seria nos mesmos moldes da Cosan, que comprou a Esso em abril. Se concretizada, será uma parceria com um grupo nacional ou do exterior. (págs. 1 e B12)
Avanço da banda larga
O número de assinantes de banda larga no mundo chegou a 380 milhões no fim do primeiro semestre, crescimento de 17% em 12 meses. Os principais mercados nacionais são EUA, China e Japão. O Brasil teve o quinto maior crescimento no segundo trimestre. (págs. 1 e B3)
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Gazeta Mercantil
Manchete: Agora, bancos negam crédito a agricultores
Os bancos internacionais fecharam as portas para a elite da agricultura brasileira. Grandes produtores foram buscar dinheiro pré-aprovado e voltaram de mãos vazias ou com apenas parte do recurso. “Um terço da minha lavoura é financiada por esses bancos há cinco safras. Agora, o crédito foi negado”, lamenta Walter Horita, que cultiva soja e algodão na Bahia. Segundo ele, o mesmo aconteceu com outros agricultores, que tentam negociar de última hora com fornecedores de insumo.O Grupo Scheffer, de Mato Grosso, recebeu apenas 80% do dinheiro pleiteado e teve de liquidar às pressas estoques de algodão com deságio de 2% para financiar o plantio. O custo do dinheiro a exportadores de produtos agrícolas mais que dobrou. Passou de 4,5% para 14,5% ao ano. (págs. 1 e B12)
Opinião Antonio Penteado Mendonça: Se o sucessor do presidente Lula tivesse apenas que readequar as despesas federais, seria relativamente fácil. Mas ele terá também que “desaparelhar” o Estado brasileiro. (págs. 1 e A3)
Bovespa: Índice fecha em alta de 7,63% (págs. 1 e B5)
Pronto para a crise: Henrique Meirelles, presidente do BC, diz que está preparado para agir (págs. 1 e B4)
Apesar da crise externa, o varejo prevê um bom Natal
Héctor Núñez, presidente no Brasil do Wal-Mart, afirmou recentemente que, apesar da crise internacional, a rede deve ter em 2008 o melhor Natal da história no país. Em meio ao caos externo, a Casas Bahia, maior rede de eletroeletrônicos do Brasil, tem mantido o volume de encomendas para o Natal 7% maior que o do ano passado. O empresário Michael Klein acredita que não deverá ter fortes oscilações nas vendas nos últimos meses do ano.Graças ao aumento do emprego, o varejo brasileiro não tem do que se queixar. O presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), Sussumu Honda, diz que o setor vai crescer 8%, melhor desempenho em dez anos. (págs. 1 e C10)
Indicadores sociais: Contratações começam a desacelerar, diz Ipea (págs. 1 e A5)
Conjuntura não se compara a 1929
A turbulência que atingiu os mercados na última segunda-feira ainda não se compara à Grande Depressão de 1929, avaliam especialistas, de forma consensual. No entanto, há riscos de a economia real ser afetada. (págs. 1 e A14)
OpiniãoLeonardo Trevisan: Apesar da crise, a máquina comprada terá que ser paga. Por isso, formação de engenheiros é essencial. Mas o Brasil cuidará primeiro da pós-graduação em engenharia. (págs. 1 e A2)
Opinião Augusto Nunes: Entre 2002 e junho deste ano, a farra da anistia torrou R$ 2,3 bilhões com indenizações. A fila de espera passa de 30 mil pedintes. Com crise ou sem crise, a festa continua. (págs. 1 e A10)
Avança acordo para usina em PEA Petrobras e a venezuelana PDVS
A assinaram ontem um termo de compromisso para a construção conjunta de uma refinaria em Pernambuco, orçada em R$ 4 bilhões. (págs. 1 e A8)
Aneel propõe corte de subsídios
A Aneel propõe reduzir em R$ 1 bilhão — quase um terço — os subsídios destinados ao Norte do País para a geração de térmicas. O corte, se aprovado, reduzirá a conta de luz dos demais consumidores brasileiros. (págs. 1 e C9)
Mercado tenta popularizar a TV digital
Lançada oficialmente no dia 2 de dezembro de 2007, a TV digital ainda não deslanchou no país. Entre as razões para isso estão o alto preço dos conversores de sinal e a pequena oferta de programas de alta resolução e interatividade. O lançamento do aparelho de conversão por um valor mais acessível — R$ 200 — deve ser o impulso de que o mercado precisa. O barateamento da tecnologia pode atrair a parcela da população que hoje assina pacotes básicos de TV paga em busca da melhoria do sinal de TV aberta. A Associação Nacional dos Fabricantes de Eletroeletrônicos (Eletros) avalia que o ritmo das vendas de televisores adequados ao digital está dentro do projetado inicialmente. Para a entidade, as vendas crescerão a partir do momento em que os brasileiros notarem que realmente existe diferença entre as imagens do sistema tradicional e o digital. (págs. 1, C5 e C6)
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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir
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terça-feira, setembro 30, 2008

XÔ! ESTRESSE [In:] TORTOGRAFIA

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[Homenagem aos chargistas brasileiros].
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ELEIÇÕES 2008: NEM COM ''PAPEL NEVE'' ...

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A verdadeira lista suja: os CPFs encrencados de políticos candidatos a prefeito, vice e a vereador neste ano


CPFs divulgados pelo Políticos do Brasil permite consulta simples para checar o CPF de qualquer político
Há 166 candidatos a prefeito e a vice-prefeito nas 10 maiores capitais do país. Desses, 56 não conseguem obter uma certidão negativa de débitos relativos a tributos federais e à dívida ativa da União.
Ou seja, nas 10 maiores capitais do país, 33,7% dos candidatos estão com alguma pendência com o Fisco. Essa gente quer o seu voto para controlar uma prefeitura, cuidar dos impostos e de como o dinheiro público é aplicado. Mas alguns deles parecem ser relapsos com as suas próprias finanças.
Esses dados só estão sendo divulgados porque o Políticos do Brasil (excepcionalmente no endereço http://eleicoes.uol.com.br/2008/candidatos/) está colocando à disposição dos internautas a ficha completa dos mais de 350 mil candidatos a prefeito e a vereador neste ano (em breve, também estarão disponíveis as fichas dos candidatos a vice-prefeito). Além de nome, número eleitoral, foto e outros dados básicos, também há a declaração de bens e o CPF de cada candidato.
Com os CPFs foi possível checar quantos candidatos têm pendências com o Fisco. Com a ajuda do jornalista Piero Locatelli, este blog traz o resultado da consulta em 10 capitais.
É bom ressaltar que nem todos os que não conseguem uma certidão negativa podem, de fato, estar devendo algum imposto. Pode ter ocorrido alguma inconsistência no Imposto de Renda e o sujeito foi multado indevidamente. Digamos que tenha sido esse o caso. Um mero infortúnio burocrático na vida dessa tropa de 56 políticos. OK. Mas não seria o caso de eles tentarem uma solução antes de se candidatarem?
Ou, se fosse o caso, expor em suas campanhas a razão pela qual não conseguem uma certidão negativa para limpar seus nomes?
No post abaixo, veja exemplos de políticos com os CPFs encrencados e como fazer para checar a situação de qualquer um listado como candidato neste ano.

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Por Fernando Rodrigues


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MINC vs. DESMATAMENTOS vs. ASSENTAMENTOS: AFINAL!!! SIM OU NÃO???

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Minc evita responsabilizar assentamentos pelo aumento dos desmatamentos
Depois de divulgar que o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) lidera a lista dos grandes desmatadores do país, o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente) evitou nesta segunda-feira responsabilizar os assentamentos pelo aumento do desmatamento na Amazônia legal. Segundo ele, o problema é causado pela falta de um plano de manejo e a ausência de concessão de licenças ambientais legais."O Incra aparece em oito citações entre os 100 maiores desmatadores. É bom esclarecer que estamos tomando medidas. São medidas para acelerar o licenciamento ambiental para que os assentamentos tenham sustentabilidade ambiental e econômica", disse Minc. Ao ser questionado se não era inusitado um órgão do governo liderar as irregularidades, o ministro respondeu que a fiscalização é realizada de forma isenta. "Não é a primeira vez que isso ocorre [houve com a Petrobrás], nós temos de correr atrás do nosso prejuízo", afirmou. De acordo com Minc, o objetivo é acabar com a chamada "impunidade ambiental". "Hoje em dia de cada 100 grandes, dez vão a juízo e um é condenado. Isso é a impunidade ambiental. Vamos tomar medidas contra a todos eles. Vamos ser duros. Também seremos duros no sentido de medidas urgentes", afirmou.
Eleições
Após apontar as eleições municipais como uma das vilãs do desmatamento no país, Minc minimizou o discurso, informando que a dificuldade está na cobrança de ações efetivas por parte dos governadores e prefeitos no período eleitoral."Aumenta [o desmatamento em ano eleitoral] porque os governadores e prefeitos não querem ser antipáticos com ninguém. Não querem multar nem punir ninguém", afirmou.Segundo o ministro, para evitar essas dificuldades é que o governo terá mais autonomia na fiscalização ambiental em todo país especialmente na Amazônia legal. "Vamos ter uma força federal que nos vai dar autonomia. Vamos ampliar o número de portais e barreiras porque as atuais estão insuficientes. Vamos intensificar o trabalho com os órgãos [estaduais e municipais]", disse.Minc ressaltou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou a intensificação das ações de fiscalização. "" fiscalização feita surtiu efeito. Agora mais que dobrou em relação ao mês passado e nós atribuímos a uma série de fatores. Por isso nós pedimos ao presidente Lula esse reforço e o presidente disse "sim´", afirmou.
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http://www.correiobraziliense.com.br/html/sessao_18/2008/09/29/noticia_interna,id_sessao=18&id_noticia=36237/noticia_interna.shtml

''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"

30 de setembro de 2008
O Globo
Manchete: O pior dia na história das bolsas
Com a maior parte dos votos dos republicanos – partidários do presidente George W. Bush -, a Câmara dos Deputados dos EUA rejeitou o megapacote de US$ 700 bilhões de socorro ao sistema financeiro. Os mercados, que tinham aberto em baixa, desabaram. O Índice Dow Jones teve o maior recuo em pontos da história (777,68) e fechou em queda de 6,98%. O Nasdaq caiu 9,14%. No dia, a Bolsa de Nova York perdeu US$ 1,2 trilhão em valor de mercado. Mais uma vez, a Bovespa foi a que teve a maior queda entre as grandes bolsas do mundo e a única a acionar o circuit breaker (suspensão dos negócios), logo depois do fracasso da votação, quando a perda bateu os 10%. Meia hora depois, os negócios foram retomados e a desvalorização chegou a 13,81%. No fechamento, caía 9,36%, o maior percentual desde janeiro de 99, quando houve a maxidesvalorização do real. As perdas das empresas exportadoras no mercado futuro de câmbio e os efeitos da escassez de crédito provocaram a reação da bolsa brasileira. O dólar chegou a subir 8%. No fim do dia, a cotação estava em R$ 1,966, com alta de 6,21%. No turismo, chegou a R$ 2,10. (págs. 1, 23 a 30 e editorial “Melhor prevenir”)
Lula já admite ‘pequeno aperto’ para o Brasil
O presidente Lula admitiu que a crise americana vai reduzir o crédito no mundo e que pode causar “um pequeno aperto” no Brasil. Mas disse que o país não pode ser vítima do cassino montado em Wall Street. O ministro Guido Mantega disse que a falta de crédito pode prejudicar exportações. Analistas já prevêem que o PIB de 2009 ficará abaixo de 3%. (págs. 1, 24 e Negócios & Cia)
Eleições 2008 - Sindicalista amigo de Lula faz campanha milionária
O ex-ministro Luiz Marinho(PT), amigo do presidente Lula, faz uma campanha milionária para prefeito de São Bernardo (SP), gastando, por eleitor, quase seis vezes mais que Marta Suplicy (PT) na capital paulista. O custo também já é maior que as campanhas no Rio de Janeiro. Marinho declarou despesas de R$ 1,7 milhão até 6 de setembro, e sua previsão é de gastar R$ 15 milhões. O rival Orlando Morando (PSDB) fala em “tsunami financeiro”. (págs. 1 e 9)
Maiores desmatadores do país são os sem-terra, revela Minc
O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, informou que seis assentamentos de reforma agrária do Incra encabeçam a lista dos cem maiores desmatadores da Amazônia. A lista estava prometida desde fevereiro, mas sua divulgação abriu crise no governo. O presidente do Incra, Rolf Hackbart, reagiu, alegando que os desmatamentos denunciados são antigos, da década de 90, o que foi contestado por Minc. Ele anunciou a criação de uma força-tarefa com o Ministério Público para processar os responsáveis por crimes ambientais. O ritmo de desmatamento da Amazônia subiu 133% em agosto, em comparação com julho. Minc culpou os políticos por abrandarem a fiscalização durante a campanha. (págs. 1 e 3)
Nacionalizações avançam na Europa
Depois da compra de 49% do belgo-holandês Fortis, no domingo, governos europeus anunciaram ontem novos socorros a instituições. O governo britânico nacionalizou a carteira de hipotecas e empréstimos da Bradford & Bingley, a Alemanha deu crédito à gigante hipotecária Hypo Real Estate e até a Islândia estatizou o banco Glitnir, terceiro maior do país. (págs. 1 e 28)
Colunas e Artigos Paul Krugman: Como será se o telefone tocar às 3h da manhã na Casa Branca? (págs. 1, 27 Economia)
Colunas e Artigos Miriam Leitão: O grande problema, na crise, é que os EUA não têm um líder. (Págs. 1, 24 Economia)
Colunas e Artigos Gustavo Loyola: Haverá redução de crédito no mundo inteiro e também no Brasil (págs. 1, 29 Economia)
Colunas e Artigos Merval Pereira: "Liberalismo" de McCain provocou revolta de republicanos. (págs. 1, 4 O País)
Segundo Caderno Diretor do documentário “Mataram irmã Dorothy” afirma que todos são culpados pela tragédia.(pág. 1)
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Folha de S. Paulo
Manchete: Congresso dos EUA rejeita pacote de US$ 700 bi; Bolsas despencam
Por 288 votos a 205, a Câmara dos EUA rejeitou pacote do governo de George W. Bush que prevê a maior operação-resgate do mercado financeiro no país, com gastos de US$ 700 bilhões. A decisão derrubou as Bolsas no mundo. A de Nova York registrou seu maior recuo em pontos e perdeu US$ 1,2 trilhão, o equivalente ao PIB do Brasil. A Bovespa teve o pregão suspenso pela primeira vez desde 1999, chegou a cair 13,82% e fechou em queda de 9,36%. A rejeição ao plano partiu principalmente dos republicanos, o que surpreendeu Bush, que se disse “desapontado”: 133 governistas e 95 democratas votaram contra. Integrantes dos dois partidos temiam impacto negativo do voto a favor do pacote no pleito de 4 de novembro. Terminada a sessão democratas e republicanos culparam uns aos outros. Líderes dos partidos estudam votar novamente o pacote amanhã. O secretário do Tesouro, Henry Paulson, disse que, sem plano, os instrumentos à disposição do governo são “insuficientes”. No Brasil, com o aprofundamento das incertezas externas, o dólar subiu e chegou a ser negociado a R$ 1,99. A moeda fechou a R$ 1,966 (alta de 6,21%), sua maior cotação em um ano. As Bolsas da Ásia abriram hoje em forte baixa, em torno de 4% a 5%. (págs. 1 e Dinheiro)
Para Lula, americanos montaram um 'cassino'
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva acusou os EUA de montarem um “cassino” na economia e disse não ser justo que países latino-americanos, africanos e asiáticos “paguem pela irresponsabilidade” de setores do sistema financeiro americano. Segundo ele, há tranqüilidade no governo brasileiro. Para o ministro Guido Mantega (Fazenda), a situação do Brasil é “normal”. O Planalto, porém, já teme que a crise se arraste até 2009. As empresas divergem sobre o impacto no país: algumas acham que o mercado interno sustentará o crescimento, outras esperam recuo na produção. (págs. 1, B7 e B8)
Desmatamento sobe 133%; Incra lidera ranking
O desmatamento na Amazônia em agosto foi 133% superior ao verificado em julho. Foram 756,7 km2, área que equivale a mais da metade da cidade de São Paulo. Assentamentos federais de reforma agrária são os seis primeiros do ranking dos cem maiores desmatadores da Amazônia. Multado em R$266 milhões, o Incra vai recorrer. (págs. 1, A12 e A13)
Artigo: Marcos Nobre
Pela primeira vez, o capitalismo enfrenta crise global sem ter adversário. Não há movimento social e político capaz de confrontar o capital e sua forma de distribuir riqueza. E a premissa desmorona: não há harmonia preestabelecida entre capitalismo e democracia. (págs. 1 e A2)
Editoriais Leia "Convulsão na finança", sobre incertezas na economia; e "Semana decisiva", acerca de pesquisa Datafolha na capital. (págs. 1 e A2)
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Congresso dos EUA veta pacote e mercados entram em pânico
O Congresso dos EUA rejeitou o pacote do governo Bush para resgatar o sistema financeiro do país, no valor de US$ 700 bilhões. Foram 228 votos contra e 205 a favor do plano, altamente impopular e tido por deputados republicanos como um atentado ao livre mercado. Bush se declarou “muito decepcionado”, e o secretário do Tesouro, Henry Paulson, disse que é preciso “aprovar alguma coisa que funcione o mais rápido possível”. Líderes democratas e republicanos prometeram votar outro projeto nesta semana. O impasse provocou caos nas bolsas. Em Nova York, houve recuou de 6,98% - foi a maior queda em pontos em quase 80 anos. A Bovespa caiu 9,36%, mas chegou a despencar mais de 10%, o que fez a bolsa interromper o pregão por meia hora. (págs. 1, B1 a B13)
Governo diz que crédito já encolheu
A crise internacional já produz efeitos no Brasil, avalia o governo. Houve redução no crédito oferecido pelos bancos ao setor privado e no financiamento em dólares para exportadores. (págs. 1 e B9)
Europa sofre impacto e teme quebradeira
A rejeição do pacote do governo americano causou as maiores perdas no mercado dos países ricos desde 1970. Em Londres, a queda foi de 5,3% - setembro já é o pior mês da bolsa britânica desde 1987. A bolsa de Paris recuou 5%, a de Frankfurt, 4,2%, e a de Amsterdã, 8,8%. Há temor de novas quebras bancárias na Europa. As ações do UBS, símbolo da estabilidade suíça, caíram 13,6% só ontem. (págs. 1 e B5)
Encrenca com ou sem resgate
Floyd Norris: acho que o Congresso vai salvar algo do pacote - e vamos torcer para que os bancos sobrevivam até lá. As mudanças devem torná-lo mais punitivo, o que é bom em termos de justiça, mas ruim para conter a crise. (págs. 1 e B6)
A crise e o emprego
José Pastore: o quadro do emprego preocupa, mas não é um doente desenganado. (págs. 1 e A2)
Brasil assina novo acordo ortográfico para 2009
O presidente Lula assinou decreto que regula a adesão do Brasil ao acordo ortográfico da língua portuguesa. Novas regras entram em vigor em 2009, de forma facultativa. Livros didáticos terão de ser adaptados até 2010. Em 2013, as regras serão adotadas em concursos públicos e provas escolares. (págs. 1 e A13)
Líder do DEM confirma negociação com PSDB
O presidente do DEM, Rodrigo Maia (RJ), confirmou que o partido conversa com dirigentes do PSDB para uma aliança no segundo turno em São Paulo. A negociação foi revelada ontem pelo Estado e, embora negada oficialmente pelos tucanos, causou mal-estar na campanha de Geraldo Alckmin. (págs. 1 e A4)
Incra lidera avanço do desmatamento
O Incra lidera o desmatamento no Brasil, revelam dados divulgados ontem pelo Ministério do Meio Ambiente. Na lista dos 99 maiores desmatadores do País, os seis primeiros colocados são assentamentos do Incra, todos instalados em Mato Grosso. O ranking leva em conta os números dos últimos dois anos, período em que o Incra recebeu multas ambientais de R$ 265 milhões. No mês passado, a área derrubada na Amazônia Legal voltou a crescer, segundo o Inpe. Foram devastados 756 km2, ante 343 km2 em julho. (págs. 1 e A17)
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Jornal do Brasil
Manchete: Após colapso, EUA correm atrás de Plano B
As autoridades americanas foram pegas de surpresa com a rejeição do Congresso dos Eua ao plano do governo Bush para suprir de oxigênio a economia. Esperavam a liberação de US$ 700 bilhões para a compra de papéis desvalorizados na crise financeira que atinge o país. Agora estão em busca de alternativas, mas a sensação entre analistas é que faltam opções à vista. Essa impressão fez despencar a Bolsa de Nova York – o maior tombo em Wall Street desde os ataques de 11 de setembro. A tendência se repetiu mundo afora. (págs. 1, Tema do dia A2 e A3)
Brasil nega pacoteMinutos depois de o plano americano ser rejeitado no Congresso, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, negou que o governo brasileiro esteja costurando algum pacote anticrise. Mas reconheceu que os investimentos podem ser prejudicados pela escassez de crédito internacional O presidente Lula pediu responsabilidade dos EUA. (págs. 1 e Tema do dia A6)
Bovespa desabaContaminada pela queda em Wall Street, a segunda-feira foi tenebrosa na Bolsa de Valores de São Paulo. Os investidores entraram em pânico com a dimensão que a crise ainda pode tomar. Os negócios chegaram a ser suspensos por meia hora, no início da tarde, e a Bovespa fechou com o pior desempenho desde janeiro de 1999: baixa de 9,36%. (págs. 1, Tema do dia A4 a A6)
Candidatos ampliam ataques para ganhar corrida ao 2° turno
Na última semana antes da eleição, vários dos candidatos a prefeito subiram o tom das críticas para conquistar os indecisos e uma vaga no segundo turno. Jandira Feghali (PCdoB) criticou Fernando Gabeira (PV), e Marcelo Crivella (PRB) voltou as baterias contra Eduardo Paes (PMDB). (págs. 1 e Eleições A10)
Divergências marcam novo acordo da língua portuguesa
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou ontem, na Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro, o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. A mudança é motivo de desacordo entre os próprios acadêmicos, a exemplo de Arnaldo Niskier e Carlos Heitor Cony. “A língua é feita pelo povo”, diz Cony. (págs. 1 e País A16)
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Correio Braziliense
Manchete: O homem que derreteu o mundo
George W. Bush é o presidente mais impopular da história dos Estados Unidos. Truculento na política externa, despertou o ódio de inimigos a ponto de instigá-los a praticar o mais cruel ato terrorista da história. Despreparado, jogou fora o crédito moral dos americanos depois dos atentados de 11 de setembro, ao levá-los a guerras ilegítimas, como a do Iraque. Imprudente, gerou déficits fiscais enormes para financiar as campanhas bélicas, desequilibrando as finanças públicas da superpotência. Ontem, a falta de liderança do comandante afetou todo o globo: em meio a disputas políticas paroquiais, e com os votos de parlamentares do seu próprio partido, o Congresso rejeitou o pacote de socorro de US$ 700 bilhões aos falidos bancos locais. Assim, o sistema financeiro passou a correr risco real de quebradeira. Como reflexo, o valor das empresas derreteu em todos os continentes. O índice da bolsa de Nova York caiu 6,9%, maior perda de pontos desde sempre. Em São Paulo, o pregão precisou ser interrompido no meio da tarde, quando o Ibovespa perdia 10% de seu valor — ao fim, a queda ficou em 9,3%.Ainda no Brasil, a taxa de câmbio subiu 6% e fechou cotada a R$ 1,96 por dólar. O presidente Lula acusou os EUA de transformarem a mais pujante economia do planeta num cassino. (págs. 1 e Tema do Dia, 15 a 22 )
Corretores em pânico na Bovespa: Operações foram suspensas (págs. 1 e 16)
Bibliotecas no país da nova língua
O presidente Lula anunciou uma “revolução” dos livros ao assinar o decreto que estabelece o cronograma das mudanças na ortografia a partir de 2009. O governo pretende construir uma biblioteca pública em cada município até 2010. Novas regras de português acabam com o trema e com o uso de alguns acentos. (págs. 1 e 11)
PM vai pagar R$ 4 mil a 1,5 mil soldados
A Polícia Militar lança até novembro o edital de concurso para contratar 1,5 mil soldados, anunciou ontem à noite o governador Arruda. Os aprovados vão receber salário de R$ 4.030 e começam a trabalhar no fim de 2009, após 10 meses de formação. Candidatos precisam ter diploma de curso superior. (págs. 1 e 31)
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Valor Econômico
Manchete: Sobra aos EUA opção de cortar juro
A rejeição da Câmara dos Deputados dos EUA ao plano de US$ 700 bilhões para socorrer o mercado financeiro pode levar o banco central americano e o Departamento do Tesouro a lançar mão de ferramentas que se mostraram pouco eficientes para combater a crise financeira atual. Autoridades do Fed têm relutado em usar a maior arma de seu arsenal - cortar os juros substancialmente - em parte por causa das preocupações com a inflação. Uma ação rápida pode não ser oportuna, já que outra versão do plano de socorro pode surgir. Sem o pacote de resgate, o Fed e o Tesouro devem continuar lidando com os problemas caso a caso, à medida que eles surgirem, e inundando o mercado com crédito para ajudar firmas em dificuldade. O Fed já cortou fortemente os juros, de 5,25% para 2%, mas optou por mantê-los estáveis em meados deste mês. Na semana passada, o presidente do Fed, Ben Bernanke, disse no Congresso que, apesar da possibilidade de o cenário econômico se deteriorar bastante, ele se preocupava com a inflação, sinal de que não cortaria os juros sem pensar duas vezes. A próxima reunião do comitê de política monetária é no fim de outubro.A rejeição do pacote teve efeito dramático nos mercados mundiais. A Bolsa de Valores de Nova York sofreu ontem a maior queda em pontos em um único dia de sua história. O índice Dow Jones caiu 6,98%. A Nasdaq, onde são negociadas ações de empresas de tecnologia, teve baixa de 9,14%. As bolsas européias também tiveram quedas. Na Bolsa de São Paulo os negócios foram interrompidos por meia hora após o Índice Bovespa ter perdido mais de 10%, para encerrar o dia com desvalorização de 9,36%. A cotação do petróleo em Nova York encerrou o dia a US$ 96,37, com queda de US$ 10,52. Todas as principais commodities metálicas caíram, com destaque para o cobre. No mercado brasileiro, as empresas intensificaram o movimento de desmonte de posições vendidas em dólar nos mercados futuros. O resultado foi que o dólar chegou a bater R$ 2,0014 e terminou o dia em R$ 1,966. A alta foi de 6,21%, a maior desde janeiro de 1999, quando o BC teve de deixar o câmbio flutuar. (págs. 1, B9, C1, C2, C16, D1 e D2)
Dólar em alta afeta balanço das companhias
Com o fechamento, hoje, do balanço do terceiro trimestre, companhias terão de ajustar dívidas e aplicações financeiras em moeda estrangeira ao câmbio da crise. E a correção não deve ser pequena. O dólar subiu 23% de junho a setembro, a maior alta trimestral desde 2002. Só ontem, aumentou 5,4% e fechou a R$ 1,966.Em junho, a dívida líquida das companhias abertas brasileiras, excluindo Petrobras e Vale, estava em R$ 40,7 bilhões. Esse valor já refletia um aumento de 11% frente a março. A expectativa é que haja um novo crescimento, como correção da parcela da dívida indexada em moeda estrangeira. Com isso, a despesa financeira das companhias provavelmente ficará mais salgada, comparada à perda de R$ 650 milhões do segundo trimestre - a menor em 12 meses. (págs. 1 e D3)
Idéias Delfim Netto: Políticas monetárias equivocadas originaram a crise. (págs. 1 e A2)
Energia paraguaia
O governo paraguaio analisa a possibilidade de vender a parte excedente de sua energia em Itaipu diretamente no mercado brasileiro, sem a intervenção da Eletrobrás. Diretor paraguaio da Binacional esteve ontem em São Paulo reunido com empresários. (págs. 1 e B8)
Endividamento em alta
O endividamento das famílias brasileiras mais do que dobrou desde 2003, passando de 12,2% para 26,5% da massa salarial. O comprometimento de renda com o pagamento da dívida também passou de 22,9% para 31,3% no período. (págs. 1 e C8)
Forrozeiro será o prefeito mais votado
De acordo com as pesquisas, o candidato a prefeito de capital proporcionalmente mais bem votado do país será Cícero Almeida (PP), que concorre à reeleição em Maceió com 79% a 81% das preferências do eleitorado. Cícero tem apoio do ex-presidente Fernando Collor e do usineiro João Lyra, ambos do PTB, mas sua popularidade vem mesmo da atuação como repórter policial na TV e cantor de forró. Sua música de maior sucesso se chama "Locadora de mulher", um forró em que descreve o estoque de seu estabelecimento comercial - "mulher do jeito que você quiser". O governador de São Paulo, José Serra, esteve em Maceió e participou da campanha de Solange Jurema (PSDB), terceira colocada com apenas 4% nas pesquisas. (págs. 1 e A14)
Demanda elétrica
Impulsionada pela expansão generalizada do consumo comercial, que chegou a subir 10,5% em agosto em relação ao mesmo mês do ano passado, a demanda por energia elétrica no país registrou a maior alta do ano: 6,4%. (págs. 1 e A2)
Indústria aquecida
O nível de atividade na indústria paulista aumentou 3,98% em agosto, em relação ao mesmo mês no ano passado. Na comparação com julho, o indicador registrou queda de 2,98% (com ajuste sazonal). No ano, a alta acumulada é de 8,3% e de 8,5% em 12 meses. (págs. 1 e A3)
Controle de qualidade
A Associação Brasileira da Indústria do Leite Longa Vida inicia programa de coleta e análise de amostras para evitar novos escândalos de alteração do produto. Irregularidades serão informadas ao governo e ao varejo. (págs. 1 e B11)
Febre de vendas
Com 63 empreendimentos previstos para entrar em operação até 2010, o segmento de shopping centers mantém ritmo de crescimento superior ao do varejo e ao da economia em geral. Empregos devem encerrar o ano em 655 mil.
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Gazeta Mercantil
Manchete: Plano Paulson é rejeitado e mercados entram em colapso
Confirmou-se ontem o cenário sombrio previsto na semana passada pelo presidente do Federal Reserve (o banco central americano), Ben Bernanke, caso o pacote de US$ 700 bilhões de socorro aos bancos norte-americanos não fosse aprovado. Os congressistas rejeitaram o plano do presidente George W. Bush e abriram espaço para os Estados Unidos mergulharem na recessão. A perspectiva sombria, associada à falta de um “plano B”, levou os mercados do mundo inteiro a um verdadeiro colapso.Marcadas sob estresse, as bolsas desabaram e protagonizaram uma segunda-feira negra que certamente ficará na história e refletiu a sensação de pânico. O índice Dow Jones, principal indicador da Bolsa de Nova York, mergulhou numa baixa de mais de 777 pontos, ou 6,98%. A Nasdaq teve desempenho ainda pior – queda de 9,14%. Em São Paulo, a Bovespa chegou a recuar 10% no início da tarde, quando o circuit-braker — mecanismo que pára o pregão por meia hora — foi acionado pela primeira vez desde 1999. Passada a interrupção, os investidores retomaram os negócios e a bolsa encerrou o dia com 9,36%. Na Europa, as bolsas européias também sofreram. O índice FTSEurofirst 300, que espelha o comportamento das principais ações do continente, desabou 5,23%, fechando no menor patamar desde janeiro de 2005. A reação dos investidores ao redor do mundo foi se livrar dos ativos de maior risco. Os temores de uma crise sistêmica provocaram uma corrida aos títulos do Tesouro americano, considerados porto seguro em tempos de incertezas. No olho do furacão, o banco americano Wachovia sucumbiu à crise. Passou para as mãos do Citigroup, após as negociações do fim de semana. O Citi concordou em pagar US$ 2,3 bilhões em ações, mais uma dívida de US$ 53 bilhões. Mais uma vítima da crise das hipotecas de alto risco, que já colocou por terra uma série de bancos de investimento. As perdas com o subprime, que completou um ano em agosto, já somam mais de US$ 590 bilhões — isso contando prejuízos e baixas contábeis.Na Espanha, o Santander negocia a compra de partes de duas instituições britânicas, o Bradford & Bingley — nacionalizado pelo governo local — e o Alliance & Leicester, ambos abalados pela crise das hipotecas. O Mitsubishi, maior banco japonês, vai adquirir 25% de participação no Morgan Stanley, por US$ 9 bilhões, e o Lehman Brothers aceitou vender a divisão de administração de investimentos para a Bain Capital e a Hellman & Friedman. Bush, Paulson e Bernanke querem nova chance de aprovação do plano. (págs. 1 e caderno B)
Governo reitera solidez da economia brasileira
Enquanto o agravamento da crise financeira provocava estragos nos mercados, várias autoridades vinham a público para se manifestar em defesa dos fundamentos da economia brasileira, na tentativa de acalmar os investidores. Minutos depois de o Congresso dos Estados Unidos rejeitar o pacote de socorro ao sistema financeiro norte-americano, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou que o país está preparado para enfrentar a turbulência internacional. Para o ministro, o plano do governo dos EUA deve ser aprovado “em uma segunda votação”. O secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, foi na mesma linha de Mantega e destacou o acúmulo de reservas internacionais pelo Brasil, que hoje superam os US$ 200 bilhões. Já o diretor de Política Econômica do Banco Central, Mário Mesquita, avaliou o cenário como severo, “senão extremo”, mas ressaltou que o país enfrenta a atual crise financeira com “mais serenidade”. (págs. 1 e B6)
Petróleo tem queda histórica e dólar dispara
Os preços do barril do petróleo despencaram no pregão de ontem da Bolsa de Nova York como reflexo da rejeição ao pacote de socorro financeiro dos Estados Unidos. Foi a maior baixa em uma única sessão dos últimos 17 anos.Os contratos do petróleo WTI para entrega em novembro tiveram desvalorização de US$ 10,52, fechando em US$ 96,37 o barril, depois de chegar a perder US$ 11,85 durante o pregão. Na Bolsa de Londres, o petróleo do tipo Brent, com mesma data para entrega, registrou baixa de US$ 9,56, para US$ 93,98, depois de recuar até US$ 92,64 durante a sessão.Na cena doméstica, a moeda norte-americana encerrou em alta de 6,21%, cotada a R$ 1,968 na venda. Este foi o maior nível em um ano e a mais elevada variação desde 21 de janeiro de 1999. A Petrobras tem fôlego para manter investimentos de US$ 60 bilhões sem recorrer a empréstimos externos neste ano. Dos US$ 5 bilhões que planejava captar, mais da metade já foi realizada. (págs. 1, B2, B3 e B5)
Constituição é diferencial do Brasil na crise
Ao completar 20 anos, a Constituição brasileira é lembrada por produzir a democracia e o desenvolvimento econômico. Para juristas que participaram ontem do Congresso Vinte Anos de Constituição, a norma é um dos diferenciais do Brasil para enfrentar a crise financeira. “A Constituição de 1988 resultou extremamente positiva, produziu democracia, normalidade institucional e o desenvolvimento econômico”, diz o ministro Gilmar Mendes, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF).Apesar de ser considerada vigorosa e atual, há pontos da Carta que são criticados pelos juristas. A atuação do Ministério Público Federal e o sistema tributário lideram a lista de críticas. (págs. 1 e A12)
Vale investe US$ 4 bi e forma gente
A Vale do Rio Doce investirá US$ 1 bilhão por ano até 2012 para expansão de seus portos. A diretoria aprovou ontem aporte de US$ 4,05 bilhões. Dos recursos, 90% vão para o porto de Ponta da Madeira, em São Luís (MA).Antes das obras, porém, a Vale terá de resolver um problema: a formação de gente. Amanhã, a companhia assina convênio de capacitação de mão-de-obra com instituto especializado e ligado a um dos terminais mais importantes do mundo, o porto holandês de Roterdã. Duas mil novas vagas serão criadas nos estados do Rio de Janeiro, Maranhão e Espírito Santo. Entre as obras, a mais significativa é a duplicação de Ponta da Madeira para dar vazão ao crescimento da produção de minério de ferro em Carajás, no Pará. (págs. 1 e C1)
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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir
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