PENSAR "GRANDE":

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[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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sexta-feira, outubro 03, 2008

''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?''

03 de outubro de 2008

O Globo
Manchete: Temor de novo veto a pacote nos EUA derruba as bolsas
Nem a aprovação do pacote anticrise pelo Senado americano ajudou a acalmar os mercados que tiveram ontem um dia de fortes perdas. A bolsa brasileira, mais uma vez, teve a maior queda: 7,34%, após ter oscilado até 9,41%. O dólar disparou 5,09% e fechou a R$ 2,023, maior cotação desde agosto de 2007. Em Nova York, o Dow Jones caiu 3,22% e o Nasdaq recuou 4,48%. Hoje, o pacote deve ir à votação na Câmara, com risco de ser rejeitado novamente. Há grupos de deputados contrários às emendas que elevaram o custo para US$ 850 bilhões. À noite, o BC brasileiro anunciou mudanças nas regras compulsórias dos bancos para dar mais liquidez ao mercado. (págs. 1, 29 a 35, Míriam Leitão, Merval Pereira e Editorial "Desconfiança")
Apoiado por Lula, Severino sobe
Com vídeo de apoio de Lula e a presença de ministro nos comícios, o ex-deputado Severino Cavalcante canta vitória em sua cidade natal. (págs. 1 e 13)
Graziano: Minc expôs sujeira sob o tapeteO ex-presidente do Incra Xico Graziano elogiou o ministro Carlos Minc por "levantar a sujeira sob o tapete", ao publicar lista que aponta assentamento de sem-terra como os maiores causadores de desmatamento na Amazônia. "A reforma agrária no Brasil, com este formato, é antiecológica." O Ibama admite fechar um acordo para perdoar a dívida milionária do Incra. (págs. 1 e 16)
Privatização em rodovias federais avança
Mais de 600 quilômetros das rodovias federais BR-116 e BR-324, na Bahia, serão privatizados em 1º de dezembro. O valor máximo de pedágio é de R$ 2,80 por trecho. Empresários temem que grupos estrangeiros fiquem de fora por causa da crise global. (págs. 1 e 36)
Graziano: Minc expôs sujeira sob o tapete
O ex-presidente do Incra Xico Graziano elogiou o ministro Carlos Minc por "levantar a sujeira sob o tapete", ao publicar lista que aponta assentamento de sem-terra como os maiores causadores de desmatamento na Amazônia. "A reforma agrária no Brasil, com este formato, é antiecológica." O Ibama admite fechar um acordo para perdoar a dívida milionária do Incra. (págs. 1 e 16)
COB: Nuzman é reeleito na surdina
O presidente Carlos Arthur Nuzman foi reeleito por aclamação no COB, em pleito contestado por algumas confederações, como a CBF, que não mandou representante. Nuzman ignorou o prazo mínimo de convocação previsto no estatuto do comitê. (págs. 1 e 42)
Chefe da Scotland Yard se demite
O comissário da Scotland Yard, Ian Blair, pediu demissão, pondo fim a uma gestão polêmica marcada pelo assassinato do brasileiro Jean Charles de Menezes. Atritos com o prefeito Boris Johnson e má gestão de verbas públicas teriam causado a saída. (págs. 1 e 39)
A conquista do Oeste
Os quase 40% dos votos cariocas que se concentram na Zona Oeste foram disputados ontem, palmo a palmo, pelos candidatos a prefeito que aparecem à frente nas pesquisas. Eduardo Paes (PMDB) fez campanha ao lado do pastor evangélico Manoel Ferreira e se empenhou em explicar suas propostas para as vans, rebatendo os ataques que tem sofrido de cooperativas do setor. Marcelo Crivella (PRB) insistiu em se apresentar como o candidato dos pobres contra aquele que apontou como o dos ricos (Paes). Fernando Gabeira (PV) conversou com eleitores no calçadão de Bangu e disse que não quer ser o candidato anti-Lula. Ele disse ter dúvida sobre qual candidato o presidente prefere. Jandira Feghali (PcdoB) concentrou suas críticas em Gabeira, mas se disse anti-Crivella. (págs. 1 e 3)
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Folha de S. Paulo
Manchete: Bolsa cai 7,3% e dólar passa de R$2
Um dia após o Senado americano aprovar um pacote financeiro de US$ 850 bilhões, os mercados voltaram a sofrer fortes perdas. A Bovespa fechou em queda de 7,34%, superior à dos demais mercados. no pior momento, a desvalorização chegou a 9,41% e quase o pregão foi interrompido - o que ocorreria se as perdas superasssem 10%. O dólar subiu 5,09%, para R$ 2,023. A divulgação de novos dados ruins da economia americana puxou o mau humor geral. Em Nova York, O Dow Jones recuou 3,22%. Os mercados emergentes também caíram fortemente. Mesmo que a Câmara aprove hoje o pacote, teme-se que a economia dos EUA não escape da recessão. A equipe econômica apresentou ao presidente Lula plano com vários cenários de medidas para combater os efeitos da crise. Lula quer garantir crescimento de 4% nos próximos anos. (págs. 1 e Dinheiro)
Foto: Moeda americana sobe 30% em 2 meses
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante reunião com a Organização das Cooperativas Brasileiras, no Planalto, pela manhã.
EditoriaisLeia "Cautelas fiscais", sobre prevenção contra a crise e "Concessões sem controle", acerca de autorizações de TV. (págs. 1 e A2)
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Dólar bate R$ 2,00 e bolsa cai com incertezas sobre pacote
Os mercados mundiais tiveram ontem novo dia de tensão e quedas fortes, apesar da aprovação pelo Senado dos EUA, no dia anterior, do pacote de US$ 700 bilhões para socorrer o sistema financeiro do país. Permanece o temor de recessão global e de que a crise bancária atinja também Europa e Japão. A Bovespa caiu 7,34% e o dólar foi a R% 2,021, superando os R$ 2 pela primeira vez desde agosto de 2007. A desvalorizaçao do real atingiu 18,5% no último mês. Em Nova York, a bolsa recuou 3,22%, diante da incerteza sobre o pacote de ajuda. O plano enfrenta forte resistência e sua votação na Câmara, prevista para hoje, pode nem acontecer, já que a presidente da Casa, a democrata Nancy Pelosi, disse que o texto só iria a plenário se houvesse votos suficientes para aprová-lo. Na Europa, os líderes devem se reunir amanhã para dar uma reposta à crise, mas a UE está dividida. No Brasil, o governo decidiu fazer economia de gastos e busca folga fiscal para 2009, quando se espera que o efeito da crise surja com mais força. (págs. 1, B1 a B11)
Bancos médios vão atrás de recursos
Com dificuldade para captar recursos, bancos médios brasileiros buscam financiamento pela emissão de papéis baseados em empréstimos a receber. Em setembro, os pedidos de emissão somaram R$ 1,4 bilhão. (págs. 1 e B7)
Terceirização pode ser limitada pelo governo
Anteprojeto enviado pelo Ministério do Trabalho ao Planalto propõe novas regras que dificultam a contratação de serviços terceirizados, informam Isabel Sobral e Rui Nogueira. Pelo texto, empresas privadas não poderiam manter por mais de cinco anos contratos do mesmo serviço terceirizado. Profissionais liberais também ficariam impedidos de registrar empresas exclusivamente para prestar serviços - as chamadas "empresas de um funcionário só". (págs. 1 e B14)
Brasil e Espanha fazem acordo Convênio dá assistência jurídica a barrados nos dois países. (págs. 1 e C1)
Fórum Estadão: Crise desafia país a fazer reformas Em caderno especial, analistas pedem novo debate sobre a Previdência. (pág. 1)
Os 20 anos da Constituição Os defeitos da Constituição não são poucos, mas ela tem servido como bom farol para a vida brasileira. A comemoração de seus 20 anos é também a celebração da estabilidade política. (págs. 1 e A3)
Artigo: Amizade histórica Celso Amorim e Serguei Lavrov: O laço Rússia-Brasil independe da conjuntura. (págs. 1 e A2)
Crianças da classe A são as que tomam menos vacinas Crianças da classe A tomam menos vacinas, revela estudo da Santa Casa de SP. O fenômeno é nacional, mas se acentua no Sudeste, onde só 68,9% das crianças mais ricas receberam as vacinas do calendário oficial. A meta é de 95%. (págs. 1 e A22)
Livrarias e editoras se expandem A abertura de loja da Livraria Cultura dedicada à Companhia das Letras reforçou segmento do mercado em expansão: o de editoras que mantêm livrarias com seu nome, como acontece na França. Com canal exclusivo de distribuição, elas testam quais títulos interessam mais. (págs. 1 e D5)
Marta e Kassab já reúnem munição para o 2º turno Os comitês de Marta Sulicy (PT) e Gilberto Kassab (DEM) já reúnem munição para o segundo turno da eleição em São Paulo. A equipe de Kassab separou imagens de 2004 em que Marta, então prefeita, aparece batendo boca com uma eleitora que reclama de enchentes. Eles temem a exibição de cenas de Kassab chamando um autônomo de "vagabundo" durante vistoria a posto de saúde. (págs. 1 e A4)
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Jornal do Brasil
Manchete: Nos EUA, mutirão a favor do pacote
Um mutirão de lobistas resolveu agir para aprovar a nova versão do pacote de socorro contra a crise que abala o mercado financeiro internacional. Aprovado pelo Senado americano na quarta-feira, o projeto, que destina US$ 700 bilhões para evitar o xeque-mate de instituições financeiras, já foi aumentado para US$ 850 bilhões e será votado hoje na Câmara. As linhas telefônicas ficaram sobrecarregadas, com chamadas tentando convencer os relutantes. Mas o mercado parece não se saciar facilmente. A Bovespa liderou a queda das bolsas: - 7,34%. (págs. 1 e Economia A18)
Horário eleitoral perdeu audiência
Terminou ontem o horário eleitoral gratuito do primeiro turno, no rádio e na TV, com baixos índices de audiência. Os números do Ibope em São Paulo – segundo a Rede Globo, semelhantes aos do Rio – apontam que a quantidade de aparelhos ligados caiu 17% nas transmissões da tarde. Nas noturnas, 12%. Cientistas políticos consideram os programas de Eduardo Paes e Fernando Gabeira como os melhores. (págs. 1, Tema do dia A2 e A3)
Chefe da Scotland Yard renuncia após caso Jean Charles
Pressionado por críticas à sua ineficiência e acusação de racismo na resolução do caso da morte do brasileiro Jean Charles, o chefe da Scotland Yard, Ian Blair, anunciou que vai deixar o cargo. No pronunciamento da renúncia, nem remorso nem pedido de desculpas. Blair avisou que sai “pelo interesse dos londrinos”. (págs. 1 e Internacional A22)
Radioterapia curta é mais eficaz
Estudo feito no Canadá, que acompanhou por 12 anos grupos de mulheres com câncer de mama em estágio inicial, recomenda uma nova técnica de radioterapia: o tratamento é mais eficaz se durar três semanas, em vez de cinco. (págs. 1 e A24)
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Correio Braziliense
Manchete: Jogatina de grã-fino na Península dos MinistrosA QL 12 do Lago Sul, conhecida como Península dos Ministros, é um dos endereços mais nobres de Brasília. Tem como moradores o presidente da Câmara dos Deputados, o presidente de Senado, o ministro da Fazenda. Em uma operação concluída na madrugada de ontem, investigadores da 10ª Delegacia de Polícia desativaram um cassino que funcionava na casa 9 do Conjunto 20, vizinho às residências de poderosos da capital federal. Quarenta pessoas foram presas em flagrante, entre elas dois comerciantes jordanianos. Os policiais apreenderam mesas, fichas, baralhos, livros-caixas, recibos e comprovantes de movimentação financeira da casa. O material recolhido foi suficiente para encher dois caminhões. Uma primeira análise indica que as apostas no cassino do Lago Sul chegavam a R$ 3 mil. (págs. 1 e 25)
BC permite que bancões salvem banquinhos brasileirosNo fim da noite, o Banco Central anunciou mudanças nas regras dos depósitos compulsórios, para injetar R$ 23,5 bilhões no sistema financeiro. Grandes bancos ganharam autorização para adquirir carteiras de crédito dos menores, em apuros desde que a crise dos EUA interrompeu as linhas de financiamento internacionais. (págs. 1, 12 e Tema do Dia)
Incertezas levam dólar a mais de R$ 2A taxa de câmbio brasileira encerrou o dia cotada a R$ 2,02, alta de 5,3%. A bolsa de São Paulo caiu 7,3%. Tudo porque ninguém mais sabe como vai acabar a crise americana. (págs. 1, 12 e Tema do Dia)
Chefe da Scotland Yard, enfim, deixa cargoIan Blair, comissário da polícia londrina, sucumbiu à pressão pelos erros da operação na qual o brasileiro Jean Charles de Menezes acabou assassinado, há três anos. Ele deixará o cargo em 1º de dezembro. O último a tomar tal decisão foi James Monro, em 1890, por não conseguir prender Jack, o Estripador. (págs. 1 e 24)
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Valor Econômico
Manchete: Receita alta explica onda de reeleição nas capitaisAs contas públicas explicam parte importante da força reeleitoral deste ano – os candidatos com apoio da prefeitura lideram as pesquisas de intenção de voto em 20 das 26 capitais estaduais. A receita corrente das prefeituras das capitais saltou de R$ 41 bilhões em 2004 para R$ 59,6 bilhões em 2007 (aumento de 46,8%). No conjunto dos municípios, os recursos disponíveis tiveram um aumento ainda maior, de 52,4%. Foi uma alta mais significativa do que aquela observada nas receitas da União (45,7%) e dos Estados (41,7%) no mesmo período.O Rio – capital que teve o menor aumento de receita (24,1%) – é a cidade em que a candidatura apoiada pela máquina municipal registra o pior resultado nas pesquisas. Sustentada pelo prefeito César Maia (DEM), a deputada Solange Amaral (DEM) disputa o quinto lugar com Chico Alencar (P-SOL) e Alessandro Molon (PT).O prefeito que provavelmente será campeão proporcional de votos no Brasil, Cícero Almeida (PP), de Maceió, assistiu a um aumento de 60,5% em sua receita. No entanto, a relação entre alta de receita e vitória na eleição não é automática. A receita da prefeitura de São Paulo subiu 55,8% no período, o que não foi suficiente para levar o prefeito Gilberto Kassab (DEM) à liderança, embora deva passar para o segundo turno com chances de vender Marta Suplicy (PT).Caso o resultado das pesquisas se confirme nas urnas, haverá um grande contraste em relação ao que ocorreu quatro anos atrás. Em 2004, em ambiente geral de crise econômica, a oposição venceu em 16 das 26 capitais estaduais e dez prefeitos foram reeleitos. Foi a primeira gestão regida do início ao fim pela Lei de Responsabilidade Fiscal, que estabeleceu limites de endividamento e de gastos.A elevação das receitas dos municípios nos últimos anos foi resultado de uma combinação de fatores que vão desde mudanças na lei até o desempenho geral da economia. Mas a geração de recursos próprios, sobretudo nas capitais, teve lugar de destaque. Enquanto as transferências da União tiveram uma elevação de 38,6% e as dos Estados subiram 35,8%, a arrecadação tributária nas capitais aumentou 51,8% nos últimos três anos, principalmente em razão da mudança no Imposto sobre Serviços (ISS), o principal tributo das prefeituras. (págs. 1 e A18)
Dólar supera R$ 2 em mais um dia nervosoUma nova rodada de indicadores ruins sobre a economia americana e especulação levaram o dólar a ultrapassar a casa dos R$ 2 - fechou a R$ 2,023 - e subir 5,09% ontem. As bolsas de valores levaram mais tombos e a Bovespa chegou perto de interromper seu pregão diante de uma queda de 9,4%. O Ibovespa encerrou o dia com perda de 7,34%. A bolsa de Nova York caiu 3,22%, em mais um dia de queda generalizada das ações. A corrida ao fechamento de câmbio por parte dos exportadores para aproveitar a cotação favorável do dólar não tem sido suficiente para contrabalançar dois movimentos opostos. O primeiro, de restrição das linhas externas de financiamento para Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC). O segundo, de saída de divisas do país no câmbio financeiro. Desde o dia 5, com raras exceções, o fluxo cambial diário se manteve ligeiramente negativo. O Banco Central não se moveu no mercado de câmbio. Sua ausência equivaleu ao recado de que a alta do dólar não se sustentará, cessado o movimento especulativo. O BC não percebeu falta de liquidez nem de linhas externas. Operadores de câmbio consideram a notícia de que os dados relativos ao fluxo cambial passarão a ser divulgados semanalmente como um indício de que o BC pretende demonstrar que não está faltando liquidez no sistema. (págs. 1, C1 a C12 e D1)
Destaques: atividade industrialA produção da indústria brasileira diminuiu 1,3% em agosto em relação ao mês anterior, na série com ajuste sazonal. Na comparação com agosto de 2007, o indicador mostra crescimento de 2%. No acumulado do ano, a alta chegou a 6% e 6,5% em 12 meses. (págs. 1 e A3)
Destaques: floresta em pé gera lucroA Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Juma, no Amazonas, recebeu aval da auditoria alemã Tüv Süd para negociar créditos de carbono pelo não-desmatamento da floresta. É a segunda operação do gênero no mundo e a primeira no Brasil. (págs. 1 e A4)
Destaques: exportações de carneA União Européia decidiu ontem restabelecer a habilitação do Mato Grosso do Sul e áreas do Mato Grosso e Minas Gerais para exportar carne bovina in natura a seus mercados. Atualmente, apenas 364 propriedades no país podem exportar para a UE. (págs. 1 e B11)
Destaques; Codesp quer elevar receitaProposta levada pela Codesp, administradora do porto de Santos, à Agência Nacional de Transportes Aquaviários prevê a participação das companhias docas estatais nos resultados dos terminais privados. A mudança valeria para os novos arrendamentos. (págs. 1 e B8)
Projetos de governos da América do Sul agitam o mercado de satélites (págs. 1 e B2)
Destaques: demissões nos EUAAs empresas americanas anunciaram cortes de 95 mil postos de trabalho no mês passado, um número 7,2% maior do que as 88 mil demissões feitas em agosto. Até setembro, já foram suprimidas 763 mil vagas, quase o mesmo que em todo o ano passado. (págs. 1 e D2)
Brenco fecha venda de álcool anidro aos EUAA Brenco fechou na quarta-feira, no Texas, um acordo comercial para exportar 1 bilhão de litros de álcool anidro para a companhia petrolífera americana Lyondell. O Valor apurou que o contrato tem a duração de quatro anos e que os embarques começarão a ser realizados a partir do quarto trimestre de 2009, até 2013. Em valores atuais, a negociação envolve cerca de US$ 680 milhões. (págs. 1 e B11)
Pedro Afonso começa a plantar cana-de-açúcarAo contrário da maioria dos municípios de Tocantins, a festa anual de Pedro Afonso não celebra o gado, mas sim a soja. E é natural que seja assim, porque o grão domina a vida econômica da cidade e de toda a região. Mas isso vai mudar. A soja dará lugar à cana-de-açúcar. Com a chegada da Ferrovia Norte-Sul, que terá uma estação de transbordo a menos de 20 quilômetros da cidade, grandes grupos, como a Bunge, estão comprando terras para plantar cana.A estimativa da cooperativa agroindustrial de Pedro Afonso é que a área plantada com soja caia mais de 70% nos próximos três anos. "A soja vai migrar para regiões mais distantes. Aqui em Pedro Afonso, o que vai ter mesmo é cana", reconhece Vanderlei de Souza, gerente da Coapa. A cidade, que foi pioneira da soja no Estado, está vivendo uma mudança que se repete com mais ou menos intensidade em outras regiões que prosperaram com a produção de grãos e agora, com a grande demanda por biocombustíveis, se voltam para a cana. (págs. 1 e B12)
Emissões privadas de ações suprem IPOsCosan receberá um aporte do Gávea, fundo gestor de recursos do ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, por meio de um aumento de capital privado de US$ 130 milhões. O controlador, Rubens Ometto, colocará outros US$ 50 milhões. É a quarta empresa a levantar recursos por meio de emissão privada de ações, atraindo fundos de participações ou de ações com foco no longo prazo. Com o mercado de capitais fechado a emissões públicas (IPOs), os negócios se voltam para operações que combinam a chegada de novos sócios com o aporte de mais recursos dos acionistas. "Para nós, o momento é espetacular", disse Luiz Fraga, sócio do Gávea, que captou US$ 1,2 bilhão, há dois meses, para abertura da terceira carteira. (págs. 1 e D3)
IdéiasNaércio Menezes Filho: em breve não haverá mais aumento da demanda por cursos superiores. (págs. 1 e A17)
IdéiasRobert Skidelsky: crescimento foi maior e mais estável na era keynesiana do que na era de Friedman. (págs. 1 e A17)
IdéiasMaria Cristina Fernandes: Marta não conseguiu reduzir rejeição. (págs. 1 e A6)
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Gazeta Mercantil
Manchete: Mercados se retraem à espera do pacoteDescrença. Este foi o sentimento que levou os mercados a nova queda ontem, um dia após a aprovação do pacote de socorro ao setor financeiro pelo Senado norte-americano. Não bastassem as inúmeras alterações na proposta original, que elevaram o total da ajuda para US$ 850 bilhões, a votação do pacote na Câmara dos Representantes, prevista para hoje, assim como sua real eficácia, é incerta. O Tesouro afirmou ontem que levará semanas para começar a desembolsar os recursos destinados a comprar os ativos podres dos bancos. Mesmo com medidas aprovadas e liquidez recuperada, especialistas acreditam que dificilmente os EUA evitarão uma recessão. “Não vamos colocar o projeto em votação sem ter os votos, mas estou otimista“, disse Nancy Pelosi, presidente da Câmara. Com tanta incerteza, o preço do petróleo recuou mais de 4%, a US$ 94 o barril, em Nova York. O dólar subiu frente a outras moedas. No Brasil, a moeda avançou 4,99%, cotada a R$ 2,021. O Ibovespa esteve perto de um novo circuit breaker, ao recuar 9,4%, mas fechou com queda de 7,34%. Em Wall Street, o índice Dow Jones fechou em queda de 3,2%. Nos EUA, o preço dos imóveis caiu tanto que uma casa chegou a ser leiloada por US$ 1,75 no site de leilões Ebay. (págs. 1 e B1)
Promessa de dinheiro novo não convence agricultoresA maioria dos produtores brasileiros ainda não conseguiu ter acesso aos R$ 45 bilhões prometidos pelo governo federal em julho para o custeio da safra 2008/09. O Banco do Brasil (BB), responsável por 63% do total destinado ao agronegócio, liberou até 30 de setembro R$ 4,155 bilhões. Mesmo com a limitação, o número é 70% maior do que em igual período de 2007.Para os representantes dos produtores, o adiantamento dos R$ 5 bilhões anunciados anteontem pelo governo não devem proporcionar o efeito esperado. “No ano passado sobraram R$ 2 bilhões do total e no anterior, R$ 5 bilhões. Isso prova que o produtor não tem sido atendido”, argumenta Carlos Sperotto, presidente da Comissão de Endividamento da CNA.A restrição atinge até quem paga as contas em dia. “Liquidei as dívidas para ter acesso ao crédito e agora estou sem capital de giro”, revela Anderson Taques Moreira Castro, produtor em Castro (PR). Independentemente da burocracia, os recursos são insuficientes, avalia Pedro Arantes, assessor econômico da Faeg.O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tentou, ontem, tranqüilizar os agricultores, reafirmando que não faltará crédito para o custeio rural. (págs. 1 e B12)
Produção industrial recua em agostoO efeito calendário contribuiu para que a produção da indústria caísse 1,3% em agosto (que teve dois dias a menos que o mês anterior), mas já se torna visível que a economia brasileira começou a colher taxas mais moderadas de crescimento. O ritmo chinês de algumas categorias da indústria no segundo semestre do ano passado torna a base de comparação elevada demais para grandes saltos daqui para frente. As fábricas mantiveram em agosto o nível de produção nas alturas, mas mesmo assim o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) registrou aumento de apenas 2% em relação ao mesmo mês do ano passado. Como elevar o crescimento sobre um salto de 10,5%? Foi este o percentual de aumento da produção industrial em outubro do ano passado. O ritmo asiático foi empurrado pela produção de bens de capital, que cresceu 27,8% naquele mês, conforme lembra a pesquisadora do IBGE Isabella Nunes. Os bens duráveis no mesmo período cresceram 18,2%. “A base de agosto a dezembro está muito elevada e vai ser difícil crescer muito. Mas o ritmo da indústria continua crescendo e o patamar de produção é alto”, afirmou.O ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge, debitou a queda da produção em agosto à alta da Selic e à retração da demanda. (págs. 1 e A5)
Câmbio – Dólar ultrapassa a marca de R$ 2 (págs. 1 e B2)
Elétricas estão blindadas contra crise, diz estudoAgentes da cadeia produtiva do setor elétrico, que engloba as áreas de distribuição, transmissão e geração, afirmam que a atual crise financeira global não afetará os investimentos e a rentabilidade de empresas ligadas ao segmento. “Os agentes econômicos estão vendo o setor elétrico de forma muito positiva. É como se o segmento estivesse blindado à crise internacional”, diz o professor Nivalde José de Castro, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que divulgou ontem um estudo sobre o setor. As razões para tanta confiança, afirma Castro, residem no fato de boa parte do endividamento das empresas energéticas ter sido feito com moeda local, além dos bons faturamentos obtidos nos últimos anos e das projeções de as receitas para o futuro estarem acima da inflação. “Eles têm a percepção de que a rentabilidade deverá se manter, pois as regras já estão definidas, avalia o professor. O otimismo ainda é revelado sobre projeções de investimentos, que serão maiores entre 2009 e 2012 do que têm sido nos últimos quatro anos, segunda a pesquisa. (págs. 1 e C3)
Orçamento da Marinha será de R$ 2,7 bilhões no próximo anoO orçamento da Marinha de Guerra do Brasil poderá alcançar R$ 2,7 bilhões em 2009. O anúncio abre perspectivas para a renovação de equipamentos da Força Naval. “Antes o orçamento destinava-se apenas ao custeio. Hoje já prevê investimentos”, diz o contra-almirante Antonio Carlos Frade Carneiro, coordenador do Programa de Reaparelhamento da Marinha. O País tem 8.500 quilômetros de litoral para defender, além da exploração de petróleo do pré-sal, em pontos situados a até 300 quilômetros da costa. (págs. 1 e A6)
Crédito caro no comércio exteriorApesar de capitalizadas, as instituições financeiras preferem não emprestar, para manter liquidez e evitar riscos. Isso tem elevado consecutivamente a taxa de juros das linhas de comércio exterior (ACC). (págs. 1 e B3)
Fuga para a governançaOs departamentos de análise de várias corretoras endureceram os critérios de recomendação das ações. A palavra de ordem é priorizar empresas com práticas reconhecidas de governança corporativa. (págs. 1 e B4)
Satyam amplia receita no BrasilA Satyam, quarta maior empresa de tecnologia da Índia, planeja expandir para 5% a participação da receita oriunda da operação no Brasil em sua receita global, que até agora era de apenas 1%. (págs. 1 e C6)
OpiniãoMárcio Artur Laurelli Cypriano: No Brasil, os bancos e a equipe econômica tornaram-se referência em termos de rigor regulatório, vigilância, prudência e eficiência. (págs. 1 e A3)
MineraçãoAs exportações brasileiras de minério de ferro cresceram 28% em setembro (págs. 1 e C7)
Constituição Cidadã completa 20 anosNo dia 5 de outubro de 1988, o País conheceu a democracia através da promulgação da Constituição Federal. Em seu vigésimo aniversário, ela ainda divide a opinião de juristas. O símbolo máximo dos direitos individuais e fundamentais dos cidadãos completa duas décadas em meio a críticas sobre seu conteúdo e eficácia e com 3,7 milhões de normas editadas. (págs. 1 e Suplemento Especial)
O mestre reencontra seu primeiro amorNo início de 1941, do encontro entre o jovem Oscar Niemeyer e Juscelino Kubitschek, então governador de Minas Gerais, nascia o projeto de criar o mais belo bairro de Belo Horizonte, o Complexo da Pampulha, obra que projetou o nome do arquiteto. Hoje, aos 101 anos, Niemeyer volta a interferir na paisagem da cidade, a convite de outro governador, Aécio Neves, que encomendou ao mestre um Centro Administrativo. (págs. 1, D1 e D2)
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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir
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quinta-feira, outubro 02, 2008

XÔ! ESTRESSE [In:] ''CA$$INO ROYALE''

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[Homenagem aos chargistas brasileiros].
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EUA: UM PACOTE. UMA CAMPANHA

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Senado dos EUA aprova pacote de ajuda financeira
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Foi aprovado na noite desta quarta-feira (1º) pelo Senado norte-americano pacote de ajuda financeira no valor de US$ 700 bilhões, proposto pelo governo George W. Bush. A proposta foi aprovada por 74 votos a 25. O projeto de lei foi rejeitado na última segunda-feira (29/09) pela Casa dos Representantes (Câmara dos Deputados) dos EUA. Os congressistas republicanos foram responsáveis pela maioria dos votos contra o plano. O placar foi de 228 contrários e 205 a favor do socorro. Os candidatos à presidência dos Estados Unidos tanto do partido Republicano quanto do Democrata, ambos senadores, pressionaram para que houvesse uma votação no Senado. Foi a primeira vez que um projeto de lei nos EUA passou pela Câmara Alta antes de ir à Câmara Baixa (dos Representantes). Após a rejeição, o texto sofreu modificações e, às três páginas iniciais foram acrescidas outras 450.A proposta ainda depende de aprovação da Câmara Baixa, que pode votá-la nesta sexta-feira (3/09). Entre as alterações feitas desde segunda-feira, estão a elevação do limite de depósitos garantidos pela Corporação Federal de Seguro de Depósitos (FDIC) - de US$ 100 mil para US$ 250 mil - e a prorrogação de créditos fiscais para empresas e para projetos de energia renovável.
Problemas
Apesar da aprovação do pacote, os problemas devem continuar, mesmo que os deputados sigam o exemplo dos colegas senadores e aprovem o pacote na segunda votação do tema, que pode acontecer ainda quinta-feira ou sexta. "O pacote não pode ser considerado um salvador da pátria. É apenas um caminho mais rápido para um ajuste necessário no sistema financeiro. Pode contribuir para acalmar um pouco o clima, desarmando as expectativas. Mas não significa que o crédito vai voltar a fluir ou que os bancos não vão mais quebrar", afirma o economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Carlos Thadeu de Freitas Gomes.Ex-diretor do Banco Central (BC), Gomes acredita que o sucesso do pacote vai depender de uma série de detalhes práticos de sua implantação. Ainda não está claro o tamanho do deságio com que os créditos podres serão comprados pelo Tesouro e nem se a operação vai resultar numa real capitalização dos bancos. Só com dinheiro disponível, eles poderão voltar a emprestar para consumidores e empresas. De qualquer maneira, na avaliação do economista, a compra direta dos papéis é uma opção melhor do que o financiamento diário das instituições pelos bancos centrais. "O pacote pode ser o começo de uma recuperação econômica um pouco mais rápida", aposta. Na visão de outro ex-diretor do BC, o consultor Carlos Eduardo de Freitas, é difícil saber até que ponto o pacote conseguirá restaurar a confiança dos investidores no sistema financeiro. "O governo foi muito lento ao agir. A hora de ter entrado em campo rapidamente era duas semanas atrás, quando os bancos começaram a mostrar sérios sinais de que estavam quebrados. As autoridades perderam totalmente o controle da situação e o pacote pode dar a elas algum tempo até que o comando seja retomado", afirma. O economista acredita que as medidas pelo menos têm o potencial de estancar a sangria no crédito. Para Freitas, o governo tem poucas alternativas agora a não ser torcer para que o socorro aos bancos dê certo. Se não der, as autoridades acabarão tendo que adotar uma saída radical: nacionalizar os bancos em dificuldades e saneá-los para posterior privatização. Segundo ele, o governo dos EUA já adotou essa medida ao encampar o banco Continental Illinois, em 1984, vendendo-o depois de limpar seu balanço. "Se fez isso uma vez, pode fazer de novo. O que não dá para fazer é deixar o sistema todo ruir. Os efeitos para a economia real são muito danosos. O primeiro seria um colapso total do crédito, seguido de uma brutal recessão mundial", diz.
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''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"

02 de outubro de 2008
O Globo
Manchete: EUA: Senado aprova socorro mas custo vai a US$ 850 bi
O Senado americano aprovou ontem, por 74 votos a favor e 25 contra, o pacote de socorro de US$ 700 bilhões a instituições financeiras. O texto deve ser votado amanhã na Câmara. De olho na eleição, os senadores cederam, no entanto, a ação de lobistas que conseguiram incluir várias propostas elevam o custo para US$ 850 bilhões. Entre as mudanças, está a prorrogação de benefícios para a indústria de cinema e donos de autódromos, além de isenção de impostos para vítimas de furacões. O plano manteve o teto de salários para executivo de instituições que receberem ajuda. O mercado financeiro passou o dia à espera da votação, que só aconteceu à noite. O Índice Dow Jones caiu 0,18% e a Bovespa subiu 0,52%. O dólar fechou cotado a R$ 1,925, com alta de 1,1%. Pesquisa mostra que George W. Bush é o presidente mais impopular da história americana, com 70% de desaprovação. (págs. 1, 27 a 33 e 36, Miriam Leitão e editorial “Plano de vôo”)
Lula: ‘Cuidem do crédito que o Natal ta aí’
O presidente Lula cobrou de seus ministros que não falte crédito para os consumidores: “Cuidem do crédito. O Natal está aí”. O Banco do Brasil dará R$ 5 bi a agricultores para compensar a falta de crédito. (págs. 1, 29 e Negócios & Cia)
Eleições 2008
Fanfarra eleitoral: o Exército entra no Complexo do Alemão tocando hinos dos clubes cariocas. A ocupação mobilizou o maior contingente da Operação Eleições, com 3.500 soldados. Uma Bandeira do Brasil foi fincada no ponto mais alto do conjunto de favelas. (págs. 1 e 9)
Marinha ameaça interromper patrulhas navais
Depois do Exército, agora é a vez de a Marinha avisar que pode interromper atividades por falta de dinheiro. As patrulhas navais correm risco de suspensão, o que afetaria a segurança das plataformas de petróleo. (págs. 1 e 9)
Segundo Caderno O ex-ministro Gilberto Gil volta à música e diz não sentir saudades da política. (pág. 1)
Caracas à frente entre as mais violentas
A capital da Venezuela está entre as cidades mais violentas do mundo e tem a maior taxa de homicídios da América do Sul, segundo a revista “Foreign Policy”. Desde que Chávez assumiu, a taxa de homicídios do país subiu 67%. (págs. 1 e 37)
Apac não impede demolições no Leblon
Apontada pelo prefeito César Maia como instrumento para deter a especulação imobiliária, a Área de Proteção do Ambiente Cultural (Apac) não está impedindo nova leva de demolições no Leblon. Dezenove pequenos prédios já foram derrubados desde que o prefeito publicou o primeiro decreto de proteção, em junho de 2001. (págs. 1 e 16)
Esforço final de Gabeira e Crivella pelo 2º turno
A mais recente pesquisa Datafolha mostra Marcelo Crivella (PRB), com 19% e Fernando Gabeira (PV) com 17%, em empate técnico, brigando voto a voto por uma vaga no segundo turno contra Eduardo Paes (PMDB), que se manteve com 29%. Nos três últimos dias de campanha, Crivella investirá no eleitorado mais pobre e Gabeira, na classe média. (págs. 1, 3 e 5)
SP: Kassab abre oito pontos sobre Alckmin O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), subiu para 27% na última pesquisa Datafolha e abriu oito pontos de vantagem sobre o tucano Geraldo Alckmin. Ele polariza com Marta Suplicy (PT), que aparece com 35%. (págs. 1 e 13)
Em BH, 2º turno surge no cenário Pesquisa Datafolha abriu possibilidade de segundo turno em Belo Horizonte, com o candidato do PMDB, Leonardo Quintão, subindo para 23% nos últimos dias. Márcio Lacerda, do PSB com apoio do PT e PSDB, chegou a 45%. (págs. 1 e 15)
BA: João Henrique lidera em Salvador O prefeito de Salvador, João Henrique (PMDB), apareceu pela primeira vez à frente na pesquisa Datafolha, com 25%, em empate técnico com ACM Neto (DEM), com 24%. O candidato do PT, Walter Pinheiro, tem 22%. (págs. 1 e 11)
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Folha de S. Paulo
Manchete: Senado dos EUA aprova megapacote
O Senado dos EUA aprovou, por votos 74 votos a 25, um pacote de socorro financeiro de US$ 850 bilhões. O valor é US$ 150 bilhões superior ao da proposta original do governo. O aumento ocorreu com as mudanças acrescentou pelos políticos para facilitar a aprovação do plano no Congresso. Uma das mudanças é um corte generalizado nos impostos da classe média, de pequenos empresário e de famílias vítimas de acidentes naturais – mais de 25 milhões de beneficiados. No custo adicional do pacote também estão previstos incentivos fiscais para empresas que investirem em energia alternativa e em pesquisa e desenvolvimento na próxima década. Outra medida é a elevação de US$ 100 mil para US$ 250 mil da garantia de depósitos individuais, para evitar corrida bancária e transferência de valores de pequenos para grandes bancos. Dos cem senadores, só o democrata Ted Kennedy, em tratamento de saúde não votou. O pacote volta agora à Câmara dos Representantes, que já o rejeitou. A votação é amanhã. (págs. 1 e B1)
Lula libera R$ 5 bi para agricultura
Para tentar amenizar a escassez de linhas de financiamento externas para o setor agrícola, gerada pala crise dos EUA, o governo decidiu antecipar a liberação de R$ 5 bilhões que o Banco do Brasil previa usar só em 2009. O Planalto estuda redução dos depósitos compulsórios para elevar o volume de dinheiro destinado ao crédito. O presidente Lula descartou um pacote: “Não tem pacote. (A situação) está mais tranqüila”. (págs. 1, B6 e B7)
Foto: Cidade Maravilhosa Banda da Brigada Pára-Quedista toca no Complexo do Alemão (Rio) durante a maior ação das Forças Armadas para dar segurança ao processo eleitoral no Rio; traficantes monitoraram de perto e por rádio os 4.300 militares e debocham dos soldados. (págs. 1 e A8)
Editoriais Leia "Eleições tuteladas" sobre a restrição a debates; e "Ibama versus Incra", acerca de relatório de desmatamento. (págs; 1 e A2)
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Governo tenta garantir o crédito de final de ano
O presidente Lula pediu aos ministro da área econômica que “não deixem faltar crédito” para nenhum setor da economia brasileira, diante da turbulência internacional. “O presidente disse que não se pode fingir que não tem crise”, relatou Paulo Bernardo (Planejamento). “Ele afirmou: ‘Olha, o Natal está chegando’.” Para dar mais fôlego aos financiamentos, discutiu-se a hipótese de redução dos depósitos que os bancos têm de fazer no Banco Central. Além disso, deverão ter ajuda o agronegócio, o setor de infra-estrutura e os exportadores – segundo o BC, o crédito para a exportação caiu à metade desde meados de setembro. Lula negou que as medidas sejam “pacote”. “Tem pacote sim, mas é nos EUA”, disse Guido Mantega (Fazenda). O Senado americano votaria o plano de ajuda financeira ontem à noite. Os candidatos à Casa Branca, Barack Obama (democrata) e John McCain (republicano), passaram o dia fazendo apelos por sua aprovação. “Aos (congressistas) que se opuseram ao plano, peço o seguinte: mãos à obra. Façam o que é correto para o país porque agora é o momento de agir”, disse Obama. (págs. 1, B1 a B13)
FrasePaulo Bernardo – Ministro do Planejamento: “O presidente disse que não se pode fingir que não há crise e pediu que cuidássemos do crédito” (pág. 1)
Lula vai reforçar campanha em SP O presidente Lula vai reforçar as campanhas do PT em São Paulo. No sábado, véspera da eleição municipal, ele vai se reunir com candidatos petistas e prefeituras da Grande SP, entre eles Marta Suplicy. O encontro será durante almoço em São Bernardo do Campo, berço do PT. Na capital, o comitê de Marta já discute a estratégia de segundo turno e pretende “nacionalizar” ainda mais a campanha. A idéia é ampliar a presença de Lula na propaganda e mostrar os benefícios que programas do governo federal trazem à cidade. (págs. 1, A4 e A8)
Notas e informações: Perguntem a Lula Lula se recusava a falar seriamente sobre a crise. “Pergunte ao Bush” era sua resposta-padrão. O governo parece ter entendido, afinal, que a turbulência é problema também do Brasil. (págs. 1 e A3)
Fuga dos fundos de alto risco
Investidores brasileiros estão fugindo dos fundos hedge, os mais arriscados – e badalados – do mercado. As perdas desse tipo de fundo já somam R$ 17,8 bilhões e atingem estréias do setor, como Luiz Carlos Mendonça de Barros, da Quest investimentos, e Ilan Goldfajn, da Claro Investimentos. (págs. 1 e B4)
4.500 soldados ocupam Complexo do Alemão.
Com o maior contingente já usado pelas Forças Armadas na segurança das eleições, 4.500 homens do Exército e da Marinha ocuparam o Complexo do Alemão, conjunto de favelas em uma das áreas mais violentas do Rio. Parte da tropa permanecerá o tempo todo no local, onde foi hasteada uma bandeira do Brasil. A operação mobilizou ainda 20 blindados. (págs. 1 e A11)
Eleições 2008 Camuflados – Crianças observam soldados que montam guarda em meio a rochas no Complexo do Alemão: tropa na favela até a eleição. (pág. 1)
Espanha recebe ajuda brasileira e prende 121 por pedofilia
A polícia espanhola deteve ontem 121 pessoas na maior operação já feita no país contra pedofilia na internet. Dados da Polícia Federal brasileira foram usados na ação. As investigações da Operação Carrossel, que contou com 800 agentes, começaram em julho de 2007 e permitiram localizar rede de troca de arquivos com 18 mil conexões em 75 países. (págs. 1 e C8)
Equador: Odebrecht aceita termos de Correa
Empresa cede ao presidente equatoriano para voltar ao país. (págs. 1 e A18)
Educação – Resolução limita idade em supletivo Se aprovada, medida vetará ingresso de menores de 18 anos. (págs. 1 e A21)
Lixões em 67 municípios paulistas serão interditados
A Cetesb vai interditar lixões em 67 municípios de São Paulo. Os aterros funcionam sob as mesmas condições desde os anos 80, contaminando áreas de mananciais, como a Represa Billings. Os prefeitos de cidades com aterros irregulares se dizem perseguidos e afirmam que a Cetesb favorece os lixões particulares. O governo paulista nega. (págs. 1, C1, C3 e C4)
Artigo: Liberdade de informarDemétrio Magnoli: Não seria tempo de uma Primeira Emenda à Constituição? (págs. 1 e A2)
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Jornal do Brasil
Manchete: Brasil prepara pacote
O presidente Lula evita rotular de pacote, mas o governo está costurando medidas para se prevenir contra a crise. Prepara ações para diferentes possibilidades de intensidade de turbulência internacional. Formulado pelo Banco Central e ministérios do Desenvolvimento e Fazenda, o plano é ampliar linhas de crédito para financiar as exportações. Cerca de R$ 5 bilhões de antecipação para a agricultura e desburocratização para pequenas e médias empresas estão entre as providências.(págs. 1 e Tema do Dia, A2)
Festa para uns, cobranças para outros
Medalhista: Presidente Lula recebe campeões olímpicos e paraolímpicos em Brasília, e cobra do presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman, e do ministro dos Esportes, Orlando Silva, melhor preparação dos atletas brasileiros. (págs. 1 e Esportes D8)
Rio resiste à lei e crescem acidentes
Pesquisa do Núcleo de Atenção ao Acidentado de Trânsito da UFRJ aponta o Rio como um dos Estados com menor redução, no Brasil, no número de atendimentos à vítimas de acidentes de trânsito, após a entrada em vigor da Lei Seca. (págs. 1 e A15)
Hinos contra a barricada
Para dar segurança às eleições, os homens das Forças Armadas se apresentaram ontem, no Complexo do Alemão, ao som do hino do Flamengo e de outros clubes. A aparente tranqüilidade foi interrompida pela derrubada de uma barricada de metal. (págs. 1 e A6)
Morre empresário Baby de Carvalho Morreu ontem, aos 95 anos, Joaquim Monteiro de Carvalho, o baby, empresário responsável pela vinda de várias grandes empresas para o Brasil, como a Volkswagen e a Peugeot. (págs. 1 e A15)
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Correio Braziliense
Manchete: Senado dá nova chance ao superpacote de Bush
Barack Obama votou sim. John McCain votou sim. Outros 72 senadores fizeram o mesmo. E o pacote de US$ 700 bilhões para socorrer os falidos bancos americanos, mandado pela Casa Branca, foi aprovado no Senado dos EUA. Com isso, o texto volta à Casa dos Representantes — como eles chamam a Câmara dos Deputados de lá — e deve ser submetido à nova votação, prevista para amanhã. Para resgatar o plano, rejeitado pelos deputados dois dias antes, o governo Bush foi obrigado a alterar o texto em vários pontos, cortando US$ 150 bilhões em impostos e elevando o valor do seguro para correntistas das instituições financeiras em apuros. Apesar do suspiro de esperança, não há certeza de que a câmara baixa mude a posição quanto às medidas. “O que o Senado está mandando de volta é um gêmeo fraterno daquele que eu votei contra na segunda-feira”, reclamou o deputado texano Joe Barton, republicano como George W. Bush. (págs. 1, Tema do dia, 22 a 27)
Sobrepreço de 10% pára obra em Guarulhos
A Infraero cancelou a licitação das obras do terceiro terminal do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. Presente na lista do PAC como um dos itens para construção da infra-estrutura do país, o projeto havia sido orçado em R$ 1,12 bilhão, mas, segundo o TCU, tal valor está superestimado em pelo menos R$ 100 milhões. (págs. 1 e 2)
Pesquisa terá R$ 21 milhões ainda este ano
Verbas do governo federal serão liberadas por meio de dois editais a cientistas que desenvolvem projetos de terapia celular. Governo quer criar uma rede virtual englobando todos eles. Movimentos que lutaram pela aprovação das pesquisas no STF comemoraram a descoberta da primeira linhagem nacional de células-tronco embrionárias. (págs. 1 e 17)
Tropa na rua tenta garantir eleição no Rio
O Exército reproduziu nas ruas do Rio de Janeiro o que já havia feito no Haiti. Um contingente de 3,5 mil homens entrou no Complexo do Alemão para assegurar aos cidadãos cariocas o direito ao voto. Além de promessas para reduzir a violência, plataforma eleitoral dos candidatos inclui a construção de um superaquário. (págs. 1 e 6)
O inimigo da Lei Seca
Remédio contra alcoolismo é a nova arma de motoristas para escapar do bafômetro. Mas o medicamento não é eficaz em blitz e traz riscos à saúde se tomado sem indicação médica. (págs. 1 e 39)
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Valor Econômico
Manchete: Brasil e Argentina se armam para conter ‘invasão chinesa’
Brasil e Argentina já se preparam para enfrentar uma provável invasão de produtos chineses e de outros países no Mercosul. A preocupação dos dois governos decorre de previsões de que os exportadores, principalmente da China, deverão buscar de forma agressiva mercados alternativos ao americano e de outras nações ricas que estão prestes a entrar em recessão.O assunto foi discutido com o presidente Lula na reunião ministerial de segunda-feira. O governo acredita ser possível lidar com a invasão chinesa usando os mecanismos tradicionais de defesa comercial, como sobretaxas. Muitos empresários não sabem usar esses mecanismos e o governo vai fazer um esforço para divulga-los. “Existe uma preocupação muito grande porque os chineses são fornecedores importantes dos EUA”, disse ao Valor o ministro do Desenvolvimento, Miguel Jorge. “O Brasil é um alvo previsível”.No entanto, o governo quer evitar medidas que possam ser interpretadas como discriminatórias, como seria o caso da imposição de salvaguardas. “O governo tem evitado recorrer à salvaguarda prevista na OMC contra os chineses, mas é possível usar a salvaguarda geral, não específica contra a China”, diz Ivan Ramalho, secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento. Há grande preocupação dos empresários com a entrada de brinquedos para o Natal. Nesse segmento, o governo espera obter, em novembro, um compromisso da China de conter voluntariamente suas exportações.Na Argentina, o Ministério da Economia pretende colocar em vigor um sistema regulamentado há um mês que reduz de 24 para 12 meses o prazo médio para análise de processos antidumping. Além de proteger a indústria local, a medida responde a uma demanda interna do empresariado, que pede desvalorização do peso frente ao dólar e estímulos à produção.Afastada do mercado internacional de crédito desde a moratória, a Argentina não está sofrendo impactos da crise, a não ser pelos mercados de ações e bônus, que despencaram como um todo o mundo. Mas o secretário de Finanças do Ministério da Economia, Hernan Lorenzino, previu no Congresso que a desaceleração econômica também vai atingir o país. (págs. 1, A6 e A11)
Fim da euforia nos imóveis comerciais
O mercado de imóveis comerciais começa a sentir os efeitos da crise financeira. A euforia e a corrida desenfreadas por terrenos e edifícios prontos, que dominaram o mercado até o início do ano, deram lugar à cautela. Com forte presença de investidores estrangeiros, as decisões que envolvem grandes negócios começam a ser reavaliadas e até adiadas.O mercado de locação continua aquecido, mas a compra de ativos está mais lenta. “Com uma crise desse tamanho não há quem não pare para pensar. Metade dos compradores desistiu das propostas”, afirma Walter Cardoso, presidente da CB Richard Ellis. No auge do aquecimento do mercado, uma licitação para venda de imóvel chegava a ter de dez a 15 propostas. Agora, são de três a seis. Segundo o executivo, parte dos investidores se retraiu, apostando na queda dos preços. (págs. 1 e B8)
Ação defensivaGestores que participam da Carteira Valor recomendam papéis defensivos para enfrentar as turbulências da crise financeira internacional. Entre os destaques estão as ações de empresas do setor elétrico, que têm fluxo de caixa estável, e também de grandes bancos. (págs. 1 e D1)
Fluxo cambial e especulações
O fluxo cambial em setembro, até o dia 26, foi positivo em US$ 2,75 bilhões. O déficit financeiro, de US$ 3,52 bilhões, foi coberto pelo saldo comercial de US$ 6,26 bilhões. Os dados mostram que a alta do dólar no mercado interno é resultado de especulação. (págs. 1 e C2)
Russos fora da venda de caças à FABA Força Aérea Brasileira (FAB) eliminou metade das propostas e selecionou três fornecedores para a última fase do projeto F-X2, que resultará em uma encomenda inicial de 36 caças de múltiplo emprego, com entregas a partir de 2014. Passaram à etapa final o F-18 Super Hornet (da americana Boeing), Rafale (da francesa Dassault) e Gripen New Generation (da sueca Saab).Em uma postura rara, os americanos enviaram cartas à FAB em que acenam com transferência de tecnologia e abertura do código-fonte de componentes de seus aviões. Ficaram de fora da lista o caça russo Sukhoi Su-35, o americano F-16 (da Lockheed Martin) e o Eurofighter Typhoon (de um consórcio europeu). A ausência da Sukhoi surpreendeu, já que a aeronave russa era considerada uma das favoritas. (págs. 1 e A7)
Brasil tende a ser um importante competidor no mercado de leite, diz Carletti, do Rabobank (págs. 1 e B10)
Propostas de orçamento dos Estados ignoram crise
O agravamento da crise financeira internacional nas últimas semanas não modificou as propostas de orçamento estaduais para o próximo ano. Pelo menos seis Estados – São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Piauí – prevêem crescimento de receitas maior do que os 13% estimados pela União para 2009. Alguns projetam elevação em torno de 20%.Estados como São Paulo e Paraná consideraram prematuro rever as premissas de crescimento do PIB e da inflação levadas em consideração para a elaboração das propostas e mantiveram os números com os quais vinham trabalhando nos últimos dois ou três meses. O bom desempenho das contas neste ano colaborou para a decisão.Segundo o secretário da Economia e Planejamento de São Paulo, Francisco Vidal Luna, a projeção de inflação deve se cumprir em 2009. “Talvez o crescimento do PIB fique um pouco abaixo do esperado, mas o ‘colchão’ de 2008, deve compensar os resultados de 2009”. (págs. 1 e A3)
Um estilo tucano que dá certo
Um lidera com muita folga as pesquisas em Curitiba e talvez seja o melhor representante de um PSDB sem crise nas eleições de domingo. O outro nem é do partido, mas deve levar o estilo tucano de gestão para a prefeitura de Belo Horizonte, num reflexo do que o governador Aécio Neves, este sim do PSDB, faz no governo estadual.Beto Richa, de 43 anos, aparece em todas as pesquisas com mais de 68% das intenções de voto, mas dispensa o rótulo que vem recebendo. “Estou longe de ser um fenômeno”, seu desempenho na prefeitura e na campanha tornaram inevitáveis as especulações sobre suas possibilidades de suceder o governador Roberto Requião (PMDB) em 2010.Márcio Lacerda (PSB), de 62 anos, comunista na juventude e empresário bem-sucedido, pretende implementar uma diretriz política distinta da que prevaleceu nos últimos 16 anos de gestão do PT à frente da prefeitura de Belo Horizonte, caso seu favoritismo nas pesquisas seja confirmado no domingo. Ele quer não só trazer os tucanos de volta como também replicar, em âmbito local, o “choque de gestão”, difundido por Aécio. (págs. 1 e A14)
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Gazeta Mercantil
Manchete: Senado americano aprova plano de socorro financeirO
O Senado dos Estados Unidos aprovou ontem à noite o pacote de resgate que prevê o uso de até US$ 700 bilhões para comprar títulos podres das instituições financeiras. Foram 74 votos a favor e 25 contra.O pacote também precisa de aprovação na Câmara para ser implementado. A votação pode acontecer amanhã. Na segunda-feira, a Câmara rejeitou uma versão anterior do plano.A aprovação do Senado ocorreu depois de intensas negociações e a inclusão de novos pontos no plano (ver quadro). Na tarde de ontem, o presidente George W. Bush fez novo pronunciamento apelando pela aprovação do plano. Os dois candidatos à presidência, o democrata Barack Obama e o republicano John McCain, votaram a favor do pacote de socorro, que, de acordo com acerto feito entre os parlamentares, para passar no Senado o projeto teria de ter aceitação de 60 dos 100 senadores.No início da noite, a brigada pró-pacote já dizia contar com o mínimo de 60 votos para a aprovação das medidas. “Desejamos dar uma demonstração substantiva de apoio ao Senado, para servir de exemplo à Câmara”, disse o congressista Joe Lieberman. (págs. 1 e A16)
Governo libera US$ 5 bi ao campo
Os ministérios do Desenvolvimento, da Fazenda e o Banco Central preparam um conjunto de medidas para proteger o País dos efeitos da crise. O governo pretende ampliar as linhas de crédito para as exportações e para dar liquidez ao mercado. “Os dois ministérios e o Banco Central estão preparando medidas de precaução. A determinação do presidente Lula é a de que nos antecipássemos para qualquer situação”, disse o secretário de comércio exterior, Welber Barral.O presidente Lula quer evitar chamar de pacote as medidas em estudo devido ao peso negativo que a palavra tem na história econômica do país. Entre as medidas estão a antecipação de R$ 5 bilhões para a agricultura, sanando a falta de crédito que atinge o setor desde o agravamento da crise financeira.Segundo dados do Banco do Brasil (BB), 25% dos produtores rurais têm alguma restrição de crédito por comprometimento total ou parcial dos seus limites com renegociação de dívidas. A situação deve refletir em queda na área plantada nesta safra. Se não fossem as exportações do agronegócio, o Brasil teria, no primeiro semestre, saldo negativo de US$ 16,7 bilhões na balança comercial.Outro ponto do pacote é a desburocratização do crédito para pequenas e médias empresas, além de medidas já anunciadas, como a nova regulamentação do compulsório para o leasing e o leilão de venda de dólares para elevar a liquidez. (págs. 1 e B10)
Moody’s prevê menor liquidez
A crise de crédito já impacta a capacidade de financiamento de dívidas e investimentos de empresas da América Latina. De acordo com relatório que a agência internacional de classificação de risco Moody’s divulga hoje, companhias da economia real apresentam maior risco de liquidez. (págs. 1 e B3)
Agronegócio perde US$ 21 bi na Bovesp
aAs 14 principais companhias do agronegócio listadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) perderam R$ 21 bilhões até 30 de setembro na comparação com seu valor estimado em 20 de maio, antes do agravamento da crise internacional. Algumas delas podem ter dificuldade para retornar à posição anterior, sobretudo porque devem ser mais atingidas pela crise nos próximos meses ou simplesmente porque têm como negócio a venda de commodities agrícolas, cujos preços estão baixos e não devem recuperar patamares altos no curto prazo. A maior parte dessas empresas teve perdas superiores às do Ibovespa, que se desvalorizou 32,6%. (págs. 1 e B10)
Balança comercial: País exportou US$ 150,8 bi até setembro (págs. 1 e A5)
Volatilidade do dólar faz EDP desistir de usinaA Energias do Brasil, do grupo português EDP, sentiu o impacto da crise financeira mundial e desistiu de investir em uma usina térmica a carvão no Ceará, orçada em cerca de US$ 600 milhões. “Tivemos uma segunda-feira negra”, disse ontem António Pita de Abreu, presidente da empresa, que atribuiu o fracasso do plano americano de US$ 700 bilhões e a grande volatilidade do dólar à decisão do grupo de não participar do leilão de energia realizado na terça-feira, quando a usina cearense foi colocada à venda pelo sócio do projeto, a MPX. Representantes do governo, porém, ressaltaram o sucesso do leilão, que irá resultar em aportes de R$ 11 bilhões. (págs. 1 e C2)
Imóveis: Incorporadoras começam a rever lançamentos (págs. 1 e C1)
Impactos da crise só em 2009Os impactos da crise serão sentidos pelo comércio exterior ao longo de 2009. A avaliação é de José Augusto de Castro, vice-presidente da AEB. (págs. 1 e INVESTNEWS.COM.BR)
Opinião Thomas L. Friedman: Reconheço momentos sem precedentes quando vejo um. Senti medo pelo meu país poucas vezes na vida. Uma delas, na segunda-feira. (págs. 1 e A16)
Opinião Rodrigo da Rocha Loures: O Copom deve baixar a taxa Selic. Se isso não acontecer, corremos o risco de abortar outro ciclo de crescimento da economia brasileira. (págs. 1 e A3)
Caos e riscos na duplicação da BR-101Principal ligação rodoviária entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, a BR-101 convive com caos, transtornos e riscos, acentuados pelos desvios criados nas obras de duplicação. No total, 348 quilômetros estão sendo duplicados, entre os municípios de Palhoça, na região metropolitana de Florianópolis, e Osório, a cerca de 100 quilômetros de Porto Alegre.A reportagem da Gazeta Mercantil percorreu o trecho e mostra os principais problemas da estrada. Além dos desvios e da sinalização confusa, há partes esburacadas e sem acostamento. E, embora o prazo previsto inicialmente para a conclusão das obras fosse dezembro de 2008, há trechos cuja construção da segunda pista sequer começou.E os transtornos podem se estender por mais tempo. O Tribunal de Contas da União (TCU) pediu o embargo de 48 obras em todo o país, entre elas um túnel da BR-101, em Maquiné (RS). (págs. 1, C4 e C5)
DEM, PSDB e PT estão otimistas Três dos principais partidos políticos do País — DEM, PSDB e PT — acreditam que vão colher bons resultados nas eleições municipais de domingo. (págs. 1, A9 e A10)
Opinião Sandra Nascimento: Na legislação passada foram apresentados apenas dois projetos contra “crimes do colarinho-branco”. Um deles já foi arquivado. (págs. 1 e A2)

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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir
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quarta-feira, outubro 01, 2008

XÔ! ESTRESSE [In:] QUEM TEM MEDO DE VIRGINIA WOOLF ?

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[Homenagem aos chargistas brasileiros].
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ELEIÇÕES 2008: A BOLSA É ''FASHION"

Bolsa Família sustenta novo voto de cabresto no Nordeste
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Principal programa social do país, o Bolsa Família tem sido utilizado nesta campanha municipal como uma nova modalidade de cabresto eleitoral, informa nesta quarta-feira reportagem de Eduardo Scolese, publicada pela Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).
Candidatos a prefeito e a vereador usam o programa federal de transferência de renda tanto para agradar o eleitor, oferecendo a ele um cartão de beneficiário em troca do voto, como para ameaçá-lo caso vote em algum candidato da oposição.
Nas últimas três semanas, a Folha encontrou casos de uso eleitoral do programa no interior de Ceará e Piauí e ouviu denúncias informais em Paraíba, Bahia e Rio Grande do Norte. Promotores dizem que o principal obstáculo à fiscalização é o medo dos eleitores de serem perseguidos após a denúncia.
As eleições deste ano são, na prática, a primeira grande experiência municipal do uso do Bolsa Família para arregimentar votos. Neste ano, o governo reajustou em 8% o valor do benefício, anunciou um programa de qualificação de profissionais específico aos beneficiários e estendeu o benefício a jovens de 16 e 17 anos --iniciativas tidas como eleitoreiras pela oposição.
Outro lado
Segundo a secretária de Renda da Cidadania do Ministério do Desenvolvimento Social, Rosani Cunha, se as famílias souberem que a concessão do benefício é feita pelo governo federal, ficam menos expostas a ameaças nas eleições.
Cunha afirmou ainda que o programa não é "infalível", mas que os mecanismos de controle estão muito mais apurados.
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Folha Online, em 24092008.
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''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"

01 de outubro de 2008
O Globo
Manchete: Governo abandona otimismo e decide mudar Orçamento
O presidente Lula, que chegou a dizer que a crise financeira era um problema do seu colega americano George W. Bush, admitiu ontem que ela "é muito séria e profunda". E resolveu agir: a equipe do governo já trabalha na revisão do Orçamento de 2009, levando em conta que mudaram as projeções para a economia no ano que vem, informa Gustavo Paul. O Orçamento já fechado previa alta do Produto Interno Bruto (PIB) de 4,5%, dólar a R$ 1,71 e inflação em 4,5%. No entanto, as estimativas agora são que o crescimento pode ficar entre 3% e 3,5%, o dólar já está acima de R$ 1,90 e a inflação deve subir pressionada pela taxa de câmbio. Para equilibrar a receita menor com impostos o governo deve cortar despesas. Em Recife, o governador José Serra fez duras críticas à postura do governo Lula de criar uma "imagem falsa" de tranqüilidade diante da crise, semelhante à dos militares no choque do petróleo. "Temos reservas, mas infelizmente o governo começou a torrá-las para manter o real claramente supervalorizado", atacou Serra. (págs. 1, 29 e 30)
Dólar em setembro tem a maior alta em seis anos
As bolsas no Brasil e no mundo tiveram altas ontem, com exceção da Ásia. No dia, o dólar caiu 3,15% - fechando a R$ 1,904 - mas em setembro subiu 16,54%, a maior valorização mensal desde de 2002. (págs. 1, 32 e 33)
ArtigoJoseph Stiglitz - Pacote terá pouco efeito sobre a economia (págs. 1 e Economia 32)
Artigo Richard Cohen: BC dos EUA sabem bem o que temer (págs. 1 e 31)
Minc admite rever lista que publicou sem ler
Diante da reação causada dentro do próprio governo pela lista que aponta assentamentos do Incra como os maiores desmatadores da Amazônia, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, admitiu que ela pode ser revista e deu prazo para o Ibama analisar recursos. Ele disse que não leu o documento antes de publicá-lo. A ex-,ministra Marina Silva chamou a divulgação de pirotecnia. (págs. 1, 14 e 15)
Exército dispensa recrutas por falta de verbas
O comandante do Exército, Enzo Peri, avisou que vai dispensar recrutas por falta de dinheiro. Ele cobra do governo a liberação de R$ 445 milhões, afirmando que não há dinheiro para gastos com alimentação da tropa e com a segurança das eleições, informa Ilimar Franco. (págs. 1 e Panorama Político)
Brasil já faz célula-tronco de embrião
Cientistas da UFRJ e da USP anunciaram ontem a criação da primeira linhagem nacional de células-tronco de embriões humanos. Com isso, o país ganha autonomia para desenvolver terapias contra doenças como mal de Parkinson, câncer e lesões na coluna. (págs. 1 e 41)
Paquetá já tem violência e facçõesCercada pela paisagem mais bucólica da Baía e com pouco mais de 3 mil moradores, a Ilha de Paquetá já está sendo alvo da disputa de facções criminosas comandadas por traficantes do Rio. Ao investigar um assalto na ilha, a polícia achou ontem 40 bombas de fabricação artesanal. (págs. 1 e 16)
Eleições 2008 - Vans desafiam a lei e atacam Eduardo Paes
Cerca de 500 motoristas de vans e Kombis credenciadas pela prefeitura participaram de carreata contra o candidato do PMDB, Eduardo Paes. A lei eleitoral proíbe qualquer transporte público que precise de autorização da prefeitura de fazer propaganda, seja contra ou a favor. Fiscais do TRE apreenderam bandeiras e panfletos. Alguns participantes admitiram trabalhar nas campanhas de Solange Amaral (DEM), Crivella (PRB), Jandira (PCdoB) e Molon (PT). (págs. 1 e 8)
Eleições 2008 - Cesar explode gasto com pessoal
No orçamento para 2009, o prefeito Cesar Maia (DEM) aumentou os gastos com pessoal para 51,09% do total, só 0,21% abaixo do limite da lei. (págs. 1 e 10)
Eleições 2008 - Paulo Ramos, 1%, inviabiliza debate O candidato Paulo Ramos (PDT), com 1% das intenções de voto, inviabilizou acordo para debate na TV Globo, aceito por outros nove concorrentes. (págs. 1 e 4)
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Folha de S. Paulo
Manchete: Kassab abre 8 pontos sobre Alckmin
Gilberto Kassab (DEM) subiu mais três pontos percentuais no Data Folha, foi a 27 % e aumentou para oito a vantagem sobre Geraldo Alckmin (PSDB) na corrida à prefeitura de SP. Alckmin oscilou negativamente um ponto, para 19%. Marta Suplicy (PT) variou dois para baixo, no limite da margem de erro, e tem 35%. O primeiro turno é no domingo. Na simulação de segundo turno, Kassab ultrapassou Marta e venceria hoje por 49% a 44%. Na pesquisa anterior, havia empate técnico (47% a 46% para o prefeito). A petista também perderia de Alckmin, por 49% a 44%. A campanha de Alckmin reagiu com indignação ao cancelamento do último debate do primeiro turno, que a TV Globo faria amanhã. Os tucanos acusam o candidato Ciro Moura (PTC) de forçar a decisão e beneficiar Kassab ao insistir em participar do programa. “Quem bateu o pé contra foi o Ciro Moura, que todo mundo sabe a serviço de quem está”, disse o coordenador da campanha, Edson Aparecido. Kassab negou o acerto. Moura disse que só exigiu o cumprimento da lei. (Págs.1 e Brasil)
Brasil estuda ajuda do Tesouro a exportadores
O governo deve usar recursos do Tesouro para bancar parte da alta de custo dos exportadores provocada pela crise nos EUA, relatam Valdo Cruz e Sheila D’Amorim. OBNDES também poderá reforçar suas linhas de crédito destinadas a financiar exportações. (Págs. 1 e B5)
Protógenes fala que Presidência deu ordem para investigar DantasO delegado Protógenes Queiroz declarou ao Ministério Público Federal que a investigação que culminou na Operação Satiagraha foi aberta por determinação do Planalto ao então diretor-geral da PF, Paulo Lacerda, informa Alan Gripp. Em 2004, quando começou a apuração, o banqueiro Daniel Dantas, maior alvo da Satiagraha, disputava o controle da Brasil Telecom. Lacerda negou a versão. O Planalto não falou. (Págs. 1 e A12)
Minc agora diz que não checou lista de desmate que inclui Incra
Um dia após divulgar que assentamentos da reforma agrária estavam no topo da lista dos cem maiores desmatadores da Amazônia, o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente) afirmou não ter produzido nem checado os dados antes de anunciá-los. O ministério do Desenvolvimento Agrário e o Incra, responsável pelos assentamentos, ficaram contrariados com a lista. Minc culpou o Ibama e deu ao órgão 20 dias para checagem. (Págs. 1 e A13)
EUA votam pacote no Senado hoje
Após o pânico de anteontem, quando o veto da Câmara dos EUA ao plano econômico do governo Bush derrubou as Bolsas do mundo, lideres do Congresso anunciaram que ele será votado no Senado hoje à noite. Estima-se que a chance de aprovação nessa Casa seja maior. Os dois principais candidatos à Presidência, os senadores Barack Obama (democrata) e John McCain (republicano), disseram que vão participar da votação. O pacote prevê gastar até US$ 700 bilhões em ajuda a instituições com problemas. Sugestões como a ampliação da garantia a depósitos bancários foram bem recebidas, e os mercados recuperaram parte de suas perdas: a Bolsa de Nova York subiu 4,68%, e a de São Paulo, 7,6%, com queda de 3,15% no dólar. A crise nos EUA já atinge a economia não-financeira, relata Fernando Canzian. Empresas fazem ajustes na produção, e o número de bancos que adotaram políticas de crédito mais restritivas duplicou. (Págs. 1, B1 e B9)
‘Sacralização’ do mercado acabou, diz Elio Gaspari (Págs. 1 e A12)
Para Delfim Neto, Câmara rejeitou papel coadjuvante (Págs. 1 e A2)
Plano original era ineficiente, afirma Fernando Cardim (Págs, 1 e B8)
Martin Wolf vê possibilidade de desfecho calamitoso (Págs. 1 e B8)
Financiamento fica mais caro e prazos diminuem
Dados da Anefac (associação de executivos de finanças) mostram que o juro médio para o consumidor subiu de 7,39% para 7,45% e os prazos de financiamento caíram para 24 ou 12 meses. A Anefac já vê reflexos da turbulência nos EUA. (Págs. 1 e B6)
Editoriais Leia “O Brasil no vendaval”, sobre escassez do crédito; e “Mais poder a Correa”, acerca de referendo no Equador. (Págs. 1 e A2)
ciência Brasil produz sua 1ª linhagem de célula-tronco embrionária (Págs. 1 A18)
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Safra, exportação e BNDES terão mais verbas, diz governo
A possível interrupção do crédito externo por conta da crise internacional levou o Planalto a tomar medidas para financiar o agronegócio, o setor exportador e a área de infra-estrutura. No caso da safra de 2009, estuda-se a liberação de parte dos depósitos compulsórios recolhidos pelos bancos. Para o BNDES, a idéia é injetar R$ 7 bilhões do Fundo de Investimentos do FGTS, adicionais aos R$ 15 bilhões que o Tesouro vem entregando em parcelas. Em relação aos exportadores, o cenário já aponta retração dos empréstimos - a queda foi de 6,6% em agosto sobre julho - e o governo confirmou medidas para garantir crédito, conforme revelou o Estado ontem. Após um dia de pânico, a Bovespa disparou 7,63%; em Nova York, a alta foi de 4,68%. (págs. 1, B4, B6 e B10)
Os quatro amigos: encontro em Manaus
Lula cumprimenta Hugo Chávez (Venezuela), Evo Morales (Bolívia) e Rafel Correa (Equador), em Manaus; após articulação do presidente brasileiro, Chávez elogiou a Odebrecht, pivô da crise com Correa, aliado do venezuelano. A empreiteira, disse ele, "comportou-se muito bem" em seu país, com "confiança e transparência absoluta". (págs. 1 e A16)
Lista que cita Incra como desmatador abre crise
O presidente Lula mandou auditar as multas ao Incra por desmatamento. O Ministério do Meio Ambiente listara o órgão como o maior desmatador do País, abrindo crise com a pasta de Desenvolvimento Agrário. (págs. 1 e A18)
Meirelles: "Crise exige serenidade"
Em evento promovido pelo Estado, Henrique Meirelles, do Banco Central, disse que "a crise é séria", mas que o BC a observa "com serenidade". (págs. 1 e B7)
Notas e Informações - Levando a crise a sério
Enquanto Bush negocia um novo pacote de ajuda financeira, o governo brasileiro deveria tomar duas atitudes: primeiro, torcer pelo êxito da negociação; segundo, deixar de lado a oratória de palanque e estudar como enfrentar as dificuldades sem desarranjar a economia. O mais prudente é esquecer o otimismo. (págs. 1 e A3)
Relatório aponta fraude em fundos de 3 Estados e 112 municípios
Relatório do Ministério da Previdência e do BC aponta operações financeiras suspeitas em fundos de pensões de 3 Estados e 112 prefeituras, informa a repórter Sônia Filgueiras. O total de prejuízos é estimado em quase R$ 200 milhões. (págs. 1 e A4)
USP reproduz células de embrião
Cientistas da USP produziram a primeira linhagem de células-tronco embrionárias humanas do Brasil, relata o repórter Herton Escobar. As células foram obtidas a partir do descongelamento de 250 embriões vindos de clínicas de fertilização. É o primeiro resultado prático obtido no País desde que o STF liberou, em maio, pesquisas desse tipo. O experimento abre caminho para a busca de tratamentos terapêuticos. (págs. 1 e A17)
Suspensão de debate frustra Alckmin e anima Kassab
Por falta de acordo com candidatos de pequenos partidos, a TV Globo cancelou o debate marcado para amanhã em São Paulo. O programa era a última esperança de reação do tucano Geraldo Alckmin ante Gilberto Kassab (DEM). (págs. 1 e A6)
Internet está deixando de ser "terra sem lei", diz estudo
As decisões judiciais envolvendo a internet no Brasil saltaram de 400 para 17 mil de 2002 a 2008, diz estudo de Renato Opice Blum, especialista em direito na web. Para ele, a rede está deixando de ser "terra sem lei". (págs.1 e C1)
Artigo - Ameaça ao Mercosul
Mário Cesar Flores: Ingresso da Venezuela representa risco para projeto saudável. (págs. 1 e A2)
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Jornal do Brasil
Manchete: Natal sem crise
Enquanto a crise americana torna nebuloso o horizonte nas bolsas, no varejo, grandes redes de supermercado apostam no consumo aquecido: o Wal-Mart projeta o melhor Natal da sua história no país e o Pão de Açúcar mantém metas de crescimento. O governo lembra, porém, que está pronto para agir se necessário. (págs. 1 e Tema do dia A4)
Investidores reagem, mas prejuízos são maiores que socorro
Depois do pânico, um dia de alívio: os investidores voltaram às compras ontem em busca de ações que ficaram baratas demais. A Bovespa acompanhou o otimismo mundial e fechou em alta de 7,6%. Os prejuízos nas bolsas, no entanto, já somaram US$ 1 trilhão. (págs. 1, Tema do dia A2 e A3)
Superávit do Brasil já supera o de todo o ano passado
O bom desempenho da economia da União, Estados e municípios produziu um superávit recorde no Brasil nos últimos oito meses. O total acumulado chegou a R$ 108,4 bilhões, superando o total economizado pelo setor público em 2007. É o melhor resultado desde 1991. (págs. 1 e Economia A20)
TCU suspende 48 obras irregulares
O Tribunal de Contas da União recomendou a paralisação de 48 obras por apresentarem indícios de irregularidades graves. Estão incluídas 13 obras do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), como a usina nuclear de Angra 3, a ferrovia Norte-Sul e o Rodoanel paulista. (págs. 1 e País A15)
Brasil-Venezuela terão petrolífera
O Brasil e a Venezuela firmaram, ontem, em Manaus, sete acordos de cooperação, a exemplo de uma petrolífera binacional (60% da Petrobras). Os dois países construirão também uma siderúrgica para produzir 1 milhão de toneladas de aço por ano. (págs. 1 e Internacional A21)
Esquema polêmico em torno das pesquisas eleitorais
Candidato a prefeito do Rio, o senador Marcelo Crivella (PRB) anunciou que vai apresentar projeto no Congresso para obrigar a mídia a divulgar todas as pesquisas de intenção de voto registradas no Tribunal Regional Eleitoral, a despeito de quem as encomendou. (págs. 1 e Eleições A6)
Corrupção no coração do Rio
Ousadia: Imagens gravadas por um leitor do JB revelam o esquema de um fiscal da CET-Rio para cobrar propina de flanelinhas que loteiam a Avenida Rio Branco aos sábados. O prefeito César Maia classificou o ato de bandidagem. (págs. 1 e Cidade A16)
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Correio Braziliense
Manchete: Bush se ajoelha...Um dia depois do desastre causado pela rejeição dos deputados ao pacote de socorro de US$ 700 bilhões, o presidente dos EUA faz novo pronunciamento implorando aos políticos que reavaliem o caso. O projeto será mandado hoje ao Senado. Se aprovado, poderá voltar para mais uma votação na câmara baixa....O Mercado reza...Diante da possibilidade de ressurreição do plano de salvamento, as bolsas de valores refletiram algum otimismo, coisa rara nos últimos dias. Em Nova York, o índice Dow Jones fechou em alta de 4,6%. Os negócios também foram bem em Londres (+1,7%), Paris (+1,9%) e Frankfurt (+0,4%). A Bovespa subiu 7,6%. Ainda assim, a praça paulista teve o pior setembro dos últimos quatro anos. ...E o Brasil pagaO dilema dos juros — aumentá-los ou não em meio à crise? — cria fraturas no Banco Central e traz problemas ao presidente da instituição, Henrique Meirelles. Ao mesmo tempo, as exportações brasileiras estão caindo por falta de crédito no exterior. Prêmio Nobel em 2001, o economista Joseph Stiglitz concede entrevista ao Correio e manda um recado ao Brasil: “Ninguém está a salvo”.(págs. 1, Tema do dia, 13, 14, 15, 16 e 17)
Papai Noel chega antes na Câmara
Os 1.731 funcionários da Câmara Legislativa terão, a partir de hoje, 10% de aumento salarial. Mas não só isso. O valor do vale-alimentação, atualmente em R$ 620, será acrescido de R$ 50. E os anuênios, congelados há um ano, voltam a existir. As bondades custarão R$ 1,5 milhão mensais aos contribuintes do Distrito Federal. A conta ainda pode crescer. A mesa diretora estuda a concessão de outros 10% de reajuste adicional aos servidores da Casa. (págs. 1 e 7)
Judiciário age contra exploração infantilConselho Nacional de Justiça monta comitê para auxiliar o GDF no combate à prostituição de crianças. Vara da Infância vai funcionar no prédio do Touring. (págs. 1 e 25)
O país mais perto da célula-tronco
Cientistas da Universidade de São Paulo deram o passo que faltava para o êxito do Brasil nas pesquisas destinadas à terapia com células-tronco em seres humanos. Eles conseguiram a primeira linhagem embrionária puramente nacional, 10 anos depois dos EUA, primeiros a obter o material próprio. “Temos gente capacitada para avançar”, comemora a cientista Lygia da Veiga Pereira. “Basta que o governo invista na área.” (págs. 1 e 10)
Bancários e professores prejudicam brasiliense
Paralisações atingem mais de 70% das agências e deixam 500 mil alunos sem aula na rede pública.GDF propõe reajuste de 9,9% a profissionais da educação. (págs. 1, 18 e 29)
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Valor Econômico
Manchete: Empresas pagam caro por recursos escassos
A falta de dinheiro na praça, em meio à crise de crédito internacional, forçou as companhias brasileiras a buscar alternativas para escapar do aperto ou cancelar suas operações.A Lojas Renner, uma das maiores varejistas de vestuário do país, desistiu da emissão de debêntures que havia sido anunciada no início do mês para bancar a aquisição da Leader, do Rio. Com o aumento brusco dos custos de captação, a empresa negociou com os controladores da rede fluminense o pagamento de R$ 440 milhões em seis parcelas, a primeira no fechamento da operação e a última em 31 de janeiro de 2011.A Localiza Rent a Car, maior locadora de automóveis da América Latina, adiou ontem uma emissão de debêntures de R$ 300 milhões. Já a Sabesp resolveu captar até R$ 300 milhões oferecendo uma das maiores remunerações já vistas pelo mercado nos últimos anos. Está disposta a pagar até 120% do CDI.A Visanet suspendeu temporariamente sua oferta inicial de ações, que seria a maior da história. O pedido de análise da colocação foi feito há um mês e as reuniões iniciais de apresentação da operação para os grandes investidores, que chegaram a ser agendadas, foram canceladas.A Vivo, no ano de maior investimento de sua história, optou por instrumento de curto prazo para reduzir o custo. Emitiu R$ 550 milhões em notas promissórias de um ano, pagando 110,2% do CDI. O dinheiro será usado para quitar notas que vencem em novembro, pelas quais a empresa pagava 104% do CDI.Banco do Brasil e HSBC aparecem como tomadores tanto da emissão da Vivo como das debêntures da Sabesp, que contou ainda com participação do Citigroup e da Nossa Caixa.A Localiza, que ofereceu papéis no ano passado, antes do início da crise, pagou 104% do CDI. Na atual emissão, a taxa bateu 114%, o que a levou a desistir da captação. A avaliação de risco das duas debêntures não foi alterada.De acordo com Jorge Simino, diretor de investimento da Fundação Cesp, com o mercado externo fechado, as empresas se voltam para o mercado local de empréstimos em reais e têm a opção de emitir títulos como as debêntures. "Vemos claramente que o mercado está um pouco mais movimentado". Segundo ele, a fundação tem recebido muitas consultas de companhias sobre preços e prazos. (págs. 1, C8 e D9)
Se necessário, BC reduzirá mais o compulsório
Se for necessário, o governo via usar o arsenal à disposição do Banco central para enfrentar os efeitos da crise externa no país. Esse arsenal inclui leilões de câmbio, redução do compulsório dos bancos e oferta de linhas de redesconto. A tônica da gestão da crise dentro do governo é dar liquidez aos mercados para que continuem funcionando.O compulsório abre ampla margem para ação do BC. No Brasil, ao contrário da maioria dos países, ainda se exige dos bancos o recolhimento obrigatório de R$ 53 para cada R$ 100 em depósitos à vista nos bancos. Nos depósitos a prazo, o recolhimento é de 23%. A idéia é usar esses instrumentos de liquidez sem atrapalhar a política monetária.A maior preocupação do governo é com a paralisação da oferta de crédito ao comércio exterior. A notícia de que uma grande exportadora pediu US$ 100 milhões a um banco e só conseguiu US$ 5 milhões dá uma idéia do tamanho do problema. O temor não diz respeito apenas ao crédito das exportações, mas também ao das importações, que ajudam a conter a inflação. Apesar disso, não se cogita usar dinheiro das reservas cambiais para financiar exportadores. (págs. 1 e A2)
Commodities em baixa
Crise nos mercados financeiros internacionais em setembro provocou a redução das cotações médias mensais dos principais produtos agrícolas negociados pelo Brasil no exterior. Na bolsa de Chicago, os grãos recuaram às menores médias em pelo menos seis meses. (págs. 1 e B11)
Planejamento tributárioA valorização do dólar em relação ao real abre oportunidade para subsidiárias brasileiras de grupos internacionais liquidarem empréstimos estrangeiros intercompanhias sem pagar Imposto de Renda nem CSLL. (págs. 1 e A2)
Candidatos do NE copiam o Bolsa Família
A popularidade do Bolsa Família dá origem nestas eleições a versões municipais do programa federal. No Nordeste, que abriga quase metade das famílias contempladas com a ajuda de Brasília, proliferam promessas de transferências de renda. As propostas - que prevêem de depósitos mensais a partir de R$ 100 a parcela única de até R$ 2 mil - são as mais variadas. Há o Bolsa Saúde, para comprar remédios; o Bolsa Aprendiz, para quem faz cursos profissionalizantes; o Bolsa Cotista, para os universitários; e até o Retorna para Casa, para famílias que acolham parentes menores de idade que estejam em abrigos públicos. A diversidade de propostas é acompanhada pela pluralidade partidária. (págs. 1 e A16)
Para crescer, Copersucar agora é uma empresa
A Copersucar, maior cooperativa de açúcar e álcool do mundo, passa a ser, a partir de hoje, a Copersucar S.A., a maior empresa sucroalcooleira do país. As 33 usinas associadas à cooperativa são agora acionistas da holding que controla a companhia, que nasce com um faturamento de R$ 5,7 bilhões e investimentos de US$ 2 bilhão para os próximos três anos, sobretudo em logística.A decisão faz parte do projeto de expansão do grupo. “Nosso principal desafio é crescer. O modelo de cooperativa tem a excelência operacional, mas cria restrições para a expansão”, disse ao Valor Luís Roberto Pogetti, CEO da Copersucar. “Por lei, uma cooperativa não pode ser dona de ativos, o que traz dificuldades para o crescimento”. Segundo Pogetti, a meta da Copersucar é abocanhar 30% do mercado nacional de açúcar e álcool em dez anos.Como empresa, poderá fechar alianças estratégicas e atrair novos acionistas e investidores. Embora a Copersucar não confirme, uma das parcerias que poderá ser feita é na área de distribuição de combustíveis. Mas não seria nos mesmos moldes da Cosan, que comprou a Esso em abril. Se concretizada, será uma parceria com um grupo nacional ou do exterior. (págs. 1 e B12)
Avanço da banda larga
O número de assinantes de banda larga no mundo chegou a 380 milhões no fim do primeiro semestre, crescimento de 17% em 12 meses. Os principais mercados nacionais são EUA, China e Japão. O Brasil teve o quinto maior crescimento no segundo trimestre. (págs. 1 e B3)
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Gazeta Mercantil
Manchete: Agora, bancos negam crédito a agricultores
Os bancos internacionais fecharam as portas para a elite da agricultura brasileira. Grandes produtores foram buscar dinheiro pré-aprovado e voltaram de mãos vazias ou com apenas parte do recurso. “Um terço da minha lavoura é financiada por esses bancos há cinco safras. Agora, o crédito foi negado”, lamenta Walter Horita, que cultiva soja e algodão na Bahia. Segundo ele, o mesmo aconteceu com outros agricultores, que tentam negociar de última hora com fornecedores de insumo.O Grupo Scheffer, de Mato Grosso, recebeu apenas 80% do dinheiro pleiteado e teve de liquidar às pressas estoques de algodão com deságio de 2% para financiar o plantio. O custo do dinheiro a exportadores de produtos agrícolas mais que dobrou. Passou de 4,5% para 14,5% ao ano. (págs. 1 e B12)
Opinião Antonio Penteado Mendonça: Se o sucessor do presidente Lula tivesse apenas que readequar as despesas federais, seria relativamente fácil. Mas ele terá também que “desaparelhar” o Estado brasileiro. (págs. 1 e A3)
Bovespa: Índice fecha em alta de 7,63% (págs. 1 e B5)
Pronto para a crise: Henrique Meirelles, presidente do BC, diz que está preparado para agir (págs. 1 e B4)
Apesar da crise externa, o varejo prevê um bom Natal
Héctor Núñez, presidente no Brasil do Wal-Mart, afirmou recentemente que, apesar da crise internacional, a rede deve ter em 2008 o melhor Natal da história no país. Em meio ao caos externo, a Casas Bahia, maior rede de eletroeletrônicos do Brasil, tem mantido o volume de encomendas para o Natal 7% maior que o do ano passado. O empresário Michael Klein acredita que não deverá ter fortes oscilações nas vendas nos últimos meses do ano.Graças ao aumento do emprego, o varejo brasileiro não tem do que se queixar. O presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), Sussumu Honda, diz que o setor vai crescer 8%, melhor desempenho em dez anos. (págs. 1 e C10)
Indicadores sociais: Contratações começam a desacelerar, diz Ipea (págs. 1 e A5)
Conjuntura não se compara a 1929
A turbulência que atingiu os mercados na última segunda-feira ainda não se compara à Grande Depressão de 1929, avaliam especialistas, de forma consensual. No entanto, há riscos de a economia real ser afetada. (págs. 1 e A14)
OpiniãoLeonardo Trevisan: Apesar da crise, a máquina comprada terá que ser paga. Por isso, formação de engenheiros é essencial. Mas o Brasil cuidará primeiro da pós-graduação em engenharia. (págs. 1 e A2)
Opinião Augusto Nunes: Entre 2002 e junho deste ano, a farra da anistia torrou R$ 2,3 bilhões com indenizações. A fila de espera passa de 30 mil pedintes. Com crise ou sem crise, a festa continua. (págs. 1 e A10)
Avança acordo para usina em PEA Petrobras e a venezuelana PDVS
A assinaram ontem um termo de compromisso para a construção conjunta de uma refinaria em Pernambuco, orçada em R$ 4 bilhões. (págs. 1 e A8)
Aneel propõe corte de subsídios
A Aneel propõe reduzir em R$ 1 bilhão — quase um terço — os subsídios destinados ao Norte do País para a geração de térmicas. O corte, se aprovado, reduzirá a conta de luz dos demais consumidores brasileiros. (págs. 1 e C9)
Mercado tenta popularizar a TV digital
Lançada oficialmente no dia 2 de dezembro de 2007, a TV digital ainda não deslanchou no país. Entre as razões para isso estão o alto preço dos conversores de sinal e a pequena oferta de programas de alta resolução e interatividade. O lançamento do aparelho de conversão por um valor mais acessível — R$ 200 — deve ser o impulso de que o mercado precisa. O barateamento da tecnologia pode atrair a parcela da população que hoje assina pacotes básicos de TV paga em busca da melhoria do sinal de TV aberta. A Associação Nacional dos Fabricantes de Eletroeletrônicos (Eletros) avalia que o ritmo das vendas de televisores adequados ao digital está dentro do projetado inicialmente. Para a entidade, as vendas crescerão a partir do momento em que os brasileiros notarem que realmente existe diferença entre as imagens do sistema tradicional e o digital. (págs. 1, C5 e C6)
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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir
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