A proposta deste blogue é incentivar boas discussões sobre o mundo econômico em todos os seus aspectos: econômicos, políticos, sociais, demográficos, ambientais (Acesse Comentários). Nele inserimos as colunas "XÔ ESTRESSE" ; "Editorial" e "A Hora do Ângelus"; um espaço ecumênico de reflexão. (... postagens aos sábados e domingos quando possíveis). As postagens aqui, são desprovidas de quaisquer ideologia, crença ou preconceito por parte do administrador deste blogue.
PENSAR "GRANDE":
[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.
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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).
"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).
"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br
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quinta-feira, outubro 09, 2008
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
09 de outubro de 2008
O Globo
Manchete: BCs fazem corte mundial de juros em ação inédita
Após 5 anos, BC vende dólar
Como a disparada do dólar afeta a sua vida
Uma grande operadora de telefonia diz que a alta do dólar encarece os componentes importados e, com isso, prevê uma redução nos subsídios à venda de aparelhos.
Paes e Picciani negociam apoio de Crivella; Gabeira faz crítica a aliada da Zona Oeste
Paes e Gabeira fazem, hoje no Globo, debate aberto ao público (pág.1 e 9)
Você pagou com ingratidão
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Folha de S. Paulo
Manchete: BCs cortam taxas de juros; Brasil aumenta crédito e vende dólar
Foto: Adversários cordiais
Kassab abre 17 pontos de frente sobre Marta
Reino Unido dá socorro de US$ 867 bi a bancos
Após perdas de quase 90%, fundo fecha para resgate
Vinicius Torres Freire: O público precisa saber quem fez besteira no câmbio
Editorias
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Países fazem ação anticrise; BC põe R$ 23 bi no mercado
Assessor de Lula reforça campanha de Marta
Planalto analisa risco de quebra
Um apelo à ousadia
Bisbilhotice e grampo
Ordem unida
Rio supera São Paulo em número de assassinatos
Obama se fixa como líder após debate, diz pesquisa
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Jornal do Brasil
Manchete: Mais R$ 23 bi na economia
Petrobras cobra US$ 230 milhões do governo do Equador
Quadrilha de classe média alta fraudava até dados do TRE
Começa a troca de acusações entre Paes e Gabeira
Site nos EUA é acionado em MG
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Correio Braziliense
Manchete: Fora de controle, dólar ameaça o Brasil
Banco Central injeta mais R$ 23 bi no mercado. (págs. 1, 18 a 24 e Tema do Dia)
Juros caem pelo mundo, mas crise só piora. (págs. 1, 18 a 24 e Tema do Dia)
Concurso
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Valor Econômico
Manchete: BC derruba dólar em meio a nervosismo e especulação
Em meio ao nervosismo, o mercado de câmbio foi movido pela especulação e pela demanda de empresas que procuraram cobrir apostas em derivativos. O grupo Votorantim confirmou que desmontou suas posições de venda de opções de compra. Segundo o mercado, a empresa entrou comprando anteontem em volumes significativos. Em nota, o grupo controlado pela família Ermírio de Moraes diz ter realizado algumas operações de "opção de verificação em dólar" nos últimos meses, eliminadas completamente até ontem.
O total de posições vendidas em dólar das empresas clientes com os bancos no mercado de balcão da Cetip - especulativas e defensivas - chega a R$ 58 bilhões. Desse total, há R$ 10,74 bilhões que vencem em 30 dias, outros R$ 9 bilhões que vencem em um período de 31 a 60 dias, R$ 6,78 bilhões que vencem de 61 a 90 dias e R$ 12,72 bilhões em 91 a 180 dias. A maior parte - R$ 15,22 bilhões - vence de 180 a 360 dias.
O componente especulativo para a disparada do dólar pode ser observado nos números fornecidos pelo BC. O fluxo cambial continua positivo e sobrou moeda estrangeira no mercado mesmo nos dias em que o real se desvalorizou. Nos três primeiros dias úteis de outubro, quando a cotação do dólar pulou de R$ 1,9143 para R$ 2,0540, os ingressos de dólares no mercado de câmbio superaram as saídas em US$ 514 milhões.
A Previ, fundo de previdência dos funcionários do Banco do Brasil, enviou carta à Sadia pedindo a convocação de assembléia de acionistas para votar a abertura de um processo civil contra os administradores para ressarcimento da empresa e instalação de uma auditoria para detalhamento das operações que levaram à perda de R$ 760 milhões. (págs. 1, C1, C2 e D5)
Ação conjunta derruba as taxas de juros
O aprofundamento da crise financeira provocará deterioração significativa da economia global nos próximos meses, empurrando EUA e parte da Europa para uma recessão, alertou o Fundo Monetário Internacional. Olivier Blachard, economista-chefe do FMI, disse que medidas contra a crise vencerão o "ceticismo do mercado". (págs. 1, C4, C9 e C14)
Mais R$ 23 bi são liberados ao mercado
Nos últimos 30 dias, o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) fez quatro operações de compra de carteiras de bancos médios, no valor total de R$ 700 milhões, envolvendo crédito consignado e financiamento de veículos. Para o diretor-executivo do FGC, Antonio Carlos Bueno de Camargo Silva, não houve nenhuma "operação de socorro ou salvadora". Foram operações normais de mercado, explicou. (págs. 1 e C3)
PT cresce menos nos "grotões"
Esse desempenho vai na contramão de aliados do governo, como PMDB e PSB, que avançaram nas pequenas cidades dos Estados que governam. Também mostra que o PT não monopolizou os ganhos políticos com a disseminação do programa Bolsa Família: em 2004, 75% dos beneficiários do programa estavam em 4% dos municípios. Agora, a mesma porcentagem dos atendidos está espalhada em 92% das cidades.
Dispondo de uma ampla rede de apoios, os governadores organizam as alianças nos pequenos municípios e impulsionam suas legendas. No Maranhão, por exemplo, o PDT elegeu em 2004 só nove prefeitos em cidades com até 50 mil eleitores. Depois da eleição do governador Jackson Lago, os prefeitos pedetistas passaram a 63. (págs. 1 e A12)
Produção de grãos
Inflação em queda
Concessões portuárias
Demissão na Gol
Idéias - Janes Rocha
Idéias - Maria Inês Nassif
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Gazeta Mercantil
Manchete: Em ritmo de espera, empresas mudam planos para driblar crise
As montadoras de caminhões, que até a semana passada tinham fila de espera para entregar seu produto, já registram adiamento de compras por parte de seus clientes, em decorrência de restrição de crédito e de alta nas taxas de financiamento cobradas pelos bancos. No pólo industrial de Manaus (AM), empresas programam férias coletivas de dez dias a seus empregados - paralisação motivada pela majoração do câmbio que dificulta a importação de peças, a formação de preços e o repasse dos custos ao preço.
No varejo, lojas que vendem produtos com componentes importados já estão sendo informadas que as próximas tabelas virão majoradas. “O varejo não sabe por quanto comprar e a indústria não sabe por quanto vender”, diz o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos, Lourival Kiçula. E segmentos da indústria têxtil que dependem muito de importações não estão fechando preço para vendas futuras, pois têm expectativa de que a cotação
do dólar baixará em curto prazo.
Na cena externa, para tentar minimizar os efeitos da crise, em uma ação coordenada pelo Fed, os principais bancos centrais do mundo reduziram as taxas de juros de seus países. Isso não evitou que as bolsas de valores fechassem no negativo. A Bolsa de Tóquio encerrou o pregão em queda recorde e a de Moscou suspendeu os negócios por dois dias. (págs. 1, B1, B3, C1 e C3)
Agronegócio
Banco Central volta a alterar as regras do compulsório
A autoridade monetária mudou o valor fixo de dedução para o cálculo do recolhimento de R$ 300 milhões - que já havia sido elevado em setembro - para R$ 700 milhões.
Foi a quinta interferência do Banco Central num único dia. Foram realizados quatro leilões de dólar, o que fez com que a moeda americana fechasse o dia em R$ 2,28, com 1,43% de baixa.
Com o nervosismo dos mercados, o presidente Bush sugeriu a Lula uma reunião de emergência do G20, grupo dos países emergentes, o que foi marcado para o próximo sábado. Bush disse a Lula, ainda, que os efeitos do pacote de US$ 850 bilhões devem ocorrer em duas semanas e meia. (págs. 1, B1 e B2)
Petrobras devolve bloco, mas quer US$ 250 milhões
Além do bloco 31, a Petrobras negocia sua permanência no campo 18, que já produz 32 mil barris/dia. O Equador ameaça expulsar a empresa do local caso ela não aceite se tornar prestadora de serviço. (págs. 1 e A11)
Brasil avança oito posições em competitividade
Os EUA mantiveram a liderança no indicador e, segundo Irene Mia, economista-chefe do WEF, apesar da crise que atravessam, têm uma economia com sólida estrutura para superá-la.
Segundo o professor Carlos Arruda, da Fundação Dom Cabral, “não há nenhum dos pilares avaliados em que o Brasil tenha dado um pequeno salto”. De acordo com Arruda, “essa soma de migalhas fez com que o País ganhasse oito posições”. O estudo avalia 12 pilares básicos de competitividade. Entre os Bric, a China subiu quatro posições. (págs. 1 e A12)
FMI alerta que expansão global será menor em 2009
“Se medidas macro e financeiras corretas forem adotadas em tempo, poderemos atravessar essa tempestade e esperamos um início de recuperação ainda em 2009”, afirmou o conselheiro econômico e diretor de pesquisa do FMI, Oliver Blanchard. O FMI revisou para baixo a maioria das previsões do relatório Panorama Econômico Mundial, divulgado ontem em Washington, revelando a menor expectativa de expansão global desde 2002. (págs. 1 e A10)
IPCA registra elevação de 0,26%
Descolamento não “colou”
Bovespa
Financeiras mantêm metas de crescimento
Benz elevou as projeções e prevê saldo de R$ 4,4 bilhões, expansão de 22%. (págs. 1 e B4)
Opinião - Marcos Cintra
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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir
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quarta-feira, outubro 08, 2008
GOVERNO LULA/BNDES: FUNDO SOBERANO (SOCORRISTA)
Propôs à oposição um acordo param desencalhar o projeto do governo que cria o Fundo Soberano.
O governo deseja usar um pedaço do superávit que destinou ao Fundo Soberano para reforçar a carteira de crédito do BNDES à exportação.
Fontana age a pedido de Lula. Ele esmiuçou a idéia aos líderes José Aníbal (PSDB), José Carlos Aleluia (DEM) e Fernando Coruja (PPS).
Depois, sintetizou-a ao blog: “O governo aumentou a meta de superávit primário [de 3,8% para 4,3% do PIB], gerando uma poupança extra...”
“...Se aprovamos o Fundo Soberano, vamos poder, nesse momento de crise, usar parte dessa poupança para financiar as exportações brasileiras...”
“...Pega algo como R$ 7 bilhões do fundo e coloca na mão do BNDES. Que vai emprestar aos exportadores e remunerar o fundo.”
Na conversa com os oposicionistas, Fontana estava acompanhado do secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin.
Auxiliar do ministro Guido Mantega (Fazenda), Arno foi à Câmara com a missão de prover informações técnicas aos deputados. A oposição torceu o nariz.
Em vez de votar o Fundo Soberano, quer que o governo retire do projeto o selo de “urgência constitucional” que o acomoda no início da fila de votações.
A oposição alega que prefere dar prioridade à votação da medida provisória anticrise, editada por Lula na noite de segunda (6). Contém um lote de medidas que o tucano José Aníbal chama de “Proer envergonhado”.
“Estranhei o comportamento da oposição. Espero que seja só um arroubo inicial”, disse Fontana.
Junto com Arno Augustin, o líder de Lula volta a se reunir com Aníbal, Aleluia e Coruja nesta quarta (8). “A preocupação que o presidente nos passou foi clara:...”
“Precisamos fazer tudo o que está sob a nossa responsabilidade para ajudar. Não controlamos o Congesso americano...”
“...Também não sabemos o que a Europa vai fazer para contornar a crise que chegou lá. Então, temos que fazer aqui no Congresso tudo o que puder servir de auxílio para que a economia brasileira sofra menos com o impacto da crise global”.
Além do Fundo Soberano, o Planalto encomendou a Fontana a aprovação da reforma tributária, outra proposta empacada na Câmara.
Valendo-se de informações que recebera de Guido Mantega, Fontana argumenta: "O ministro diz que, com outro sistema tributário, podemos ter um acréscimo de 10% no desempenho da economia...”
“...Se o PIB vai crescer 5%, cresceria 5,5%. Se crescer 4%, passaria para 4,4% e assim por diante”.
A idéia de enxugar os gastos públicos, considerada óbvia e necessária pela oposição, parece não constar do arsenal anticrise do governo.
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PS.: Por falar em crise, as bolsas asiáticas, que abrem os negócios na hora em que o mercado brasileiro ainda dorme, emendaram na madrugada desta quarta (8) o terceiro dia consecutivo de quedas.
Escrito por Josias de Souza - Folha Online.
ELEIÇÕES 2008: MEMÓRIA CURTA (..."In Memorian")
.Cidade próspera. Ditante 91 quilômetros de São Paulo, a vitrine industrial do país.
Se há pedaços do Brasil que precisam ser feitos, São José dos Campos não é um deles. Os moradores da cidade já a fizeram.
Pois bem, os eleitores desse naco pujante do mapa brasileiro acomodaram na câmara de vereadores local a ex-deputada federal Angela Guadagnin (PT).
Sim, ela mesma, a bailarina da pizza. Ela já chefiara a prefeitura local na década de 90. Depois, elegera-se deputada federal por duas vezes.
Em 2006, Ângela Guadagnin tentara renovar o mandato de deputada. Mas o eleitor, com o bailado do plenário da Câmara ainda fresco na memória, dissera “não”.
Agora, uma São José dos Campos convertida em anti-Narciso substitui o “não” por um surpreendente “sim”.
Ao dar à “bailarina” do mensalão um mandato de vereadora, o eleitor como que escarra na própria imagem.
Houve muitas outras cusparadas país afora. Nada menos que 45 políticos de “ficha suja” foram eleitos ou passaram ao segundo turno da eleição municipal.
Escrito por Josias de Souza
''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
Manchete: Dólar chega a R$ 2,31 e Lula recomenda manter consumo
Lula recebe Paes, sem direito a foto
Petrobras pode deixar Equador
FMI: US$ 12,3 tri estão sob risco
BB e CEF também socorrerão bancos
Europa amplia garantias para depósitos bancáriosNuma reunião extraordinária em Luxemburgo, os países da União Européia decidiram subir para €50 mil o limite de garantia de depósitos bancários. O Reino Unido deve anunciar hoje um pacote de, no mínimo, 50 bilhões de libras. (págs. 1 e 30)
Partidos governistas avançam no Nordeste
Servidores vão pagar imposto sindical
Incêndio terá taxa cobrada duas vezes
Vistos para os EUA valerão por dez anos
Neotucano
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Folha de S. Paulo
Manchete: Governos ampliam socorro, mas não seguram mercados
Índex / Dinheiro
Embaixada dos EUA promete agilizar vistos
Editoriais Leia "Guerra financeira", sobre ação coordenada contra crise; e "Inércia municipal", acerca de vereadores eleitos. (págs. 1 e A2)
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O Estado de S. Paulo
Manchete: BC age, mas dólar dispara 5,09% e atinge R$ 2,31
E a crise? - Lula na festa de batismo da plataforma P-51, em Angra dos Reis: "Não temos o direito de aceitar a socialização da desgraça" (pág.1)
Governo já gastou R$ 75,2 bi
Agricultura pede ajuda urgente
Sem dinheiroProdutores renegociam dívida, mas reclamam de falta de crédito. (pág.1)
Notas e informações: Ação contra a crise
Reeleitos tiveram mais verbas federais
'Fichas-sujas': metade se reelegeMetade dos vereadores "fichas-sujas" se reelegeu em 19 capitais, relata a ONG Transparência Brasil. Dos 75 políticos com pendências judiciais, 37 mantiveram seus mandatos. (págs. 1 e A9)
PSDB anuncia apoio e Serra aparece ao lado de Kassab
Anvisa suspende alimento da China
Artigo: O caso dos aeroportos Josef Barat: É hora de saber o que se quer da aviação civil e como desenvolvê-la. (págs. 1 e B2)
Justiça reconduz promotor ao cargo Pela quarta vez, Thales Ferri Schoedl reconquista sua posição. (págs. 1 e C3)
A lei dos museus Polêmica emperra discussão sobre o Estatuto dos Museus. (págs.1 e Caderno 2)
Residente com bolsa pública atende mais para planosEstudo inédito em São Paulo constatou que, dos médicos que fizeram residência financiada pelo Estado, só 40% têm mais da metade dos pacientes usuários do SUS. As regras podem mudar para garantir maior aproveitamento desses médicos no setor público. (págs. 1 e A21)
EUA devem ampliar visto para 10 anos e reduzir fila Os EUA devem elevar, de 5 para 10 anos, a validade dos vistos de turismo e de negócios para brasileiros. A medida é parte do pacote destinado a acelerar a concessão de vistos americanos no Brasil, que inclui um "mutirão" dos consulados para reduzir o tempo do processo. (págs. 1 e C1)
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Jornal do Brasil
Manchete: Gabeira esconde Cesar da TV
Petrobras pode deixar o Equador
Candidatos azarões surpreendem e agora impõem medo
Favela no Fundão choca alunos e professores
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Correio Braziliense
Manchete: Como a crise afeta o brasiliense
Dólar dispara e chega a R$ 2,31
Nações costuram pacote mundial
PMDB amplia reinado nos grotões do país
Pechincha: cobertura de ex-reitor à venda
Segurança: Itapoã recebe primeiro postoGovernador Arruda e ministro Tarso Genro inauguram unidade policial na região carente de 85 mil habitantes, como parte de programa federal de segurança. (págs. 1 e 32)
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Valor Econômico
Manchete: Mercado avalia perdas com dólar em derivativos
Idéias - Rosângela Bittar
Medidas inéditas e fé para recuperar a economiaAo participar ontem de uma conferência em Evian, na França, o presidente do Banco Central Europeu, Jean-Claude Trichet, sentou-se encurvado e preocupado. Durante boa parte do tempo em que leu seu discurso, manteve as mãos em sinal de oração, com os olhos parados. Sua imagem é um símbolo do atual momento de perplexidade com o avanço da crise financeira mundial. "O sistema deve ser totalmente reformado", sugeriu Trichet. Pessimismo semelhante está estampado no relatório do FMI divulgado ontem, que prevê prejuízos de US$ 1,4 trilhão decorrentes da crise. Numa ação inédita desde a Grande Depressão dos anos 30, o Federal Reserve invocou poderes emergenciais e anunciou que vai emprestar dinheiro diretamente às empresas por meio da compra de "commercial papers", num total de US$ 1,6 trilhão. O presidente do Fed, Ben Bernanke, também deu forte indicação de que vai cortar os juros - um coquetel de medidas convencionais e não convencionais para uma economia cujos prognósticos se deterioram com rapidez. Os investidores, porém, ainda não foram convencidos de que esses remédios vão funcionar. A cotação das ações continuou em queda implacável e o índice Dow Jones baixou 5,11% na Bolsa de Nova York. "Tenham fé, que a economia vai se recuperar", disse o presidente George W. Bush, em Virgínia. (págs. 1 e C2 a C12)
Fundos perdem recursos
Queda das commodities reduz o efeito do câmbio na inflação
Governo prepara novo reforço ao crédito rural
Idéias - Martin Wolf
Indústria naval
Venda de manufaturados
Crise derruba preço do frete marítimo em 75% entre Ásia e Europa. (págs. 1 e B6)
Alta do dólar acelera planos da HyundaiA rápida valorização do dólar frente ao real nas últimas semanas deve acelerar os planos da Hyundai Heavy Industries para instalar uma linha de montagem de automóveis no Brasil. O prazo acertado entre o distribuidor local e a fabricante coreana para decidir sobre a produção local era 2012, mas agora a expectativa é que a definição saia até o fim de 2009. A região de Sorocaba (SP) é a mais cotada para receber o projeto. Caso se concretize, a unidade será plataforma de exportação para toda a América Latina. O investimento previsto é de US$ 50 milhões. (págs. 1 e B9)
Dinheiro para a Linha 4
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Gazeta Mercantil
Manchete: Empresas apostam no risco do dólar futuro
Lula admite saída da Petrobras do Equador
Deságio será alto no plano de salvamento
EUA já perderam US$ 1,4 trilhão
Boas chances nos países do Bric
Indústrias vão atrás de crédito para o produtor
Opinião. David Brooks: Hoje, os líderes do mundo têm de imaginar como estabilizar as economias em meio aos voláteis fluxos globais de capital. Esse teste está ancorado na mudança global do poder econômico. (págs. 1 e A12)
Opinião. Ariverson Feltrin: Escaldado pelas sucessivas crises, o brasileiro torce para que a crise externa não contamine o País e, não sem motivo, maldiz e xinga os americanos pelo rombo que buscam repassar ao mundo. (págs. 1 e A2)
Inflação IGP-DI tem alta de 0,36% em setembro. (págs. 1 e A4)
TelecomunicaçõesTelefónica manterá investimento programado para a América Latina. (págs. 1 e C7)
CEF vai comprar carteira
Construtoras tentam se ajustar à nova realidade
CNJ aprova bloqueio de conta única
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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir
terça-feira, outubro 07, 2008
"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"
07 de outubro de 2008
Manchete: BC anuncia socorro a bancos em dia de pânico no mercado
Empresas cancelam negóciosEm meio à crise mundial, grandes empresas mudaram suas rotas. A Sadia, que teve prejuízo de R$ 760 milhões com câmbio, chamou o ex-ministro Luiz Furlan de volta. A Votorantim (VCP) suspendeu a compra de R$ 2,71 bilhões em ações da concorrente Aracruz. No ramo da construção, a Cyrela desistiu da Agra. (págs. 1 e 44)
Gabeira ganha na Zona Sul, Zona Norte e Barra; Paes leva na Zona Oeste e subúrbios
Paes e Gabeira debatem quinta-feira no Globo (págs. 1 e 9)
São Paulo, cidade partida. Periferia é reduto de Marta. (págs. 1 e 15)
Pesquisas: guerra de números e acusações entre os institutos (págs. 1 e 18)
Aécio: "Ficou claro que não há nenhum Rei midas em Minas" (págs. 1 e 17)
Rosinha teve menos votos que candidato sub judice (págs. 1 e 14)
As listas dos vencedores nas capitais, no Estado do Rio e os vereadores eleitos da capital (págs. 1, 22 a 24)
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Folha de S. Paulo
Manchete: Crise se aprofunda na Europa e espalha pânico pelos mercados
Coluna: Janio de Freitas: 1º turno desinfla a influência de Lula
BC vai poder "comprar" carteira de banco pequenoO presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu e obteve apoio de aliados para medida provisória que autoriza o Banco Central a “comprar” carteiras de crédito de bancos menores, com dificuldade de obter dinheiro. As carteiras seriam aceitas como garantia de empréstimos. Segundo líderes governistas, Lula disse estar preocupado com o efeito da crise nos pequenos. O ministro Guido Mantega (Fazenda) e o presidente do BC, Henrique Meirelles, voltaram a dizer que a economia está “sólida” e anunciaram medidas pró-exportação. (págs. B1 e B8)
Artigo: Benjamin Steinbruch: Se o Brasil pisar no freio agora, efeito será pior
Siglas da oposição são as que mais perdem cidades
Editoriais Leia "Um degrau abaixo" sobre crédito a exportadores e ações anticrise; e "2010 ainda está longe", acerca das eleições. (págs. 1 e A7)
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O Estado de S. Paulo
Manchete: BC ganha mais poder para socorrer bancos pequenos
"Podemos ter uma bolha agrícola"
Análise - Uma certa hecatombe
Na União Européia, falta estratégia comum
Equador adverte novamente a Petrobras
Eleições 2008 - O resultado final nas capitais. (págs. 1 e A14)
DEM acerta apoio ao PSDB; Marta telefona para Alckmin
Eleições 2008 - Manhã seguinte
Os vereadores eleitos em SP (págs.1 e A7)
Todos os prefeitos do Estado de SP (págs. 1, A8 e A9)
Notas e Informações - A autonomia do eleitor
Artigo - Ouve-se o som da Goldfajn: É fundamental assegurar o funcionamento dos mercados do Brasil. (págs. 1 e A2)
Justiça susta contrato, e radar não pode multar em SP
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Jornal do Brasil
Manchete: Crise chega ao país
Plataforma vai reforçar a Petrobras
Medo de recessão se espalha, e bolsas caemDe Nova York a Paris, Londres e Frankfurt, o pessimismo dominou os operadores de mercado, e as bolsas de valores tiveram mais um dia de perdas. As ações européias caíram, em média, 7,8%. Em Wall Street, 3,58%. O temor generalizado é que o pacote americano anticrise seja insuficiente para evitar que a turbulência financeira afete a economia real. Analistas prevêem recessão global. (pág. 1 e Tema do Dia, págs. A2 a A5)
Câmara renovada e com mais problemas
Gabeira admite o apoio de Cesar
Bola e urna se separam no Rio
Máfia das quadras na mira da polícia
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Correio Braziliense
Manchete: Governo lança pacote contra desespero
PT estaciona na contagem total de votos
Nobel de Medicina elogia Brasil
Taxa sindical obrigatória para servidor. (págs. 1 e 21)
Gerente de cassino joga com tráfico
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Valor Econômico
Manchete: Governos tentam acalmar mercado
Crise deve afetar linhão do Madeira
Idéias Raymundo Costa: Eleição teve o mérito de derrubar muito da infalibilidade de um presidente popular. (págs. 1 e A6)
Em meio à crise, deflação é a nova ameaça nos países ricos (págs. 1 e A16)
Freio nas commodities
Indústria automobilística
Câmbio afeta turismo externoA valorização do dólar, que já chega a 15,4% apenas neste mês, começa a afetar os negócios das agências de viagens. A procura por pacotes internacionais caiu e os prazos de financiamento também foram reduzidos. (págs. 1 e B4)
Contaminação mexicana
IdéiasDelfim Netto: Proposta que governo Bush tentou enfiar garganta abaixo do Congresso era indecente. (págs. 1 e A2)
Governo pune "cartéis populares"
PMDB ganha peso para 2010
Furlan volta ao comando da SadiaQuase seis anos depois de ter deixado a Sadia para assumir o Ministério do Desenvolvimento, Luiz Fernando Furlan reassume hoje a presidência do conselho da companhia com a missão de reorganizar sua administração. Ele tomará o lugar de Walter Fontana Filho, que deixou o cargo depois que a empresa teve de reconhecer perdas de R$ 760 milhões com derivativos de dólar. "Eu não podia recusar a convocação do Walter", disse Furlan ao Valor. Segundo o ex-ministro, a Sadia vive um "momento paradoxal": fundamentos muito bons e demanda forte, mas foi atingida por uma "imprudência". Em três operações, informou, a empresa já recolocou R$ 1,5 bilhão em seu caixa. As responsabilidades pelas operações que causaram as perdas estão sendo apuradas pela KPMG e os resultados preliminares mostram que houve transgressão de regras da companhia. (págs. 1 e B7)
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Gazeta Mercantil
Manchete: Circuit breaker
Apenas Marta e Marinho terão a ajuda de Lula
Dólar dispara 8%, para R$ 2,205
Investimentos
BC utilizará reservas contra crise
Mercado prevê expansão menor do PIB em 2009
Férias na GM e Fiat acionam sinal de alerta
Petróleo Ministro crê em solução diplomática entre Petrobras e Equador. (págs. 1 e A13)
Opinião Maria Fernanda Teixeira: As últimas semanas têm sido de muita tensão para milhões de pessoas, preocupadas com a evolução da grande crise financeira. É importante olhar também para o lado não material e não se deixar dominar pelo estresse. (págs. 1 e A3)
Opinião Ana Maria Géia: Quanto mais o Brasil se abaixa, mais coloca à mostra suas intimidades a los hermanos latinos. Rafael Correa, do Equador, que o diga! (págs. 1 e A2)
Furlan quer levar a Sadia “de volta às suas origens”Depois de seis anos fora da Sadia S.A., o ex-ministro Luiz Fernando Furlan comunicou ontem que aceitou voltar à companhia. O escândalo financeiro com operações de hedge cambial que resultaram em perdas de R$ 760 milhões à companhia motivou a decisão. “A Sadia vai voltar às suas origens, de empresa do ramo industrial”, diz Furlan, referindo-se à alta exposição da empresa a operações de natureza especulativa. Ele ocupa a partir de hoje o cargo de presidente do conselho de administração, no lugar de Walter Fontana Filho, no cargo desde 2005. Também renunciou Eduardo Fontana d’Avila, vice-presidente do conselho. Furlan anunciou que a empresa está em forte contenção de gastos, mas afirmou não saber se alguns investimentos serão postergados. Ontem as ações da Sadia caíram 5,2%. No caso da Aracruz Celulose, que também informou perdas com operação de hedge, as ações tiveram queda de 15,46% ontem. Já a Votorantim Celulose e Papel (VCP) teve baixa de apenas 1%. A VCP adiou a conclusão da compra de participação da família Lorentzen na Aracruz marcada para ontem. (págs. 1, B14 e C8)
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