PENSAR "GRANDE":

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[NÃO TEMOS A PRESUNÇÃO DE FAZER DESTE BLOGUE O TEU ''BLOGUE DE CABECEIRA'' MAS, O DE APENAS TE SUGERIR UM ''PENSAR GRANDE''].
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“Pode-se enganar a todos por algum tempo; Pode-se enganar alguns por todo o tempo; Mas não se pode enganar a todos todo o tempo...” (Abraham Lincoln).=>> A MÁSCARA CAIU DIA 18/06/2012 COM A ALIANÇA POLÍTICA ENTRE O PT E O PP.

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''Os Economistas e os artistas não morrem..." (NHMedeiros).

"O Economista não pode saber tudo. Mas também não pode excluir nada" (J.K.Galbraith, 1987).

"Ranking'' dos políticos brasileiros: www.politicos.org.br

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# 38 RÉUS DO MENSALÃO. Veja nomes nos ''links'' abaixo:
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segunda-feira, novembro 09, 2009

''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"

09 de novembro de 2009

O Globo

Manchete: Corregedor da Câmara dá respaldo a gazeteiros

Só haveria irregularidade se votação fosse nominal; alega ACM Neto

Os deputados gazeteiros, que às quintas-feiras batem ponto em plenário para garantir o salário e viajam em seguida, têm o respaldo oficial. O corregedor da Câmara, Antonio Carlos Magalhães Neto (DEM), disse que a gazeta, mostrada ontem pelo GLOBO, não é irregular, porque nesse dia não há votação nominal e só entram em pauta projetos com acordo prévio: "Reluto a qualificação de que são gazeteiros, não é aplicável. O que importa é votar." Líderes de partidos concordaram. (págs. 1 e 3)

CNJ investigará venda de sentenças no Rio

O corregedor-geral do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Gilson Dipp, abrirá hoje procedimento para investigar a denúncia do GLOBO de que o empresário Eduardo Raschkovsky usa sua influência junto a magistrados do Rio, principalmente o desembargador Roberto Wider, corregedor do TJ-RJ, para negociar sentenças. A OAB e a Associação dos Magistrados, pediram apuração rigorosa. (págs. 1 e 4)

Casa própria terá seguro mais barato

O governo prepara novas regras para o seguro dos financiamentos imobiliários, abrindo o mercado para mais seguradoras, o que reduzirá custos. Mutuários antigos poderão renegociar seus contratos. (Pág. 15)

MEC condena expulsão de estudante

O MEC e a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres condenaram a expulsão da aluna Geisy Arruda, hostilizada por ter usado um vestido curto no campus, e vão cobrar explicações da Uniban. (págs. 1 e 5)

SIP debate novas regras para a internet

A reunião da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) foi palco de debates sobre a Declaração de Hamburgo, que defende regras ao uso de material produzido por meios impressos na internet. A Associação Nacional de Jornais, O GLOBO e a "Folha de S.Paulo" já aderiram. (págs. 1 e 21)

Charge Chico: Entreouvido em Londres (Final)

- Bete querida, será que você podia ligar pro Caetano e ...

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Folha de S. Paulo

Manchete: Reforma não evita rombo na previdência pública

Reajustes aos servidores devem elevar deficit para R$ 48 bi em 2010

Ao contrário do que prometiam as estimativas em 2003, a reforma da previdência patrocinada pelo governo Lula não vai impedir uma alta no deficit da previdência dos servidores públicos, que em 2010 deverá atingir R$ 48 bilhões.

Também não deverá ser cumprido o objetivo, à época vendido como uma questão de justiça social, de reduzir a distância entre os valores das aposentadorias pagas aos servidores e os que o INSS oferece aos trabalhadores da iniciativa privada

Desde a aprovação das mudanças constitucionais, o valor médio pago a um inativo civil do Executivo federal subiu quase 90%, atingindo R$ 5.355; no mesmo período, o benefício médio do INSS elevou-se pouco acima dos 60% e atingiu R$ 707.

Após a reforma, calculava-se que o deficit cairia ano a ano até 2011. As previsões só se confirmaram durante o primeiro mandato. No ano reeleitoral de 2006, reajustes generalizados para o funcionalismo levaram a nova trajetória de alta. (págs. 1 e B1)

Foto legenda: Terror sem fim

Pai segura cadáver de garota morta em atentado suicida no entorno de Peshawar; o Paquistão negocia com uma empresa de São Paulo a compra de um novo lote de mísseis (págs. 1, A8 e A11)

Defesa quer que profissionais da saúde prestem serviço militar

Para amenizar a falta de profissionais em áreas remotas, o Ministério da Defesa quer tornar obrigatório o serviço militar para médicos, dentistas, farmacêuticos e veterinários.

Projeto enviado ao Congresso prevê que universitários da área da saúde dispensados por estarem na faculdade ou por excesso de contingente poderão ser convocados após a formatura. (págs. 1 e C1)

Uniban terá de explicar ao MEC a expulsão de Geisy Arruda

O MEC (Ministério da Educação) pedirá esclarecimentos à Uniban por ter expulsado Geisy Arruda, 20, alegando desrespeito aos princípios éticos, à dignidade acadêmica e à moralidade. A aluna usou microvestido na aula e foi hostilizada por centenas de colegas.

"O MEC pode pedir uma recomendação para que a universidade se comporte como uma instituição de educação", diz a secretária Maria Paula Dallari Bucci. (págs. 1 e C3)

Entrevista da 2ª: Vice-presidente diz que Brasil se tornou o país da impunidade

O vice-presidente José Alencar disse que o Brasil se tornou o "país da impunidade" e lamentou que, nesse campo, a situação não esteja mudando. Ele afirmou ainda que seu tratamento contra o câncer está surtindo efeito e que não descarta lançar-se ao Senado.

"Se Deus quiser me levar, ele não precisa de câncer. Se ele não quiser que eu vá, não há câncer que me leve", disse durante sessão de quimioterapia em SP. (págs. 1 e A16)

Mundo temia que Muro de Berlim caísse

A queda do Muro de Berlim causou ansiedade e temor entre líderes mundiais de diferentes lados da Guerra Fria, revelam documentos colocados no site do National Security Archive.

Antes sigilosos, os papéis são provenientes dos EUA, da antiga União Soviética e de países europeus, informa Luciana Coelho, enviada à Alemanha. (págs. 1 e A10)

Senado é desafio de Obama para reformar saúde

Aprovada na Câmara anteontem, a reforma de Barack Obama na saúde vai ao Senado, onde requer ao menos 60 votos, a cifra exata da maioria democrata.

O projeto, prioritário para Obama, visa universalizar o seguro-saúde, com subsídio estatal. Atacado pelos republicanos, o plano também foi rejeitado por 39 deputados democratas. (págs. 1 e A11)

Editoriais

Leia "Inovação em pauta", acerca de caminho para tomar o país mais competitivo; e "As filas da educação". (pág. 1 e A2).

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Gasto básico de pobres já supera o de ricos

Estudo mapeia consumo de alimentos e itens de higiene

Nos últimos 12 meses até setembro deste ano, as classes D e E das regiões Norte e Nordeste do País gastaram R$ 8,8 bilhões com alimentos e produtos de higiene e limpeza. Essa cifra é 5% maior que a desembolsada pelas camadas A e B do Sudeste no mesmo período com esses itens, informa estudo da empresa de pesquisa domiciliar LatinPanel. Em igual período de 2008, a situação era inversa: o gasto das camadas que compõem a base da pirâmide social no Norte e no Nordeste com bens não duráveis havia sido 5% inferior ao das classes A e B do Sudeste. Para os pesquisadores, inflação em baixa, ganhos de renda e menor exposição à crise financeira explicam o fenômeno. Desse modo, a classe C, que era a mais cortejada pela indústria e pelo comércio, começa a perder a atratividade para as camadas inferiores cujas despesas só estão facadas no básico. (págs. 1, B1 e B3)

MEC vai notificar a Uniban

Universidade terá de explicar expulsão de aluna

O Ministério da Educação afirmou que notificará nesta semana a Universidade Bandeirante (Uniban), para que a instituição explique a expulsão da estudante Geisy Arruda, de 20 anos. Ela foi perseguida e xingada por um grupo de alunos no câmpus de São Bernardo por usar vestido curto. A ministra Nilcéa Freire condenou a atitude da Uniban e avisou que a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres também cobrará explicações. (págs. 1 e A15)

Rio tem 10 mil mortos em 'confrontos' com policiais

Entre janeiro de 1998 e setembro deste ano, 10.216 pessoas foram mortas em alegados confrontos com policiais - os chamados "autos de resistência" - no Estado do Rio, média diária de 2,4 mortes. Na gestão do governador Sérgio Cabral, iniciada em 2007, a média é de 3,33 mortes. (págs. 1 e C1)

Reforma de Obama na saúde passa na Câmara

A Câmara dos EUA aprovou na noite de sábado a reforma do sistema nacional de saúde, uma grande vitória para o presidente Barack Obama. Foi uma votação apertada: 220 votos a favor e 215 contra. Há décadas os EUA vêm tentando reformar seu sistema de assistência médica, que deixa milhões de pessoas sem plano de saúde. Controlada pelos democratas, a Câmara aceitou expandir a cobertura para mais 36 milhões de americanos. A legislação irá agora ao Senado. (págs. 1, A9 e A10)

80% dos casos que chegam à PF ficam sem solução

Uma pesquisa com base em dados do Tribunal de Contas da União e da Polícia Federal revela que cerca de 80% dos crimes comunicados à PF não são esclarecidos. Autor do estudo, o delegado Gustavo Schneider defende que a polícia seja mais seletiva e ganhe autonomia. Nos últimos 20 anos o número de inquéritos abertos pela PF cresceu 2.000%. Além dos casos sem fundamento, há problemas na investigação e na demora da Justiça - o que aumenta a sensação da impunidade. (págs. 1 e A4)

Sociedade de imprensa vê ameaça de governos

O presidente da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), Enrique Santos, disse ontem que a liberdade de imprensa em vários países da América Latina está "sob assédio". No terceiro dia da 65ª Assembleia da SIP, houve críticas a governos que “apelam a qualquer recurso para intimidar o jornalismo livre”, como disse Bartolomé Mitre, presidente do argentino La Nación. (págs. 1 e A7)

'Estado' sob censura há 101 dias.

Clima: Furacão mata 91 em El Salvador

Há 60 pessoas desaparecidas. Tempestades chegam ao México. (págs. 1 e A11)

Notas e Informações: O processo necessário

O histórico do mensalão mineiro pulveriza a hipótese de que Eduardo Azeredo pudesse ignorar a origem da dinheirama que sustentava a sua tentativa de se reeleger. (págs. 1 e A3)

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Jornal do Brasil

Manchete: Fla, Flu, Botafogo

Show de bola dos cariocas

Apenas um dia após o Vasco garantir o retorno à Série A, as vitórias decisivas de Flamengo, Fluminense e Botafogo ontem completaram o fim de semana de gala do futebol carioca. O rubro-negro superou a equipe do Atlético-MG, por 3 a 1, e assumiu a terceira colocação do campeonato, a apenas dois pontos do líder São Paulo. Já o Fluminense derrotou o Palmeiras no Maracanã por 1 a 0 e continua sonhando com a permanência na Primeira Divisão. O Botafogo superou o Coritiba por 2 a 0 no Engenhão. (págs. 1 e Esporte D3 a D5 e D8)

Lazer às margens da ordem na Urca

Em domingos de sol como o de ontem, a Praia da Urca, na Zona Sul, costuma atrair uma verdadeira multidão da Zona Norte e da Baixada. E, para irritação de parte dos moradores do bairro, os visitantes deixam um rastro de restos de alimentos e lixo, as barracas e os vendedores ambulantes ilegais desafiam a fiscalização da prefeitura e os carros estacionados em local proibido tomam conta do novo "piscinão" do Rio. (págs. 1 e Cidade A12 e A13)

Ministra reage contra expulsão

A expulsão de Geisy Villa Nova Arruda da Universidade Bandeirante (Uniban), após confusão envolvendo o uso de uma roupa curta, virou assunto de governo ontem quando a ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Nilcéa Freire, condenou a ação e anunciou
que irá cobrar oficialmente explicações da instituição. (págs. 1 e País A4)

Lucro real com produtos virtuais

De olho nos baixos custos de produção, empresas de tecnologia apostam nos chamados bens virtuais, faturando com a venda de mercadoria, que não existem, como cartões e animações online. Mercado já movimenta US$ 5 bilhões, em todo o mundo. (págs. 1 e Vida, Saúde & Ciência A24)

Obama emplaca vitória nos EUA

Apesar da resistência dos republicanos, o governo norte-americano conseguiu aprovar, com uma estreita margem e após concessões por parte dos democratas, a reforma do sistema de saúde na Câmara. Batalha agora segue para o Senado. (págs. 1 e Internacional A21)

Berlim: 20 anos sem o Muro

Comemoração dos 20 anos da queda do Muro de Berlim deve reunir 100 mil alemães, além de líderes políticos do passado e do presente. (págs. 1 e Tema do dia A2 e A3)

Coisas da política

As crises e o desafio dos tucanos em 2010. (págs. 1 e A2)

Outras páginas

A pressão de Aécio e do DEM sobre Serra. (págs. 1 e A6)

Editorial

O direito dos presos ao auxílio-reclusão. (págs. 1 e A8)

Sociedade Aberta

Janusz Bugajski
Cientista político

O comunismo caiu antes do muro. (págs. 1 e A3)

Sociedade Aberta

Gilson Caroni Filho
Sociólogo

Um retorno ás lutas bolivarianas. (págs. 1 e A9)

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Correio Braziliense

Manchete: Governo segura verbas da oposição e sobra para o DF

Dos R$ 215 milhões pedidos pelos parlamentares de Brasília, apenas R$ 24 milhões, destinados a obras na BR-020, foram pagos, revelam os repórteres Denise Rothenburg e Vicente Nunes. Infraestrutura de assentamentos e hospital de São Sebastião estão entre os projetos prejudicados pela decisão da União de represar as emendas coletivas (págs. 1 e 2)

Receita libera hoje superlote de R$ 2 bilhões (págs. 1 e 11)

Concursos: A meca dos concurseiros

Levantamento mostra que 20% dos candidatos a cargos públicos são de outros estados. Brasília atrai estudantes de todo o país, que trocam de cidade para se dedicar exclusivamente à preparação. (págs. 1 e 10)

CVM investiga ministro de Lula (págs. 1 e Brasil S/A, 11)

Mais escolas sob suspeita

Depois do Ilal, duas outras instituições são investigadas por vender certificados e históricos escolares falsos. (págs. 1 e 25)

Bagunça no Enade

Endereço errado e saída com a prova antes do horário permitido foram algumas das falhas do exame. (págs. 1 e 7)

Berlim: Dia de celebrar a liberdade

Cem mil pessoas comemoram hoje, com música e atos políticos, os 20 anos da queda do muro da vergonha. Peças de dominó gigantes,
colocadas ao longo da antiga barreira, serão derrubadas. (págs. 1, 14 e 15)
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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir
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domingo, novembro 08, 2009

A HORA DO "ÂNGELUS"

...
A DITADURA DO LAICISMO


Prof. Felipe Aquino at 1:36 pm
on sábado, novembro 7, 2009

Por: Dr. IVES GANDRA DA SILVA MARTINS

São Paulo, sábado, 07 de novembro de 2009

UMA ÚNICA senhora -que, certamente, no dia de comemoração do nascimento de Cristo, ofertará a seus filhos e familiares presentes natalinos- e a Corte Européia de Direitos Humanos, constituída de juízes não italianos -e que também, em homenagem ao Natal, não funcionará no dia 25 de dezembro-, impuseram à nação italiana, berço do cristianismo universal, contra a opinião de dezenas de milhões de pessoas que lá vivem, a retirada dos crucifixos de suas escolas públicas.

Os próprios juízes daquela corte, que decidiram contra a presença dos crucifixos - símbolo integrante da cultura da esmagadora maioria dos cidadãos italianos-, certamente também festejarão as festas natalinas, presentearão familiares e amigos e comemorarão a data de confraternização mundial por excelência, talvez a mais importante para a difusão da paz e da fraternidade entre os povos.

A contradição hipócrita entre a eliminação dos crucifixos e a comemoração do Natal -signos que lembram a morte e o nascimento de Jesus Cristo- é evidente, demonstrando a falta de razoabilidade da decisão da Corte Europeia de Direitos Humanos, por impor aos italianos a vontade de uma única pessoa.

Não cogitou, entretanto, de instituir a proibição dos feriados natalinos a todos os países da Europa. Esse e outros episódios que vão se multiplicando pelo mundo estão a atestar que os valores do cristianismo incomodam, hoje, como incomodaram, nos primeiros 300 anos, os detentores do poder no Império Romano, cujo padrão de comportamento moral não serviria de lição para nenhuma escola de governantes.

Para o referido órgão decisório, acostumado a condenar todos aqueles que, na sua preconceituosa visão laicista, ferem seu conceito amesquinhado de dignidade humana, realmente a figura do crucifixo deve perturbar, pois, como julgador, Cristo, na cruz, não só absolveu todos os que o condenaram mas também aquele criminoso (Dimas) que com ele foi crucificado. E, para essa corte, acostumada a condenar, a figura de um juiz que absolve é perturbadora, como lembra Américo Lacombe.

O certo é que há uma minoria, com forte influência política, que busca solapar os valores éticos e culturais do cristianismo a título de impor a ditadura do ateísmo, segundo a qual, num Estado laico, apenas os que não têm religião podem se manifestar, impor as suas regras e exigir que todos os que acreditam em Deus se submetam à tirania agnóstica.

A decisão, por outro lado, fere um princípio fundamental, o da subsidiariedade no direito europeu, pelo qual todas as questões que podem ser decididas de acordo com a tradição, os costumes e a legislação locais não devem ser levadas às cortes da comunidade, pois dizem respeito exclusivamente ao direito interno de cada país.

Bem por isso a decisão referida está recebendo fortes críticas, correndo sérios riscos de não ser cumprida em um país no qual até mesmo leis que contrariam seus costumes são de difícil cumprimento. No Brasil, o Conselho Nacional de Justiça, em resolução tomada por 12 votos e uma abstenção, deliberou que, nos tribunais, caberá a cada magistrado decidir, de acordo com suas convicções, a manutenção ou não do crucifixo na sala de julgamentos. E uma tentativa do Ministério Público de retirar os crucifixos desses recintos foi rejeitada pelo Poder Judiciário.

Se a Turquia vier a ingressar na União Européia - já estando avançadas as tratativas nesse sentido-, certamente a Corte Européia não terá coragem de proibir, diante de possíveis reações “talebanísticas”, os símbolos da cultura e da crença islâmica nas sessões de julgamento. Os valores do cristianismo sempre incomodaram. Embora sem a virulência dos tempos dos mártires do Coliseu, a reação dos que querem impor sua maneira de ser é a mesma.

Trata-se de uma visão deturpada do Estado laico. Este não é um Estado sem Deus, mas um Estado em que a liberdade de pensar é plena e não pode reputar-se ameaçada pelo respeito às tradições do povo e do país. Numa democracia, é a maioria que deve decidir os seus destinos. E a maioria acredita em Deus.

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http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/

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sábado, novembro 07, 2009

EDITORIAL: INFORMAÇÃO DE MAIS OU DE MENOS?


Para que tanta informação?
Postado por Carlos Castilho
em 6/11/2009 às 12:56:58 AM


O leitor Sérgio Ribeiro, de São Paulo, perguntou num comentário postado aqui no Observatório se a avalancha informativa gerada pela internet e pela digitalização, em vez de ajudar não está complicando ainda mais a já atribulada vida do cidadão contemporâneo? Ele questiona se os mortais terão capacidade de lidar com tanto conteúdo e se na verdade não estamos criando um fantástico desperdício informativo?

Ele não é o único a se colocar a mesma dúvida e se formos ver em detalhe, é bem possível que cheguemos também à mesma pergunta.

Para encontrar uma resposta tranquilizadora, nós teremos é que mudar o foco das nossas preocupações. Até agora, o metro usado para medir quantidades de informação era dado pela nossa capacidade de processá-la. Nós comprávamos só os livros, jornais e revistas que poderíamos ler, só ligávamos a televisão para ver os programas considerávamos interessantes, e por aí vai.

A avalancha informativa mudou os parâmetros e passou a concentrar as preocupações nas comunidades, na sociedade global. E por que isto?

Antes da revolução tecnológica, o conhecimento individual era suficiente para atender às nossas necessidades de produção de novos conteúdos informativos e alimentar a criatividade universal. Os cérebros privilegiados, os cientistas e aquelas pessoas que muitos chamam de gênios.

Mas a economia cresceu e se diversificou, passando a exigir novos conhecimentos para alimentar a cadeia da inovação. A demanda de conhecimentos superou a oferta, pressionando a busca de inovações que acabaram levando à revolução gerada pela digitalização e pela internet. A combinação de ambas liberou uma massa de informações, dados e conhecimentos nunca vista na história da humanidade.

Usando dados da pesquisa How Much Information, feita em 2002 pelos professores Hal Varian e Peter Lyman, da Escola de Sistemas e Gerência da Informação da Universidade da Califórnia (Berkeley) , seria possível estimar que, em 2008, a avalancha informativa disponibilizaria para cada ser vivo no planeta uma pilha de livros, DVDs e CDs da altura de um edifício de nove andares.

Um número como este deixa muita gente na dúvida. Primeiro se o cálculo está correto e, em segundo lugar, porque comprova uma distribuição de conhecimento muito mais desigual do que imaginamos.

A questão é que esta massa de informações é necessária para alimentar um processo de produção de conhecimentos que adquiriu também características inéditas na história da humanidade. Quando você faz uma busca no Google, cada resultado que você lê na tela resultou de vários bilhões de recombinações de informações armazenadas nos servidores do mecanismo de busca, tudo em questão de fração de segundos.

Nós ainda estamos acostumados a pensar em termos aritméticos em matéria de absorção de conhecimentos. Mas o mundo já funciona numa outra realidade movida basicamente à base de informação, quase na velocidade de luz. Sem ela, a economia moderna entraria em colapso. O sistema financeiro simplesmente desapareceria. O tráfego aéreo implodiria.

Na verdade não há desperdício informativo. Pelo contrário, a demanda continua crescendo e a oferta, também. Tomemos o caso da chamada Web social, formada pelas redes, comunidades e coletivos virtuais. A soma de todos os conhecimentos de todos os usuários das redes é essencial para produzir sistemas cada vez mais rápidos, sofisticados e personalizados.
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O Orkut, Facebook e todas as demais redes virtuais na Web são gigantescas usinas de conhecimento que consomem e produzem quantidades ciclópicas da matéria prima informação. Sérgio, o meu conselho é: fica frio. A mesma angústia que estás sentindo atingiu os telespectadores quando a TV por cabo entrou no mercado, multiplicando por até 50 vezes a oferta de canais no sistema aberto. Ninguém morreu e hoje há muita gente que reclama por uma oferta mais diversificada de programas de televisão.
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MURO DE BERLIM, 20 ANOS
A História seletiva
Por Alberto Dines em 6/11/2009
Comentário para o programa radiofônico do OI, 6/11/2009
Por que razão a mídia, tão parcimoniosa e contida na rememoração dos 70 anos do início da Segunda Guerra Mundial, agora está tão exuberante ao lembrar os 20 anos da queda do Muro de Berlim?
Pode-se alegar que a reunificação da Alemanha foi um fato mais recente e ainda está presente na memória do público. Também é possível alegar o contrário: se o início da Segunda Guerra aconteceu há sete décadas e está quase esquecido não seria mais correto desencavar o passado remoto?
Uma coisa é inquestionável: as duas efemérides, embora separadas por meio século, fazem parte de um mesmo processo. O Muro de Berlim foi a derradeira trincheira da Segunda Guerra Mundial: a Guerra Fria começou enquanto ainda fumegavam os escombros da capital alemã e continuou por outros meios.
Função didática
A evidente desigualdade da cobertura dos dois episódios está sendo produzida por uma avaliação simplista: como Hitler e Mussolini, definitivamente enterrados, já não representariam ameaças; e o desabamento da Cortina de Ferro deixou soltos alguns fantasmas do totalitarismo de esquerda.
Ledo engano: Mussolini morreu mas o seu fascismo não foi erradicado. Está presente em vários continentes, inclusive na América Latina, mascarado com as mesmas tinturas socialistas que Il Duce utilizou no início da sua escalada política. Hitler já não existe, mas há um neonazismo em outros quadrantes do mundo.
Ao invés de fragmentar os acontecimentos para deles tirar proveitos parciais, a mídia deveria ser fiel à sua função didática e social oferecendo uma visão integrada dos fatos. É preciso não esquecer que a euforia com a débâcle do Império Soviético, logo depois da derrubada do Muro, iniciou uma delirante sucessão de asneiras como a idéia do "fim da História". E a História está aí, repleta de surpresas.
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sexta-feira, novembro 06, 2009

XÔ! ESTRESSE [In:] SEMELHANÇAS...

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GOVERNADOR DO PARANÁ: ''QUANDO SUBO NESTE PALCO..."*




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(*) PALCO (Gilberto Gil).

http://letras.terra.com.br/gilberto-gil/46232/

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GOVERNADOR DO PARANÁ: O PALCO CAIU *

Requião cai de palanque em Paiçandu



Roger Pereira
Everson Bressan/AEN



Acidente deixou algumas pessoas com ferimentos leves, outras com luxações e não passou de um grande susto.


O governador Roberto Requião (PMDB) sofreu uma luxação no pé após a queda do palanque em que, acompanhado de secretários de Estado e deputados, anunciava a entrega de ônibus escolares no município de Paiçandu, na região metropolitana de Maringá, no Noroeste do Estado.


Além de Requião, outras 24 pessoas ficaram feridas, entre eles o secretário de Planejamento, Ênio Verri (PT), o deputado federal Odílio Balbinoti (PMDB) e o deputado estadual Nereu Moura (PMDB).


O governador entregava 69 ônibus escolares para 29 municípios que compõem a Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense (Amusep). Os veículos fazem parte do programa estadual Transporte Escolar, que já investiu R$ 133,4 milhões para a compra de 1.140 ônibus. Por volta das 11h da manhã, parte do palanque cedeu e várias autoridades caíram, sendo ainda atingidas por equipamentos de som. Verri foi encaminhado ao hospital de Maringá com dores nas pernas.



Moura sofreu um corte na cabeça e Balbinoti, uma luxação no ombro. Todos os 25 feridos receberam alta hospitalar ainda na tarde de ontem e passam bem.


Também estavam no palanque os secretários Luiz Fernando Delazari (Segurança) e Luiz Forte Neto (Desenvolvimento Urbano) e os deputados estaduais Artagão Junior, Teruo Kato, Waldyr Pugliesi (todos do PMDB), Luiz Nishimori (PSDB) e Dr. Batista (PMN), os dois últimos da região de Maringá.A causa do acidente ainda está sendo investigada. A Casa Militar informou que averiguou o local antes do evento e a estrutura foi aprovada e que não havia, no momento da queda, número excessivo de pessoas sobre o palco.


“Estamos aguardando a perícia criminalística, mas, em primeira avaliação, uma viga de aço cedeu e o palco desabou”, afirmou o secretário da Casa Militar, o coronel Washington Alves da Rosa.


A área foi cercada pela Polícia Militar. Já o responsável por montar a estrutura, Anderson Dorigan, declarou que o palanque comportava 40 pessoas e que, ao menos 80 pessoas estavam sobre a estrutura no momento. Por conta do acidente, a agenda de Requião em Londrina, na tarde de ontem, foi cancelada e o governador retornou a Curitiba. O governador assinaria, na tarde de ontem, em Londrina, termo de adesão do Consórcio Intermunicipal de Segurança Pública e Cidadania de Londrina e Região (Cismel) no Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), além de inaugurar novas instalações da Universidade Estadual de Londrina (UEL), em eventos que contariam com a presença dos ministros Tarso Genro (Justiça) e Paulo Bernardo (Planejamento).


Segundo a assessoria de comunicação do Palácio das Araucárias, o governador passava bem no final da tarde de ontem, sequer precisou imobilizar o pé e pediu para que fosse mantida toda a sua agenda para hoje.

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http://parana-online.com.br/editoria/politica/news/407866/?noticia=REQUIAO+CAI+DE+PALANQUE+EM+PAICANDU

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(*) O PALCO CAIU. (Edson e Hudson).

http://letras.terra.com.br/edson-e-hudson/977602/
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''QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"

06 de novembro de 2009
O Globo
Manchete: Siderúrgica aumentará em 76% emissão de CO2 no RioCSA vai lançar 12 vezes mais gás poluente do que toda a indústria A nova siderúrgica do Rio, a Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA) - que iniciará suas operações em 2010, em Santa Cruz, na Zona Oeste da cidade -, aumentará em 76% a carga de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera. A previsão é de uma produção de 9,7 milhões de toneladas de CO2, por ano. O valor representa mais de 12 vezes o total de emissões industriais desse gás no município do Rio e cerca de 14% do total de emissões do estado, que atualmente gira em torno de 70 milhões de toneladas por ano, segundo dados da Secretaria estadual do Ambiente. A siderúrgica informou, em nota, que "cumpre todas as exigências da legislação em vigor". (págs. 1 e 10) Conta do clima é de R$ 100 biO Brasil precisará gastar R$ 100 bilhões se quiser alcançar a meta de reduzir o desmatamento em 80% e diminuir em 20% as emissões brasileiras de CO2, até 2020. A conta é do próprio governo, mas não está claro de onde virá o dinheiro. (págs. 1 e 26)
Massacre na maior base do mundoTiroteio mata 12 em Fort Hood, no Texas, e Exército investiga se autor, um major psiquiatra, se converteu ao Islã Doze pessoas morreram e pelo menos 31 ficaram feridas após um tiroteio na base americana de Fort Hood, no Texas - a maior instalação militar do mundo, por onde circulam diariamente cem mil pessoas. Um dos atiradores, o major Malik Nadal Hassan, de 39 anos, que foi morto, era psiquiatra e especializado em estresse pós-traumático. Outros dois militares foram detidos e a base, fechada. Autoridades investigam se Hassan seria o nome de batismo ou se ele se converteu ao islamismo. "É difícil receber a notícia da morte de soldados americanos fora do país, e mais terrível ainda saber que eles foram mortos em casa", lamentou o presidente Barack Obama. (págs. 1 e 24)Foto legenda: Um militar conforta a mulher enquanto esperam do lado de fora a reabertura da base: o filho de 3 anos do casal ficou numa creche lá dentro
Mensalões: relator quer juntar os 2 julgamentosRelator no Supremo Tribunal Federal dos processos sobre os mensalões do PT e do PSDB de Minas, o ministro Joaquim Barbosa disse ver"enorme similaridade" entre os dois, e sugeriu que sejam julgados na mesma data. "Os dois tratam de corrupção política da mais alta gravidade". O senador Azeredo, réu do mensalão mineiro, usou Lula em sua defesa. (págs. 1 e 3)
Ataques de Caetano irritam PTAs críticas de Caetano Veloso ao presidente Lula - a quem chamou de analfabeto - e o apoio a Marina Silva (PV-AC) irritaram petistas. Artistas se dividiram, e a oposição foi cautelosa. Marina gostou do que Caetano falou dela, mas não comentou o que ele disse sobre os outros. (págs. 1 e 8)
Com o PMDB, um jantar de R$ 35 milhõesNo mesmo mês do jantar que selou a aliança com o PT em torno da candidatura de Dilma Rousseff, o PMDB foi em outubro o partido mais beneficiado por emendas parlamentares: R$ 35,8 milhões. (págs. 1 e 5)
A nova passageira do AerolulaCandidata, Dilma agora acompanha o presidente também no exteriorPré-candidata à Presidência, a ministra Dilma Rousseff se transformou em passageira constante do Aerolula também nas viagens ao exterior. Em seminário em Londres, ela não saiu do lado do presidente em entrevistas e foi apresentada como possível candidata à sucessão. Dilma, que já foi à Venezuela e aos EUA este ano, chefiará a delegação brasileira na Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, em Copenhague. Também em Londres, o ministro Guido Mantega disse que é preciso evitar a "atração fatal" do capital estrangeiro e afirmou que o Brasil defenderá, no G-20, que os países adotem uma política cambial homogênea. (págs. 1, 5 e 21) Charge Chico: Entreouvido ontem em Londres - Ó, vou apresentar vocês pruma amigona minha, não vão me fazer passar vergonha!
Senador sai e crise com STF chega ao fimUma semana depois da ordem do Supremo, o Senado afastou Expedito Júnior (PSDB-RO), cassado por abuso de poder econômico, e empossou o empresário Acir Gurgacz (PDT-RO). A decisão encerrou a crise com o STF. (págs. 1 e 4)
Um aeroporto com cara de rodoviária velhaCom uma reforma lenta; o Aeroporto Internacional Tom Jobim está hoje aquém, em conforto e serviços, da nova rodoviária do Rio, reinaugurada ontem. "A rodoviária dá de dez a zero no aeroporto e é um exemplo de parceria com a iniciativa privada", disse o governador. (págs. 1 e 11)
A barriga do IBGEA desigualdade no campo não aumentou nos últimos 10 anos, como divulgou o IBGE há um mês. Ela ficou estável. O erro foi atribuído ao processamento dos dados. (págs. 1 e 23)
Após o banho, Chávez controla ar-condicionado (págs. 1 e 25)
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Folha de S. Paulo
Manchete: ONU cobra do Brasil meta de emissão de gás-estufaOrganização pede número antes da conferência sobre clima, em dezembro A ONU cobrou do Brasil uma meta clara de corte das emissões dos gases causadores do efeito-estufa, informa Roberto Dias, de Barcelona. Também pediu que o número seja apresentado antes da conferência sobre o clima, marcada para dezembro, em Copenhague. O holandês Yvo de Boer, principal diplomata da ONU para questões climáticas, disse que o esforço de redução dos gases tem que "ser quantificado" e que há "uma estratégia nacional de mudança climática em andamento, e grande parte já pode ser quantificada". (págs. 1 e A15)
Foto legenda: Que rei sou eu?O presidente Lula se encontra com a rainha Elizabeth 2ª no Palácio de Buckingham, em Londres; em seminário sobre investimento, Lula proclamou o século 21 como "o século do Brasil", e Dilma Rousseff fez comício improvisado, relata Clóvis Rossi. (págs. 1, A6 e B4)
Lula vai discutir novo acordo para aposentadoO presidente Lula discutirá hoje com sua equipe o reajuste das aposentadorias acima do mínimo. Ele quer alta próxima de 6% em 2010 -2,55% referentes à metade da variação do PIB de dois anos antes, maisa inflação. O cálculo é similar ao aplicado ao mínimo. O governo já fizera essa proposta em agosto, sem obter apoio de todas as centrais. O Planalto quer evitar que passe no Congresso projeto que acarretaria reajuste maior. (págs. 1 e B1)
Relator acolhe toda a denúncia contra AzeredoO ministro do STF Joaquim Barbosa acolheu toda a denúncia contra o senador Eduardo Azeredo (PSDB), acusado pelo Ministério Público Federal de peculato e lavagem de dinheiro. Ele nega todas as acusações. O julgamento do mensalão mineiro foi interrompido por pedido de vista. (págs. 1 e A8)
Tiroteio em base militar nos EUA deixa 12 mortosUm tiroteio na maior instalação militar dos EUA, Fort Hood, matou 12 e feriu 31. O autor dos disparos, morto por policiais, foi identificado como o major Nidal Hasan, 39, psiquiatra prestes a ir para zona de combate. Há suspeita de participação de mais oficiais. (págs. 1 e A13)
Foto legenda: A queda do governadorRoberto Requião, do PMDB, caído depois de o palco em que ele estava, em Paiçandu, desabar; o governador do Paraná luxou o pé esquerdo, e mais 25 pessoas se machucaram. (págs. 1 e A10)
IBGE errou ao apontar maior concentração de terra no paísO IBGE errou no cálculo do índice que mede a distribuição de terra, o que levou à interpretação incorreta de que a concentração de propriedades crescera no período de dez anos até 2006. Na realidade, o indicador, o mais importante do Censo Agropecuário, ficou praticamente estável, com ligeira redução da concentração de terras. O erro foi apontado por um professor da UniCamp. O IBGE o atribuiu a uma falha em seus sistemas de processamento. (págs. 1 e B6)
EditoriaisLeia "A religião e a lei", que critica uso da fé para acuar a Justiça; e "Resistência difícil", sobre a valorização do real. (págs. 1 e A2)
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Governo quer dar poder de polícia às Forças ArmadasProjeto prevê que militares possam revistar pessoas e fazer prisões Exército, Marinha e Aeronáutica poderão revistar pessoas, veículos e instalações, além de fazer prisões em flagrante, conforme novo texto da Lei Complementar 97, a que o Estado teve acesso. Em resumo, as Forças Armadas vão ganhar mais poder de polícia e proteção legal para realizar operações como policiamento de favelas ou retenção de aviões de traficantes. A lei, que respalda a Estratégia Nacional de Defesa, deve ser enviada ao Congresso neste mês e dará força ao ministro da Defesa, que perde o atual perfil decorativo. As três Armas receberão reforços de pessoal e equipamentos. A Marinha terá mais três batalhões de fuzileiros navais; o Exército ganhará oito brigadas e 21 pelotões de fronteira. A Aeronáutica terá mais três bases na Amazônia. (págs. 1 e A4)Análise: Roberto Godoy Modelo exige garantias Exército não é polícia até que seja convocado para tratar da preservação da lei e da ordem. É um modelo moderno, mas, antes, é preciso ter certas garantias. (págs. 1 e A4)
Foto legenda: Majestade: Encontro com a rainhaLula se encontra com a rainha Elizabeth II em Londres; o presidente disse que o Brasil passa por 'milagre da transformação'. (págs. 1 e B4)
Atirador mata 12 em base nos EUAUm soldado abriu fogo ontem em uma base militar no Texas, matando pelo menos 12 pessoas e ferindo mais de 30. O atirador foi morto, e há dois outros soldados presos, suspeitos de participação. Segundo um porta-voz militar, o ataque ocorreu numa instalação médica e num auditório, pouco antes de homenagem a soldados que estavam no Iraque e no Afeganistão. O Exército não quis comentar as possíveis motivações. (págs. 1 e A13)
Projeto da reforma de Congonhas muda de novoO governo federal apresentou novo projeto para o Aeroporto de Congonhas, um ano após ter anunciado a ampliação das pistas e a desapropriação de 2 mil imóveis para a criação de área de escape. A ideia agora é remodelar Congonhas a partir da transferência dos hangares às margens da Avenida dos Bandeirantes para o terreno de 185 mil m2 da Vasp, anexo ao aeroporto. (págs. 1, C1 e C3)
Operações de IPO devem ter imposto reduzidoO ministro da Fazenda, Guido Mantega, deve aceitar a proposta da BM&F Bovespa de isentar da cobrança de IOF as emissões iniciais de ações - operações conhecidas pela sigla IPO. Em compensação, o governo pode aumentar o imposto cobrado em outras aplicações financeiras. Os investimentos financeiros de estrangeiros foram taxados para conter a entrada crescente de dólares e frear a valorização do real. (págs. 1 e B1)
Foto legenda: Berlim: Festa em lugar de muroU2 toca em Berlim, num dos eventos dos 20 anos da queda do Muro; no Dossiê Estado, o checo Vaclav Havel, um líder das mudanças, admite lentidão nas reformas no Leste Europeu. (págs. 1 e A14)
Zelaya recua e condiciona acordo a sua volta ao poderO presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, recusou-se a indicar os nomes para o gabinete de transição acertado com o governo de facto, relata o enviado especial Roberto Simon. Zelaya disse que só nomeará seus representantes após o Congresso determinar sua volta ao poder. (págs. 1, A11 e A12)
Entidade debate censura à imprensaA Assembleia da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), na Argentina, discutirá decisões judiciais que impõem censura prévia. Um dos principais temas será o caso do Estado, impedido de divulgar informações sobre investigação da Polícia Federal que atingiu o empresário Fernando Sarney. (págs. 1 e A10)
Fazendeiros terão prazo de 22 anos para reflorestarProprietários de áreas rurais desmatadas ilegalmente terão prazo até 2031 para recompor a vegetação. Além disso, terão três anos para registrar a área de preservação do imóvel - 80% na Amazônia e 20% nos outros biomas. O pacote deve ser assinado pelo presidente Lula na próxima semana. (págs. 1 e A16)
Notas e Informações: Problema adiadoPor demagogia e incompetência, governo deixou que o projeto de lei que estende às pensões e aposentadorias a correção pelo índice do salário mínimo virasse problema político. (págs. 1 e A3)
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quinta-feira, novembro 05, 2009

XÔ! ESTRESSE [In:] ''FUROS''

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[Homenagem aos chargistas brasileiros];
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FHC [In:]: S.M.J (SALVO MELHOR JUÍZO) II

FHC ataca ''inércia da oposição'' diante de ''autoritarismo popular'' de Lula

Ex-presidente tucano volta a lançar ceticismo sobre o futuro do País nas mãos de uma administração petista

Julia Duailibi

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Na contramão do que defendem setores do PSDB, que querem evitar a comparação entre o governo do petista Luiz Inácio Lula da Silva e os oito anos de gestão tucana na Presidência da República, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso criticou ontem a "inércia da oposição" e voltou a lançar ceticismo sobre o futuro do País nas mãos da administração petista.

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Três dias após a publicação de artigo no Estado, no qual usou expressões como "subperonismo" e "autoritarismo popular" para classificar a atual gestão, o ex-presidente traçou ontem um diagnóstico duro sobre o governo Lula. As críticas abrangeram da discussão sobre os recursos do pré-sal no Congresso ao biodiesel e às taxas de crescimento econômico.

"Escrevi esse artigo, não é a primeira vez que digo isso. Eu pus tudo junto. Sinto que há um risco de desfazer o que a gente pensou que já estivesse consolidado. É preciso estar atento a esse risco", afirmou ontem o tucano, em encontro em que discutiu a conjuntura econômica com especialistas ligados ao PSDB, no Instituto FHC, em São Paulo. No artigo, o ex-presidente afirmara que, "se Dilma ganhar as eleições, sobrará um subperonismo (o lulismo) contagiando os dóceis fragmentos partidários, uma burocracia sindical aninhada no Estado e, como base do bloco de poder, a força dos fundos de pensão".

ESTATÍSTICAS

Durante os debates de ontem, Fernando Henrique disse ser necessário "politizar" os números sobre crescimento, porque "as estatísticas enganam muito". "A linguagem política é a que estou fazendo aqui. O número vazio não diz nada. Temos de politizar o número. Cresceu 5%, mas cresceu sobre zero", afirmou em referência às expectativas de crescimento em 2010 e 2009, respectivamente. Usando um discurso comparativo, o tucano disse ainda que na sua gestão a economia cresceu acima da média mundial e agora cresce abaixo.

Setores do PSDB ligados aos governadores José Serra (SP) e Aécio Neves (MG), nomes do partido cotados para disputar a Presidência no ano que vem, querem evitar o confronto de dados entre as duas gestões de FHC (1995-2002) e os dois mandatos de Lula. O argumento é que as pesquisas têm mostrado que o eleitor avalia mais positivamente o atual governo - Aécio, por exemplo, chega a falar numa "era pós-Lula" e Serra já afirmou publicamente que a disputa de 2010 não será entre o atual presidente e FHC.

Ao comentar o que chamou de inércia da oposição e da sociedade, FHC disse "que todo mundo fica com medo de falar contra". O próprio tucano comentou que se expõe muito. "Me exponho além dos limites da minha prudência", disse. "Poderia ficar em casa."

O ex-presidente, no entanto, afirmou que algumas políticas implementadas por Lula começaram no passado. Citou como exemplo o reajuste do salário mínimo acima da inflação e os programas de transferência de renda, como o vale-gás. Relativizou também a capacidade de transferência de votos de Lula, ao argumentar que o eleitor "vota no futuro, não no passado".

Na esteira das discussões no Congresso sobre os recursos do pré-sal, FHC aproveitou para dizer que esse é um debate em torno de recursos que ainda "não existem". "Estamos desfocados porque o governo desfocou por questões políticas", disse.

Apesar do clima do encontro no Instituto FHC ter sido crítico ao governo, houve o reconhecimento de alguns avanços e os especialistas presentes chegaram a dizer que a economia em 2010 poderá crescer até 6%.

IGNORANTES

O ex-ministro das Comunicações Luiz Carlos Mendonça de Barros declarou que no ano que vem, do ponto de vista do bem-estar econômico, a situação vai ser melhor que em 2006 - ano em que houve a última eleição presidencial. Foi, no entanto, irônico e chamou setores do governo de "ignorantes e neófitos que não sabem o que estão fazendo" - "sem citar nomes".

"O que fazem com o superávit primário é uma manobra contábil de quinta categoria. Nós fizemos alguma, mas com muita classe", ironizou ao comentar a contabilidade de gastos e investimentos para o cumprimento da meta fiscal.




Frases

''Por trás do que podem parecer gestos isolados e nem tão graves assim, o DNA do "autoritarismo popular" vai minando o espírito da democracia constitucional"

Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente


''Diferentemente do que ocorria com o autoritarismo militar, o atual não põe ninguém na cadeia. Mas da própria boca presidencial saem impropérios para matar moralmente empresários, políticos, jornalistas ou quem quer que seja que ouse discordar do estilo "Brasil potência""

Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente

''Devastados os partidos, se Dilma ganhar as eleições sobrará um subperonismo (o lulismo) contagiando os dóceis fragmentos partidários, uma burocracia sindical aninhada no Estado e, como base do bloco de poder, a força dos fundos de pensão. Estes são "estrelas novas""

Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente

''Esse artigo deixa claro que ele é um homem amargurado, que não se conforma com a queda de sua popularidade"

Ricardo Berzoini, Presidente do PT

''É triste ver um intelectual que foi presidente do Brasil, do porte
de FHC, descer tão baixo numa avaliação política"

Candido Vaccarezza, líder do PT na Câmara
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FHC [In:]: S. M. J. (SALVO MELHOR JUÍZO)

O ''autoritarismo popular'' de Lula


O venezuelano Hugo Chávez é um tipo rudimentar. O brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva não é. Chávez, que impôs ao seu país a reeleição ilimitada, diz não entender por que um presidente "que governa bem e tem 80% de aprovação" não pode disputar um terceiro mandato consecutivo, como se as regras da ordem democrática devessem variar conforme o desempenho dos governantes e os seus índices de popularidade. Lula, que, em parte por convicção, em parte por um cálculo do custo-benefício da aventura reeleitoral, recusou a possibilidade, acredita que pode chegar aonde quer por outros meios, mais sofisticados do que é capaz de conceber a mentalidade tosca do coronel de Caracas. Trata-se da criação de um novo e presumivelmente duradouro bloco de controle da máquina estatal, da manipulação desabrida de um sistema político desvitalizado e da exploração incessante do culto à personalidade do líder, para que a adulação da massa legitime os seus desmandos e intimide a oposição.

É a construção do que o ex-presidente Fernando Henrique denomina "autoritarismo popular" - um acúmulo de transgressões e desvios que "vai minando o espírito da democracia constitucional", como adverte no artigo Para onde vamos?, publicado domingo neste jornal. Esse processo de erosão das instituições e procedimentos é tão mais temível quanto menos ostensivo e menos expresso em atos de violência política crassa, à maneira do que Chávez faz na Venezuela para quebrar a espinha da democracia no seu país. A lógica dos objetivos não difere - "a do poder sem limites", aponta Fernando Henrique -, mas o método, no Brasil do lulismo, é insidioso. Por isso mesmo, "pode levar o País, devagarzinho, quase sem que se perceba, a moldar-se a um estilo de política e a uma forma de relacionamento entre Estado, economia e sociedade que pouco têm que ver com nossos ideais democráticos".

No interior do governo, Lula aninha uma burocracia sindical que se apropria sistematicamente do mando dos gigantescos fundos de pensão das estatais, os quais, por sua vez, têm assento nos conselhos das mais poderosas empresas brasileiras. Forma-se assim uma intrincada trama de interesses que se respaldam reciprocamente, não raro em parceria com empresários que conhecem o caminho das pedras - "nossos vorazes, mas ingênuos capitalistas", diz Fernando Henrique -, fundindo-se "nos altos-fornos do Tesouro". Isso dá ao presidente um poder formidável sobre o Estado nacional que extrapola de longe as suas atribuições constitucionais. É uma espécie de volta, em trajes civis, ao regime dos generais. No trato com o Congresso, Lula faz os pactos que lhe convierem com tantos Judas quantos estiverem dispostos a servi-lo para se servirem dos despojos da administração federal, enquanto a oposição balbucia objeções que dão a medida de sua irrelevância.

"Parece mais confortável", acusa o ex-presidente, "fazer de conta que tudo vai bem e esquecer as transgressões cotidianas, o discricionarismo das decisões, o atropelo, se não da lei, dos bons costumes." Mais confortável porque mais seguro. São raros os políticos oposicionistas que não se deixam acoelhar pelas pesquisas de opinião que mantêm Lula nas nuvens e que o aparato de comunicação do Planalto, sob a sua batuta, não cessa de exacerbar - daí a pertinência do termo "culto à personalidade". Desde a derrota de 2006, o PSDB de Fernando Henrique praticamente desistiu de expor as responsabilidades pessoais do adversário vitorioso pela autocracia em marcha no País. Os pré-candidatos tucanos José Serra e Aécio Neves, por exemplo, medem as palavras quando falam de Lula, decerto receando que ele possa fazê-las se voltarem contra eles mesmos junto ao eleitorado que o venera. Mesmo na condenação à campanha antecipada da ministra Dilma Rousseff, a oposição parece comportar-se como se estivesse "cumprindo tabela".

Lula não precisa tomar emprestada a borduna de Hugo Chávez para ditar os modos e os caminhos da evolução da política nacional. "Partidos fracos, sindicatos fortes, fundos de pensão convergindo com os interesses de um partido no governo e para eles atraindo sócios privados privilegiados", descreve Fernando Henrique, "eis o bloco sobre o qual o subperonismo lulista se sustentará no futuro, se ganhar as eleições."
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http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091104/not_imp460780,0.php
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"QUEM LÊ TANTA NOTÍCIA?"

05 de novembro de 2009

O Globo

Manchete: Calote é recorde, mas bancos ampliam crédito

Redes de varejo renegociam dívida com desconto de 50%

A inadimplência cresceu e é a maior desde 2007. Mesmo assim, os bancos - que lucraram menos - estão pisando no acelerador e dando mais crédito. Após o Itaú, ontem foi a vez de o Bradesco anunciar que os pagamentos em atraso saltaram de 3,4% para 5% da carteira. Apesar disso, elevou de 36 para 48 meses o prazo máximo do crédito ao consumidor. De acordo com a Serasa, o pior da inadimplência foi em março. No varejo, Casas Bahia e Leader estão renegociando dívidas e dando descontos que chegam a 50%.

Esta semana, o G-20 vai discutir, em Londres, riscos de novas bolhas na economia. (págs. 1 e 29)

Relator vê crime em mensalão tucano

O ministro Joaquim Barbosa, relator no Supremo Tribunal Federal do valerioduto tucano, votou pela abertura de ação penal contra o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) por crime de peculato. O esquema teria desviado dinheiro público para a reeleição de Azeredo ao governo mineiro, em 1998. A acusação de lavagem de dinheiro será analisada hoje. (págs. 1 e 3)

Quadrilha da licitação: nem polícia escapou

O Núcleo de Combate à Corrupção da Polícia Civil desarticulou ontem uma quadrilha suspeita de fraudes em licitações, que deu golpes até na polícia. Doze empresas tinham R$ 100 milhões em contratos superfaturados com órgãos públicos. (págs. 1, 14 e 15)

Criminosos ficarão mais tempo presos

Projeto aprovado na CCJ do Senado dobra o tempo mínimo que presidiários devem ficar atrás das grades, em regime fechado, antes de ter direito à progressão de pena. A regra vale para detentos que cometeram delitos comuns. (págs. 1 e 5)

IR retido por Mantega sai no dia 16

Após a tentativa do ministro Guido Mantega de adiar para 2010 as devoluções de IR deste ano, a Receita pagará o maior lote de restituições desde 2006. Ao todo, 2,1 milhões de contribuintes receberão R$ 1,967 bilhão, no dia 16. (págs. 1 e 30)

Subperonismo: após critica, FH evita polêmica

Após pesadas críticas ao governo Lula, o ex-presidente Fernando Henrique evitou polemizar ontem, chegando até a fazer elogios à capacidade do presidente de transferir votos. FH disse que se expõe "além do limite" da prudência. (págs. 1 e 4)

Enquanto isso, na terra de Perón

Em novo capítulo do conflito entre o governo Kirchner e os principais meios de comunicação, sindicalistas aliados da Casa Rosada bloquearam ontem a saída de distribuidoras, atrasando a entrega dos jornais "Clarín" e "La Nacion". (págs. 1 e 37)

O 1 º revés de Obama

Presidente amarga derrota para republicanos

A vitória de dois republicanos para os governos de Virgínia e Nova Jersey acendeu o sinal de alerta na Casa Branca. A máquina política que elegeu Barack Obama há um ano não tem a mesma força para salvar localmente candidatos democratas considerados fracos, apesar de o presidente ter se envolvido pessoalmente nas campanhas dos dois estados. Em Nova York, a reeleição, com uma margem bem menor do que a esperada, teve um sabor amargo para o prefeito Michael Bloomberg, que ganhou seu terceiro mandato com uma campanha milionária. (págs. 1 e 35)

Programa cria mais cinemas no interior

O ministro da Cultura, Juca Ferreira, lançou ontem na Câmara programa para financiar a construção de cinemas em cidades pequenas, com população de 20 mil a 100 mil habitantes. Seu custo será de R$ 1,5, milhão por município. (págs. 1 e 11)

Aposentados: governo evita votação (págs. 1 e 10)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Novas medidas tentarão reduzir entrada de dólar

Para conter queda da moeda, governo estuda dar mais opções a investidor

Depois de taxar o ingresso de dólares, o governo Lula estuda medidas que façam com que investidores externos não precisem trocar dólares por reais para aplicações no país, informam Leandra Peres e Valdo Cruz. O objetivo é conter a queda da moeda americana.

Entre as medidas que devem ser adotadas pela equipe econômica estão a retomada, pelo Tesouro Nacional, das emissões no exterior de títulos da dívida pública em reais e a autorização para que investidores na Bolsa possam depositar suas garantias fora do país. (págs. 1, B1 e B3)

O Brasil vai propor no G20 mecanismos coordenados de controle dos desequilíbrios cambiais, informa Clóvis Rossi. (págs. 1 e B3)

Relator pede ação contra Azeredo por valerioduto

O ministro Joaquim Barbosa, do STF, acolheu parte da denúncia contra o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) pelo "mensalão mineiro". Ele viu indícios de peculato (uso de cargo público em benefício próprio).

A defesa de Azeredo nega participação no desvio de recursos supostamente operado pelo publicitário Marcos Valério. O julgamento foi interrompido após quase seis horas, sem que Barbosa concluísse seu voto. (págs. 1 e A4)

Dinheiro: Brasileiro viaja mais pelo país, mas gasta menos (págs. 1 e B9)

Receita libera maior lote de restituição de IR

A Receita Federal vai liberar o maior lote de restituição do Imposto de Renda da história. No próximo dia 16, serão pagos a mais de 2 milhões de pessoas físicas R$ 2 bilhões em tributos retidos.

A consulta estará disponível na segunda. O anúncio ocorre menos de um mês após a Folha revelar que o fisco atrasara a restituição para compensar a queda na arrecadação. (págs. 1 e B6)

Aneel quer corrigir erro em contas com novo contrato

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) discute hoje mudança no contrato de concessão das distribuidoras de energia elétrica para corrigir a distorção que gerou cobrança indevida de pelo menos R$ 7 bilhões dos consumidores brasileiros.

É preciso, porém, que as distribuidoras concordem. O ressarcimento das perdas já sofridas não é certo. (págs. 1 e B5)

Negociadores são pessimistas quanto a acordo sobre o clima

Em Barcelona, participantes da reunião preparatória para a conferência da ONU sobre o clima, em dezembro, mostraram pessimismo sobre as chances de um acordo, informa Roberto Dias.

Para o negociador-chefe da Comissão Europeia, Artur Runge-Metzger, só deve haver acordo no fim da conferência. O chefe da ONU para o clima, Yvo de Boer, prevê impasse enquanto os países ricos não melhorarem suas propostas. (págs. 1 e A20)

Um ano após se eleger, Obama sofre 1ª derrota de seu mandato

O democrata Barack Obama sofreu a primeira derrota eleitoral de seu mandato, um ano depois de ter sido escolhido para a Casa Branca. A oposição republicana venceu as eleições para os governos dos Estados da Virgínia e de Nova Jersey.

Além disso, o prefeito Michael Bloomberg venceu o rival democrata e foi eleito para o terceiro mandato em Nova York, e a proposta de legalização de união gay foi rejeitada no Maine. (págs. 1 e A16)

Mundo: Justiça condena 23 cidadãos dos EUA por ação da CIA na Itália (págs. 1 e A15)

Editoriais

Leia "Capitalismo Melado", sobre peso do governo em decisões empresariais; e "A Europa se mexe". (págs. 1 e A2)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Entrada de dólares cai 75% com novo imposto

Apesar disso, fluxo é forte e mercado indica já ter absorvido IOF

A entrada de investimentos externos para aplicações no Brasil caiu 75% desde 20 de outubro, quando entrou em vigor o IOF sobre as aplicações de estrangeiros em ações e títulos de renda fixa. Nos últimos dez dias de outubro, a média de transferências para o Brasil ficou em US$ 231 milhões, praticamente um quarto da verificada nos 19 primeiros dias do mês, quando a cifra era de US$ 919 milhões. Apesar disso, a entrada líquida de dólares em outubro, que totalizou US$ 14,59 bilhões, representou 64% de tudo o que ingressou no País nos dez primeiros meses e foi 5,9% maior que o observado em setembro. E o fluxo de dólares continuou positivo. Para analistas, o mercado já absorveu o imposto sobre as aplicações. (págs. 1, B1, B3 e B4)

Análise: Fernando Dantas

Eficácia é limitada

O Brasil precisa de capital externo para fechar suas contas. Como o mundo confia no País e está disposto a financiá-lo, os dólares vêm a rodo, e a resultante é o câmbio valorizado. O IOF de 2% é tido como insufIciente para mexer significativamente nessa equação. (págs. 1 e B3)

Reservatórios enchem e governo teme inundações

O excesso de chuvas no mês de outubro elevou o nível dos principais reservatórios de água do País para o ponto mais alto dos últimos dez anos e pôs o governo em alerta. A perspectiva é de aumento no risco de inundações, no fim deste ano e no início do próximo. A Agência Nacional de Águas criará hoje uma “sala de situação” para controlar o volume dos reservatórios, mobilizar a Defesa Civil e tentar evitar catástrofes. (págs. 1 e C1)

'Marina Silva não é analfabeta como Lula'

O cantor Caetano Veloso anuncia sua opção pela candidatura de Marina Silva ao Planalto. “Não posso deixar de votar nela", diz Caetano, que se apresenta em São Paulo a partir de amanhã. "É por demais forte, simbolicamente, para eu não me abalar." Para ele, Marina é uma “cabocla" que mistura características de Barack Obama e Lula. (págs. 1 e Caderno 2)

FRASES:

"Marina é Lula e é Obama ao mesmo tempo. Ela é meio preta, é uma cabocla. É inteligente como o Obama, não é analfabeta como o Lula, que não sabe falar, é cafona falando, grosseiro"

"Esse negócio de Estado muito forte não me atrai. Acho que ele tem de ser firme, mas não tem de ser um Estado de força"

Decisão sobre patentes afeta produção de genéricos

Uma decisão do governo limita a atuação da Anvisa e abre espaço para facilitar a concessão de patentes de medicamentos para grandes farmacêuticas, liberando menos remédios para a indústria de genéricos. A medida pode ter reflexos no bolso do consumidor. (págs. 1 e A22)

Resultado de eleição indica problemas para Obama

Os republicanos venceram as eleições para governador na Virgínia e em Nova Jersey, que eram democratas. O resultado é visto nos EUA como termômetro da eleição parlamentar de 2010, num possível repúdio ao presidente Barack Obama. (págs. 1 e A12)

Caixa entra na disputa por pequenas empresas

Depois do crédito imobiliário, Caixa e Banco do Brasil entram em nova disputa. A Caixa oferecerá R$ 200 milhões em empréstimos a micro e pequenas empresas. Apesar de ter aderido ao Fundo Garantidor de Operações do BB, a Caixa criará seu próprio fundo. (págs. 1 e B8)

Violência: MST depreda fazendas no PA

Áreas pertencem ao banqueiro Daniel Dantas. (págs. 1 e A10)

'Estado' sob censura há 97 dias (págs. 1 e A11)

Notas e Informações: Sem meta para Copenhague

Dilma Rousseff é como o seu chefe e patrono: entende pouco e simpatiza ainda menos com a causa verde. (págs. 1 e A3)

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Jornal do Brasil

Manchete: Turismo faz inclusão social

Classes C e D responderam pela maior parte do aumento de 83% nas viagens desde 2007

As classes C e D, de menor renda, responderam pela maior parte do crescimento da quantidade de brasileiros que gastaram com turismo nos últimos dois anos. O aumento no geral foi de 83%, segundo o Instituto Vox Populi. O número de turistas passou de 32% da população, em 2007, para 58,8%. A nova classe média foi beneficiada pelo avanço da economia e do mercado de trabalho, e elegeu o carro como transporte preferido (41,8%), seguido do avião (33,5%). Dado curioso quando se sabe que 61 % dos entrevistados ganham até dez salários mínimos. (págs. 1 e Economia A18)

Presentes de grego para Obama

Um ano após sua vitória para a Casa Branca, o presidente Barack Obama viu a oposição fazer a festa. Os republicanos comemoraram a eleição de Bob McDonnell e Chris Christie para os governos da Virgínia e de Nova Jersey - tradicionais redutos democratas. (págs. 1 e Internacional A20)

Caem os mitos sobre a aspirina

Muitas pessoas tomam aspirina acreditando que estão se prevenindo de doenças cardíacas, como infartos e derrames. Mas pesquisa britânica revela que o remédio pode causar sangramentos internos e que não previne problemas cardiovasculares. (págs. 1 e Vida, Saúde & Ciência A24)

Uma unificação sem harmonia

A unificação harmônica das duas Alemanhas ainda é uma utopia, na opinião de analistas, que participaram, ontem, de mesa-redonda no consulado do país no Rio. (págs. 1 e Internacional A22)

Coisas da política

As brechas que beneficiam os espanhóis. (págs. 1 e A2)

Informe JB

Lula começa a enquadrar o PT por Dilma. (págs. 1 e A4)

Editorial

Código Florestal tem de ser bom para todos. (págs. 1 e A8)

Sociedade Aberta

Cecília M. Rotell-Martins
Doutora em Medicina

Informação e diálogo no combate ao HPV. (págs. 1 e Vida, Saúde & Ciência)

Sociedade Aberta

Artur José Macedo de Oliveira
Arquiteto e Urbanista

Moradia decente é um direito de todos. (págs. 1 e Cidade A3)

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Correio Braziliense

Manchete: Jogo de cena para aposentado

A Câmara dos Deputados foi cenário de um teatro para ludibriar o eleitor. O governo e a oposição sabiam que não havia chance de ir a plenário o projeto de lei que vincula o reajuste de aposentados e pensionistas ao salário mínimo. Mas procuraram tirar proveito da situação ou evitar o constrangimento público. O líder do PSDB, José Aníbal, defendeu a proposta em discurso, mas em seguida disse que ela precisa ser “melhor discutida”. Já o governista João Carlos Bacelar (PR-BA), que pediu mais prazo para relatar a MP 466/09 e trancou a pauta de votação, se desculpou: “Não sou contra aposentados”. Nas galerias (foto), os aposentados entoavam o coro: “Deputado, preste atenção, ano que vem tem eleição”. (págs. 1, 2 e 3 e Visão do Correio, 32)

Emprego: “QI” vale mais que currículo em Brasília

O chamado “QI: quem indica” tem maior peso na busca por trabalho, segundo pesquisa do Dieese. Quase metade dos profissionais que conseguiram ocupação na cidade teve ajuda de amigos ou parentes. (págs. 1 e 49)

Salário é outra coisa…

Por pressão dos servidores, Senado fará proposta em separado da reforma administrativa para tratar de horas extras, funções comissionadas e teto salarial. (págs. 1 e 4)

Seguro para todos

Governo quer classes baixas com acesso a coberturas por morte e acidentes. (págs. 1 e 25)

Aquecimento: Clima pesado domina conferência da ONU

Barcelona — Após o protesto dos representantes africanos, delegação europeia lamenta a falta de compromisso das nações mais ricas para reduzir a emissão de carbono, relata a enviada especial Paloma Oliveto. (págs. 1 e Ciência, 38)
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http://clipping.radiobras.gov.br/clipping/novo/Construtor.php?Opcao=Sinopses&Tarefa=Exibir
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